Enfermaria Daí Lyewellyn

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Enfermaria Daí Lyewellyn

Mensagem por Helena Braddock Grinfild em Sab Set 14, 2013 8:45 am


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Re: Enfermaria Daí Lyewellyn

Mensagem por Penélope Beck. Schneider em Sex Fev 14, 2014 12:45 am

 
Deixei a preguiça de lado e segui para a Enfermaria Daí Lyewellyn. O local amplo e pelo que se poder perceber aparentemente vazio, bom quase. Havia apenas três pacientes, dois se encontravam calmos, pelo que percebi, mas um deles estava agitando se debatendo na maca. O corpo aranhado e a pele seca demonstravam o quão ferido ele se encontrava. Nada no qual já não esperava. A ficha do rapaz indicava acidente com unicórnio. O que a santa pessoa faria junto a um unicórnio? Eu nem queria imaginar acena, seria horrível e eu ainda estou tentando entender como ele esta vivo. Eu ainda conseguia me impressionar com os pacientes desastrados que recebia.
 
Juntei-me a ele calmamente parando ao seu lado e lhe mostrando um sorriso calmo – Então, Sr. Dostoievsky poderia por gentileza e explicar o motivo da murmuria? – falei pacificamente o fitando seria com o prontuário medico em mãos. O homem me explica que ainda sente dores no corpo devido os pisos e golpes que levou no corpo – Nada mais natural não e mesmo. Como o senhor foi se meter com unicórnios, por algum motivo cuida ou foi apenas descuido? – procuro respostas para minha duvida natural. Como medica tinha que saber os mínimos detalhes da situação. O que foi fácil já que eu simplesmente levaria uma conversa breve – Bom, então sendo tratador de criaturas não deverias ter mais cuidado?! Quero que fique reto com o abdômen voltado para cima e fite o teto. Tente não se mover muito ok! – exclamei me afastando do paciente. Coloquei o prontuário em uma maca vazia e me concentrei no paciente a minha frente. O mesmo me parecia aflito e desconfortável, mas passaria em breve – Asclépio! – pronuncio o feitiço mirando em cortes longos. O paciente não era recente ali, ele já havia estado em observação a alguns dias, mas seu estado era grave. Os ferimentos era muitos e foram tratados aos poucos – Não se mova, já disse! – resmunguei mirando a varinha novamente para ele – Headolov! – o raio de luz cor turquesa sai e toma conta do tronco do paciente que começa a se acalmar aparentemente – Pronto agora se sente mais calmo?! – perguntei a ele que assentiu com a cabeça confirmando.
 
Teria de repetir o ato por todas as partes em que o homem sentia dor, ou seja, todo o corpo. Mirei a varinha inicialmente para as pernas – Headolov!... Headolov! – pronunciei novamente sortindo efeito nos dois membros. Logo após foram os braços e todo o restante do corpo. Ele se acalma e começa a relaxar após meu tratamento. Mirei a varinha para o tronco do homem – llcorporis Abdômen – o raio x meio esverdeado do corpo do homem demonstra as partes feridas. Fiz isso por todo seu corpo tentando identificar as partes com hemorragia e/ou ferimentos, quebraduras, etc. Achei umas fraturas na perna e nos braços, alem de duas costelas quebradas – Reparo Ossius – ouço o som dos ossos se reparando e se estabilizando. Fiz em todas as partes quebradas com muita atenção e continuei o procedimento. Os ossos estavam reparados, mas ainda desunidos. Cuidei disso rapidamente – Brackium Remendo! – ouço o som dos ossos se unirem. Logo que volto meu olhar para o homem ele se encontrava em inicio de transe – Acorde home, não durma ande!... Consciu! – exclamo mirando a varinha para a face do rapaz. O mesmo despertou e começou a me fitar assustado. Com um sorriso assenti o olhar do rapar e voltei ao tratamento finalizando. Mirei a varinha nos ferimentos expostos do homem – Ferula! – as ataduras surgem se prendendo ao corpo dele que agora se encontrava aparentemente todo remendado – Você vai ficar bem, mas não se mexa muito. – pedi a ele, mas o mesmo temia dormir e acabar falecendo – Acalmes-se não vai ocorrer nada. Irei te ajudar... Hypnus! – o homem cai em um sono profundo e eu o deixo ali descansando. Saio do local.

 
 

 
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Re: Enfermaria Daí Lyewellyn

Mensagem por Penélope Beck. Schneider em Ter Mar 25, 2014 10:34 am

 
Fui ate a Enfermaria Daí Lyewellyn. Agora me focava em meu pacinte, e estava atenta a melhora dele. Peguei o prontuario dele e observei que o mesmo melhorava e rapido – Então, Sr. Dostoievsky, bom dia. Parabens, voce esta melhorando rapido em, asssim que é bom! – falei pacificamente o fitando seria com o prontuário medico em mãos. Sorri e me dirigi a ele tatando os locais que antes eram feridos – Dói quando toco aqui? – indaguei-o e logo ele me afirma que não. U bom ponto e para mimfoi otimo saber que estava ajudando aquele homem. Sorri para ele – Bom, em dois dias voce pode sair ok? Apenas fique para algumas observações e estara livre denovo.  disse alegre e com um olhar observativo. Logo que terminei de checa-lo segui ate outro paciente, cuidei dele e sai dali.
 
 

 
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Re: Enfermaria Daí Lyewellyn

Mensagem por Louis von Richthofen em Sab Maio 03, 2014 12:43 am

Acordei ao som do despertador, desativei o mesmo e conferir a hora (06h30min) Sentei na cama e espreguicei-me, o sol que transpassava a janela estava a resplandecer meu rosto, com as costas das mãos esfreguei os meus olhos em seguida levantei-me, peguei uma toalha seca e seguir para tomar um banho. Pós-banho, fui escolher o que vestir abrir meu modesto closet e fui tomado pela indecisão. Fim das contas peguei uma calça skinny e uma camisa social preta, depois de vestir, coloquei meus sapatos, peguei meu relógio sobre o criado-mudo e fui pra frente do espelho arrumar o cabelo. Terminando de arruma-me, peguei minha maleta e aparatei. Frente ao Saint Mungus estava eu. Entrei no local com um largo sorriso no rosto, eu sempre deixava transparecer o quão eu amava meu trabalho, nunca reclamava de nada e sempre fazia tudo de boa vontade. Antes de entrar em plantão passei na sala dos médicos para apanhar meu jaleco que por pressa na noite anterior acabei esquecendo-o. Como eu imaginei ele estava limpo, vesti o mesmo e seguidamente coloquei a minha maleta sobre uma mesa, lhe abrir e peguei de dentro dela meu estetoscópio e o coloquei enganchado no pescoço, fechei a maleta e deixei ela trancada em meu armário e seguir para o segundo andar do hospital, pois minha presença tinha sido solicitada no local. Chegando ao segundo andar sigo na direção da enfermaria, empurro a porta e entro. Havia mais macas vazias que ocupadas, isso era ótimo, não porque eu terei menos trabalho, mas por ser sinal que o numero de feridos estar menor.  Ao caminhar em sentido as macas uma enfermeira veio ao meu encontro e me entregou uma prancheta, segurei a mesma e li rapidamente a ficha do paciente “Paciente com queimaduras de segundo grau, 17 anos, queimaduras do lado direito das costas...” pra uns uma queimadura causada por um dragão iria parecer o fim do mundo, mas pra nós medico era algo normal, pois sempre ocorriam casos do tipo aqui em nosso hospital.

Aproximei-me do rapaz que estava a agonizar de dor, suas costas estava rubicundo e com algumas bolhas, saquei a minha varinha de dentro do meu jaleco e apontei a mesma para o local das lesões e murmurei – Relidor – Assim conseguir amenizar as dores que ele estava a sentir. – Espero que já esteja se sentindo melhor, logo, vai ser como se nada tivesse acontecido – Falei para ele enquanto já me preparava para lhe dar mais um feitiço. Com a varinha apontada para suas queimaduras nas costas pronuncio – Curation Ardens – E em questão de poucos segundos as bolhas vão sumindo junto com o vermelhidão, sua pele vai voltando a sua cor normal e em pouco tempo a cicatrização é total. – Pronto, como está se sentindo? "Estou me sentindo novo, obrigado senhor.Excelente! mas peço que fique aqui por enquanto, vou pedir para trazerem algo pra você vestir, não quero ver paciente meu andando por ai sem camisa – Dou uma piscadela para o garoto e indo até uma das enfermeiras peço pra que ela pegue uma camisa para o rapaz, nem que ela tenha que pegar nos achados e perdidos. 

Repentinamente as portas da sala se abrem, com um ar de suspense eu observo a cena, uma grande movimentação está formada dentro daquela sala, a paciente está imóvel. Aproximei-me da maca que estava cercada por enfermeiros e pedi pra que um deles me explicasse o que estava acontecendo ali. O enfermeiro agilmente começou a contar todo o caso em um tom desesperador “Ela sofreu um ataque por Kappas, quebrou alguns membros e já faz alguns minutos que ela não fala nada...” – Consciu – Pronunciei o feitiço que faria a vitima se manter consciente. O medico que estava ao meu lado oposto pronunciou outro feitiço e de repente a mulher começou a tossir toda a aguá que ela tinha ingerido no momento do ataque. Já com uma aparecia melhor à moça reclama de dores em sua perna e em seu braço.  Suas vestes estavam encharcadas de sangue e água, calmamente a enfermeira tirou a blusa da paciente e então ficou exposto um ferimento enorme em seu abdome, pedi que as enfermeiras limpassem o excesso de sangue ao redor da lesão e então apontei minha varinha para o local e murmurei – Estanque Sangria  ao estancar todo o sangramento, fiz o corte se cicatrizar ao pronunciar – Asclépio – Enquanto eu estava a atender a paciente vejo o rapaz que estava queimado há pouco tempo atrás, deixar a sala, com certeza tinha sido liberado por alguma medica. Volto à focar na mulher, ela estava gritando de dor, seus olhos estavam vermelhos e inchados de tanto que ela chorou. 

Os enfermeiros juntos com medico deixaram-nos e foram para o terceiro andar cuidar de outros casos, deixando eu responsável pela paciente junto com uma enfermeira – Emma, faz os curativos do ombro dela, por favor! – Falei com a enfermeira que no momento estava ao meu lado. Tentando acabar logo com o sofrimento da mulher, fiz tudo da maneira mais rápida. – Ilcorporis braço – e por efeito da magia o braço da mulher começa a ficar transparente, fazendo com que eu pudesse ver além da pele, claramente dava para se ver que seu braço estava quebrado, com a varinha mirando o braço dela falei – Brackium Remendo – Apontei para o tornozelo dela e falei em seguida  – Musculum Remendo – Respiro e olhando para a mulher – Ainda está sentindo alguma dor? -  Ela sorrir fitando-me e diz que está com um pouco de dor de cabeça, além disso, mais nada. Retribui o sorriso e falei – Certo, a Emma vai te dar uma porção que te deixará ótima, daqui a pouco volto por aqui pra saber como você está. –  Mais uma vez sorrir olhando para a paciente e dei um tapinha nas costas da Emma, assim me retirei da sala. 





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Re: Enfermaria Daí Lyewellyn

Mensagem por Astride Sherwood Hanôver em Ter Ago 05, 2014 9:47 am




Hoje seria o meu segundo dia no St. Eu já me encontrava no local, estava terminando de arrumar umas pastas e de decorar meu consultório quando escutei alguém bater na porta, as batidas rápidas fez com que parecesse que foi algo urgente. - Entre. - Me levantei da cadeira e apoiei as mãos na mesa assim que vi a expressão desesperada da mulher. - Senhorita Hanôver, venha por favor. Não irá gostar nada nada do que você verá. - Peguei minha mochila, eu praticamente não ia a lugar nenhum sem ela, e sai da sala as pressas com logo atras da mulher. Eu esperava que aquilo não faça nada mais do que um alarme falso, não queria ter que me irritar logo pela manhã.

Assim que chegamos a enfermaria eu impedi que ela entrasse, se não poderia fica chato futuramente o ambiente de trabalho para ela, entrei sozinha na sala. Simplesmente os enfermeiros retiraram o duende de seu lugar na maca, para dar lugar a um humano e o deixaram de pé, sendo que ele mal consegui sustentar o peso de seu corpo.- Quem são vocês? - Meu tom de voz ecoou por todo o lugar e todos me olharam, os enfermeiros que haviam retirado o duende me olharam com espanto. Cheguei por traz do duende e o segurei antes que caísse no chão. - Por acaso ele não respira? Não fala? Não anda? - Falei séria e grosseiramente para os enfermeiros. - Mesmo se não, ele tem o mesmo direito que qualquer paciente desse hospital. Olhem quantas macas tem disponíveis. Quem são vocês para fazerem isso? - Respirei fundo lutando contra toda a raiva que pulsava dentro de mim, isso só faria com que o duende ficasse assustado. - Uma maca, agora. - Falei para um dos enfermeiros e com sua ajuda coloquei o duende em cima da mesma. - Converse comigo. - Abri um sorriso amigável e insisti mesmo sabendo que seria difícil, mas assim eu o manteria acordado. - Como se chama. - Guiei a maca até o canto vazio da enfermaria. - Magnus.- Voltei meu olhar para ele e sorri ao ouvi-lo. - Belo nome. Você tem família, Magnus? - Coloquei minha mochila no final da maca, o duende era pequeno, o que fazia com que sobrasse um espaço na mesma. Me afastei um pouco para pegar um dos panos que ficavam mergulhados em água morna e o torci, para que o excesso da água saísse e levei o pano até ele. - Tenho um filho e minha esposa. - Ele disse baixo e entredentes. Coloquei o pano em sua testa, seu corpo estava muito frio, aquilo ia ajudar a temperatura subir um pouco. - Quantos anos seu filho tem? - Esbocei um sorriso amigável. - Sr. Magnus, vou fazer eu mesmo alguns exames simples, mas pode continuar falando, está bem? - Ele concordou positivamente com a cabeça. Leve meu polegar com delicadeza até a pálpebra de um dos olhos do rapaz e a puxei delicadamente para cima e analisei os olhos dele. Não havia nada que dedurasse ou desse uma pista sobre o que ele tinha. Assenti com a cabeça ao escutar a idade de seu filho, para que ele percebesse que prestava atenção. Em seguida coletei um pouco de sangue e comecei a analisa-lo com a ajuda de um microscópio, um objeto trouxa.

Após um pequeno tempo de análise notei que havia algo semelhante a veneno em sua corrente sanguínea. Ele ainda conversava comigo, mas seu tom de voz estava mais fraco do que antes. -  Por acaso andou pela floresta ou acromântulas lhe visitaram? - Ele sacudiu a cabeça positivamente. Não sabia qual pergunta ele havia respondido, mas com certeza uma acromântula havia o mordido. Mas onde? Comecei a analisar seu corpo e notei um gemido de dor assim que palpei seu tornozelo. Levantei um pouco sua calça e vi um par de furos. - Bingo. - Puxei minha mochila e comecei a procurar rapidamente pela poção Calidis, era uma das poções de cura de veneno de acromântula. - Droga. - Resmunguei ao notar que não havia nada em minha mochila. -  Jack, aqui. Cuide dele. - Falei para um dos enfermeiros de minha confiança e sai correndo em direção a minha sala. Não demorou muito para chegar lá pois tudo era num mesmo andar. Comecei a revirar os frascos de poções que haviam na estante e deixava de lado as inúteis. - Calidis Untendum - Repetia isso enquanto minhas mãos procuravam o frasco com a poção. Lembrei que aquela poção deveria ser guardada em lugares quentes, lugares quentes? Fui até uma gaveta onde com a ajuda de um feitiço eu deixava sempre o ar dali de dentro morno. - Aqui. - Peguei o frasco do fundo tomando cuidado para não deixar cair os outros e sai correndo do consultório rumo a enfermaria.

Assim que cheguei lá o enfermeiro fez um gesto rápido com a mão e eu me aproximei ainda correndo. - O que houve? - Sussurrei para ele. - Voltou a suar frio e está tendo alucinações. - Suspirei ao ouvi-lo e dobrei a calça do duende na altura dos joelhos. coloquei luvas em minhas mãos e virei um pouco do líquido pastoso não só em cima da picada, mas também quase até a altura dos joelhos, impedindo que o veneno se alastrasse mais pelas correntes sanguíneas dele. Espalhei também na parte de traz, o que os trouxas chamavam de ''batata'' da perna e fechei o frasco o deixando de lado. - Agora só esperar. - Falei e soltei um suspiro de alívio. - Muio obrigada. - Disse ao enfermeiro. Peguei um lençol e cobri o corpo do duende até a altura da cintura. Em seguida comecei a empurrar a maca devagar até a ala de observação. Onde ele teria de ficar pelo resto do dia ou até mesmo dois dias, até que eu tivesse certeza de que todo o veneno havia sumido de sua corrente sanguínea.

 

 



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Re: Enfermaria Daí Lyewellyn

Mensagem por Grace Von Price Rousseal em Sab Fev 28, 2015 11:35 pm




Por mais um dia seguido o plantão começara, já se completava 2 dias. O único tempo livre que consegui foi o que pude trocar de roupa e tirar minutos de sono. Meus dedos batucavam sobre a mesa de meu consultório, a luz alaranjado do crepúsculo adentrava a minha sala pela grande janela de vidro logo atrás de onde me sentava. Folheei o Profeta Diário procurando algo que me chamassem atenção, mais um Comensal que foi levado a Azkaban, a Ministra comentando sobre o fato, dragões que estariam indo aos cofres de Gringotes.

- Doutora Von Price! Compareça com urgência a enfermaria, Primeiro andar!  Repito, Doutora Von Price! Compareça com urgência a enfermaria, Primeiro andar! - A voz ecoou por minha sala tirando a minha atenção das linhas sobre o ataque de alguns Comensais impressas no Profeta. Ergui-me recolhendo meu estetoscópio, aparatei. Desaparatei logo na entrada, dando de cara com um tumulto e gemidos de dor de uma voz grossa, masculina. A frente se encontrava um grupo de três rapazes corpulentos ao redor de uma maca, outro rapaz ruivo se encontrava deitado encolhido abraçando seu próprio tronco. Sua camisa vermelha que logo pude notar que a cor era devido ao sangue que perdera, sua cor pálida já assustou. Apressei puxando um dos rapazes para me da espaço ao rapaz. – Santo Merlin! O que aconteceu? – Exclamei tomando cuidado retirando a minha varinha do jaleco apontando para o rapaz – Anestecsi! – Conjurei, o ruivo relaxou as poucos, coloquei as luvas de borracha retirando a tesoura da bandeja ao lado cortando toda a sua camisa ensangüentada.

Amélia, a enfermeira de plantão já estava ao meu lado. – Limpe os ferimentos, por favor. – Pedi me virando para os rapazes. – Quem de vocês vai me explicar o que aconteceu aqui? – Nervosos os três quiseram explicar falando junto, mas o loiro com sardas acabou tomando a posição e explicou, todos eram tratadores de dragão, mas Ryan, o ruivo perdera o controle de seu dragão um Chifres-Longo Romeno e tinha sido atingido por seu chifre. Após as explicações rápidas pedi para que se retirassem voltando ao jovem deitado. Ele não estava mais acordado o que me assustou. – Lumus! – Examinei seus olhos, e graças a Merlin respondiam como deviam. – Nox!

Retirei meu estetoscópio do pescoço examinando seu coração enquanto a enfermeira terminava de limpar as feridas. O coração estava normal, mas não parava de sangrar, se encontrava com hemorragia – Stanque Sangria! Ilcorporis Abdômen! – Tudo se encontrava intacto exceto por seu fígado, ele tinha sido perfurado. – Reparo Fígado! Contiflama!  Accio Pasta de Barbosa! – E um vidro veio para minha mão, Barbosa ajudaria nos ferimentos, apesar de não ser grande não dizia que não seria perigoso, passei sobre o ferimento com calma. – Episkey! Férula! Amélia, por favor... – Antes mesmo que pudesse terminar ela já estava com ataduras maiores para enrolar sobre o tronco do rapaz. Além de enfermeira, Amélia era uma boa amiga , ficava agradecia de está ali.

- Episkey! Doaid! – Conjurei sobre os machucados sobre seus joelhos, logo devia deduzir que era causados pela queda após ser atingido. Medi sua temperatura tomando cuidado para que não tivesse febre decorrente das feridas, mas estava tudo bem. – Logo ele irá acordar, quando isso acontecer dê um chá para ele, de camomila de preferência. Voltarei para minha sala, mas logo desço e volto para ver como ele estará reagindo, qualquer coisa me chame. – Instruo a enfermeira já dando uns passos para trás e me virando.



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Est-ce que tu aimes le sexe?

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Re: Enfermaria Daí Lyewellyn

Mensagem por Samuel Heloi Rousseal em Sab Jul 18, 2015 3:55 pm

E já estava numa das enfermarias, como sempre tomando um pouco de café pra ficar esperto, afinal, esse trabalho tem seus dias de agitação. Talvez hoje fosse um deles, ou não. Estava quase terminando de ingerir o líquido, quando um paciente deu entrada ali. Rapidamente, deixei o copo de lado, e me aproximei da mulher deitada na maca. Abotoei o jaleco branco, enquanto um parente dela falava o que tinha acontecido. Se eu bem entendi, ela havia sido mordida por gnomos, em um dos braços e nas pernas, enquanto eles tentavam expulsar as criaturas do jardim deles. – É, eles são mesmo um diabinhos. – Murmurei descontraidamente, enquanto retirava a varinha do bolso do jaleco. Notei que as mordidas do braço eram mais urgentes, porque elas sangravam bastante, e se não fosse tratado logo teríamos problemas. – Estanque Sangria! Estanque Sangria! Estanque Sangria! – Dizia rapidamente, até que todo o sangue das mordidas daquela região foram estancados.  – Dói? – Perguntei à mulher, que respondeu positivamente. – Relidor! – Resolvi o problema. Agora, restavam as mordidas de ambas as pernas, que estavam bem melhores do que as do braço dela, sem dúvida.

Apontei a varinha para a perna direita dela. – Relidor! Relidor! – Depois de repetir o mesmo feitiço algumas vezes, as dores das mordidas iam cessando, e eu percebia um alívio enorme na paciente. Nunca tinha sido vítima de gnomos, mas pelo que eu já ouvi e vi, ser atacado por eles não é tão besta assim. Mudei o direcionamento da varinha, apontando-a desta vez para a perna esquerda. – Estanque Sangria! Relidor! – Alternei os dois feitiços, porque algumas mordidas ainda sangravam, mesmo que não tanto como as do braço. Respirei fundo, e guardei a varinha no bolso, novamente. – Seu nome é? – Lembrei de perguntar. Ela disse que se chamava Piper. – Então, Piper, você perdeu muito sangue antes de chegar aqui? – Indaguei, pois no caso de uma resposta positiva, haveria necessidade de uma poçãozinha básica pra repor esse sangue, além do repouso, pra ela se recuperar mais rápido daquele infeliz incidente. E falando nisso, ela enfim respondeu que sim, havia perdido algum sangue antes de vir. Não pensei duas vezes, e caminhei imediatamente a um armário ali da enfermaria pra pegar a poção. Abri o armário e procurei pelo frasco, até o encontrar. 

Junto com ele, peguei também um copo de plástico, pra que ela pudesse tomar a poção. Despejei o líquido no copo, e entreguei-o a Piper. – Essa poção não tem um gosto muito agradável, mas vai ajudar seu organismo a repor o sangue que você perdeu mais rapidamente. – Expliquei, vendo ela tomar todo o conteúdo do copo e fazer uma careta engraçada no final. – Se quiser, tenho umas pomadas cicatrizantes aqui que podem ser úteis... – Falei, ouvindo ela dizer de imediato que queria levar. Rindo, retornei ao armário da enfermaria, e dele tirei duas pomadas cicatrizantes, que entreguei à mulher. – Pronto. Ah, se eu fosse você, ficaria em repouso pelo resto do dia, e pensaria duas vezes antes de desgnomizar seu jardim de novo. – Sugeri, dando uma risadinha. Ela riu, e agradeceu os cuidados, e assim, ela e o seu parente saíram da enfermaria. Fiquei mais alguns instantes dali, lembrando-me de que ainda havia um restinho do café que eu tomava antes de atender a Piper. Quando ia engolir, percebi que ele estava frio demais, e involuntariamente o cuspi. O gosto do café frio já estava impregnado em minha língua, e de quebra ainda sujei o chão da enfermaria. – Limpeza! – Lancei o feitiço em direção ao chão sujo, fazendo com que ele ficasse limpo quase que instantaneamente. Em seguida, saio dali às pressas, tentando encontrar o bebedouro mais próximo pra me livrar daquele gosto ruim que tinha na boca.


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Re: Enfermaria Daí Lyewellyn

Mensagem por Michelly LeRoux Nikolaiev em Qua Dez 02, 2015 2:58 am

 
Passava pela enfermaria depois de um dia corrido no hospital. Era fim de tarde e eu estava com as costas doloridas ja de tanto subir e descer, carregar caixas e arquivos do hospital - So mais algumas horas e você esta livre. - mentalizei e comecei a vistoriar as enfermeiras no atendimento.
 

 


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Re: Enfermaria Daí Lyewellyn

Mensagem por Carl Butler Hersmond em Qua Dez 02, 2015 5:20 am




//the check-up
I really want to be ok!
Estava verificando a presença dos monitores nas rodas quando recebi uma coruja me notificando de que deveria retornar ao Saint Mungus para uma reavaliação. Faziam-se poucas semanas que tinha me recuperado de um acidente grave e Michelly havia alertado que faria esse chamado. A ideia de rever a mulher era algo que me animava e me deixava ansioso. Eu a via como um anjo não só por ter me salvado a vida como por sua beleza. Há tanto tempo havia prometido a mim que não iria me apaixonar ou me encantar por uma mulher sem pelo menos conhecê-la bem mas nunca as coisas não saem como o planejado e eu me encontrava encantado por uma desconhecida. Pelo menos sabia que ela era uma medibruxa e diretora de um dos hospitais bruxos mais famosos do mundo, não teria tempo para uma vida secundária que envolvesse algo ilícito como foi com Nathaly.

Aparatei em Londres e andei até a entrada do hospital que era camuflada por uma loja abandonada e fui até a recepção. - Boa tarde, eu vim para uma consulta com a medibruxa Müller. Pode me informar onde a encontro, por favor? - sorri e a atendente pareceu levar alguns segundos para processar o pedido e me deu as informações que necessitava para chegar a minha anja. Fui até a enfermaria onde ela estava de plantão e a vi tão compenetrada que pensei em ir embora e não atrapalhá-la. Porém ela me viu e os meus planos não puderam ser outros se não me aproximar dela. - Senhorita Müller! Está pronta para fazer um check-up? - minhas palavras saíram mais galantes do que pretendia mas não me repreendi. Diminui meu sorriso e tentei ficar mais sério para ela não me dar outro sermão. Eu nem havia citado meu passado profissional e tinha certeza que agora ela daria conta de algumas fraturas que não condiziam com meu acidente e eu não me atentei a esse ponto. Um ex-auror sempre tem dos seus ferimentos, para minha sorte nunca cheguei a machucar meu rosto mas os braços continham algumas marcas assim como o resto do corpo.



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Re: Enfermaria Daí Lyewellyn

Mensagem por Michelly LeRoux Nikolaiev em Qua Dez 02, 2015 4:29 pm

 
Me assustei quando vi alguém chegar perto e quando me virei um choque de realidade ou memória, como queira chamar, me atentou ao chek-up que ele estava me devendo. Havia pedido a minha secretaria que enviasse a coruja com o aviso a ele e la estava o rapaz – Oh sim claro, desculpa eu não lembrava que você viria, me acompanhe. – disse abaixando o braço com aos prontuários e segui ate uma maca vazia – Me espera aqui. – e fui ate uma enfermeira que passava a frente da maca dele – Por favor, pega a ficha medica de Carl Hersmond por favor, na seção de acidentes com criaturas mágicas e uma poção energética para mim, por gentileza. – sorri para a jovem que saiu a busca do que pedi, eu retornei ate o homem do qual eu lembrava o nome perfeitamente, o que não é do meu feitio – Como vai o senhor? Mantendo-se a salvo como solicitei? – murmurei sorrindo torto para ele. Aproximei-me mais da maca e soltei a prancheta que começou a flutuar, algo que eu pedi para fazerem, era chato quando tínhamos de usar as duas mãos e olha-las ao mesmo tempo, desta forma cada uma age conforme o pensamento de seu dono e a minha flutuou ali enquanto eu de costas a ela ajeitava o lençol da maca – Por favor, permaneça sentado e retire sua camisa, pode deixa-la aqui. – mostrei o espaço a seu lado. Por ordem mental minha a prancheta se aproximou de meu rosto e começou a se folhear a procura da lista de pastas e poções no estoque daquela enfermaria – Hmm. – murmurei sem querer enquanto lia, uma braço ao redor do corpo e o cotovelo do outro apoiado no dorso da outra mão. Logo com a mão próxima ao rosto roí a unha quando a enfermeira me chamou – Ah sim, obrigada querida. – recebi as coisas dando um passo a frente e regressando ate o paciente. Soltei a folha no ar e ela se juntou a prancheta sendo a que fica ao topo. Comecei a ler os pontos afetados nele enquanto abria o frasco da poção e bebericada, se não bebesse desmaiaria de sono. Virei tudo de uma vez e engoli – Como se sente, alguma dor desde o tratamento? – questionei ainda olhando para a prancheta que flutuou dentro do meu campo de visão enquanto deslocava minha postura para alcançar a mesinha de ferro e la depositar o frasco vazio.

 

 


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Re: Enfermaria Daí Lyewellyn

Mensagem por Samuel Heloi Rousseal em Sex Dez 11, 2015 6:15 pm

Apesar de estar no trabalho, minha cabeça pensava em outras coisas. A recente notícia de que minha esposa estava grávida de gêmeos me deixava em alerta o tempo todo. Desde então, eu passei a ser ainda mais preocupado do que já era, pois agora não se tratava apenas de Jennifer, mas também dos meus filhos. A gravidez já atingia cinco meses, e já dava pra notar uma barriguinha em Jenn. De certa forma ainda era irreal o fato de que dentro de quatro meses, eu seria oficialmente pai. Sabendo da fragilidade de Jenn, desde que ela completou três meses, informei à Michelly, a diretora do St. Mungus, que eu precisaria ficar mais tempo em casa, pra ficar de olho na minha esposa. Eu bem sabia que não era uma boa ideia deixá-la sozinha, ainda mais agora que ela estava esperando dois bebês, que por acaso, eram um casal. Estávamos pensando nos nomes ainda, mas não tínhamos nada concreto. Bem, só sei que nos últimos meses, eu venho me esforçando muito pra dar uma boa vida aos nossos bebês. Esperava que eles tivessem uma vida um pouco melhor do que a que eu tive, já que meus pais morreram e eu fui separado por mais de dez anos do meu irmão gêmeo. Falando nele, Mylo estava trabalhando no Mungus comigo, e além disso, ele também tinha arrumado uma namorada, e pelo modo bobo como ele ficava quando falava dela, podia jurar que estava mesmo gostando dela. - Quem sabe ela ponha algum juízo naquela cabeça oca! - Murmurei comigo mesmo, brincalhão. Mylo não tinha se acostumado facilmente com a ideia de ser tio, mas agora, ele já estava tão ansioso quanto eu, algo que era bom e estranho ao mesmo tempo.

Beberiquei a lata de RedBull que eu contrabandeei pra cá, na verdade, estava na minha hora de comer, então nem era contrabando. Era aquele energético trouxa que me mantinha acordado, porque às vezes eu não conseguia dormir. Ficava em casa, mas sempre preocupado com o bem-estar de Jenn, por isso eu oferecia comida várias vezes ao dia e zelava pra que ela tivesse uma boa noite de sono, entre outras coisas. É, ser casada com um medibruxo dá nisso. Logo tive que abandonar meu mundinho, porque a porta da enfermaria se abriu estrondosamente, revelando uma mulher jovem. A mesma segurava em seu braço, e por si só, deitou-se numa das macas ali do local. Olhei a cena surpreso, mas depois segui até onde ela estava, e fechei novamente o jaleco. - Boa tarde, senhora. Ou devo dizer senhorita? - Brinquei, mas logo peguei a varinha de dentro do bolso e olhei sério para a paciente. - Vamos, me explique o que você tem. - Pedi de um jeito sereno, e retirei a mão dela de seu braço, vendo uma lesão sangrando bem ali. - Estanque Sangria! - Murmurei sem nem pensar duas vezes, estancando o sangue. - Limpeza! - Proferi em seguida, deixando o ferimento limpo. Assim, voltei a prestar atenção no que ela dizia, e quando a mesma terminou, suspirei pesado. Nem foi necessário que eu perguntasse mais coisas, a explicação dela havia sido bem completa. Ergui seu braço e o deixei suspenso, já que se tratando de uma picada de viúva negra, aquilo era necessário. Examinei melhor a bolha que se formara no local da picada, notando que ela teve sorte. Eu já tinha visto piores, na moral. Depois disso, verifiquei a temperatura corporal dela, notando que a mesma estava elevada, o que era comum acontecer.

Cauteloso, tateei o local, após colocar luvas para tal, e notei que a bolha estava rígida. Assim, fui até o armário de poções, e retirei um frasco da poção para picada de aranha, que iria tratar de tirar o veneno. Despejei metade do conteúdo do frasco num copinho descartável, e o restante, ela tomaria dali a alguns minutos. Voltei até onde ela estava, e passei a poção no local da picada, de uma maneira que evitasse ainda mais dor. Quando terminei, percebi que a paciente estava muito tensa, mas não estranhei esse comportamento. Sabia das possíveis consequências para a picada de viúvas negras. Tão logo, retorno para o armário de poções, e pego um remédio trouxa famoso, chamado de tylenol. Dei quarenta gotas dele para a paciente, e então uma outra enfermeira adentrou à enfermaria. - Pode ficar de olho nela pra mim? Picada de viúva negra. - Situei a enfermeira da situação antes de me retirar dali, para tomar um copo d'água. Quando retornei, apenas alguns minutos depois, a paciente já estava com uma cara bem melhor, e a enfermeira ainda estava por ali. - Obrigado! - Agradeci a mesma, que se retirou, dizendo que ia chamar um estagiário para ficar observando a senhorita. Me aproximei da maca onde a mulher estava, e sorri à mesma. - Você deve ficar aqui pelas próximas 24 horas, enquanto a poção e o remédio fazem efeito. Eu estou de saída já, mas amanhã estarei de volta para ver como você está. - Falei de um jeito mais tranquilo, visto que os momentos mais tensos tinham ficado pra trás. - A propósito, Samuel Rousseal. - Me apresentei finalmente. Ela disse seu nome, Candice Burton, e me agradeceu pela parte do tratamento que fiz. Sorri, como se dissesse um famoso não há de quê, e  vi o estagiário adentrar a enfermaria. Eu ia falar com ele, situá-lo do quadro da Srta. Burton e tudo o mais, mas ele mesmo disse que já estava ciente. Assim, retiro-me dali.


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Re: Enfermaria Daí Lyewellyn

Mensagem por Carl Butler Hersmond em Seg Dez 14, 2015 5:22 am




//the check-up
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Foi interessante ver o susto de Michelly ao me ouvir e ver, deveria ter me esquecido em meio ao estresse do trabalho e eu sorri. - Não precisa se desculpar, você administra muitas coisas. Normal não se lembrar de uma as vezes. - sorri e fui até a maca que ela ordenou, me sentei nela e esperei sua volta com os olhos atentos a minha volta e ao ambiente incrível que aquele local tinha apesar de todos sentimentos ruins que giravam em volta do ambiente hospitalar ele continuava bem forte e marcante. Vê-la em ação era mais encantador que vê-la ao natural e foi inegável o sorriso que se formou no meu rosto durante esse momento. Ri ao ouvir a última pergunta e assenti. - Vou muito bem, sem dores. E estou tentando ao máximo mas esses dias estávamos lidando com quimeras. Posso lhe jurar que uma delas quis brincar comigo. - me mantive sério e ao ver sua reação acabei rindo. - A parte das quimeras é verdade mas nenhuma me pôs em risco. Pode ficar tranquila que fui bem cuidadoso. - sorri e já aguardei uma nova lição de moral dela, suas palavras sempre tinham um tom sábio e imperativo como os de uma mãe.

Pude sentir o perfume dela de novo quando ela se aproximou e achei interessante o encantamento do local para que ela pudesse ficar com as mãos livres da prancheta. Me levantei para ajudá-la com seu desafio de arrumar a maca e me sentei de novo e desabotoei a blusa que vestia. A sensação me deixava incomodo mas sabia que se tratava de algo profissional e fiz o que foi pedido. Dobrei a blusa as pressas e coloquei no espaço ao meu lado. Estava nervoso com meus poucos trajes e distraído com a pose feita por ela até notar uma aproximação e tentei forjar que não estava me deleitando com a beleza dela. Comecei a mexer na minha camisa e notei o olhar da enfermeira para meu peito nu antes de se retirar. Ela bebeu uma poção e voltou as perguntas. - Só nos primeiros dias e foi mais nas costas, acho que a pancada foi forte. - sussurrei e tentei não me distrair de novo com ela, não era correto e nem educado ficar encarando sua médica quando você é o paciente é antiético.



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Re: Enfermaria Daí Lyewellyn

Mensagem por Michelly LeRoux Nikolaiev em Seg Dez 14, 2015 1:06 pm

 
Depois que li comecei a avaliar as áreas afetadas no corpo, não tinha hematomas nem cortes, tampouco manchas, mas isso não quer dizer que fiquei tranquila quando ele comentou sobre a quimera. Ergui meu olhar de espanto para ele quando ele confessou não ter corrido riscos - Acho bom. - murmurei transparecendo um sorriso de calma e alivio - Não é prudente assustar uma medica que pode usar uma varinha senhor Hersmond. - murmurei tateando suas costelas e espinha - Por favor me diz que você não quebrou nada durante esse meio tempo em que teve alta. - disse fazendo uma expressão de expectativa ansiosa enquanto o encarava. Segurei minha varinha e fui às suas costas quando ele falou da dor - Ilcorporis Coluna Torácica! - exclamo e vejo um raio-x perfeito dos ossos bem estruturados dele. Provavelmente uma dor passageira - E o corte na perna, piorou ou esta tudo bem? - pergunto lhe entregando a blusa quando volto para a frente dele. Vou ate a mesinha e pego um copo, um moedor e um pouco de menta e asas de fada, amassei tudo e garanti que virasse pó para depois misturar no copo com que magicamente enchi de água. Misturei com a colher e entreguei para ele beber - Para te estimular e a menta ajuda nas dores que suas feridas causaram. - coloquei a varinha de volta em meu jaleco e cruzei os braços na atura da cintura o observando.

 

 


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Re: Enfermaria Daí Lyewellyn

Mensagem por Carl Butler Hersmond em Dom Dez 20, 2015 9:59 pm




//the check-up
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Ela ficou analisando cada um dos meus machucados e seus olhos demonstravam que ela estava satisfeita com o resultado até a minha brincadeira sobre quimeras. Eu achei engraçado o olhar espantado dela e ri. Fiz cara de culpado e assenti. - Eu também acho. - sussurrei e sorri por estar muito divertido com o susto dela e ri com o alerta. - Você está me ameaçando, senhorita Müller? - tentei ficar sério e engrossar mais a voz para mostrar uma falsa chateação. Mas o seu toque em minha pele foi um silenciador potente pois tudo em mim pareceu congelar por alguns milésimos de segundo. - Que eu tenha consciência? Nenhum osso quebrado ou arranhão, ferimento, machucado e etc. - fiz uma lista mental e ela voltou a ação. Fiquei analisando suas ações e ela usou um feitiço que eu conhecia para chegar como eu estava, apesar de achar estranho o local citado.

- Ele melhorou. Quer ver? - ergui as sobrancelhas meio sugestivo e peguei a blusa, colocando-a no corpo e fechei os botões um a um. Ela foi até a mesa e quando voltou tinha um copo cheio de água e mexeu o que tinha dentro antes de me dá-lo. Peguei a bebida e bebi de uma vez, fiz careta devido ao gosto e assenti. - Gostinho bom. - a ironia era palpável de tão presente em minha frase. Imitei a postura dela e cruzei os braços diante do peito e olhei diretamente para ela. - Estou bom, senhorita Müller? Cem por cento? - estava preocupado que não estivesse tão bem quanto achava e ela só não estivesse me dizendo por ser gentil. Era difícil manter o contato visual com ela sem me perder em outros pensamentos, ela fazia com que todas minhas perturbações que sempre soterrei viesse a tona.



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Re: Enfermaria Daí Lyewellyn

Mensagem por Michelly LeRoux Nikolaiev em Seg Dez 21, 2015 5:30 pm

 
Eu ri com a alegação dele de ameaça e rolei os olhos focando apenas nos meus afazeres, ou seja, nada de olha-lo diretamente, afinal não quero me distrair e ser anti ética ao ficar admirando meu paciente pleno tratamento – Ótimo saber disso, parece que realmente esta tudo bem. – afirmei sorrindo satisfeita. Voltei a frente dele e me surpreendi com a expressão que ele mostrou ao me sugerir ver a perna por mim tratada. Tentei não rir ou levar com malicia sua frase, mas foi difícil já que era bem isso que ele estava tentando fazer – Não, acredito na sua palavra haha – ri sentindo-me envergonhada ao fita-lo com aqueles olhos marcantes e ele já abotoava a blusa como eu havia pedido, foi difícil não notar os braços fortes dele marcados pela blusa, mas disfarcei como pude. Depois de entregar-lhe o copo e ele beber ainda fez um comentário irônico que me arrancou uma risada. Guardei o copo e voltei a olha-lo quando ele me questionou – Carl... – limpei a garganta e sorri torto respirando depois de cometer o erro de chama-lo dessa forma, intimidades jamais – Senhor Hersmond, o senhor esta ótimo. Sei que sou paranoica com saúde, mas não se importe, são preocupações bobas, o senhor já pode ir embora. – sorri torto sendo gentil ao assinar o papel de liberação definitiva dele. Tirei da prancheta e lhe entreguei enquanto apertava entre os dedos minha pena. Carregava sempre em meu jaleco com um frasco pequeno com tinta. Voltei a cruzar os braços e respirei fundo – Vamos, acompanho o senhor ate a recepção. – disse olhando no meu relógio de pulso que estava escondido na manga do jaleco branco. Horário de saída Mi, já esta livre para ir para sua casa e tomar seu chá matte em paz. Ele estava se levantando, eu por outro lado caminhei ate uma das enfermeiras – Avise à minha secretaria na direção que vá embora, já estou de saída. E Alasca, não se atrase por aqui, pode ir embora também, já esta tarde. – murmurei para a mulher que a pouco havia sido admitida. Carl parecia me aguardar quando passei por ele calma. Retirei meu jaleco e o coloquei com cuidado sobre o braço quando vi a estagiaria adentrando à enfermaria, a ela dei o jaleco, ela sabia o que fazer; guardar com cuidado, afinal ela o fazia sempre. Segurei minha varinha que estava no bolso da calça escura. Não olhei muito para Carl, mas sentia o peso do seus olhos em minhas costas, formigava – O senhor trate de manter a promessa que fez de não se meter em problemas. – relembrei enquanto cruzávamos o corredor do hospital que estava mais vazio que antes, afinal, já era tarde mesmo. Descemos alguns degraus e já estávamos no térreo. Fui ate o balcão da recepção onde apoiei os braços ao falar com a atendente – Ele recebeu alta definitiva, ok? To de saída, qualquer coisa me mande uma carta. – sorri para a jovem e desviei para Carl me afastando aos poucos deles – Adeus senhor Hersmond – senti uma pontada fria nas costas quando disse isso, mas ignorei qualquer sinal de incomodo, sei bem meu lugar e ele é só um paciente, só um paciente. Tentando me convencer disso desaparato do hospital.

 

 


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