Observatório Firenzi

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Mensagem por Helena Braddock Grinfild em Sab Set 14, 2013 8:47 am


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Re: Observatório Firenzi

Mensagem por Louise Wittels. Vanchosen em Qui Maio 15, 2014 6:30 pm

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Mais um dia no Saint, aquele mês estava bem corrido, vários acidentes mágicos. Annelise sabia que não havia acidente nenhum, bruxos maus que sabotavam, emboscavam, ou faziam coisas ilícitas que acaba prejudicando sua saúde. Caminha pelos corredores do hospital rapidamente, trazendo em mãos uma prancheta com vários nomes em um pergaminho. Vira no corredor á direita e continua andando. Estava na hora da poção de alguns pacientes feridos por criaturas mágicas. Adentra o quarto número 06 e sorri calmamente ás duas pessoas que se encontravam ali. A primeira paciente era uma senhora idosa dona Sophie. Era uma boa senhora, cabelos já brancos.
-Como estamos hoje dona Sophie? - Annelise pergunta amavelmente passando a mão suave em sua testa. Dona Sophie aparentava estar muito fatigada e cansada. Ela pisca seus olhinhos azuis e dá um sorriso amarelo.
-Aaah querida, estou muito fraca sabe.. Aquela sopa estava horrível! - diz rouca e dá uma risadinha, logo em seguida tossindo muito. Sophie fora atacada por um inseto muito raro de se encontrar aqui na Inglaterra, um inseto que podia matar em instantes, mas sorte que uma neta dela a trouxe rapidamente para o Saint. Annelise sorri e caminha até um armarinho que ficava no canto da sala. Poção Wiggenweld.. onde estava você. Ah sim, aqui está. Uma poção de coloração verde, era uma poção muito simples e rápida de fazer, onde ia Casca de Wiggen, muco de verme, ditamno, e Moly. Era simples, mas na situação da dona Sophie ia ajudar muito, pois ia aumentar a vigor dela, assim ela teria forças pra ser tratadas com outros tipos de poção mais fortes. Annelise caminha de volta a sua cama e pega um lenço, colocando o pequeno frasco na boca de Sophie.
-Beba isso dona Sophie, vai ajudar nessa sua fraqueza. - a auxilia a tomar a poção. A senhora não toma tudo, mas o que tomou já iria ajudar. - E tem que comer dona Sophie, senão não irá melhorar. - Passa a mão em seu rosto mais uma vez e puxa a prancheta, anotando a hora e que poção dona Sophie tomara. Um grito chama sua atenção, um garoto que estava do outro lado do quarto. Seu corte na perna começa a jorrar sangue, um sangue muito vermelho. Droga Jimmy. Puxa a varinha rapidamente e aponta para seu corte
-Estanque sangria! - o sangue para de sair, mas o corte ainda estava ali, aberto. Como isso foi acontecer. - Asclépio! - o corte dele logo se cicatriza e Annelise puxa um lenço, limpando a perna do rapaz, colocando-a esticada novamente sobre o leito. Jimmy suava muito e a coloração de sua pele estava começando a esverdear. Droga droga Jimmy. Annelise corre até o armarinho de poções á procura de uma poção específica. Repor sengue. Achei, pega ela e já a abre correndo de volta ao rapaz.
-Vamos Jimmy, fique acordado sim.. tome isso, vai ajudar. - Auxilia ele a beber a poção, ele se engasga um pouco, mas consegue beber e deita a cabeça no travesseiro. Annelise passa a mão pela testa e volta a sua atenção pra perna do rapaz. Faz um movimento com a varinha apontando para o chão.
-Limpeza! - o sangue some do lugar e aponta para a perna do rapaz. - Ferula - uma atadura sai da varinha dela e se enrola na perna dele, mantendo a cicatriz bem fechada e limpa. Suspira e anda até sua prancheta anotando tudo o que aconteceu ali na frente do nome do Jimmy para passar á sua superior. Saio dali para a próxima enfermaria.


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Re: Observatório Firenzi

Mensagem por Camilla Lewis Rolstroy em Ter Fev 28, 2017 7:32 pm

Uma das enfermeiras me encontrou a caminho do primeiro andar e me entregou um prontuário, havia um paciente a minha espera e aparentemente seus ferimentos foram causados por um encontro que não deu muito certo com um Hipogrifo. As crianças realmente nunca aprendiam. Li atentamente o prontuário em minhas mãos, eu precisava estar inteirada de todo o caso antes de ir até o paciente. Ele estava no observatório Firenze e estava desacordado, possuía cortes profundos e uma fratura no braço esquerdo, escoriações nos braços e pernas, além de febre. Segui em direção aos elevadores com um pouco de pressa para chegar até o paciente. Abri a porta e me deparei com o quarto austero e bem iluminado, o paciente ocupava a cama do lado oposto do cômodo. Estava deitado na cama, coberto com um lençol até a altura da cintura, suas roupas aparentavam ser comuns, vestia uma camiseta branca e uma calça jeans que eu verifiquei assim que removi o lençol. O prontuário indicava que o paciente estava com febre alta, levei a mão ao seu rosto constatando que ele realmente estava com a temperatura muito elevada, mesmo sem medi-la com um termômetro sabia que precisava estabiliza-lo logo antes que o estado do paciente se agravasse, ou ele poderia até chegar a convulsionar. Apontei a varinha para o garoto — Fervout! — Não seria suficiente para livra-lo completamente da febre mas pelo menos manteria sua temperatura um pouco mais baixa, o que me permitiria prosseguir com os cuidados sem me preocupar com o risco iminente de convulsões e complicações no estado clínico do paciente. Apesar de saber, pelo prontuário, que sua fratura era no braço esquerdo eu precisava confirmar, por isso peguei a minha varinha e apontei para o local. — Ilcorporis braço esquerdo! — Apontei o feitiço para a região do braço esquerdo do garoto, assim que o feitiço foi proferido o local se iluminou com a comum luz verde que indicava problemas. A fratura estava muito visível, poucos centímetros acima do cotovelo podia-se ver a fratura no úmero. Provavelmente fora consequência do ataque do bico da criatura que gerara também os cortes que já não sangravam mais, os socorristas certamente haviam estancado o sangramento. — Ilcorporis antebraço esquerdo! — repeti o movimento verificando se não havia nenhuma outra fratura ou pequena fissura no membro superior esquerdo do paciente.

— Vamos te anestesiar. — Falei apesar de saber que ele não estava me escutando, mesmo desacordado era necessário tomar certas precauções pois os meus próximos movimentos gerariam muita dor. Apontei a varinha novamente para o paciente, anestesiando-o — Headolov! — O raio de luz turquesa atingiu o braço do paciente, anestesiando-o por completo, nesse caso específico não havia necessidade de uma anestesia geral. Antes de qualquer coisa eu precisava colocar o osso na posição correta, não adiantava nada uni-lo se ele não estivesse no seu lugar ou seria necessário refazer todo procedimento e causar uma dor desnecessária ao paciente. Peguei o braço do paciente com as duas mãos, posicionando uma em seu cotovelo e a outra na metade do membro, movendo-os juntos até que o estalo do osso fosse sonoro dentro do quarto. Mantive a mão esquerda em seu cotovelo, deixando o membro exatamente na mesma posição em que eu o havia colocado instantes antes. Agora que o osso estava na sua posição correta eu podia trata-lo. Apontei a varinha para o braço do paciente — Brackium Remendo! — O feitiço unia o osso quebrado, assim que terminei aquela etapa movi novamente a varinha apontando-a para o local enquanto colocava toda a minha concentração no processo, respirando devagar enquanto lançava o feitiço. — Reparo Ossius! — Reparar ossos exigia muita técnica e concentração, não era uma tarefa muito fácil. Sem soltar o cotovelo do paciente, onde a minha mão esquerda ainda estava posicionada, apontei mais uma vez a varinha com mais um movimento suave. — Ilcorporis braço esquerdo! — Usei o feitiço para me certificar que o reparo feito no osso estava correto e se não havia nenhuma imperfeição ou falha a ser corrigida. — Musculum Remendo! — Apontei novamente a varinha para o braço do paciente, dessa vez para reparar a musculatura do local. Por fim apontei novamente para o local tirando um último raio x — Ilcorporis braço esquerdo! — Verifiquei se todo o procedimento havia sido um sucesso e não havia mais nenhum sinal de dano. O ferimento em seu braço era agora a minha preocupação, por conta dos movimentos feitos voltara a sangrar por isso apontei a varinha para o local — Estanque Sangria! — Com o sangramento controlado eu caminhei até o armário e busquei o frasco onde se lia Poção Limpa Feridas, não era a minha favorita já que o cheiro forte me deixava um pouco incomodada, mas em questão de eficácia ela era realmente ótima. Apanhei um pacotinho de gaze e segui até o paciente, usaria a gaze limpa para aplicar a poção, por sorte não precisaríamos de muito. Abri o frasco e coloquei a gaze sobre a abertura, virando-o e deixando que uma boa quantidade de poção começasse a querer encharca-lo, quando julguei suficiente deixei o frasco sobre a mesinha que ficava ao lado da cama e passei a gaze sobre o ferimento, além de limpar completamente o local e evitar uma infecção a poção também acelerava o processo de cicatrização. Assim que terminei desprezei a gaze, peguei a varinha e apontei para o local. — Asclépio! — O corte cicatrizou-se imediatamente. Fechei o frasco e levei a poção de volta ao armário, lançando as gazes usadas no lixo.

Apanhei uma caixinha para prepara um chá simples para o paciente, como eu não sabia qual era a causa da febre alta precisava ser cuidadosa. Peguei o caldeirão e coloquei sobre o fogaréu já aceso, acrescentando 500 ml de água para ferver, enquanto isso separei as flores abertas e secas da Macela. Cerca de três colheres de sopa da planta. Assim que a água ferveu eu tirei o caldeirão do fogo e acrescentei a Macela, deixando- o logo em seguida, a infusão ficaria descansando por cerca de vinte minutos e então eu poderia dar o chá para o jovem beber, a Macela aumenta a circulação na superfície da pele, fazendo com que o paciente transpire mais, o que ajuda a baixar a febre sem comprometer o sistema imunológico do paciente, uma vez que ainda precisava descobrir o que ele tentava combater. Assim que infusão ficou pronta eu coei algumas vezes e então separei o líquido em um frasco térmico que manteria o chá com uma temperatura agradável por um bom tempo. Caminhei até o paciente, apontando novamente a varinha na intenção de acorda-lo. — Enervate! — o jovem acordou, sua primeira reação foi de um susto mesclado ao desespero, tentando por instinto levantar-se. Coloquei a mão livre em seu peito e comecei a falar, tentando acalma-lo. — Calma, calma, está tudo bem. Você caiu da escada e foi trazido para o Hospital Saint Mungus, eu estou cuidando de você e tudo vai ficar bem. — ele parou de tentar se debater, talvez por ter conseguido se acalmar diante das minhas palavras. — Qual seu nome? — Perguntei de maneira breve e ele me respondeu que era Joshua. — Olá Joshua, sou Camilla. Você sofreu um acidente com um Hipogrifo, ele causou um corte em seu braço além de uma fratura. Você estava com uma febre muito alta, provavelmente pelas batérias do bico da criatura. Tratei seu braço, seus ferimentos e diminuí a sua febre enquanto estava desacordado. — Falei apontando para o braço do jovem, ele acompanhou com o olhar sem dizer nada. — Vou te dar um chá para beber, ele vai ajudar com a sua febre, está bem? — Ele concordou, por isso me levantei e servi uma xícara do chá de Macela. O garoto bebeu sem reclamar, o que era ótimo já que ele ainda ia precisar toma-lo várias vezes.  — Não se anime, vai beber de duas em duas horas até que possamos detectar se ainda há alguma bactéria agindo. — Falei assim que ele me entregou a xícara, recebi uma careta em resposta. Em breve mandaria uma enfermeira para verificar o seu estado, por enquanto deixaria que ele descansasse.   
Camilla Lewis Rolstroy
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Re: Observatório Firenzi

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