Catedral de Notre-Dame

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Catedral de Notre-Dame

Mensagem por Helena Braddock Grinfild em Qua 22 Jul - 15:40:32


Catedral de Notre-Dame



A Catedral de Notre-Dame de Paris (em francês: Cathédrale Notre-Dame de Paris) é uma das mais antigas catedrais francesas em estilo gótico. Iniciada sua construção no ano de 1163, é dedicada a Maria, Mãe de Jesus Cristo (daí o nome Notre-Dame – Nossa Senhora), situa-se na praça Parvis, na pequena ilha Île de la Cité em Paris, rodeada pelas águas do Rio Sena.

A catedral surge intimamente ligada à ideia de gótico no seu esplendor, ao efeito claro das necessidades e aspirações da alta sociedade, a uma nova abordagem da catedral como edifício de contacto e ascensão espiritual.

A arquitetura gótica substituiu as paredes grossas das igrejas românicas por colunas altas e arcos capazes de sustentar o peso dos telhados. Como consequência, os edifícios góticos ganharam um aspecto mais leve, e as janelas, mais amplas e altas, foram decoradas com belos vitrais coloridos que filtravam a luz natural, e com isso, criavam um "clima" de misticismo em seu interior.

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Re: Catedral de Notre-Dame

Mensagem por Kendra Donati Kerr em Qui 23 Jul - 14:07:19

Aparatei na frente da catedral usando meu vestido florido, salto alto, cabelos presos e é claro minha amada câmera fotográfica. Iria fazer a mídia do casamento da irmã da editora chefe do jornal, já que ela é madrinha e o Mylo, redator, é irmão do noivo. Eu adorava noticia e ainda mais uma relacionada à chefes, então, aceitei de bom grado, ate porque amo casamentos. Sem interesse em ficar demais, adentro a catedral segurando minha câmera com as duas mãos, com cuidado para não estragar a unha e então noto a beleza do lugar. Certamente o pai da noiva não poupou esforços. Segundo minhas pesquisas, a noiva era filha do ministro Frances Pierre LeBlanc, assim como Emilly e como estávamos na própria França, não era difícil conseguir tudo do melhor para a filha não é mesmo? Começo a fotografar o local e aproximo-me de alguns convidados que já estavam por ali conversando – Licença? Posso tirar uma foto de vocês? – questiono e logo começo a noticia relatando o luxo do lugar. Com minha pena de repetição rápida entrevisto os convidados e começo a ditar minha matéria enquanto tiro as fotos.


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Re: Catedral de Notre-Dame

Mensagem por Maryska Petrov Grant em Qui 23 Jul - 14:18:19

Eu estava prestes a sair da mansão ao lado de Franz, mas antes dei uma passada no quarto de Ellanorah, onde a noiva estava se preparando – Estamos indo, fiquem avontade. – murmuro para ambas as irmãs que se preparam na suitte por mim cedida. Era amiga do pai delas, Pierre sempre foi um homem integro e gentil, tem filhas maravilhosas e estando uma delas se casando, o maximo que poderia fazer era ajuda-las. Saindo de casa com meu marido, aparato na França, mais exatamente na catedral onde se casariam Samuel e Jennifer. Samuel eu havia conhecido devido à triste historia que agora ficou no passado.
 
Passo por entre as pessoas notando que umas me reconhecem, ate que uma fotografa do Merlin Magazine tenta tirar uma foto minha e gentilmente meu marido a interrompe. Não é atoa que me aposentei do ministério, não quero mais a vida atribulada de antes. Depois de quase ter morrido, e de ter matado meu ex marido, Franz exigiu que eu me afastasse e assim o fiz porque o amo e ja é hora de me dar um tempo de vida. Já dei tudo o que tinha de dar no Ministério, agora é hora de eu seguir minha vida com meu marido e filhos. Adentro a catedral segurando minha bolsa com cuidado e então passo pelos convidados, me aproximando de alguns conhecidos do Ministério Frances.



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Re: Catedral de Notre-Dame

Mensagem por Mylo Grings Rousseal em Qui 23 Jul - 15:54:25




Sei que parece um pouco gay dizer que casamentos me deixam um pouco emotivo, mas não era daquele jeito que as moças sentem e ficam chorando, me deixa animado e pensando sobre como o tempo passa rápido e como as pessoas conseguem assumir coisas sérias para o resto de suas vidas. É, eu não sabia quando seria a minha vez e se ela existiria. Para meu susto, Samuel me chamou de última hora para eu ser padrinho no casamento dele e isso me deixou ao mesmo tempo preocupado e animado, o que era bem louco. Eu deixei Sam em segurança na casa dele e fui para o hotel onde eu estava hospedado. Dormir muito bem, desde a hora que cheguei ao hotel, praticamente, até o outro dia pela manhã, tinha que arrumar um terno para o casamento, mesmo que não fosse assim tão difícil, precisava de tempo. Consegui um terno e o mantive no cabide protegido, quando peguei um trem trouxa de Londres para França, foi questão de horas até chegar ao centro de Paris.

Sendo criado na França, eu sabia como andar na cidade, então sabia que também tinha uma hora para chegar a Catedral, fui na casa dos meus "pais", afinal meus tios eram como pais para mim, para me trocar e ir com eles. Tomei outro banho e coloquei meu terno, era a maior prova de que eu realmente me importava com Samuel, porque odiava gravatas e ternos, mas estava usando ambos como ele queria que fosse. Terminei de abotoar a camisa branca social e pendurei a gravata no pescoço, depois de tanto tempo em Beauxbatons, fazer nós de gravatas não me preocupava mais, fiz em poucos minutos e terminei de me arrumar, pondo perfume. Desci as escadas para chegar a sala, meus tios ficaram com aquele olhar orgulhoso quando me viram e eu ri. - Não estou tão diferente assim, gente. - sorri bem humorado e bati as mãos. - A senhora vai ser a mulher mais linda entre as convidadas, tia. - fui até ela e a abracei.

Olhei para os dois e ergui os braços. - Agora, vamos! Ou vamos chegar atrasados e Samuel vai se chatear. - tentei ser a animação em pessoa, guiei os dois para o lado de fora e peguei as chaves do carro do tio, ele e minha tia foram no banco de trás, eu achava bonito como eles eram unidos, chegava ater um pouco de inveja porque não acreditava que fosse ser capaz de ser daquele jeito. Dirigi até a catedral, estacionando próximo a ela, vi o que parecia ser Samuel passar por nós bem na hora que parei o carro. Descemos dele e eu fechei as portas, meus tios ficaram ao fundo da igreja e eu fui até Sam. - Muito nervoso? - sussurrei e olhei para ele e depois para o resto da igreja, sabia que a qualquer momento conheceria minha cunhada, que ainda não tinha visto ou falado direito, Tentei me manter comportado lá na frente, não queria sujar a barra do Sam.



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Re: Catedral de Notre-Dame

Mensagem por Samuel Heloi Rousseal em Qui 23 Jul - 16:57:14

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location: cathedral of notre-dame
humour: so nervous!
The big day - marriage
Era hoje. Acordei sobressaltado, tinha dormido pouquíssimo por pensar as mais diversas coisas sobre o meu casamento. Por incrível que pareça, não estava sentindo nada referente às bebidas consumidas na despedida de solteiro da noite passada. Na moral, a única coisa que sentia naquele momento era nervosismo. Passei as mãos no rosto, e em seguida fui tomar um banho, talvez o mais demorado da minha vida. Depois de enxugado e vestido, com uma roupa de casa porque ainda faltava bastante tempo para o casamento, fiz a barba. Feito isso, escovei os dentes e voltei para o quarto. Andei em círculos, fiquei olhando pro teto e por fim sentei na cama. – O que há comigo? – Permiti-me indagar, mesmo que nem eu soubesse responder.

Olhei para o relógio de parede algumas vezes, e parecia que o tempo não passava. Respirei fundo, e ousei pensar em ligar para o gêmeo, ou para o Christian. Precisava relaxar um pouco. Mas Mylo certamente ainda não acordou, e meu irmão mais velho tem sua filha pra tomar de conta, fora a sua mulher. Suspirei pesado. Não tinha muito o que fazer, realmente ainda era um pouco cedo demais. Acabei soltando um bocejo, e por não ter outra coisa pra fazer no momento, fechei meus olhos e deitei na cama. Adormeci cinco minutos depois...

– Não devia ter feito isso! Não devia ter feito isso! – Murmurava comigo mesmo, logo depois que acordei pela segunda vez naquele mesmo dia. Digamos que talvez eu tenha dormido demais. Desajeitado, abri a porta do guarda-roupa e retirei com o maior cuidado que pude o terno que usaria hoje, de modo que ele não fosse amassado em parte alguma. Deixei-o sobre a cama, enquanto fui tomar um outro banho. Enfim, vesti o terno, peça por peça, alisando o mesmo para que não se amassasse. Só faltava pôr a gravata. Peguei-a rapidamente, e caminhei até a frente de um espelho, para que pudesse visualizar melhor como estava indo. Uns dizem que é complicado, mas até que não achei. Só precisei tentar duas vezes, pra conseguir um perfeito nó borboleta.

Depois dessa parte, restou a mim pentear o cabelo, calçar os sapatos e passar o melhor perfume que eu possuía, que aliás nunca antes fora usado. Sem perder mais tempo, tranquei a casa e aparatei direto pra Paris. Tive o cuidado de surgir numa ruazinha pouco circulada e levemente escura, por situar-se entre algumas árvores que davam sombra ao local. Pois é, digamos que dei um jeito de conhecer bem a cidade onde seria meu casamento com Jennifer. Naquela rua, havia um carro parado. Foi só olhar o modelo para saber que era o carro que meus tios trouxas deram um jeito de comprar. Andei até o veículo estacionado, e encontrei a chave dele caída no asfalto da rua, ao que revirei os olhos. Abri o carro, e entrei em seu interior, sentando no banco do motorista. Verifiquei se eles tinham posto a carteira de motorista, que fora tirada esta semana, e assim liguei o carro.

Segurei firme no volante, e depois de arrancar com o automóvel, iniciei o trajeto até a catedral de Notre-Dame. Quem diria que eu casaria num lugar tão... famoso. Não era à toa que vinha gente do Profeta Diário e outros jornais pra fotografar os principais momentos da cerimônia. Dirigir era bem fácil, pelo menos pra mim estava sendo. – Quase chegando... – Disse, ao conseguir avistar a bela catedral ao longe. Mais alguns poucos segundos e pronto. Estacionei o carro um pouco ao longe, e tive o cuidado de fechá-lo, por segurança. Olhei para os lados e a princípio não vi ninguém conhecido a caminhar pelas ruas próximas da igreja. Caminhei o mais sério que pude até adentrar a catedral, e foi quando olhei impressionado a beleza da mesma. Não só dela em si, mas de toda a decoração do espaço, que estava impressionante. Não poderia ter gostado mais.

Já no interior da catedral, haviam alguns dos convidados, dentre os quais reconheci a Maryska Wittelsbach. Imediatamente tratei de me aproximar, afinal, se não fosse por ela e seus reforços, provavelmente eu nem estaria aqui hoje. – Olá senhora Wittelsbach! – Cumprimentei-a um tanto desajeitado. Ao lado dela, estava o seu marido, ao qual não sabia o primeiro nome de cabeça. – Prazer, Samuel. – O cumprimentei, apertando sua mão com um sorriso no rosto. – Obrigado por terem vindo, de verdade. – Agradeci a presença deles, e em seguida deixei que aproveitassem pra observar melhor a decoração. Nenhum de meus irmãos havia chegado ainda, o que me deixou um tanto quanto inseguro. Precisava de alguém urgente pra conversar, pois queria me distrair, e estava bem difícil. Enquanto ia passando, algum funcionário de algum jornal me reconheceu como o noivo, e pediu pra tirar uma foto.

Inicialmente, arregalei os olhos. Definitivamente, ser parte das atenções não era tão fácil. Mas apesar do espanto, me virei para o fotógrafo, dei uma ajeitadinha no terno e esbocei o sorriso mais verdadeiro e convincente que meu humor permitiu. Até que não saiu ruim, eu acho. Como ainda não havia tanta gente por ali, fiquei andando por várias partes do interior da catedral, ora admirava a decoração e sorria para os convidados que já estavam ali ora sorria para que tirassem alguma foto da minha pessoa. Enquanto isso, me perguntava mentalmente onde estavam meus irmãos a essa hora e quando pretendiam chegar. Digamos que eu precisava bastante deles naquele momento, o que me surpreendeu se tratando do Mylo, afinal o tinha conhecido há pouco tempo. Logo, avisto Mylo adentrando e agradeço imensamente aos céus. Cheguei perto dele e de seus " pais ", saudando todos com um abraço individual. – Bastante. – Respondi a pergunta de meu gêmeo, sem graça.


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Re: Catedral de Notre-Dame

Mensagem por Emilly Campbell LeBlanc em Qui 23 Jul - 17:30:35


Eu não havia conseguido dormir muito bem essa noite, era como se Jenn tivesse passado toda o nervosismo dela para mim. É claro que eu estava nervosa por ter que dividi-la de certa maneira, mas estava mais nervosa por saber que esse é um passo grande na vida dela e eu não queria que nada desse errado. Me levantei cedo e pela música calma no quarto dela provavelmente não havia dormido a noite toda e estava tentando se acalmar. Tentei fazer um café da manhã em silêncio e assim que teriminei arrumei tudo em uma bandeja. Coloquei algumas panquecas e fiz um rosto sorrindo na mesma com glacê de baunilha, coloquei um pequeno guardachuva no copo de suco de maracujá, sabia que ela precisava se acalmar e era o suco favorito dela, então decidi juntar o útil ao agradável. Coloquei alguns talheres ao lado do prato e pequenas trufas de morango em um pote. ::: Chega, se não vai achar que quero engorda-la. ::: Ri sozinha e segurei a bandeja com ambas as mãos e comecei a andar calmamente para que aquilo tudo não desmoronasse.

Assim que cheguei em frente a porta do quarto dela respirei fundo escorei a bandeja entrei meu corpo e a parede, soltei calmamente uma das mãos e abri a porta. ::: Quem ai vai casar hoje? ::: Disse em um tom alegre e voltei a segurar a bandeja com ambas as mãos. Adentrei o quarto e levei a mesma até sua cama, arrumei os suportes da bandeja para que nada derramasse e me sentei. ::: Seria idiotisse minha perguntar se estar nervosa? ::: Abri um leve sorriso e me levante. Andei até o rádio e dirigi um olhar tedioso a Jennifer. ::: Você já vai chorar na hora do seu casamento né? Não precisa disso agora. ::: Sorri e voltei a encarar o rádio. Pulei ate chegar na música "Calvin Harris - Outside ft. Ellie Goulding" e comecei a balançar a cabeça conforme o ritmo. Me virei sorrindo para você. ::: Hoje é seu dia, já está mais do que na hora de se animar para começar a se arrumar. ::: Permaneci me balaçando e tornei a me aproximar da cama, dessa vez sentando ao seu lado.

Super. ::: Concordei ironicamente assim que ela falou algo sobre a música que tocava antes. Esperei que ela se levantasse e assim que ela se destraia tirando suas vestes roubei uma das trufas e a coloquei inteira na boca. A olhei rapidamente assim que me dirigiu a palavra, tentei ficar com uma feição natural, mas era meio imporssível. A trufa fez uma das minhas bochechas ganhar um grande volume. ::: Também te amo. ::: Disse entredentes e comecei a gargalhar e tentar me concentrar para engolir a trufa. Balanço a cabeça positivamente ao escuta-la e vou me levantando da cama. ::: Vou colocar água morna, Jenn. ::: Abro calmamente a porta do banheiro e sorrio para o espelho, rio de mim mesma ao ver meus dentes sujos de chocolate e me viro para a banheiro. Com uma das mãos abro a torneira da água morna e com a outra derramo alguns sais de banho. Me dirijo para fora do banheiro e tomo postura. ::: Seu banho está pronto, mon cher. ::: Faço uma leve reverência e sorrio. ::: Enquanto se banha, ou buscar uma coisa em meu quarto, tudo bem? ::: Assim que ela concorda me viro e saio do quarto dela e vou andando rapidamente até o meu.

Gargalhei ao escutar a acusação de Jenn e concordei mentalmente ao escuta-la. Corri pelo corredor e adentrei meu quarto assim que vi a porta entreaberta. Andei calmamente até meu armário e abri as portas do mesmo, levantei as roupas que estavam dobradas no fundo e retirei uma caixa retangular de baixo das mesmas. Abri para verificar se tudo estava ali e fechei as portas do armário. Coloquei com a mão livre algumas mechas do meu cabelo para trás da orelha e comecei a andar calmamente para fora do quarto. Enquanto andava me lembrava de algumas coisas que a mamãe havia me dito assim que me entregou, meu sorriso se alargou mais ainda ao me recordar do rosto dela.

Balancei a cabeça voltando para a situação real e adentrei novamente o quarto de Jenn. ::: Sem nudez? Posso entrar?::: Disse em um tom de voz alto ao me aproximar da porta do banheiro. Assim que ela me autorizou entrei no banheiro e me sentei no chão, ao lado da banheira. Cruzei a perna em formato de ''chinês'' e encarei a ruiva a minha frente. ::: Ainda bem que você vai estar vestida de noiva, seu marido não irá confundi-la. ::: Fiz uma careta ao pensar na situação que seria se el confundisse e balancei a cabeça. ::: Então... ::: Respirei fundo e ergui a mão que segurava a caixa meio azulada. ::: A mamãe pediu para que eu entregasse para você se caso ela não estivesse aqui para fazer isso ela mesma, Ela disse que era da vovó... ::: Te entreguei a caixa, contendo um colar e um par de brincos. ::: Ele deu a ela na lua de mel que tiveram em Veneza. Mamãe me contou que foi um dos dias mais felizes da vovó. Ela deu para a mamãe no dia do casamento dela para que desse sorte e pediu que ela nunca duvidasse ou deixasse de acreditar no amor. Então é... ::: Solto uma leve risada e engulo a seco, solto um leve suspiro. ::: Hoje você está dando um passo grande em sua vida e eu quero que tudo isso seja perfeito pra você. Quero que quando você olhe para isso lembre do que eu falei e por mais que a vida as vezes lhe pregue algumas peças Jenn, ou quando descutir com o Sam não deixe nada atrapalhar ou desfazer esse sentimento que você tem dentro de você e que é tão bonito. E... eu nunca fui boa com palavras, não sei por que mamãe deixou que eu entregasse pra você. Enfim, chega de falar por que eu não quero ficar chorona que nem você.::: Solto uma leve risada e limpo uma lágrima antes que a mesma deslize pelo meu rosto.

Acho que eu nunca irei conseguir repetir aquelas palavras e nem irei conseguir dizer algo semelhante, ri de mim mesma e ao sentir os braços molhados de Jenn ao redor do meu pescoço a abracei também. ::: Não precisa agradecer e eu também te amo, irmã mais velha é para isso. ::: Gargalhei baixo e a soltei calmamente e me levantei, peguei o roupão que estava pendurado e a entreguei. ::: E quanto ao banho, creio que você já me deu um né? ::: Olho para minha roupa molhada e em seguida volto a te olhar com um leve sorriso. ::: Eu irei arrumar seu cabelo quando voltar em? Nem se atreva. ::: Disse me retirando do banheiro e em seguida do quarto dela, fechei a porta calmamente e segui até o meu. Tirei minhas vestes assim que o adentrei e segui para o banheiro. [...]

Já estava praticamente pronta, terminava somente de colocar meu perfume e uma de minhas pulseiras e voilá. Fitei por um momento meu reflexo no espelho e sorri, andei até a porta de meu quarto com uma certa agilidade, eu ainda teria de arrumar o cabelo dela. Bati três vezes na porta antes de entrar e fui abrindo-a calmamente. ::: Boa menina. ::: Disse ao notar que ela havia deixado o cabelo para que eu arrumasse. Me aproximei de Jenn que já estava sentada e comecei a prender o cabelo dela com algumas prisilhas que ficavam transparentes devido a tonalidade do cabelo dela, peguei a mecha restante e a trancei, ou pelo menos tentei, Jenn não parava de se mexer e a primeira trança ficou torta. ::: Sam quer vê-la linda, então aquiete-se.::: Dei leves tapas no braço dela e soltei uma leve risada. Alguns minutos depois o penteado já estava pronto, sorri ao ver minha obra de arte e deixei que ela o apreciasse. Enquanto ela se teminava alguns retoques peguei o vestido e o abri, para que ela pudesse entrar nele sem despentear o cabelo. ::: D-e-v-a-g-a-r.::: Falei calmamente para ela. O vestido se adaptou perfeitamente ao corpo dela, fechei o zíper e arrumei, arrumei o caimento nos ombros e em seguida a parte de baixo que havia prendido. ::: Ainda não se olhe no espelho, curiosa. ::: A repreendi e assim que ela sentou coloquei ambos os sapatos cuidadosamente em seus pés. Me coloquei de pé e sorri ao observa-la. ::: Muita areia para o caminhãozinho do cunhado. :: Brinquei e fitei o relógio. ::: Cinderela ruiva, termine o que quiser e vamos logo se quiser chegar a tempo do seu prórprio casamento. ::: Indiquei o relógio com uma das mãos.

Assim que entramos no carro Jenn decidiu ter um ataque de nervosismo, respirei fundo e me virei para ela, tentando segurar suas mãos que balançavam desesperadamente pelo ar. ::: Não, você não vai ter um AVC. Respira mulher, vai dar tudo certo. ::: Lá estava eu, tentando acalma-la, sendo que nem eu sabia como me acalmar. Não consegui conter minhas garalhadas ao ver o olhar confuso do motorista assim que escutou a frase em francês dela. ::: Só começa a dirigir, por favor. ::: Voltei a olhar para Jenn. ::: Eu sei que não estou, mas estou tentando, né? ::: Eu já tinha certeza de que não era uma das melhores pessoas do mundo que sabia dar conselhos, mas pelo menos eu tentava, a persistência é tudo, não é? Permaneci segurando a mão de Jenn, enquanto ela parecia que queria quebrar a minha, pressionei meus lábios para não expressar a dor e olhei por um breve momento a paisagem do lado de fora. ::: Jenn.. :::Torno a olha-la ao escutar suas palavras. ::: Você não vai desmaiar, tudo bem? Você vai ser a noiva mais linda que já casou nessa Catedral, agora cadê aquela mulher segura que vivia me repreendendo? ::: Fitei os olhos dela e em seguida sorri calmamente.

Aos poucos o carro foi perdendo velocidade e logo se tornou imóvel, desviei o olhar de Jenn e vi a Catedral. ::: Já venho, tudo bem? E não, você não vai morrer dentro desse carro. ::: Gargalhei levemente e abri a porta, saindo do carro rapidamente. Dei a volta no mesmo e subi da forma mais rápida que pude os degraus. Adentrei a Catedral e sorri ao ver meu cunhado lá na frente, isso já daria um conforto e tanto, em seguida meu olhar focou no de minha mãe, acenei para ela e abri um sorriso largo. Percorri rapidamente meu olhar por todo o lugar e eles não acharam nosso pai, respirei fundo e balancei a cabeça. Me virei e desci rapidamente os degraus voltando para o carro. Abri a porta do lado que Jenn estava e ao escutar sua pergunta respirei fundo. ::: Nós não precisamos dele aqui. ::: Minha voz saiu com um tom de indiferença, mas logo tornei ao sorrir ao escutar sua segunda pergunta. ::: Está sim e linda. ::: A entrego minha bolsa para que ela possa ver a mensagem que a mãe da pequena Charlie havia me mandado e fecho a porta do carro, dou a volta no mesmo e entro novamente. ::: Se isso não é prova de amor Jenn, não sei o que é. ::: Disse em meio a leve risadas e analisei todo o caminho até os fundos da Catedral. Suspirei aliviada ao avistar a pequena ao lado de meu tio. ::: Vamos. ::: Digo ao abrir a porta e dou espaço para que a pequena entre e nosso tia se posiciona no banco da frente.

Finalmente a hora havia chego, todos estavam em posição no fundo da igreja, todos os arranjos estavam no lugar e Jenn estava de pé. Sorri ao ver a pequena acenar para mim. ::: Prazer. ::: Disse a ela e em seguida me virei para Jenn. ::: Agora é com você e olha, seu noivo está no final desse tapete vermelho, use isso como pretexto para não desmaiar. ::: Sussurei para ela e sorri levemente. Arrumei uma mecha de seu cabelo e em seguida me virei, andei calmamente pelo gigantesco tapete vermelho que foi estendido por todo o corredor e me posicionei ao lado do padrinho. Fiz um gesto para o maestro e logo a música para a entrada da noiva começou a soar por toda a Catedral.


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Re: Catedral de Notre-Dame

Mensagem por Jennifer LeBlanc Rousseal em Qui 23 Jul - 17:30:45

Olhei para ele então começou a tocar. O radio estava ao som de Who you are de Jessie J, não tinha nada a ver com minha atual situação, mas a musica era linda e eu adorava. Ergui-me da cama de Ella, ou melhor, da minha cama. A alguns dias estou hospedada na casa de Maryska, era amiga do meu pai, quase me viu crescer e depois que ela soube que eu briguei com ele, ela me deixou ficar ali com minha irmã. Briguei com ele porque alem de ele reprovar meu casamento cedo, ele não iria comparecer, mas como presente cedeu a catedral de notre-dame. Tentei afastar estes pensamentos da minha cabeça mais foi difícil, não pude deixar de me sentir triste e mal.
 
Ouço a porta bater e ao ver de relance noto minha irmã invadir meu quarto com uma bandeja na mão – Boba. – digo a ela quando a ouço falar como a mamãe. Sentia falta de mamãe e por não aprovar papai em sua decisão e em protesto, ela iria a meu casamento e quando recordei-me disso sorri alegre. Sophie iria também, provavelmente com mamãe, mas Emy estaria sempre comigo. Olho para ela que deixa a bandeja perto de mim e noto o meu café da manha favorito com um desenho pintado – Ain mon Cher, esta lindo obrigada e sim, seria. Sabe que estou, apavorada na verdade. – digo erguendo as mãos e pondo uma em meu peito que quase explodia naquele momento. Sorri e peguei uma das panquecas comendo e pego o copo, mas protesto antes de bebericar do suco – Trilha sonora emocional, maninha. – explico bebendo. Concordo com ela, ta na hora de se arrumar e se animar. Saio da cama enquanto como e assim que termino a panqueca começo a tirar o pijama – Trufas? Sabia que te amo? – rio e pego uma – Pode ligar a banheira? Já estou indo la. – digo comendo da trufa enquanto remexo o corpo ao som de Calvin.

Ri das brincadeiras e gordices de Emy – Comilona – culpo-a apontando para ela enquanto ela saia do quarto e então pego o pote de trufas e vou para a banheira – Vou comer tudo sozinha se demorar! – grito e a ouço sair. Entro na banheira que já estava cheia, com torneira fechada e sais postos. Mergulho na banheira e ponho as trufas no suporte da banheira para fazer um coque em meu cabelo. Eu estava ruiva novamente, o que dificulta o reconhecimento entre mim e Emy, a não ser pela aliança que eu fitava em meu dedo. Como as trufas enquanto aproveito o banho calmamente. O perfume dos sais era delicioso e a musica era contagiante, mas logo ela acaba e da lugar à Chadelier da Sia. Continuo a dançar e cantarolar na banheira quando noto Emy demorar.

Era impossível não rir perto da minha irmã – Entra logo. – exclamo e ela o faz sentando-se no chão. Olho para ela enfiando uma trufa na boca e enquanto engulo a ouço falar – Concordo plenamente. – digo a ela e limpo a boca. Quando a olhei com uma caixa torci o lábio – O que é isso? – questionei e ela logo falou. Mamae nunca havia me dito nada sobre isso, so me fez me sentir mal por ela estar longe – Ain. – sinto uma lagrima começar a brotar em meus olhos. Quando Emy falou que era da vovó eu não pude me conter, era tão lindo. O *Colar vermelho com diamantes e brinco de rubis*, era lindíssimo – Nem sei o que dizer. – murmuro e a deixo dar seu discurso emocionado. Nunca a ouvi dizer nada igual, foi ótimo como naqueles filmes de comedia romântica com final feliz. Sorri para ela e tirei os braços da água abraçando–a – Ain você sabe que eu te amo né, ta sendo maravilhoso ter essa experiência e ainda mais com você aqui comigo. Nunca vou me esquecer do que me disse, obrigada por tudo isso. – murmuro para ela. Dou um beijo molhado nela e a solto rindo do seu estado – Vai ter que tomar banho também, chorona. – rio secando minhas próprias lagrimas e então me ergo para sair da banheira – Ta na hora de eu me arrumar, vai tomar seu banho que vou me secar e por o roupão.
 
Horas depois ela já estava arrumada, e eu estava sentada na cadeira ouvindo Foxes.  Meus cabelos estavam molhados e Emy iria os arrumar então fiquei quietinha sentada com minha cara cheia de creme e trajando apenas minha roupa intima. Em cima da cama estavam meu vestido, sapatos, a minha tiara, maquiagem e joias. Eu tinha preparado uma antes, mas não as usaria então troquei pelo brinco e colar da mamãe – Acho que você vai ter que usar o meu antigo colar. – rio e explico a ela enquanto ela mexe em meus cabelos. Ela me arrumava e eu me mexia tanto que levei palmadas por conta disso – Vai me deixar roxa, Samuel vai quebrar. – rio brincando com ela e me protegendo. Logo me aquieto e a deixo terminar o penteado – Acabou? – murmuro e então me ergo da cadeira me olhando no espelho – Perfeito! – murmuro para ela vendo-me mais bela do que nunca – Vamos me ajude a por o vestido. – peço a ajuda dela entrando na peça e a erguendo ate que ficasse bem encaixada no corpo. Emy começou a dar os toque finais; subiu e zíper, arrumou o caimento e então sentei-me na cama para ela calçar meus sapatos, já que minhas unhas estavam prontas a pouco tempo. *O vestido* era lindo, cor champanhe evasê de tule e um corset justo tomara que caia coração e pequenas pedras. O buque era de rosas brancas e rosadas e o sapato era de plataforma branco e é claro eu estava com o anel de pedras azuis da vovó - por parte de pai.  Ouvi ela brincar e então sorri me olhando no espelho – Sinceramente? Acho que você tem razão. – brinco com ela mesmo que no fundo eu saiba que não é verdade. Sorrio e entã vou ate ela que me coloca a tiara. Ela passa então os últimos retoques da maquiagem e então eu pego meu buque – Vamos embora. – afirmo segurando no vestido enquanto saio do quarto ao seu lado. Aparatei da casa dos Wittelsbach para a casa de papai em Paris.

Cheguei no carro ao lado de minha irmã e então entrei primeiro após ela – Acho que vou ter um AVC. – falo apertando o peito. Quando por fim saímos com o carro, noto o motorista me olhar la da frente – S'il vous plaît, combien de temps d'ici à la cathédrale ? – questiono o motorista que me responde algo que não ajuda muito no meu nervosismo – Como assim?! – arregalo os olhos para Emilly que tenta me acalmar com suas frases feitas – Não ta ajudando maninha. – arregalo os olhos e torço os lábios demonstrando meu estado. Segurei na mao dela enquanto o carro chegava, segundo ele quinze minutos o que na minha concepção era muito poço tempo, era rápido demais eu queria que demorasse assim me acalmava. No banco de trás com minha irmã eu respiro fundo enquanto ela tenta me acalmar – E se eu desmaiar? – penso apavorada, mas logo Emy trata de me acalmar e assim seguimos ate a catedral.
 
Ao chegar o carro é estacionado a frente da catedral, minha porta dava pra entrada, mas permaneci ali dentro quietinha. Emy saiu por um momento, me disse algo do qual ouvi e concordei e logo ela se foi. Pegou a bolsa dela e através do vidro escuro a vejo adentrar a catedral que de longe nota-se estar cheia.  Sorri para ninguém, afinal ninguém me via, mas eu estava feliz, isso mascarava o nervosismo e fazia tudo valer a pena.  O buque estava em meu colo, eu estava arrumada e preparada, so tinha que esperar o momento certo. Minutos depois minha irmã retorna e adentra o carro – Papai veio? – e ela logo afirma que não. Já esperava e portanto não deixo isso me abalar – A mamãe e Sophie? – e então ouço algo que finalmente me alegra. Toquei o colar que ela me deu e me senti repleta de alegria por dentro, estava confortável e preparada para caminhar ate o inicio do resto da minha vida. Emy diz ter chamado nosso tio para me levar ate o altar – Temos que pegar a Charlie... – murmuro lembrando-me de minha sobrinha que seria minha noivinha. Pego meu telefone dentro da bolsa de Emy e vejo a mensagem de Samantha, mãe de Charlie – Ela esta nos fundos da catedral. – digo e então bato no ombro do motorista para que ele dê a volta. Chegando la encontro a linda noivinha com vestido idêntico ao meu, porem com uma exarpe transparente e uma tiarinha idêntica – Venha querida. – digo abrindo a porta e a pondo em meu colo. Logo eu, Emy, Charlie e nosso tio Xavier voltamos para a entrada da catedral.
 
Nervosa docinho? – questiono a Charlie que diz não com a cabeça. Ela estava já com o buquezinho dela, uma fofura – Essa é minha irmã Emilly. – apresento-a e Emy logo acena para a pequena. Era quase o momento de entrar, eu estava preparada para ir. Meu tio então começa a falar comigo e Emy, a pessoa que preparou tudo sai para preparar a entrada e tudo mais. Ponho Charlie a meu lado, segurando em seu ombro – Tio, não me deixa cair. – peço a ele que ri e promete. Emy retorna sorrindo – Já? Vamos querida...


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Re: Catedral de Notre-Dame

Mensagem por Stephanie Y. Hwang em Qui 23 Jul - 19:04:00


Eu admito que na maior parte do tempo eu era uma bêbada louca,mas quando aparatei em frente a catedral naquele dia, estava mais emocionada e feliz do que qualquer outra coisa.Tanto Jennifer quanto Samuel eram dois grandes importantes amigos para mim,e hoje era o tão esperado dia do casamento deles!Eu estava tão feliz pelos dois, até tinha prometido a mim mesma,em sinal de respeito, que não iria causar na festa,nem ficar bêbada e subir em mesas.Era um dia especial para os dois e, se dependesse de mim,tudo iria sair perfeito.

Fiquei um tempo parada em frente do local,esperando que algum conhecido chegasse e me tornasse mais confortável no meio de todas aquelas outras pessoas.Estava usando um vestido lilás, que eu havia conseguido escolher depois de muito tempo na frente do espelho,indecisa entre esse e um vermelho.Meus cabelos estavam soltos, caindo sobre os ombros, a franja cobrindo minha testa.Usava um salto alto e segurava minha pequena bolsa firmemente,dando um sorriso ao ver o gêmeo de Samuel conversando com o mesmo,a alguns poucos metros de distancia.  Andava devagar por causa do vestido longo, e cheguei lá quando a conversa já parecia ter acabado e o noivo já havia entrado no local, restando apenas Mylo na frente da igreja.-Mylo,oi!-Cumprimento o garoto,sorrindo.-E aí, ele tá muito nervoso?-Pergunto, me lembrando de ter visto um olhar preocupado no rosto do anfitrião quando este conversava com seu irmão. Faço um sinal com a cabeça para o garoto, como um pedido para me acompanhar na entrada do local.Ele logo vai para os fundos da igreja, se dirigindo até o altar, como um dos padrinhos.Eu fico para trás, virando-me ao ouvir o som de um carro, que pela aparência, parecia ser o da noiva.Apenas confirmei minha hipótese quando vi Emily,a irmã de Jennifer, saindo do veículo.Acenei brevemente para ela,a emoção começando a tomar conta de mim quando pensei que minha amiga sairia daquele carro a qualquer momento para encontrar-se com seu noivo, este que já estava se posicionando na frente do altar.



  




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Re: Catedral de Notre-Dame

Mensagem por Jennifer LeBlanc Rousseal em Qui 23 Jul - 20:30:33


Eu estava com o coração prestes a sair pela boca – Tio fecha a porta. – exijo dando meia volta e me apoiando no carro com uma das mãos livres enquanto com a outra seguro meu buque – Só preciso de um tempo pra respirar. – peço e então respiro fundo sentindo-me ate que melhor. Solto-me do carro e jogo a cabeça para trás com cuidado para não estragar o penteado, logo aparece meu tio atrás segurando minha cabeça alegando que quase derrubo minha tiara – Desculpa, to muito nervosa. Como o senhor conseguiu fazer isso com tia Marriè? – pergunto e logo ele me conta um “segredo” de que eles não casaram na igreja, e sim num jardim. Eu solto uma risada e então ponho uma das mãos sobre seu braço que se estende a minha frente em um convite para prosseguir.
 
Charlie estava a frente da porta preparada para entrar segurando seu buquesinho quando eu me posiciono ao lado dela com meu tio. Seguro no braço dele com força e então sorrio para Charlie bater a porta da igreja e então quase que num piscar de olhos abrem as portas. Eu estava longe da porta, Charlie que entrou primeiro e ela estava linda. Andou devagar e eu pude ver seu vestidinho arrastando pelo tapete vermelho do qual Emy disse que Sam estava ao outro lado. Meu coração acelerou e eu respirei fundo de olhos fechados antes de dar o primeiro passo em direção ao altar. Quando dou por mim já ultrapassei a porta, mas meus passos curtos não me levam muito longe.
 

Eu não pude olhar para ninguém, não conseguia olhar para Samuel, buscava apoio no olhar de minha mãe, quando finalmente tomei coragem olhei ao redor e sorri, sempre sorrindo era evidente que eu estava alegre e esse sorriso atingiu as pessoas de que eu conhecia; Stéph, a ex-ministra da magia e provavelmente seu marido, mamãe, Sophie, meu primo Jonny e minha tia Marriè ao lado de minha outra tia Juiliê. Logo que vireo já estava olhando para o altar novamente e então olhei bem nos olhos de Samuel. Aquele olhar dele me desconcertou, tinha ficado duas semanas longe dele a pedido de mamãe para que não enjoássemos um do outro. Havia se passado cinco meses desde o pedido e hoje era finalmente o dia... o dia em que eu paralisaria, pois enquanto cruzava a catedral os convidados me engoliam com o olhar e me deixavam vermelha de vergonha. Um minuto e eu já estava a frente de meu noivo ao som da melodia clássica que eu havia escolhido foi então que meu tio soltou de meu braço e literalmente o entregou à Sam. Confesso, quase desabei quando finalmente toquei sua mão.


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Re: Catedral de Notre-Dame

Mensagem por Maryska Petrov Grant em Qui 23 Jul - 21:49:20

Nos aproximamos do noivo no altar, eu e Franz estávamos prontos para nos sentar, mas eu quis falar com o jovem noivo que estava prestes a tomar a maior decisão de sua vida – Eu que agradeço o convite, espero que seja muito feliz, você e sua noiva. Ah este é meu marido Franz Wittelsbach – apresento meu galã que chamo de marido e logo que são apresentados saio dali junto dele para nos sentarmos.
 
Encontro um lugar na frente e me sento ao lado do meu esposo enquanto conserto o vestido verde no corpo. Em minutos a noiva começou a entrar e todos se levantaram para recebe-la. A sua frente uma jovem criancinha idêntica a ela, exceto pela cor de cabelo, mas estava tão linda quanto a própria noiva. No altar as famílias e a irmã gêmea da noiva. Inusitado, tanto o noivo quanto a noiva possuíam irmãos gêmeos.



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Re: Catedral de Notre-Dame

Mensagem por Convidado em Sex 24 Jul - 13:48:35












Casamento




O tempo era algo muito estranho para mim. Em certos instantes passava de maneira lenta. Em outros, simplesmente decolava - Quanto tempo eu adormeci? - Questionei-me incrédulo assim que levantei em minha cama em Hogwarts. O convite brilhoso de meu ex-aluno Samuel, e da nova professora Jenn, permanecia em minhas mãos. Corri para o espelho, estava eu envelhecendo? Gargalhei diante da complexidade dos fatos partindo então para um rápido banho. A cerimônia já deveria ter se iniciado, de acordo com os dizeres do convite, mas sinceramente nunca tive paciência nesses tipos de cerimônia, sempre gostei mais das festas mesmo. Busquei rapidamente um terno negro, assim como calças e sapatos de mesma tonalidade. O nó da gravata era algo sem dúvida simples em minhas mãos, era quase cotidiano. Havia enviado uma Coruja a Alexandra a respeito do evento, o qual seria na Catedral de Notre-Dame, em Paris. Nos iríamos encontrar na Igreja, a qual provavelmente esta já estaria bufando por conta de meu breve atraso. Ultrapassei rapidamente os portões de Hogwarts, aparatando na França de imediato. Nunca fui bom com presentes, então iria presenteá-los com uma boa quantia em dinheiro, disposta nos bolsos de minhas vestes. A noiva já havia entrado, algo que cortou a expectativa que sempre se há nisso, assim, discretamente, adentro a bela Catedral, muito bem decorada, visualizando a cerimônia a distância, num dos bancos no final da Igreja. Alexandra parecia saber que não iria ser o primeiro a chegar e provavelmente estaria se arrumando o máximo possível, tão ocupada e tão compreensiva. Suspirei calmamente, cruzando os braços e tentando visualizar dentre tantas cabeças que estavam presentes, os noivos acima do altar...
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Re: Catedral de Notre-Dame

Mensagem por Samuel Heloi Rousseal em Sex 24 Jul - 22:48:18


Não sei bem porque, mas queria logo que aquilo acabasse. Pensando bem, toda aquela gente olhando, tirando fotos e tudo o mais me deixava um pouco desconcertado. Por isso, arrastei o Mylo para o altar junto comigo, ele me passava confiança apesar do pouco tempo em que o conheci. Na verdade, nem me importava tanto com o tempo, se não esse casamento talvez demorasse um pouco mais a sair. De certo modo achava que era cedo, mas ao mesmo tempo achava o contrário. – Mylo porque ela tá demorando tanto? – Perguntei, mesmo que soubesse responder. Diz a lenda que faz parte a noiva se atrasar num casamento. Mas quer saber? Agora entendo o desespero de alguns noivos. Essa demora somada ao nervosismo e insegurança, no meu caso, era de destruir qualquer um. Fora que tínhamos ficado algumas semanas sem nos ver, que mais pareciam a eternidade. – Vou te contar uma coisa. – Disse ao gêmeo, que logo fez aquela expressão de quem quer saber logo.

Sorri um pouquinho da cara dele, antes de falar. – Sua cunhada tem uma irmã gêmea. – Ergui as sobrancelhas algumas vezes, e me diverti muito com o jeito dele de assimilar aquela informação confusa. Serviu pra dar uma descontraída, por algum tempo. Contava que ele me perguntasse mais sobre essa história, mas ao que parece, nada. Enquanto isso, fiquei imaginando eles dois passando pelo tapete vermelho que logo seria estendido, lado a lado. Um lindo casal... de padrinhos. Sufoquei algumas risadas, principalmente depois de perceber que havia bem mais gente. Agora eu já reconhecia alguns rostos, por exemplo o de antigos professores e amigos, bem como parentes meus e dela. Os bancos da catedral já estavam quase lotados, e ao que tudo indica, a cerimônia não tardaria muito a iniciar. Ainda bem, porque sinceramente não aguentava mais. De repente, o nervosismo ficou maior com a proximidade das coisas, e por algum tempo me senti desconfortável ali na frente.

Todo mundo já tinha olhado pelo menos uma vez ao noivo, visto que a noiva não dava sinais de quando apareceria, o que só aumentou minha sensação de desconforto. Mylo já não estava mais tão perto assim, afinal ele era padrinho e logo teria seu momento no tapete vermelho também, assim como meu irmão mais velho Christian. Por falar nele, sua filha e minha sobrinha seria a daminha de honra. Confesso que estava bem curioso quanto à pequenina, que certamente provocaria muitos sorrisos ao fazer seu trajeto. Mas é claro que eu estava bem interessado na noiva. Não sei porque inventaram esse negócio de se o noivo vê-la com o vestido antes do casamento, teriam azar. Olhava ao redor, respirava várias vezes por minuto e ajeitava o terno negro que estava usando. Acho que deixei bem óbvio pra todos que estou inexplicavelmente nervoso. Não era como quando ia pedi-la em casamento, há meses atrás. Era bem pior. Primeiro porque eu estava num local bem extravagante e no qual eu nunca sonharia em por meus pés, segundo porque o evento virou febre no mundo bruxo.

O motivo nem eu mesmo sabia responder. Bom, não era um medibruxo famoso, poucas pessoas que ali estavam sabem que sou o herdeiro de Helga Hufflepuff. Além disso, Jennifer seria professora de astronomia... Mas então, lembrei-me de sua família. Lembrei que seu pai era ministro da magia na França, inclusive Maryska parecia o conhecer. De repente, tudo estava explicado. Aquele era o casamento precoce de uma das filhas do senhor LeBlanc, que se tornaria meu sogro oficialmente daqui a pouco, mesmo que ele não aprove. Aliás, nem o vi por aqui. Achei que Jennifer teria o chamado, mas pelo pouco que o conheço, é bem capaz de ela tê-lo convidado e ele ter recusado. Não sei bem porque, mas o entendo. Ela vem de uma boa família, deveria casar-se com alguém à sua altura nesse aspecto, é o que os pais costumam querer pros seus filhos: o melhor. Ninguém imaginaria que ela topou casar com um completo desconhecido, que mal sabe o nome de seus progenitores, quanto mais se tinham alguma influência em algum canto do mundo.

Pensar sobre essas coisas me deixou mais pra baixo. Era pra estar feliz, esbanjando felicidade, mas não era isso que estava acontecendo comigo. Depois de pensar nisso, não pude deixar de me sentir culpado. Jennifer nunca teve outro namorado, nunca teve a oportunidade de se relacionar com outra pessoa, e tudo isso porque sempre esteve comprometida comigo. Será que ela realmente merecia isso? Esses pensamentos, essas perguntas, tudo isso me deixava com raiva de mim mesmo. Mas eu tinha que pensar em outras coisas também. Nossa história não era tão ruim assim. Nós vivemos momentos muito felizes juntos. Passamos por momentos difíceis, é claro, como quando precisei me isolar do mundo para a minha própria segurança e abandoná-la numa Hogwarts tomada pelo caos. Porém, isso passou. Talvez eu devesse deixar essa desconfiança de lado, ela já estava comigo há muito tempo. " Não importa o que acontecer. Só sei que vou continuar amando você... pra sempre ". Uma das frases que disse naquele dia me veio à memória. Quando a pedi em casamento, disse muitas coisas, mas essa era especial. Era a única coisa que eu tinha certeza na minha vida. E se ela aceitou casar comigo, isso quer dizer que ela também me ama, não é? Olha, não sou rico, não sou famoso nem nada " exótico ", então o seu casamento comigo não a traria nenhuma vantagem nesse sentido.

E então eu comecei a me sentir melhor. Pensar tudo isso, sei lá, meio que me deixou com a ideia de que ela me amava. Era bom saber, ou pelo menos suspeitar disso. Um sorriso alegre brotou em meu rosto, e não saiu mais. Muito menos quando, de cabeça baixa, ouvi uma música invadir a catedral inteira. Respirei fundo, e com o mesmo sorriso de antes ergui a cabeça. Finalmente pude olhar pra ela... e só ela. Jennifer estava linda demais. – Meu pai. – Apenas movimentei os lábios, sem emitir som, e fiz isso da maneira mais discreta possível. Arrisquei um olhar para a daminha, e vi minha sobrinha andar junto da noiva. Estava tão fofa, e parecia estar se divertindo bastante. Christian devia estar muito orgulhoso de sua princesinha. Também reparei no homem que a trazia, devia ser algum tio ou padrinho. A cada passo, ela ficava mais próxima de mim, o que era aliviador e ao mesmo tempo podia ser um desastre. Ignorei a última parte, e quando ela já estava relativamente perto de mim, o homem que a trazia parou.

Deu um leve beijo em sua bochecha e a entregou a mim. Quando finalmente toquei sua mão, fui trazendo-a suavemente ao altar, de modo que ficasse ao meu lado. Durante alguns instantes, permaneci com minha mão entrelaçada à dela, mas tive que soltar. Estávamos de frente ao padre que realizaria a cerimônia, e os convidados, antes todos de pé devido à entrada da noiva, iam se sentando novamente. Olhei de relance para Jennifer, que por acaso também estava me olhando. Sorrimos um para o outro, e depois reassumimos nossas posições. " Queridos irmãos e irmãs, estamos aqui reunidos para celebrar a união entre este homem e esta mulher, no sagrado matrimônio ", ouvi-o dizer. Troquei o sorriso de antes por algo mais sério, porque era hora de encarar as coisas desta maneira. A cerimônia estava enfim começando.


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Re: Catedral de Notre-Dame

Mensagem por Jennifer LeBlanc Rousseal em Sab 25 Jul - 1:35:57


Quando me aproximei do altar meu tio já estava bem longe e eu agora me via ao lado de meu futuro marido. Entreguei o meu buque para minha irmã e então, devido ao nervosismo, encarei Samuel entrelaçando minha mao na sua, mas logo tive de tomar postura individual diante do padre, que a pedido meu, narrou toda a cerimônia em inglês. Eu estava com o coração saindo pela boca e sentia o frio na barriga. Ficamos em silencio enquanto o padre dava continuidade à nossa cerimônia e então chega ao momento do “E se alguém se opõe...” do qual eu sentia receio, nestes momentos em filmes sempre algo de errado acontece e eu temia ver meu pai passar por aquela porta. Ele queria que eu me casasse com um empresário magnata bruxo ou alguém de mais poder que Samuel, mas não farei seus caprichos. Amo meu noivo e só saio desta catedral após ouvir o “Pode beijar a noiva”. Estava perto, foi o momento em que o padre questionou a aceitação de Samuel quanto eu ser sua esposa. Neste momento meu coração gelou, não que eu duvidasse, mas o nervosismo e expectativa das pessoas em nos ouvir... apenas fiquei em silencio para ouvir a meu amado[...] após sua resposta só pude sorri de modo abobalhado, algo que foi logo interrompido pela fala do padre repetindo a questão, agora à mim - Aceito. - respondo. Meu coração bate mais forte e não exito em segurar a mão dele, por mais que eu tentasse parecia que iria cair se não o segurasse. Eu estava desconfortável com aquela multidão de olhares nas minhas costas, mas estava tão feliz que não dei mais importância para nada alem de mim e Sam.


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Re: Catedral de Notre-Dame

Mensagem por Christian Heloi Rousseal em Sab 25 Jul - 15:04:06



Um casamento é por vezes algo majestoso que lhe rende grandes alegrias, aquele dia amanhecera claro com raios solares invadindo a janela de meu quarto, mas já passara algum tempo em que eu me levantara para começar a me aprontar para o casamento do dia. Jamais esperei que aquele dia chegasse, o dia em que veria meu irmão caçula subir ao altar, o mais novo dos Rousseal atingindo a maturidade. Os pensamentos percorriam minha mente de um garoto pequeno sendo criado pelos dois mais velhos, entrando no colégio, e se formando, e agora isso, parecia que ontem mesmo vira Samuel alegre por receber a carta do colégio bruxo. Não pude deixar de sorrir satisfeito ao encarar meu reflexo sobre o espelho pegando a gravata sobre a cama e entregando a Sam- Pode amarrar?- Sorri sedutor ao puxar minha mulher pela cintura selando nossos lábios em um beijo breve, por fim a deixando dar o toque final a minha vestimenta. Charlie, nossa filha estava linda em um vestido branco de dama de honra, não pude deixar de sorrir ao ver minha pequena parecendo uma princesa. Peguei-a no colo beijando sua testa assim que todos se encontravam devidamente vestidos, aparantando com as mulheres de minha vida em direção a catedral.

O local estava ricamente decorado, o que deixava de fato muito atrativo. Charlie sacudia-se em meu colo, batendo as perninhas querendo descer- Filha não vá se sujar- Adverti olhando seu rostinho doce, não evitando o sorriso que tomou conta de meus lábios, a criança estava crescendo, tornando-se cada dia mais bela. Soltei-a no chão para vê-la correr em direção ao tio enquanto eu caminhava com Samantha logo atrás apertando de leve sua cintura- Está linda senhora Rousseal- Não pude evitar sorrir ao beijar de leve a parte baixa de sua orelha enquanto entrava com ela na igreja. Coloquei-me bem a frente onde deviam estar os padrinhos enquanto aguardava ansioso a cerimonia começar. Está não demorou muito, a noiva estava linda assim como meu irmão,  sorria orgulhoso enquanto assistia a formalização do compromisso de anos sendo finalmente findado. 



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Re: Catedral de Notre-Dame

Mensagem por Alexandra Fewan Levine em Sab 25 Jul - 15:19:19

Alexandra recordava-se do jovem Samuel, e confessara ficar de fato surpresa com o convite, dera aulas ao menino quando este ainda encontrava-se em seus últimos anos em Hogwart e agora ele iria se casar. Vestiu-se delicadamente aquela manhã, tomando cuidado com os detalhes mais significativos, o vestido preto lhe caia bem sobre o corpo bem definido, as sandálias de salto a deixando charmosa enquanto os cabelos caiam em cachos alinhados por seu rosto. Chegou a igreja um pouco antes do namorado, combinaram de encontrar-se no local, mas a cerimonia começou e nada de Aleksander aparecer. Sentou-se ao fundo na ultima fileira observando de longe a realização do casamento, esperava que sentada ali o noivo a encontra-se mais facilmente.






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Re: Catedral de Notre-Dame

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