Consultório III

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Re: Consultório III

Mensagem por Carl Butler Hersmond em Sex Nov 06, 2015 2:15 am




//the hospital
Will I be dead?!
Era para ser mais um bom dia de trabalho em Hogwarts, estava ajudando alguns monitores com uma vistoria ao redor da orla da floresta quando fomos atacados por centauros, como o responsável pelo grupo, tomei a liderança e os centauros não se preocuparam em me responder, eles atacaram uma, duas, três vezes e não o fizeram pela quarta vez porque eu desviei, olhei para os garotos e disse: - Corram! - era uma ordem simples e eles não demoraram a obedecer, eu fiquei para trás para duelar com as criaturas e detê-las por algum tempo, o problema foi quando eles começaram a ficar em um número ainda maior e eu não tive como me defender adequadamente.

Senti as patas dianteiras de um deles aceitar em cheio na área das costelas e ouvi o som de algo se partindo, aposto que eram meus ossos. Ainda consegui me proteger de mais uma investida, a tempo dos monitores e do guarda-caças virem a meu socorro. Não sei quando eu desmaiei, só sei que tudo ficou escuro e eu só acordei quando estava em um ambiente hospitalar, haviam pessoas de jaleco enquanto as luzes passavam diante dos meus olhos como borrões e uma voz me chamava a consciência. Abri a boca para falar mas nenhum som saiu e fui tomado por uma dor aguda. Ouvi uma voz doce e angelical lá ao fundo e fui empurrado para dentro de um consultório ou era o que eu esperava que fosse. Podia ver um lindo vulto de cabelos negros porque eu reconhecia formas e tamanhos só não os via com clareza.



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Re: Consultório III

Mensagem por Michelly LeRoux Nikolaiev em Sex Nov 06, 2015 2:50 am

 
Eu estava emburrada, com semblante desanimado, mas tudo isso deu lugar a uma expressão de surpresa. O homem entra empurrado por um enfermeiro em uma maca, com ajuda do outro funcionaram o colocaram na maca que já estava no consultório e saíram os dois. Fecharam a porta e o silencio se instaurou, ficando apenas um homem desconhecido – bonito, mas isso não vem ao caso – e uma ficha medica que pouco tinha, nada que ele tivesse dito, apenas com a assinatura de uma acompanhante de trabalho dizia. Um coordenador acidentado? Como assim? Centauros? Quanto mais leio a ficha me surpreendo – É isso que acontece a hérois. – digo baixinho para mim mesma intrigada e preocupada também. Não demorei a agir por medo, logo fui ao armário próximo a minha mesa, ao lado esquerdo abaixo da janela ridícula do hospital, milhões de vezes quis mudar essa velharia. A luz bateu nos frascos e utensílios quando abri a porta envidraçada – Hmm vejamos. – procuro rapidamente depois de ouvir os murmúrios do paciente. Pego uma tesoura, gazes e um pouco de soro e claro, alguns curativos simples. Pego um frasco de murtisco e um de menta e deixo o armário aberto o suficiente para não se fechar sozinho. Atolada de coisas as levo para a mesa de ferroe as ponho com cuidado, sempre olhando para o rapaz que se remexia – Fique quieto por favor. – resmungo.  Arrasto a mesa comigo para perto dele e a ficha ocupando um lugar de destaque na superfície metálica – Carl Hersmond, atacado por centauros. Você deveria ter isso para a cirurgia! – reclamo comigo mesma da incompetência medica – Vou cuidar de você, fique calmo e não se mova. – peço com a voz calma que tanto ensinaram na faculdade de medicina. Com a varinha na mão direita miro a ponta para o tórax do rapaz antes de toca-lo, não sei a que ponto ele foi ferido – Anestecsi. – digo com olhar pesado. Desvio a atenção para a mesa onde pego a tesoura e a levo sobre a região do peitoral, cortando o tecido da camisa de cima ao abdômen e o abrindo com cuidado. Estava com marcas de patas todas roxas e fundas, foi so tatear devagar que senti a pele quente e por baixo ossos quebrados. Devagar afastei-me dele e guardei a tesoura onde antes ela estava. Peguei o copo e virei o murtisco e Menta nele, com a varinha mirei no armário – Accio Lagrimas de Fenix! – segurei o vidrinho assim que larguei o copo e o virei na mistura. Mexi e deixei agindo enquanto tratava das fraturas – Consegue me ouvir? – disse depois do efeito da anestesia já ter aliviado suas dores – Pode me falar o que houve? Por favor não se mova! – exigi notando-o mover os músculos, não contive em segura-lo de leve por segurança.
 

 



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Re: Consultório III

Mensagem por Carl Butler Hersmond em Sex Nov 06, 2015 4:11 am




//the hospital
Will I be dead?!
Eu não sentia muito da consciência mas meu olfato captou um doce aroma no ar e eu gostei de sentei-lo pois ele me trouxe um pouco de relaxamento e isso me confortou. A voz de anjo voltou a se pronunciar e se eu não estivesse tão cheio de dor teria rido de sua frase, era irônico eu passar por aquilo por tentar defender alguns garotos porque não era de ter uma boa relação com crianças, não entendia as causas disso mas as consequências eram irritantes. Ouvia o som de vidros e metal se chocando e o cheiro não se encontrava presente a minha volta e eu comecei a externar a minha dor com alguns gemidos e tentativas de chamar por alguém mas não conseguia devido a dor. Pensei em me mexer porque eu queria me levantar e fugir, não gostava de ficar a mercê dos outros.

Então, o anjo voltou com seu perfume tranquilizante me dizendo para ficar quieto e como não queria irritá-la, fiz o que me pediu. Ela parecia preocupada com meu estado e indignada com o modo como fui atendido. A dor foi se esvaindo aos poucos do meu corpo depois do feitiço e senti a pressão sobre meu peitoral mas sem dor alguma eu não emiti gemidos e quase podia respirar sem dificuldades. Assenti para ela saber que a ouvia e tentei me mexer, mas senti o seu toque em minha pele, me fazendo parar e sentir uma sensação de calor se espalhar de onde ela tocou pelo resto do meu corpo, sussurrei: - Eu fui falar com os centauros. Eles me atacaram. Flechas e patas, patas no peito. - enquanto minha voz parecia fraca demais para eu estar bem, o toque da anjo era delicado e firme, eu não queria contradizê-la e me mexer.



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Re: Consultório III

Mensagem por Michelly LeRoux Nikolaiev em Sex Nov 06, 2015 3:29 pm

 
Olhei para ele surpresa – Você não devia ter ido, centauros não são la amigáveis, uma das maiores causas de virem para esta ala. – murmuro repreendendo-o, mas ele e adulto sabe de si mesmo. Peguei minha varinha e mirei em sua cabeça sem toca-lo – Ilcorporis Cabeça. – murmuro para que o feitiço então aja me mostrando em sua cabeça nada alem de um crânio bem formado e intacto, talvez a terra o tivesse amortecido, por sorte nenhum traumatismo, mas ele teria muitas dores de cabeça. Desci o punho ate que a ponta da varinha alcançasse seu peitoral, foi onde prossegui com os cuidados – Ilcorporis Torax. – digo e logo o raio de luz verde sinaliza seu corpo para um raio-x em 3 dimensões que mostram não um, mas vários ossos quebrados de modos que nunca imaginei ver – Meu Deus. – abafei a surpresa com a mão e suspirei, por um momento meus problemas fugiram de minha mente, como pensar nos meus problemas quando os de outras pessoas são maiores? Me concentrei e fui ate a mesa, peguei o copo com a mistura de ervas medicinais, apontei a varinha para dentro do copo e pronunciei – Aguamenti. – e assim que se encheu à metade parei de encher e mexi a mistura com a ponta da varinha, ficando um remédio meio esverdeado. Fui ate ele e notei que ele não poderia beber se estivesse com a coluna quebrada, tinha de resolver isso antes, coloquei o copo na mesa novamente e com a mao esquerda tateei ate a altura do seu peitoral onde pude sentir um incomodo sob a pele – Brackium Remendo. – e a varinha afundada na pele permite ao feitiço atingir exatamente a coluna e ouço os ossos se unindo novamente, por sorte a anestesia demoraria mais e ele não sentiu nenhuma dor, espero.
 
 – Vamos preciso que você incline a cabeça um pouco. – pedi a ele segurando sua cabeça e ele segurou o copo bebendo o maximo que podia, mas claro insisti e ele tomou tudo. Com o tempo as inflamações e hemorragias iniciais se sarariam rapidamente, as lagrimas foram dosadas a mais para uma recuperação mais rápida, uma só cura o corte mais profundo, essa o faria melhorar rapidamente. Mirei ainda no peitoral onde algumas costelas se quebraram, curei as que ainda estavam quebradas as unindo com Brackium Remendo, não foi rápido, mas foi eficaz. Os minutos se passaram e agora restavam os hematomas no peito. Não conseguia me lembrar do que poderia ajudar, a dor sumiria se já não sumiu, caso é que a mancha iria demorar um pouco a sair, então resolvi passar alguma erva de cicatrização e desinchaço. Fui ao armário de frascos e procurei por escaravelho, Arruda e ovos de fadas mordentes, peguei um amassador e claro levei tudo a mesa, coloquei no espaço restante tirando os que não usaria mais e então voltei para perto do paciente. As hemorragias por dentro sararam já, não há sangramento ou qualquer ferida por dentro, a poção que lhe dei já tratou disso, apenas naquela área ao menos me restavam cuidar das marcas. Amassei os ovos e os tornei em pó, jogei o escaravelho e e piquei a arruda com as mãos, o pote serviu para que eu amassasse tudo e então tornou-se uma pasta com o muco que saiu do ovo, então, vendo a mistura peguei uma gaze e coloquei-a em seu abdômen, com a mao espalhei a pasta numa camada super fina, guardei a pasta e coloquei a fita sobre a gaze, logo mirei no local com a pasta em seu peitoral que não era nem um pouco pequeno – Doiad. – e vejo tudo se cobrir e o curativo ficar perfeito, melhor do que eu mesma faria – Esta quieto, a dor passou? Consegue se mexer? – afastei a mesa no momento seguindo para as pernas. Tateei devagar sobre a calça e vi que nada demais por ali havia, mas fiz questão de checar – Ilcorporis Perna esquerda. – e o raio-x não me mostra nada alem de uma perna saudável, porem com músculos um pouco inchados, quando repito o procedimento na outra perna nada de diferente da anterior é apontado – Você vai ter que ficar aqui na enfermaria. Ta se curando rápido, mas tem que ficar sob supervisão. – o avisei, ele estava meio fraco. Para melhor atende-lo tinha de te-lo ativo, ele não sentiria mais dor mesmo com a anestesia sumindo já, agora precisava que ele dissesse se outra área doía – Enervate! – miro em sua direção notando-o ser atingido.
 

 



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Re: Consultório III

Mensagem por Carl Butler Hersmond em Seg Nov 23, 2015 1:12 am




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E como todo anjo ela me aconselhou sobre minhas atitudes impensadas e eu passei a minha mão pelo rosto, coçando o nariz e sussurrei: - Mas eu ia deixar eles atacarem crianças? - minha voz não parecia com a minha voz habitual era apenas um fantasma dela e fiquei de olhos fechados, sentia ainda muito da tontura que me levou a desmaiar mas ela não podia se apossar de mim devido ao feitiço que ela usou. O ruim de todo o acidente era a dor que sentia no peito e fiquei assustado com o susto dela, abri meus olhos para ver a mulher e ela parecia em choque. Algo estava errado e eu não tinha ideia do que seria. Ela foi agindo e eu ficando mais tenso, só pela preocupação porque ela tinha algum calmante que me deixava confortável em sua presença como se nada pudesse me atormentar nem o meu passado. Minha salvadora tocou minha pele mas não senti o seu toque e sim a pressão dele, estava tudo dormente em mim e eu sabia que era parte do feitiço que ela usou e pude ouvir meus ossos se unirem com um alto estalo. Ela me fez um pedido e eu pensei em mover a cabeça mas tive receio e apenas disse: - Ok. - eu estava preocupado com meu estado e fiz o que ela me pediu, virando a cabeça um pouco para cima e peguei o copo. O gosto não era dos melhores mas tomei uma boa parte e ouvi o pedido dela para que eu continuasse a beber até o fim, não havia como negar os pedidos de um anjo. Senti minhas energias se renovarem um pouco com a poção dada e ela deu seguimento ao tratamento e eu parecia bem melhor com o passar do tempo e sabia disso pelas expressões dela.

Vê-la trabalhando era encantador e eu não podia negar que ela parecia precisa e ágil demonstrando todos os conhecimentos que ela tinha sobre o que fazia. Ela se voltou para mim e senti as mãos dela pressionarem meu abdômen porque ainda estava sob efeito da anestesia e senti aquela leve quentura, como se o toque dela fizesse algo em mim, ela cuidou de fazer um curativo em mim e eu sabia que era isso por conta do doaid e fiquei confuso com as falas dela, porque ela achou estranho eu estar quieto, disse: - Sem dores, ainda bem e eu acho que consigo sim. - minha voz parecia mais com ela mesma e isso me animou. Ela sumiu do meu campo de vista e eu ergui um pouco meu tronco para poder ver onde ela foi e pude ver ela analisando minha perna passando a mão pela minha calça e se fosse em outro momento aqueles toques teriam me tirado do sério. Vi as expressões suaves no rosto dela e pude saber que não havia nada de ruim nela e voltei a me deitar na maca. Ela usou o enervate para desfazer a anestesia, o efeito foi bom para os meus nervos que queriam me fazer voltar a dormir e eu tentei ter consciência se sentia mais alguma dor, porém nada, era como estar novo de novo, mesmo não sendo tão novo, e disse: - Nenhuma dor. Será que posso saber o nome da minha salvadora? - sorri e tentei ser simpático, pois ela tinha me ajudado e não tinha motivos para ser rude com ela e eu sabia que devia ser mais do que gentil pelo que ela me fez.



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Re: Consultório III

Mensagem por Michelly LeRoux Nikolaiev em Seg Nov 23, 2015 2:49 am

 
Ele estava bem e isso me bastou, poderia se mover ja, mas meu senso protetor sempre queria que os pacientes ficassem repousando, mania - Doutora Pev...Müller, Michelly Müller. - ainda estou me acostumando, quase sinto uma agulhada no peito. Salvadora? Nem sei se é o termo correto a alguém que exerce um salvamento dessa magnitude com tanta imprudência, ainda estava nervosa pelo modo que ele foi atendido, mas esperava que ele ficasse bem - E você senhor...Carl Hersmond? Apelido ou nome mesmo? - pergunto carregando a ficha dele nas mãos quando vou para minha mesa e me sento em minha poltrona. Puxo uma pasta e tiro a pena do tinteiro a levanto ate a folha branca do arquivo, la anexo a ficha do rapaz e minha avaliação, recomendação e prescrição de poções e ervas, alem claro de orientações para a volta dele - Ainda estou decidindo se vou te prender na enfermaria. Você fez bem salvando aquelas crianças, mas foi muito arriscado. - murmuro quase que para mim mesma, porem, claro que ele ouviu. O vi se sentar na maca - Se sente bem? Com que frequência se envolve em situações assim? - comecei a analiza-lo agora que estava sóbrio. Com um braço apoiado pelo cotovelo na mesa, rosto apiado na palma da mão e roendo a ponta da unha enquanto escrevia no papel e recarregava tinta na pena sem graça marfim. Assinei no rodapé e pus o papel de lado fora da pasta - Fico feliz que esteja bem. - sorri sincera.
 

 



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Re: Consultório III

Mensagem por Carl Butler Hersmond em Seg Nov 23, 2015 3:43 am




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Ela pareceu mais calma mediante a minha melhoria e eu achei isso interessante porque mesmo que ela fosse uma medibruxa não era de sua obrigação se preocupar com o bem estar do paciente. Notei um pequeno lapso e uma pequena tristeza povoar seus olhos, mas ela soube despistar bem, sorri e disse: - Prazer em conhecê-la doutora Michelly Müller. - assenti com graciosidade para lembrar aquelas saudações antigas, onde o nobre cortejava a dama tirando o chapéu. Achei engraçado ela pensar que Carl Hersmond seria um apelido e dei uma risada, notando que não havia mais dor, e disse: - Sim, meu nome. Meus pais pensaram em Carlson mas minha mãe decidiu por Carl. - estava contando algo muito pessoal a ela e isso me confundia quase me fazia achar o momento engraçado, parecia até que eu era adolescente outra vez.

Fiquei estático vendo ela trabalhar tão concentrada que não notava os meus olhos nela e eu fiquei feliz com isso por algum tempo até que ela me olhou e fez outra pergunta. Me sentei na maca sendo mais lento que o normal para não ter risco de me magoar e ergui as sobrancelhas sugestivamente ao ser questionado sobre a frequência com que fazia coisas como a que fiz, sorri e disse: - Eu sei, só fiz porque as crianças estavam em risco e isso não era algo que uma delas pudesse suportar. E são raras as vezes em que me meto em algo similar a isso. - era a primeira vez que me machucava assim no trabalho e achei aquela pose dela muito interessante, ela parecia atenta e também bem bonita quando ficava tão pensativa. Me desfiz dos pensamentos sobre a beleza dela e a vi assinar os papéis, estava curioso com o veredito final, por fim perguntei: - Qual o seu diagnóstico, doutora Müller? - tentei não sorrir mas adorava dizer aquele sobrenome por ele ser diferente dos quais eu convivia.



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Re: Consultório III

Mensagem por Michelly LeRoux Nikolaiev em Qua Nov 25, 2015 5:49 pm

 
Ele estava realmente melhor ate brincou com meu sobrenome, o que me fez rir. Resolvi então deixar meu sentimento de preservação e dar um credito a ele, afinal, não poderia prende-lo se ele estava realmente bem, mas quem disse que ia simplesmente libera-lo assim? – Veja, vou te liberar, poderá voltar ao seu trabalho normalmente, mas enviarei uma coruja para a diretora da escola avisando que você não poderá se envolver em situações deste tipo, espero que siga a recomendação ou ficarei muito brava. Se sentir falta de ar ou dor no peito basta por duas gotas dessa poção em alguma bebida.– aviso olhando-o com um olhar serio, mas um sorriso agradável, então, ergui o frasco que estava perto de minha varinha. O foco em seguida passou a ser o ponto final que dei no rodapé do pergaminho no qual eu o liberava dos cuidados do hospital – E por favor, qualquer dor, mal estar, contusão, enfim, basta vir me procurar aqui no hospital. – e de novo eu dou uma de protetora paranoica, não sei porque sentia essa preocupação exagerada, acho que é por tanto tempo trabalhando assim, passamos a nos sentir responsáveis pelos pacientes mesmo que adultos responsáveis como ele. Sorri levantando-me da cadeira e indo ate ele com os papeis da consulta e o pequeno frasco. Entreguei-os a ele e dei breves passos ate a porta do consultório – Tenha um bom dia, senhor Hersmond. – desejei sincera e despedi-me do rapaz abrindo a porta de modo gentil, afinal não quero que ele pense que o estava expulsando.
 

 



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Re: Consultório III

Mensagem por Carl Butler Hersmond em Qui Nov 26, 2015 2:32 am




//the hospital
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Ela ficava ainda mais bela quando ria mas não deixei tal pensamento me povoar a mente e me lembrei com clareza como a baixa de guarda poderia ser algo cruel. talvez ela nem estivesse com planos de fazer algo ruim mas eu tinha de me precaver. Olhei em seus olhos e disse: - Ok, senhorita Müller, e está longe de meus planos lhe ver com raiva! Mulheres sem saberem de usar uma varinha, imagine uma que sabe usar?! Perigo constante. - apesar de saber que não era um momento para brincadeiras, eu fiz uma e não me arrependi. Peguei o frasco que ela me deu e coloquei-o no bolso de minha jaqueta, sorri e disse: - Fique tranquila que ao primeiro sinal de alteração, estarei aqui pode ter certeza. Sei que meu caso foi um pouco mais sério do que você pode me dizer. - eu entendia a lógica de não apavorar o paciente.

Eu estava relutante em ir embora, mas sabia que teria de ir hora ou outra e deixar meu anjo salvador, ela estava tão próxima que mal minha mente conseguia ser coerente. Sorri novamente e assenti quando ela se despediu de mim e me levantei, peguei a sua mão, dei um breve beijo em seu dorso e disse: - Muito obrigado pela ajuda, serei eternamente grato. E tenha um bom dia também. - a sua mão era suave e não áspera além de parecer bem macia mas tão rápido quanto decidi me despedi daquele modo, eu soltei-a e sorri pela última vez. Ela me guiou até a porta, eu carregava comigo o frasco com a poção e uma receita e minha mente ainda estava processando diversos pensamentos sobre a mulher diante de mim. Acenei e dei alguns passos para trás, me afastando da porta do consultório. E depois me virei e segui andando pelo corredor dando uma olhada de relance por cima do ombro só para ter uma última lembrança de Michelly antes de sair dali.



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Re: Consultório III

Mensagem por Mylo Grings Rousseal em Sab Dez 26, 2015 4:28 pm




//primeiro dia de Saint Mungus
tomara que eu não mate ninguém
Estava feliz por ter arrumado outro emprego e esse ainda me traria o bônus de manter maior contato com Samuel e isso nenhum outro lugar oferecia. Estar no Saint Mungus era um cargo de grande responsabilidade e eu sabia que devia ser o mais sério possível para fazer jus ao cargo que havia conseguido. Ao invés das minhas roupas habituais eu trajava uma roupa social e até gravata eu estava usando tudo reflexo do meu nervosismo com o primeiro dia. Coloquei o jaleco sobre a roupa e fui para o primeiro andar onde ficava o consultório e me sentei atrás da mesa que havia ali e esperei os pacientes chegarem. Eu gostava de atender ao público sempre era melhor que ficar enclausurado e me matando de escrever como fazia nos meus tempos de PD. - Mais um dia feliz. - sussurrei o meu pensamento e ouvi as batidas na porta e me levantei. Fui até a porta e a abri vendo uma enfermeira com um prontuário em mãos e um garotinho sentado no banco segurando o braço contra o corpo. - Obrigado, pode pedir para eles entrarem. - sorri e fui até a minha mesa, lendo o prontuário e não pude deixar de torcer os lábios, pobre menino.

Ele havia sido machucado por um hipogrifo na escola e quem o acompanhava era o guarda-caças da instituição. - Oi Harry, pode me mostrar seu braço? - sorri para ele e me agachei até ficar na altura dele. Ele mostrou o braço e deu para ver que o machucado era bem profundo e ainda sangrava. - Vou te por sentado na maca para eu poder cuidar do seu machucado, pode ficar tranquilo que não vai doer! - pisquei para ele e o ergui nos braços o segurando pelas axilas e coloquei-o sentado na maca. Fui até um armário próximo e peguei luvas de látex, materiais para curativos e uma tesoura médica. - Sei que é muita coisa mas não é nada demais. - acalmei ele ao ver seu olhar espantado. Coloquei as luvas e peguei a tesoura, usei-a para cortar a blusa dele e me dar livre acesso ao ferimento. - Pronto, doeu? - sorri e ele negou com a cabeça rindo envergonhado. Peguei minha varinha e apontei para o ferimento. - Anestecsi. - sussurrei e continuei apontando a varinha para seu machucado. - Estanque sangria. - sussurrei e o ferimento parou de sangrar. - Aguamenti. - sussurrei e peguei uma gaze e usei-a para ir limpando o ferimento, me lembrei de algo no meio do processo. - Accio vasilha. - sussurrei e peguei uma tigela de metal e coloquei em baixo do braço dele. - Isso é para não molhar. - voltei a usar o aguamenti no machucado e usar gazes para ajudar com a limpeza do ferimento. Agora dava para ter uma boa ideia do quanto ele havia se machucado e foi feio.

- Accio essência de ditamno! - o frasquinho veio flutuando no ar e eu o peguei, usei o conta-gotas do frasco para pegar cinco gotas dele e despejei-as nos cortes feitos pelas garras. Uma fumaça verde tomou o ar no momento que o líquido se encontrou com o machucado e depois não havia mais nada, só o ferimento fechado com uma pele rosada por cima. - Vou fazer um curativo e usar mais uma poção para poder te liberar. - baguncei os cabelos dele e ri. - Doaid. - e um curativo cobriu o machucado dele só para garantir que ninguém ia magoar e reabrir o ferimento. Fui até o armário com poções e de lá retirei um frasquinho da que era usada para repor sangue e coloquei em um copo 100ml dela e entreguei ao menino. - Toma de uma vez, que o gosto não fica tão ruim. - ri ao ver a careta dele e ele fez o que eu pedi. Eu olhei nos meus bolsos e encontrei uma chocobola, entreguei a ele e o liberei. - Presente por ter se comportado e cuidado com os Hipogrifos, Harold! - pisquei e dei tchau a ele. Fui para o salão de chá para comprar um café e voltar, sai dali para o último andar.



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Re: Consultório III

Mensagem por Mylo Grings Rousseal em Seg Fev 01, 2016 2:12 am









Being a Doctor.
O Saint Mungus estava uma bagunça, haviam casos e mais casos chegando. Os sintomas não se enquadravam em nenhuma doença conhecida. Eu estava preocupado com aquilo, mas tinha de seguir meu plantão rotineiro, pois não tinham apenas estes casos, eles eram apenas mais trabalho e mais estresse. Estava fazendo uma pausa para tomar um café, quando fui chamado por uma enfermeira que estava um tanto aflita e falava sobre um garoto que havia sido mordido por uma fada mordente e tinha caído de uma altura considerada alta para a sua altura e idade. Assenti e segui a mulher em direção o consultório.

Olhei para a enfermeira e respirei fundo. - Preciso de uma poção para venenos incomuns. Uma poção repositora de sangue e uma revigorante. - Ditei o que tinha a ser pego e entrei no consultório, me deparando com o garoto e a mãe. - Boa noite, sou Mylo e vou atender vocês hoje. Pode me contar mais sobre o acidente? Notou algum machucado mais evidente? - Perguntei, enquanto colocava luvas estéreis, depois de pegar os instrumentos esterilizados e envolver a varinha com um plástico estéril, para poder manuseá-la enquanto atendia o menino. Peguei a varinha, ao ouvir da mãe que Harrison foi mordido por uma fada mordente que estava escondida por entre a copa de uma árvore no quintal da casa deles, a cerca de dois metros de altura, que caiu de lado, batendo a bacia no chão e o braço também, ambos no lado direito.

Apontei a varinha para as costelas do jovem. - Ilcorporis Costelas! - Sussurrei e vi em tom verde a região próxima ao fim delas, dava para notar o osso partido nas duas últimas costelas. - Brakium Remendo! - Sussurrei, com a varinha voltada para a primeira delas, e depois repeti com a outra, deixando ambas fraturas consolidadas, por sorte, ele não teve o pulmão perfurado. Mantive a varinha apontada para as costelas. - Musculum Remendo! - Sussurrei e o músculo se regenerou, segurando, o que antes era uma fratura, para poder deixar o osso se consolidar da forma correta. Repeti o procedimento com o ilcorporis, só que na perna dele, por sorte ele não a havia quebrado, só tinha um pequeno inchaço no joelho, proveniente da pancada.

- Musculum Remendo! - Sussurrei, com a varinha apontada para o joelho do garoto, e o edema diminuiu. Voltei a usar o ilcorporis, só que no braço do menino, mas parei tudo quando a enfermeira apareceu. Tomei o frasco com a poção para venenos incomuns e abri a boca do garoto que residia dormindo na maca do consultório. Derramei uma dose da poção e ergui o rosto dele, que engoliu a poção e foi despertando aos poucos, reclamando de dores no braço, que como havia visto, estava com o rádio fissurado e a ulna estava fraturada mesmo, de modo a quase perfurar a pele. - Relidor! - Sussurrei, com a varinha apontada para o braço do menino. - Ok, isso vai incomodar, por isso, peço paciência, ok, Harry? - Sussurrei para o garoto e sorri.

Ele concordou e eu rapidamente posicionei os ossos da ulna corretamente e com a mão esquerda, para que ficassem alinhados. - Brakium Remendo! - Sussurrei e, em seguida, mantive a varinha apontada para o braço dele. - Férula! - Sussurrei e a atadura surgiu e envolveu o braço do garoto. Peguei a poção repositora e a encarei, achava que aquilo não seria mais tão necessário, afinal não houve hemorragia, só uma mordida que deveria estar sangrando. - Harry, você lembra onde a fada lhe mordeu? - Perguntei e o vi apontar para nuca, o ajudei a se virar e vi a mordida, ela sangrava um pouco. Apontei a varinha para a mesma. - Tergeo! - Sussurrei e vi o ferimento ser limpo de todo aquele sangue, peguei uma gaze e a embebi em soro e limpei o ferimento, antes de voltar a apontar a varinha para ali.

- Asclépio. - Sussurrei e vi o corte se fechar, ficando róseo, em breve sumiria e deixaria apenas leves marcas. Faço o menino beber um terço da dose de poção repositora de sangue e uma dose de poção revigorante. Anotei os procedimentos feitos, enfeitiçando uma pena para que escrevesse meu pensamento, e deixei a expressa recomendação de que ele ficasse ali por mais algumas horas, em observação. - Bom, Margareth. Eu vou deixar ele aqui na enfermaria por duas horas, apenas para ter certeza que o veneno da fada mordente foi abrandado e que ele está bem. - Expliquei e sorri quando ela me agradeceu. - Não há de quê! Mas acho bom fazer uma boa dedetização contra estas fadas em suas árvores e quintal, para que não haja outro incidente destes. - Disse gentil e sorri para a mulher, antes de liberá-los para a enfermaria e sair do cosultório.
Words: xxx; music: like a stone; note: I need some spice! 



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Re: Consultório III

Mensagem por Mylo Grings Rousseal em Dom Abr 17, 2016 5:34 am




//st. mungus
primeiro dia de trabalho
Era meu primeiro plantão após o nascimento dos meus sobrinhos e eu me sentia extasiado com a novidade. Ser tio era algo novo para mim e eu me imaginava na imagem e posição de chefe sem conseguir me encaixar na imagem. Tios costumavam sempre ajudar de alguma forma e eu só seria capaz de ajudar a serem loucos como eu e nada sérios. Desviei meus pensamentos ao coletas as fichas dos pacientes com a enfermeira e fui notando a ordem delas que era por chegada. - Sanders. Jason Sanders! - Esperei e vi o homem surgir e levantar a mão. - Olá, sou o curandeiro Mylo. Me acompanhe até o consultório. - Acenei para a porta e escancarei-a para que ele pudesse passar na minha frente e ajudei-o a subir na maca para os exames iniciais.

- É verdade que o senhor se machucou com os chifres de um bicórnio e foi no abdômen? - Eu olhei para as suas vestes atrás de furos mas só encontrei marcas de sangue. - Por favor, tire a sua camisa. E você tomou banho após se machucar ou estava sem camisa? - Eu me preocupava que ele tivesse decidido tomar banho após se machucar porque o corte podia não ter sido limpo e aquela sujeira pudesse tomar outro rumo. Para minha felicidade não foi o que ele fez ele estava só sem camisa tal qual como ficava enquanto me respondia. - Muito bem, sente alguma dor? - Só queria confirmar se ele ainda estava sob efeito do relidor que usaram na emergência. Pela queixa notei que o efeito parecia estar cessando então apontei a varinha para seu abdômen. - Anestecsi. - Agora ele não sentiria dor alguma e eu poderia trabalhar tranquilamente.

Mantive a mira e me concentrei. - Ilcorporis Abdômen. - Eu analisei o raio-x e notei que ele teve a sorte de não ter nenhum órgão perfurado mas os músculos estavam com fibras rompidas e continuei apontando minha varinha para ele. - Tergeo. - Limpei o ferimento e me preocupei em reparar as fibras machucadas. - Musculum Remendo. - Finalizei o tratamento e voltei a checar se havia algum outro problema, mas nada além dos furos e machucados. - Accio Essência de Ditamno. - Apontei a varinha para a frente e peguei o frasco no ar. Usei algumas gotas nos machucados para que eles fechassem e deixei o frasco em uma bandeja estéril. Prescrevi na ficha dele algumas doses de poção respositora de sangue e o liberei para que a enfermeira o atendesse. E fui para o lado de fora chamar o próximo paciente, saio dali.



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Re: Consultório III

Mensagem por Mylo Grings Rousseal em Qui Maio 05, 2016 1:32 am




//primeiro dia de Saint Mungus
tomara que eu não mate ninguém

Eu me sentia esgotado e com uma apatia nada convencional em relação a mim porém continuei meu caminho para o trabalho arrastando o corpo pelas ruas que levavam até o Saint Mungus. Acho que para os demais era doloroso me ver caminhando pela recepção e dando alguns cumprimentos educados e perguntas também educadas. E nesse ânimo foi que fui para meu consultório e fiquei sentado na minha cadeira. Coloquei água na caneca e transformei a água em café com alguns feitiços para garantir que era 100% café o que eu iria beber. Tomei o café e me senti mais desperto e me levantei da cadeira ao ouvir algumas batidas na porta e fechei os botões do jaleco.Fui até a porta e a abri para poder ver o que estava acontecendo. Abri a porta e recebi uma prancheta em mãos da enfermeira e li o nome no topo dela que possuía informações sobre a paciente e seus dados pessoais.

- Bellador, Allison. Allison Belidor. - esperei para ver se ela surgia e estava tão compenetrado com esse fato que não me dei conta do meu erro e olhei em volta a espera da minha paciente e me choquei ao ver uma adulta. - Bom dia. Pode entrar, por favor. - fiz um sinal para acompanhar o convite e puxei uma das cadeiras diante da minha mesa e dei a volta, voltando ao meu lugar e a olhei. - O que foi que ocorreu? - estava curioso com o que poderia ter ocorrido e peguei um bloco com o equivalente a uma receita médica trouxa porém bruxa, onde eu costumava anotar algumas coisas sobre os possíveis diagnósticos e as condutas esse método era algo novo para não me esquecer de algo.



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Re: Consultório III

Mensagem por Allison F. C. Horkheimer em Qui Maio 05, 2016 2:15 am

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[size=32]A dor tomava conta de todo o meu corpo. Eu sentia que a qualquer momento minhas pernas não conseguiriam mais me sustentar e eu desabaria sobre o chão do hospital. Respirei fundo, tentando me conter enquanto aguardava para ser atendida. Havia chegado a alguns minutos atrás e não demorou  muito para que uma das atendentes me direcionasse até a ala aonde eu seria atendida. Aguardei mais alguns minutos fora da sala, mas logo fui chamada. Eu teria sorrido e cumprimentado o Doutor de forma educada se não fosse pela enorme dor que eu estava sentindo. Assim que ele puxou a cadeira eu deixei que meu corpo desabasse sobre ela, relaxando ali. Fechei brevemente os olhos, respirando fundo para finalmente poder olhar o homem. – Ah, é Bellator. – Sorri, corrigindo o erro anterior que ele havia cometido. Embora o meu corpo tivesse relaxado eem partes, a dor ainda era forte. Forte o suficiente para que eu a deixasse transparecer em meu semblante. – Eu... – Deslizei a mão sobre o joelho que havia sido enfaixado, assim como minha coluna e algumas outras partes de meu corpo. – Fui atacada por um hipogrifo. – Estremeci só de lembrar o que havia ocorrido na floresta. Não era a toa que desde a infância eu tinha medo daquela raça. – O enfermeiro de Hogwarts enfaixou alguns machucados, mas eles não possuem suporte pra isso lá, então ele me recomendou que viesse aqui.[/size]




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Re: Consultório III

Mensagem por Mylo Grings Rousseal em Dom Maio 22, 2016 9:32 am




//primeiro dia de Saint Mungus
tomara que eu não mate ninguém

A moça parecia abalada e eu ainda não conseguia ver o que a levava a estar daquela forma, eu me sentia sempre comovido quando via um de meus pacientes aparentar tanto sofrimento. Eu só pensava em meios de tirar isso dela, manias de medibruxos. Notei ela descer com muita agilidade em direção a cadeira e me mantive atrás dela só por precaução, não queria que ela caísse e se machucasse. - Desculpe, não foi intencional. Acho que foi só um problema de leitura rápida. - Me senti errado por ter errado seu nome e assenti para dizer que estava ouvindo enquanto dava a volta para ficar de frente para ela. - Ele fez bem em enfaixar, ajuda com  que não sangre tanto e as vezes pode até estancar o sangramento. - Sorri e fiz o meu melhor para deixá-la relaxada.

- Acho que a única falha lá em Hogwarts é não ter algumas poções que temos aqui. - Sabia que conversar era um meio dela se distrair da dor e era nisso que estava apostando, apontei a varinha para seu braço. - Relidor. - Sussurrei e notei a expressão dela se aliviar um pouco. - Pronta para me deixar ver o machucado? - Era apenas uma pergunta para ver se ela me deixaria ter acesso ao machucado sem objeções. Ao que podia ver, os cortes provenientes das garras do hipogrifo estavam na parte posterior do antebraço e pareciam ainda sangrar. Talvez isso explicasse o fato dela ter quase desabado na cadeira, a perca de sangue sempre deixa a pessoa debilitada.



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