Caffè Florian

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Caffè Florian

Mensagem por Durmstrang em Seg Mar 30, 2015 4:15 pm


Caffè Florian



Entre os mais tradicionais da Europa, é difícil concorrer com ele no item localização: Piazza San Marco, em Veneza. Fundado em 1720, o que faz dele a mais antiga cafeteria da Itália, é tão icônico e visitado quanto a Basílica di San Marco! De suas mesas ao ar livre, famosos e turistas comuns curtem o visual enquanto saboreiam um vero espresso (expresso verdadeiro).

O Florian mantém o luxo em seu interior, dividido em várias salas, batizadas com nomes simbólicos: Sala degli Uomini Illustri (Sala dos homens ilustres), Sala del Senato (Sala do Senado) e Sala degli Specchi (sala dos espelhos), entre outras. Uma orquestra permanente se encarrega do fundo musical. Seus preços estão à altura de seu status.

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Re: Caffè Florian

Mensagem por Aylena Scherbítsky em Ter Mar 31, 2015 5:32 pm




Uma mulher desaparata em um Beco de Florença, e seus cabelos ruivos estavam escondidos dentro do capuz do sobre tudo. A mulher não queria ser reconhecida ali no mundo trouxa, mesmo sabendo que ninguém a reconheceria... mas ela não tinha certeza se não havia comensais infiltrados ali. Olhando por cima dos óculos escuros, a mulher caminha em passos calmos pelas ruas enquanto segurava sua bolsa no braço esquerdo. O vento soprava fraco na Itália naquela época do ano, e os trouxas caminhavam até calmos demais se soubessem o que estava acontecendo no mundo bruxo e que eles também estavam em perigo.

A ruiva avistou um café luxuoso adiante, e sorriu satisfeita. Sentia falta de um pouco de conforto e de luxo, e uma música suave enquanto apreciava um delicioso expresso. Atravessando a rua, ela chega ao café sentando em uma mesinha afastada e colocando a bolsa no colo, retira o capuz e os óculos escuros, passando os dedos pelo cabelo e os jogando levemente para trás. Se sentia em segurança ali na Itália, já que na Inglaterra estava ilegal e se andasse muito no mundo trouxa, estaria em problemas. - Buon pomeriggio signorina , si vuole prendere ? - A mulher é surpreendida pela voz mansa de um garçom muito bem vestido que se dirigia à ela. Retiro as luvas das mãos e sorrio á ele. - Buon pomeriggio , signore , vorrei un espresso con latte scremato . Grazie. - o sotaque russo da mulher era evidente, mas o italiano dela era impecável. O homem faz uma pequena reverência para ela e logo se afasta. A mulher se encosta na cadeira e solta um suspiro fundo. Fora egoísmo ter saído de Hogwarts assim sem seus filhos, mas era arriscado demais os trazer. Ela engole em seco com aquele sentimento de preocupação e volta a calçar as luvas, pegando a bolsa e saindo dali.Ao chegar novamente no beco a qual desaparatou, ela aparata saindo dali





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Re: Caffè Florian

Mensagem por Drew Von H. Sigmaringen em Ter Fev 09, 2016 10:55 pm

Felizmente ainda era o começa de um longo período de férias para Andrew antes que ele pudesse começar a trabalhar no Ministério da Magia. Estava demasiado ansioso com isso, seria seu primeiro emprego desde que se formou em Hogwarts, e seria um jeito permanente para esquecer todos os problemas que lhe assombraram desde a morte de uma pessoa extremamente importante. Havia acabado de voltar de uma viagem rápida que fez até o Brasil para conhecer o famoso Rio de Janeiro, não encontrou nada de mais além de moças bonitas e comidas saborosas. A princípio a intenção era voltar para casa e passar o resto das férias com os irmãos, descansando. Mas mudou de ideia ao lembrar que a família não estava tão unida como de costume, e seus irmãos já estavam crescidinhos, cada um já seguia se rumo, por mais que Andrew ainda quisesse por mais que tudo nesse mundo, protege-los de qualquer mal que fosse. Então, ele decidiu de última hora mudar a rota. Seguiu então para Veneza.

Nunca esteve lá. Era um lugar lindíssimo e mais perfeito ainda para típicos casais apaixonados. Ele, ao contrário dos homens que andavam com buques de rosas nas mãos, não estava indo ao encontro de uma bela jovem. Apenas caminhava pelas ruas daquele maravilhoso lugar, seguindo sem rumo conhecendo uma cultura diferente. Não sabia falar italiano muito bem, sabia o básico então tentava ao máximo não abrir a boca, mas não resistiu ao delicioso cheirinho de café que o chamava. Caffè Florian era o nome do lugar a poucos metros de onde o rapaz se encontrava. O dia estava gostoso, nem quente nem frio, na temperatura ideal para se tomar um dos expressos mais bem-conceituados de Veneza. Oras, Andrew, em seus tempos livres no hotel em que estava hospedado, lia um panfleto com os pontos turísticos mais visitados daquela cidade, ele sabia muito bem aonde estava, era impossível não reconhecer aquele lugar. Por mais que clima estivesse perfeito, o Caffè estava ligeiramente vazio, as pessoas aparentemente preferiram se instalar na parte interna e não apreciar a bela paisagem das ruas e vielas da cidade. Os poucos que conversavam alegremente do lado de fora, estavam acompanhados, muitos casais que Andrew imaginou estariam passando a lua de mel, ou não. Então, ele andou calmamente até uma daquelas mesinhas redondas e se sentou, tirando o Profeta Diário, que recebera graças ao envio de sua mão através de uma coruja, de dentro do grande casaco preto que usava contra a brisa gélida que as vezes ousava atrapalhar. – Un espresso, per favore. – Pediu, tentando não errar nas palavras, a uma garçonete que fazia todo o trabalho do lado de fora. Ele se aconchegou na cadeira macia e abriu o Profeta, pouco se importando com as imagens que se movimentavam nas folhas do jornal, pouco se importando com os trouxas a sua volta. 

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Re: Caffè Florian

Mensagem por Violet C. W. Targaryen em Qua Fev 10, 2016 12:27 am

“Santo Merlin” Era o que se passava pela cabeça de Violet ao se atrapalhar toda com os botões de seu sobretudo claro “Porque este homem tinha de viver em Veneza?”, se referia à Theodore, um amigo próximo que fizera ainda em seus anos de escola e quem mais lhe ajudou com a animagia. Era época de férias e a bela morena sentia-se na obrigação de ir pessoalmente agradecer ao amigo e lhe contar sobre a novidade: lecionaria Transfiguração em Hogwarts. Claro que tinha aproveitado para fazer um passeio também, mas só fez ideia realmente do quão longe estava quando colocou os pés no hotel e percebeu que só voltaria para sua casa duas semanas depois. Agora faltavam apenas 12 dias.

O encontro com o amigo fora ótimo e agora Violet sentia-se perdida, nunca tinha ficado tão longe de Winnie e isso a estava corroendo por dentro. Mantinha contato com a irmã através de um computador e enviava berradores também, mas nada se comparava a estar perto dela e protegê-la, agora os cuidados dela estavam nas mãos da avó das duas, uma senhora que pensava mais em homens e cigarros que qualquer coisa.

Depois de muito insistir desistiu de fechar os botões, estava atrapalhada com a bolsa e as coisas que tentava guardar dentro dela “Porque eu carrego tantas coisas?”. Aquelas coisas, na verdade, eram planejamentos de aulas e Violet os levava para qualquer lugar.

Era uma manhã um pouco gélida em Veneza, mas mesmo assim havia muitos casais de mãos dadas na rua, Violet gostava de observá-los e imaginava como seriam as sensações, é claro que já havia experimentado uma ou duas vezes, mas eram coisas de adolescente, coisas que nunca foram correspondidas. Finalmente, conseguiu ajeitar metade dos papéis dentro da bolsa, e a outra metade em seus braços. Trajava calça jeans escura, junto com uma blusa meia manga listrada de preto e branco. Os dedinhos do pé já reclamavam do salto preto que usava e pareciam implorar pelos all star surrados.

Caminhava sem nenhuma pressa, ia até o Caffè Florian, onde estava tomando seu café da manhã todos os dias. A movimentação ali estava um pouco parada, mas logo o local encheria, era famoso por seu expresso e suas rosquinhas de açúcar. Violet devia saber que aquele definitivamente não era o seu dia, mas só percebeu isso quando um de seus saltos quebrou, assim, simplesmente quebrou, sem nenhum aviso prévio! Contou pacientemente até 20, tentando não acreditar na situação e agora estava longe demais para voltar. – Isso não está acontecendo. – E foi o que decidiu fazer, fingiu que não estava acontecendo. Atravessou a rua, chegando ao café, passou os olhos pelo local e foi aí que viu. Ele só podia estar de brincadeira, não havia muitos trouxas no local, mas havia o suficiente – Ei, ficou louco? – Caminhou o mais rápido que conseguia, ou melhor, mancou até onde o rapaz estava sentado, lendo a última edição do PD – Abaixe isso – sussurrou, ainda mancando na direção dele.






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Re: Caffè Florian

Mensagem por Drew Von H. Sigmaringen em Qua Fev 10, 2016 1:14 am

 Ele virava as folhas calmamente enquanto esperava ansioso por aquele delicioso café quentinho. Hora pensava se não tinha pronunciado errado, mas logo refazia a frase em sua mente e se dava conta de que pouco, muito pouco tempo havia se passado e que a frase estava certa. – Ecco signore, ti piacerebbe più zucchero? - Perguntou a garçonete, enquanto colocava a xícara com o café expresso sobre a mesa. – Desculpe, o que você disse? – Questionou novamente Drew, ‘escondendo’ o PD sobre a própria perna em baixo da mesa enquanto tentava relembrar o que as palavras daquela jovem queriam dizer. Ela, entendia a língua dele, estava acostumada. Mas ele se virava no italiano. – Desideri più zucchero? – Quando ele finalmente compreendeu que ela estava perguntando sobre o açúcar, ele provou uma finíssima camada do café, com cuidado para não queimar a língua, e gesticulou um gesto com a mão do qual a moça entendeu que não precisava de mais, estava perfeito. Assim que ela deu meia volta, ele ergueu novamente o jornal e voltou a olha-lo – Aonde eu parei mesmo? – Perguntava-se olhando os artigos diversos daquela página. – Aqui.. Ministra está de volta não é mesmo?! – Comentou para si mesmo com uma risada levemente animada. Afinal, a Ministra era sua mãe e ele sentia muito orgulho por tudo que ela já fizera para melhorar o mundo em que eles viviam.


O café parecia que nunca ia esfriar. Toda vez que Andrew erguia a xícara para tomar mais um gole, sempre tomava o maior cuidado para não se queimar e definitivamente aquele expresso era o melhor da região e provavelmente o melhor que ele já tomara na vida. Por mais que estivesse concentrado nas matérias pouco interessantes do PD, ele conseguia ouvir o zunzunzum dos variados e poucos idiomas que tinham ao seu redor. Era de certa forma fascinante a quantidade de seres, de culturas, de ambiente diferentes existentes no mundo e ainda mais fascinante encontrar uma variedade deles ali. Mas o Caffè estava tranquilo, tão tranquilo que ele conseguia discernir em meio as conversas, os passos das pessoas que atravessavam apressadamente a rua. Ele estava terminando de ler um artigo sobre os times de quadribol, que se encontrava na página quatro, quando começou a ouvir um sussurro de alguém que parecia nada satisfeito com alguma coisa. O idioma era o mesmo que o dele e logo ele baixou aos poucos o PD para ver o que estava acontecendo. Sem mais nem menos uma moça, formosa além do normal, caminhava apressadamente e visivelmente mancando na direção do rapaz chamando-o de louco, pelo menos foi o que ele ouviu inicialmente. Ele olhou para os lados para ter certeza de que era com ele que ela estava falando e quando teve essa certeza ergueu uma sobrancelha ainda confuso com a situação. – Abaixar o que? – Perguntou inocentemente, para a moça que já estava centímetros a sua frente. 

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Re: Caffè Florian

Mensagem por Violet C. W. Targaryen em Qua Fev 10, 2016 1:46 am

Um brisa gélida soprou, bagunçado os cabelos castanhos encaracolados da morena, como que um complo para deixar a situação ainda pior e passar a imagem de mulher louca, afinal, quem andava por ai com uma pilha de papéis debaixo do braço, um salto quebrado e cabelos rebeldes?

Violet o olhou nos olhos e naquele momento nem pensou no idioma, havia se esquecido completamente de onde estava, queria apenas que ele guardasse o jornal antes que fosse tarde demais. Observou enquanto um casal sorridente passava bem próximo deles e foi desse momento que arrancou o PD das mãos dele, o dobrando e pressionando contra o peito, se certificando de que ninguém ali tinha visto demais — Como pode trazer isso para este lugar? Está cheio de trouxas — tentava a todo custo botar os cabelos para trás, estavam atrapalhando a visão e fazendo o discurso que iria se seguir não parecer tão sério.

Okay, tirar o jornal das mãos dele pode ter parecido um gesto grosseiro para com alguém que nem conhecia, mas o lugar estava começando a encher e não queria nem imaginar nos problemas que iriam se meter se alguém visse aquilo. Tentou mais uma vez por os cabelos para trás e em um gesto de descuido fez uso dos dois braços, derrubando assim o jornal e todas as folhas de planejamentos — Ai Merlin — algumas folhas já voavam longe, mas a maioria estava em uma pilha no chão, algumas apenas com escrituras, outras com desenhos bem feitos representando feitiços transfiguratórios. Juntou tudo o que conseguia — Olha, eu não estou tendo um dia muito bom, como pode ver e eu não quero nem imaginar no que iria acontecer se o ministério descobre que alguém anda carregando edições do profeta diário e lendo por ai, a céu aberto no meio de trouxas! — olhou mais uma vez em volta, mas tudo o que viu foi sua Daemon, uma coruja, que estava empoleirada em uma árvore próxima, observando tudo atentamente. — Eu sei que não devo estar passando uma boa primeira impressão, desculpe. — apertou firme os planejamentos e pegou o jornal, devolvendo ao dono.






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Re: Caffè Florian

Mensagem por Drew Von H. Sigmaringen em Qua Fev 10, 2016 2:37 am

 Ele olhou nos olhos da morena e abriu um singelo sorriso com a beleza dos mesmos, esquecendo-se por segundo da situação constrangedora pela qual estavam passando. Um casal sorridente resolveu sair do caffè naquele momento e acabaram passando bem próximo da mesa onde Drew e a moça desconhecida se encontravam. Ambos olharam para o casal e no exato instante a morena arrancou a o PD das mãos do rapaz, quase que derrubando a xícara de café sobre a mesa. – Cuidado! – Disse Andrew segurando a xícara antes que ela entornasse. – O que eu fiz de errado?! – Questionava ainda confuso enquanto a mulher dobrava o jornal e o pressionava contra o corpo, provavelmente ela estava achando que ele tentaria pega-lo de volta, o que não estava fora de questão. Uma questão de segundos até que a morena lhe chamou a atenção, puxando a orelha do rapaz em relação aos trouxas. – Trouxas fazem jus ao que são chamados, eu tomo cuidado e se eles notassem eu saberia. Já ouviu dizer que eles têm fama de fofoqueiros? E falam alto! – Respondeu olhando fixamente para a mulher que lutava contra papeis e mais papeis que estavam atrapalhando-a na tentativa de botar os cabelos para trás. Andrew era cavalheiro mas achou que seria estranho demais ajudar a moça nessa tarefa quando a mesma está lhe dando ‘bronca’. Ele tentou não rir com a situação, mas um sorrisinho escapou-lhe pelos lábios com a mistura de beleza, encantamento, raiva e seriedade que a mulher passava.


A princípio ele se questionou o por que dela estar tão preocupada com um desconhecido, ou até mesmo com os trouxas, por que ela estava tão brava com uma coisa simples, que muitos outros bruxos por aí tinha costume de fazer também. Ele sabia que ela tinha lá seus motivos e logo a perguntaria. Ela ainda batalhava contra seus cabelos e ele queria ajuda-la oras, não custava nada. Com tamanha quantidade de papeis que ela carregava estava mais do que previsto que em um simples gesto descuido e calmo as folhas iriam para o chão. Pareceram minutos, mas segundos haviam se passado e então o esperado aconteceu. O jornal e a papelada que ela trazia consigo caíram direto para o chão. – Eu te ajudo! – Disse Drew imediatamente, afastando a cadeira na qual estava sentado para trás, para que pudesse então abaixar e ajudar a morena a pegar os seus papeis. Ele ajudou a moça que parecia extremamente nervosa. Pegou algumas folhas e não conteve a curiosidade. Em uma delas tinha um desenho muito bem feito, outras escrituras e rascunhos do que pareciam ser o assunto de uma aula. Antes mesmo que ele pudesse fazer qualquer tipo de pergunta ela já desabou a falar em uma tentativa de explicação. Foi então que ele entendeu do que se tratava, ela era vem precavida em relação ao Ministério. Andrew deu outro sorriso e não atrapalhou a explicação, apenas continuou a ajudá-la a pegar algumas folhas, mas não as devolveu. – Olha, se te conforta eu trabalho no Ministério e acredite eu também não quero nem imaginar o que aconteceria se eu em algum momento desse bobeira no meio de tanto trouxa. – Respondeu calmamente, voltando a olhar nos olhos da mulher que estava em sua frente, agora mais próxima do que quando ela começou. – Uma boa primeira impressão é só uma pressão que as pessoas fazem, você pode mudar ela a todo momento. – Comentou com uma risada tentando cortar a tensão que ela inicialmente tinha criado, tentando deixar a moça mais tranquila. – Eu te ajudo com isso. – Disse Andrew novamente, pegando o jornal que ela entregava e pegando das mãos da mesma um montinho de folhas desorganizadas que ela simplesmente foi juntando. – Se te preocupa uma boa primeira impressão, tomar café comigo mudaria ela completamente num piscar de olhos. – Comentou enquanto colocava as folhas dela sobre a mesa, se levantava e esticava o braço para que service de apoio para que ela levantasse também, afinal ele se lembrava de relance que ela estava mancando quando se aproximava, e imagina que ela tinha se machucado ou coisa do tipo. Então quando ambos estavam de pé, ele começou a organizar as folhas sem se atrever a olhar sobre o que se tratavam, torcendo para que ela tivesse entendido a oferta.
 

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Re: Caffè Florian

Mensagem por Violet C. W. Targaryen em Qua Fev 10, 2016 1:51 pm

Violet sentiu-se um pouco mais aliviada quando ouviu do rapaz que ele trabalhava no Ministério, talvez estivesse apenas querendo brincar com a cabeça dos trouxas, muitos gostavam de fazer isso, apenas para que eles pensassem que estavam loucos, mas no fim ela apenas sorriu diante disso, assentindo de leve. Olhou para a mesa por um momento, notando uma ou duas gotas do café, que tinham sido respingadas na toalha vermelha com o alvoroço de tentar encobrir o erro do rapaz. Agora, sentia-se profundamente envergonhada com aquilo e provavelmente estava muito corada. Ele, por outro lado, mostrava-se gentil a todo instante e parecia não se importa com os desastres provocados pela morena. Ela aceitou a ajuda, apoiando o restante das folhas e tentando organizar da maneira como podia.

– Um café com você? Bem, parece ótimo. – Tentou deixar a timidez um pouco de lado, sorrindo mais abertamente. Terminaram de arrumar as folhas e ambos se sentaram, a toalha vermelha era longa o suficiente, então a morena não hesitou em tirar os sapatos, tudo bem que aquilo só causaria mais constrangimento se alguém reparasse, mas tudo já estava tão bagunçado que ela não imaginava que pudesse ficar pior – Eu agradeço, está sendo muito gentil, me desculpe mais uma vez, está sendo um dia daqueles e nem se que tomei café da manhã ainda... – percebeu que ele ainda estava com algumas folhas e imaginava que ele estivesse curioso sobre aquilo, afinal, não eram muitas pessoas que andavam por ai com desenhos e anotações – São do meu trabalho – decidiu falar, era o mínimo que podia fazer depois de tudo – Gosto de planejar tudo antes de pôr em prática e como é meu primeiro emprego, confesso que estou ainda mais cuidadosa. – Era estranho aquilo estar acontecendo, Violet nunca mostrava suas anotações para ninguém, eram as coisas mais pessoais que tinha e, no entanto, estavam ali, nas mãos de um estranho – Me chamo Violet, a propósito. – Só então ela teve tempo para olhá-lo de fato e notar como era bonito. Merlin, era tão bonito que ela teve de desviar o olhar ou coraria de novo, felizmente, uma garçonete chegou naquele momento e Violet aproveitou para fazer seu pedido – Buongiorno, uno macchiato accompagnato da una brioche media, per favore. – Fez o pedido, arranhando um pouco no italiano.

Enquanto aguardava, Vio torceu para que nada de estranho acontecesse de novo, como por exemplo, ele descobrir que agora ela estava descalça, no café mais famoso de Veneza. Tudo bem, a primeira coisa que iria fazer ao sair dali seria comprar um sapato, um tênis, confortável e que durasse uma eternidade. Olhou mais uma vez para Nyx, ela continuava lá, em seu galho e por um momento se perguntou onde estava o Daemon do rapaz, talvez eles fossem daqueles que conseguiam ficar longe um espaço de tempo maior. Estava prestes a perguntar quando a moça voltou, trazendo o pedido, Violet sorriu e provou de seu Macchiato, estava na medida certa, com a quantidade perfeita de leite e café. Nunca iria se cansar daquele sabor marcante, o café italiano não chegava aos pés de nenhum outro e talvez esse fosse o motivo de não haver nenhuma filial da famosa Starbucks por ali, soaria como um afrontamento. – Nada como o café italiano. – Comentou – E eu achando que a Starbucks servia os melhores cafés...





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Re: Caffè Florian

Mensagem por Drew Von H. Sigmaringen em Qui Fev 11, 2016 12:48 am

 Ele olhou para ela novamente e abriu automaticamente outro sorriso quando ouviu a aceitação do convite para tomar café. Aquela seria a primeira vez que Andrew passaria algum tempo conversando com uma bela moça que lhe chamava completamente a atenção, desde que Evangeline morreu. Mas felizmente, ao olhar nos olhos da mulher que estava ali, bem ao seu lado, o passado não voltou à tona, pelo contrário. Era como se ele estivesse se libertando, como se ele estivesse se permitindo ter sentimentos novamente, como se ele voltasse a ser quem ele realmente é, como ele era antes dos acontecimentos em Hogwarts.


Em silêncio ele a ajudou a terminar de organizar as folhas e as devolveu para a dona, mas ainda assim ficou com alguns rascunhos e desenhos em mãos. Estava curioso. Sem mais delongas ambos se sentaram. Drew não queria ficar de frente para a moça, achava muito formal e queria ter o máximo de espontaneidade com ela, então puxou a outra cadeira vazia ao lado da dama e sentou ali, ficando mais próximo. – Magina, você só estava fazendo sua parte como uma boa cidadã do mundo bruxo. – Respondeu, apoiando as costas no encosto da aconchegante cadeira e voltando a olhar para os rascunhos que ainda tinha em mãos. Antes mesmo que pudesse perguntar sobre o que eram, a moça se pôs novamente a explicar. – Seu primeiro emprego? Seus desenhos são muito bons! – Comentou balançando a cabeça enquanto via alguns que estavam entre as folhas. Devolveu as mesmas para a dona e voltou a olha-la fixamente nos olhos notando que ela fazia o mesmo e pela primeira vez Andrew pode observar mais atentamente a beleza daquele rosto angelical, daqueles olhos que tem muito a dizer e daquele belo sorriso, simples, mas de certa forma irresistível. – Andrew, mas todos, sem exceção mesmo, me chamam de Drew. – Respondeu ainda sem conseguir tirar os olhos da mulher.

Os olhos finalmente piscaram e mudaram de rumo quando a garçonete se atreveu a atrapalhar a troca de olhares. Andrew abaixou o olhar e inclinou o corpo para pegar a xícara do seu café que ainda nem estava na metade, mas mantinha-se quente. Ouviu Violet fazer seu pedido em italiano, aparentemente sem a menor dificuldade, pelo menos foi o que o rapaz achou até porque ele não era tão bom assim. – O que faz por esses lados? Digo, seu italiano com certeza está melhor que o meu. Você mora por aqui? – Perguntou curioso, tentando conhecer mais sobre a mulher com quem estava tomando café. Antes de obter uma resposta, ele seguiu o olhar da moça e notou que ela olhava para o que seria provavelmente seu Daemon e sorriu. – Eles estão sempre presentes, não é? – Questionou, inclinando o corpo para tomar mais uma xícara de café. – Tive que emprestar o meu para meu irmão por uns dias e ele ainda não voltou, estou começando a ficar preocupado. – Disse respirando fundo, imaginando quando teria seus pertences de volta. Família, pelo menos a dele sempre atrasava as coisas. Não demorou muito até a garçonete voltar trazendo o pedido da Violet que sorriu e logo o provou. Andrew não deixou de acompanhar seus movimentos, observando as mãos delicadas da mulher e os lábios saboreando o prato pedido. Ele sentiu algo diferente e deu um sorriso, pouco tímido enquanto se levantava em um pulo. – Acho que este café ainda está quente demais. – Comentou, enquanto apontava para o próprio café sobre a mesa e em seguida tirava o casaco que usava, ficando mais confortável apenas com a camisa social cinza que usava por baixo. Esta tinha os dois primeiros botões abertos e as mangas logo foram dobradas e puxadas mais para cima, deixando assim a mostra algumas das tatuagens que Andrew carregava pelo corpo.

- Me conta mais sobre você?! Sua primeira impressão já passou pra ótima, mas sou curioso. – Pediu, voltando a se sentar na cadeira ao lado da moça, após jogar o casado na outra cadeira vazia. Assim, ele puxou a cadeira para mais próximo da mesa possível e voltou a olhar para Violet. Torcia mentalmente para que ela não achasse ruim o jeito despojado de ser do Andrew, muito menos das curiosidades que ele tinha. Oras, o que podia fazer?! Pela primeira vez após anos, ele sentia-se confiante novamente com uma mulher. Sentia que podia confiar em alguém de novo, amar alguém de novo ou até mesmo ter uma simples amizade novamente, e se aquela moça sentada a sua frente fosse obra do acaso, uma oportunidade dada pelo destino, ele com toda certeza não a deixaria partir.

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Re: Caffè Florian

Mensagem por Violet C. W. Targaryen em Qui Fev 11, 2016 2:06 am

Ela tentou ao máximo segurar um sorriso com a aproximação espontânea dele, mas este saiu involuntariamente. Não se incomodou com aquilo, de forma alguma, pelo contrário, gostava de não ter que ficar com toda aquela formalidade. Os pés ainda estavam extremamente doloridos e provavelmente vermelhos e com bolhas. Mas que droga! Aquele sapato era novo e quando finalmente encontrara uma ocasião para usá-lo ele quebra e lhe deixa bolhas. Agora, os pés repousavam, descansando sobre o chão de concreto, próximos demais dos pés do rapaz.

Violet mais uma vez sorriu largamente ao ouvir o elogio, agradecendo logo depois – Obrigada, eles são para as aulas. – comentou, não escondendo o orgulho imenso que sentia daquilo, agora, não se importava mais que ele estivesse vendo aquilo, ele não parecia mais ser um estranho, pelo contrário, Violet sentia extrema simpatia e familiaridade com o rapaz – É um prazer. – Comentou após ouvir seu nome, não soava estranho, talvez já tenha ouvido falar dele, visto que trabalhava no Ministério. A manhã continuava agradável, apesar do dia estar começando a ficar mais quente em Veneza, havia mais pessoas na rua e o café enchia cada vez mais, Violet estava começando a se acostumar à rotina daquele lugar, apesar de sentir muita falta de casa e principalmente de sua irmã, talvez tirar férias não seja tão legal quando se está desacompanhada – Bom, eu vim visitar um amigo, dos tempos de escola, ele me ajudou muito quando precisei e achei que devia contar pessoalmente para ele sobre o emprego, que é de professora de Transfiguração, em Hogwarts. – Fez uma breve pausa, as vezes ainda não acreditava que realmente teria o cargo – E quanto ao Italiano, bem, tenho certeza de que pronunciei algo errado – riu, gostava de estudar outros idiomas, mas era difícil colocá-los em prática.

Ele pareceu notar Nyx e Violet sentiu-se um pouco tímida por ser pega olhando sua Daemon, eles eram manifestações animais da alma das pessoas e era um pouco constrangedor quando outros o olhavam – É, não consigo me lembrar de alguma vez ter estado longe dela, é muito difícil, mas irmãos são o que são, na verdade são todos iguais, sei disso porque sempre que algo meu some sei que está no quarto da minha irmã. – Revirou os olhos, sorrindo com a lembrança de Winnie, estava com muita saudade dela e mal via a hora de se verem através de uma rede social trouxa.

Ela repartiu um pedaço do brioche, comendo, e estava tão macio e delicioso quanto parecia. Winnie ia gostar dali, talvez um dia tirasse férias com ela ali. Violet tentou não reparar, mas foi um pouco difícil quando Drew retirou o sobretudo, revelando a camisa social com alguns botões abertos, mas o que lhe chamava a atenção mesmo eram as tatuagens, sempre tivera vontade de fazer uma, mas tinha certo medo, por conta de seu trabalho. Desviou o olhar mais uma vez, ficava nervosa quando olhava demais e consequentemente desajeitada – Bom... tem uma coisa, uma coisa um pouco incomum... sou animaga... esse meu amigo, bom, ele me ajudou muito com isso, no início, acho que já deve ter ouvido falar no quanto é complicado. - Okay, basicamente ele sabia uma das coisas mais importantes da vida da morena agora e era estranho soltar aquilo com tanta facilidade – Passei boa parte da vida estudando Transfiguração, aprofundando o máximo que podia, me formei e consegui o emprego que tanto queria. Tenho uma irmã de 11 anos que vai para Hogwarts daqui algumas semanas e ela é doce e ao mesmo tempo chata e Merlin, estou com muita saudade dela. – Suspirou, pegando a xícara e dando mais um gole no café extremamente quente. Se pegou mais uma vez admirando Drew, ele era bonito, tinha uma beleza diferente dos outros homens – São muito bonitas... – comentou, se referindo às tatuagens – Cheguei a ir em um estúdio uma vez, desenho escolhido, preço acertado, mas desisti em cima da hora, tive medo que tudo fosse por água abaixo se descobrissem. – Se lembrava bem daquele dia e de como estivera perto de tatuar o lobo em suas costas, ainda nutria aquele desejo, de desenhar em si algo que vivia dentro dela. – Mas e você? O que faz por aqui? Pretende ficar por muito tempo? – Pegou mais uma ponta do brioche, ouvindo enquanto ele respondia.





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Re: Caffè Florian

Mensagem por Drew Von H. Sigmaringen em Dom Fev 14, 2016 3:22 am

 Andrew tomou mais um gole de café e antes que pudesse tomar outro percebeu que sua xícara agora estava vazia. Olhou para o fundo branco e sorri, de certa forma satisfeito pelo melhor expresso que já havia tomado em toda sua vida e feliz pelo fato de que agora nada, nem mesmo uma xícara de café pudesse tirar toda sua atenção da violeta mais bonita de todos os jardins de Veneza. – Suas aulas devem ser fantásticas então! – Comentou com um riso, afastando a xícara para o lado, podendo assim apoiar os cotovelos na mesa, ficando mais próximo da moça, mas ainda sim sem ultrapassar a linha que existia entre eles, afinal haviam acabado de se conhecer e Drew não queria estragar aquele momento de descontração que estavam tendo diante da vida corrida que ambos aparentemente tinham.

A manhã continuava agradável, felizmente o clima estava ao seu favor. Eram raras as vezes em que Andrew queria fazer alguma coisa, passar um tempo relaxando, pensando na vida, e o tempo estava bom para isso. Haviam mais pessoas no local, o café estava começando a ficar mais movimentada, mas isso não fazia o rapaz tirar os olhos dos olhos claros da morena. Foi uma das primeiras coisas, além da formosura e beleza que ela carregava consigo, que ele reparou. Ele acreditava naquele ditado trouxa ‘os olhos são as janelas da alma’ e imagina poder descobrir a verdadeira essência daquela mulher através de seus olhos. Ele a escutou de forma amigável, dando sorrisos e balançando a cabeça de forma positiva, indicando que estava prestando bem atenção em tudo que ela falava. – Então veio visitar um amigo? – Indagou, não querendo demostrar o quão estava interessado no status da moça, mas não por algum interesse por ela, ele não sabia disso, mas por pura curiosidade, vai que ela é casada e tem um marido ciumento. Mesmo assim ele continuou quieto, sem questiona-la sobre isso. – Então você é a professora nova que se transfora em um lobo ou coisa parecida? Brilhante. – Comentou, voltando a jogar o corpo para trás para novamente apoiar as costas no encosto da cadeira. – As notícias correm, ainda mais quando se é uma animaga registrada e chegam ainda mais rápido naqueles que tem parentes em altos níveis do Ministério que sabem tudo, ou quase tudo. – Disse, abaixando o olhar, lembrando-se de sua mãe e seu irmão mais velho que também trabalhavam no MM. Andrew sentia orgulho da família, mas queria sentir orgulho de si e isso era extremamente complicado. Por mais que não quisesse que as pessoas se sentissem intimidadas ou interessadas demais por sua família, isso raramente acontecia. Ele queria ser reconhecido pelo que era, por quem ele era e não pelo sobrenome ou pelos parentes, por mais que os amasse incondicionalmente. Por esse motivo ele não costumava falar com ninguém sobre seu sangue, mas pela primeira vez queria compartilhar com alguém, com a Violet. Sentia que ela era diferente, achava isso e estava disposto a arriscar.

Ele não falou nada, apena respirou fundo, dispensando os pensamentos e voltou a olhar para a morena que saboreava o prato que havia pedido. Ele não deixou de notar que ela reparava em suas tatuagens e ao mesmo tempo tentava disfarçar. Isso o deixou contente, sem motivos. – Se você vai dar aulas em Hogwarts vai ser fácil ver sua irmã sempre que sentir saudades. Você é autoridade lá, pode sair pelos corredores procurando ela quando quiser. – Comentou ele com uma risada despojada novamente, descontraindo mais o clima profissional em que aparentemente se encontravam. Ele olhou novamente para aqueles lindos olhos e ficou em silêncio, até que ela o elogiou, na verdade elogiou as tatuagens. Ele sorriu e olhou para o próprio braço, admirando as mesmas, coisa que raramente fazia. – Quem descobrisse? – Questionou, arqueando a sobrancelha enquanto voltava a olhar para a morena à sua frente. – Se tem medo da agulha, posso te fazer companhia e se ainda tiver medo, posso fazer uma antes de você para mostrar que a dor é extremamente suportável e quase sempre psicológica. – Sussurrou ele aproximando o corpo ainda mais da mulher, com uma risadinha inocente no final.

Ele soltou mais uma gargalhada enquanto voltava a apoiar os cotovelos na mesa e entrelaçava os próprios dedos na tentativa de estrala-los. Olhou para as próprias mãos e deu de ombros com a pergunta da moça. – Estou de férias ainda, estava no Brasil e sei lá, não queria voltar para casa então resolvi passar aqui. Vim conferir se o expresso era realmente bom e olha, é maravilhoso mesmo. – Respondeu, olhando para a xícara vazia ao lado. – E para minha sorte encontrei uma linda flor, uma violeta, por aqui. – Comentou, automaticamente sentindo um sorriso de canto formar-se nos lábios, enquanto voltava a olhar para a morena.

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Re: Caffè Florian

Mensagem por Violet C. W. Targaryen em Dom Fev 14, 2016 3:27 pm

Era bom conversar com Andrew, de certa forma, parecia que se conheciam há muito mais tempo e não há meros minutos. A facilidade com que a conversa fluía era quase palpável e Violet julgava isso uma coisa boa, ótima, apesar de ainda sentir-se tímida em determinados momentos, normalmente quando ele a elogiava ou quando se pegava olhando-o demais. Era estranho aquilo estar acontecendo, depois de tantos anos se dedicando apenas ao trabalho, tomar um café com alguém, alguém de fato interessante, parecia algo de outro mundo, algo que nunca passara pela cabeça da morena. Matutou sobre isso por algum tempo, não era uma pessoa de muitos amigos, para falar a verdade, sua vida social parecia se resumir à Winnie agora e até mesmo ela devia ter mais amigos e naquele momento Violet prometeu que seria mais aberta para as pessoas naquele ano e começar com Drew parecia uma boa.

A menção da palavra ‘lobo’ fez Violet voltar a realidade e imediatamente sentiu-se culpada por ter ficado tempo demais viajando. Repassou as palavras de Drew na cabeça, entendendo onde ‘lobo’ se encaixava e corou violentamente com aquilo – Nossa... – sentiu-se imediatamente exposta naquele momento, se o loiro já sabia dela então outras pessoas também sabiam – Eu... Bom, é, um lobo. – Voltou sua atenção para o café e o brioche, envergonhada demais para olha novamente nos olhos do rapaz. Ele pareceu perceber, pois logo se justificou, falando algo sobre notícias correrem rápido – E como correm... não vá me dizer que tem parentesco com a Ministra – riu a princípio, mas só então reparou nele e tomou a verdade de suas palavras, eram poucas as semelhanças, mas elas existiam e estavam evidentes agora que podia associá-las. – Imagino que não conte isso para muitas pessoas. – Lembrou de Winnie naquele momento e de como ela estava nervosa, querendo esconder a todo custo de quem era irmã: “Você não vai no mesmo vagão que eu. ” “Tem como trocar meu sobrenome no malão? ” “Por favor, não invente de ir verificar se comi direito”. Ela entendia, entendia ainda mais agora, nenhum dos dois queria ser reconhecido pelos feitos de seus parentes, seriam ser reconhecidos por eles mesmos, pelo que eram, pela sua essência. – Minha irmã implorou para evitar contato com ela em Hogwarts... não quer que saibam. – Comentou, eles eram parecidos nesse ponto, lembrando-se da promessa que tinha feito, que só iria falar do parentesco quando Winnie se sentisse à vontade.

O assunto foi desviado para as tatuagens novamente e Violet sentiu-se imensamente grata por ele ser tão gentil, oferecendo a própria companhia – Bom, ainda existe muito preconceito com isso hoje em dia, ainda mais na carreira de professor, então decidi esperar, mas acho que agora que fui aceita não tem tanto problema. – Ouviu as próprias palavras, vendo que foi preciso apenas um incentivo para fazê-la mudar de ideia – Eu não tenho medo da dor – riu – Na verdade, acho que vale a pena, aí está uma prova – apontou para o braço dele – Resultados incríveis – deu um sorriso tímido – Mas adoraria a companhia. – Voltou a focar em seu café da manhã, temendo que se o olhasse nos olhos corasse por conta de suas palavras, mas aquilo não adiantou, pois, as palavras “linda” e “violeta” foram pronunciadas e era impossível não se sentir envergonhada diante daquilo.

Não sabia o que responder ou como agir, nunca tinha ganhado elogios daquele modo e agora sentia as típicas borboletas da primavera no estômago – Eu... agradeço e devo dizer que encontrá-lo foi uma das coisas boas que aconteceram por aqui, depois de um salto quebrado, algumas anotações perdidas, passar vergonha e perder as chaves de casa, o que provavelmente vai ser um pouco complicado de resolver. – Tinha acabado de se lembrar daquilo, tinha acontecido na noite anterior, quando estava arrumando as coisas e simplesmente não conseguia encontrar as chaves, teria que resolver isso quando voltasse para Londres. Obrigou-se a encará-lo, deixando a timidez um pouco de lado e sorrindo.





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Re: Caffè Florian

Mensagem por Drew Von H. Sigmaringen em Seg Fev 15, 2016 12:09 am

 Ele riu com as respostas da moça e lembrou claramente das suas irmãs mais novas. Tinham praticamente o mesmo comportamento e Drew não apoiava essas ações das pequenas. Tinha o instinto protetor demais, por mais que não fosse o irmão mais velho das moças, se comportava como se fosse o mesmo. – É o primeiro ano da sua irmã, é assim mesmo. Essas crianças querem espaço no primeiro dia, pra fazer amigos, se divertir, enfim. Mas não se preocupe Violet, em Hogwarts ela está em segurança. Deixa ela curtir o momento. – Comentou Drew, instruindo completamente o oposto do que costumava fazer com as irmãs. Ele deu outro sorriso, dessa vez um pouco sem jeito. Estava se perguntando se não estava começando a ultrapassar aquela linha imaginária de intimidades, onde normalmente os problemas familiares se encontravam. Temia que a moça achasse ruim ou reprovasse o modo dele de lidar.
 
Ele voltou a passar as mãos pelas tatuagens e respirou fundo lembrando-se de seus verdadeiros significados. Alternou o olhar entre Violet e a tatuagem exposta de seu antebraço e focou finalmente nas duas tatuagens dispostas nos dedos de sua mão: uma cruz e uma caveira. – Eu acredito que esse preconceito deixou de existir já há um bom tempo e que na verdade isso não passa de inveja de pessoas que nunca, jamais teriam coragem se marcar o corpo mas acham que fica maravilhoso. Entende o que eu quero dizer? – Perguntou voltando a olhar para a moça, confuso com as próprias palavras. Novamente soltou uma gargalhada, achando que tinha passado um pouco dos limites com as baboseiras que vinham em sua cabeça, mas não estava nem ai em falar logo de cara. Se sentia bem com a presença daquela mulher, estava mais que confortável e por mais que ele tentasse, não conseguia controlar esse jeito estranho de pensar, esse jeito diferente de ver as coisas. 
 
Ele manteve-se apoiado nos cotovelos, mas estendeu os braços sobre a mesa relaxando o ‘peso’ que sobrecarregava. Olhou novamente para os braços expostos e automaticamente sentiu um sorriso novamente formando-se nos lábios. Dessa vez era por conta da resposta que Violet dava ao seus elogios explicando também a pequena tragédia pela qual passava naquele dia. Andrew voltou a olha-la nos olhos e lembrou-se então do exato momento em que havia abaixado aquele jornal, para ver quem lhe dava a bronca. Lembrou-se de ver a moça mancando, mas achava que ela estava machucada ou coisa do tipo e agora tinha uma resposta, um motivo, tudo por causa de um salto quebrado. Ele deu uma risada boba por conta das situações que as mulheres se metiam. – Seu dia está sendo bastante agitado então. Vou te ajudar com o salto. – Disse, dando umas olhadas para o lado e vendo que o movimento no café estava tranquilo, ou seja, ninguém a não ser Violet notaria o que ele iria fazer. Até porque estavam sentados em uma mesa no canto, longe do tumulto rotineiro do Caffè. Ele então sem mais nem menos, e sem ao menos pedir permissão para a morena, empurrou a cadeira para trás e se jogou para deixou da mesa, já puxando sua varinha que estava guardada dentro das vestes. Soltou uma risada ao ver que a mulher estava descalça e nem um pouco preocupada com aquele chão gélido e sujo. Andrew não disse nada, apenas desviou o olhar dos delicados pés da morena e puxou o sapato que estava com o salto quebrado. Apontou a varinha para o defeito exposto e sussurrou o feitiço – Reparo - fazendo um breve e simples movimento. Imediatamente o salto se concertou, literalmente como num passe de mágica. Andrew, colocou o sapato de volta no lugar e guardou sua varinha, rapidamente saindo de debaixo da mesa e puxando a cadeira para se sentar novamente, agindo naturalmente como se nada tivesse acontecido. – Aonde estávamos mesmo? Que sol gostoso não é mesmo? – Perguntou com outro sorriso, olhando para a fina faixa de luz que estava se aproximando.

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Re: Caffè Florian

Mensagem por Violet C. W. Targaryen em Seg Fev 15, 2016 8:50 pm

Violet ficou em silêncio por alguns momentos, temendo que tivesse falado ao falar sobre o parentesco dele com a Ministra, já que ele não tinha respondido, nem afirmado e nem negado. Olhou para o brioche, agora só restavam farelos. Olhou em volta, fixando sem querer o olhar em um casal que se abraçava próximo dali, não deviam ser muito mais velhos que ela e isso a entristeceu um pouco, era algo tão comum, tão natural e mesmo assim ela nunca tinha provado daquilo. Pegou a xícara de macchiato, dando o último gole no café, apreciando pela primeira e última vez no dia o magnifico café. Por ela, bebia mais, mas a cafeína a deixava extremamente agitada e eufórica, por isso sempre pedia um macchiato, que tinha com uma dose de leite. Observou mais uma vez o belo casal e corou ao ver que estavam se beijando. Um beijo. Um momento. Uma troca de energias indescritível. Tinha lido uma vez sobre esse momento, a descrição das sensações, era curioso e admirável.

Desviou o olhar, focando nos belos olhos de Drew. Sorriu com sua resposta sobre as tatuagens, deixando completamente de lado os pensamentos que envolviam romance ou coisa parecida, estava acostumada a se desligar dessa parte – Entendo perfeitamente e bom, se é assim, então vou adorar ter sua companhia, Drew. Vai me deixar mais calma. – olhou para o relógio em seu pulso e pensou em como o resto do dia seria tedioso quando Drew resolvesse que estava tarde e precisava ir. Não conhecia nada por ali e ainda não tinha tido a vontade de conhecer, visto que viajava sozinha. Estava prestes a arriscar dizer isso a ele quando o mesmo se enfiou embaixo da mesa. Automaticamente, Violet deu um pulinho na cadeira, colocando a mão nos lábios para esconder o misto de vergonha, surpresa e diversão. – Drew! – ele era louco, completamente maluco e ela adora isso. Encolheu os pés pequenos, calçava 35 e isso era um pouco constrangedor. É claro que ela planejava consertar o salto, mas não ali, na frente de todo mundo, correndo riscos. Foi ai que ela notou a diferença entre eles, ela era insegura e precavida, sempre planejando e calculando tudo com antecedência; ele era despojado e arriscava, e isso talvez fosse tudo o que faltava nela.

A cabeleira loira voltou a surgir e então ele simplesmente agiu como se nada tivesse acontecido, Violet não conseguiu segurar o riso e riu como uma criança quando ganha cócegas – Você é surpreendente. – deixou escapar, transformando o riso em um mero sorriso – E então, como posso te agradecer? Depois de tudo tem que me deixar retribuir – olhou nos olhos dele, uma brisa fina soprava, bagunçando mais uma vez os cabelos, Violet os colocou atrás da orelha, sendo pega por uma tristeza súbita, não queria deixa-lo ir, não queria voltar para aquele hotel e encarar as paredes com detalhes em demasia, mas não sabia muito sobre ele também, e se tivesse uma namorada? Ou pior, fosse casado? Não, ele era uma pessoa boa e pessoas boas não elogiavam outras mulheres quando estavam em um relacionamento. Okay, alguns faziam isso, faziam mais que isso, mas Drew não era assim, não mesmo. – Você pretende ficar muito tempo por aqui? Veio acompanhado? – arriscou perguntar, temendo as respostas. Era tão boba, se sentia de novo uma adolescente. Queria ter a companhia nele, nem que fosse por mais algumas horas.





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Re: Caffè Florian

Mensagem por Drew Von H. Sigmaringen em Qui Fev 18, 2016 12:58 am

Drew voltou a olhar para Violet e não se segurou ao ver que a mesma ria com a atitude tomada. Ambos caíram em uma gargalhada e pela primeira vez, depois de tantos anos, Drew se sentiu esplêndido por fazer uma mulher como aquela rir, por conseguir tirar um sorriso de uma moça que acabara de conhecer, mas que sabia que por mais que o tempo que tivessem passados juntos foi pouco, sentia algo a mais por ela. Mas ele não estava com pressa, não estava impaciente nem ao menos ansioso. Queria passar o máximo de tempo possível com a morena, gostava da sua companhia. Drew aproximou o corpo novamente da mesa, ficando assim mais próximo da Violet novamente e manteve o sorriso brincalhão no rosto enquanto ainda a olhava nos olhos. – Você acha? Só tento ser gentil e fazer bem as pessoas. Acho que estou conseguindo melhorar seu dia. Fico muito feliz por isso. – Comentou baixando o tom da voz aos poucos, sentindo-se agora um pouco tenso quando o pensamento de que a qualquer momento eles teriam que cada um seguir seu rumo. Não, ele definitivamente não estava disposto a isso, não agora. Ele ouviu as palavras dela e deu de ombros enquanto respirava fundo. Seu coração dizia para ela ficar mais um pouco com ele, pediu para que ele a convencesse de passaram o resto do dia juntos, mas sua mente discordava dizendo que isso seria loucura, ela poderia achar ele extremamente psicopata com um pedido deles, afinal, eles haviam acabado de se conhecer, assim do nada. – Pensarei em uma forma de me retribuir. – Disse finalmente, tentando ignorar as perguntas que ousavam transparecer naquele momento. Retribuiu o olhar e então sentiu seu coração palpitar mais forte, quando uma brisa fina soprou e bagunçou mais uma vez os cabelos morenos daquela flor. Ela os colocou atrás da orelha e foi naquele instante que Andrew teve a certeza de que precisava continuar ali com ela, teve a certeza de que aquela ‘estranha’ que estava bem a sua frente, o deixava perfeitamente bem. Ela o acalmava de certa forma, conseguia fazer com que ele enxergasse os problemas de outro ângulo.
 
Andrew sentiu o clima do ambiente mudar, como se ambos sentissem que a hora de partir se aproximava, mas aparentemente nenhum dos dois queria ir e Drew suplicava a Merlin, para que o tempo parasse, para que eles pudessem aproveitar mais, juntos. Ele piscou algumas repentinas vezes, dispersando seus pensamentos com a pergunta feita pela morena. Sorriu sentindo-se um pouco constrangido pelo fato de não ter feito aquela mesma pergunta antes, por não ter sido cavalheiro suficiente para poupa-la dessa questão. Ele também tinha essa curiosidade, pelo menos passou a ter alguns minutos depois de começarem a conversar. Imaginava que talvez pudessem se encontrar novamente, talvez em outro café, uma caminhada pelas suas de Veneza ou até mesmo algo mais formal, um jantar. Demorou alguns segundos a mais do que o normal para responder. Na verdade, não tinha pensado quanto tempo passaria naquela cidade, muito menos aonde dormiria ou o que faria por ali enquanto estivesse hospedado. – Bom, não sei. As férias logo vão acabar e o Ministério estará à minha espera assim como Hogwarts estará te esperando. Mas não tenho problemas quanto a isso, passo o tempo que for se tiver sua companhia. – Respondeu já insinuando que não estava acompanhado. Ele riu se sentindo novamente nos tempos de escola, na época em que ainda tinha lá suas dificuldades com as mulheres.
 
Andrew olhou novamente para as folhas da Violet, aquelas com os desenhos e rascunhos da aula, e pensou, ao menos tentou imaginar aquela belíssima mulher na forma de um lobo. Sim, sem mais nem menos seus pensamentos mudaram totalmente de rumo, como se ele sentisse que ambos deveriam confiar um no outro e aquela era uma forma de mostrar confiança. Drew é um rapaz curioso e reservado. Não tem muitos contatos e seus segredos são guardados consigo mesmo. Na verdade, a única pessoa que sabia realmente sobre quem o Andrew era por trás daquela personalidade, havia partido para um outro mundo. Fora a única garota em todos esses anos, em quem o rapaz realmente confiou, contava tudo e amava. Mas ela se foi e agora Violet estava ali, completando o quebra-cabeças dele sem não ao menos ter certeza disso. Mas ele sentia, sentia algo diferente, algo que costumava sentir naquele tempo, só não havia descido ainda o que era. Ele voltou a olhar nos olhos da morena e abriu um sorriso tímido, mas sincero pelo que ia pedir. – Violet, quero que me mostre seu dom. Sei que é muito cedo para pedir uma coisa dessa, mas eu quero que confie em mim o suficiente para me mostrar esse seu outro lado que deve ser tão maravilhoso quanto o lado que estou vendo agora. – Pediu, calma e cautelosamente, queixando-se sobre as palavras que havia usado, se estariam certas ou não, já imaginando os dois em uma ruazinha sem saída bem ao lado do Caffè, sem serem vistos por trouxas já que usariam feitiços especificos para isso. Drew era impulsivo mas sempre guardava um ou dois segundinhos para 'planejar'. Ele afastou sua cadeira novamente, pegou seu casacão que estava jogado na outra cadeira ao lado e jogou o mesmo sobre um dos braços. Voltou a atenção para Violet e estendeu o outro braço, abrindo a mão para que a morena a segurasse caso aceitasse seu pedido. – Então, o que acha? Você vem? – Perguntou ainda com aquele sorriso manhoso formado nos lábios, os olhos fixos nos olhos da Violet e a mão estendido para ela.
 
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