Enfermaria Montys Willesh

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Enfermaria Montys Willesh

Mensagem por Helena Braddock Grinfild em Sab 14 Set 2013 - 10:50


Enfermaria Montys Willesh


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Re: Enfermaria Montys Willesh

Mensagem por Oliver Moore em Qua 16 Jul 2014 - 14:10

St. Mungu's
Life and Death

Uma fatalidade. Talvez essa pudesse ser a melhor definição de tudo que me sucedera numa tarde de emoções tão contrastantes. De um lado, a inigualável sensação de liberdade por mim experimentada. Liberdade. Uma palavra bela, de valor intangível. Só quem realmente a experimentou, além daqueles que estão cerceados dela é que conseguem ao menos tentar estimar o seu valor. No meu caso, eu fui além. Conhecendo a outra face dessa moeda, denominada libertinagem. Minha inexperiência e inconsequências desmedidas me levaram ao estado atroz de saúde que me encontrava. E eu, somente eu poderia ser responsável por isso.

[...]

Eu havia sido salvo, ao menos em parte pelo meu pai e, principalmente, graças ao elfo doméstico, Slave, com o qual fui tão rude. Meu peito estava sobrecarregado de um peso tão grande, a maior de todas, pelo que me lembre, nesses onze anos convivendo com a asma. As trocas gasosas já não conseguiam perfazer o seu destino correto pelas vias aéreas. E o meu corpo, por incrível que pareça, não sentia dor. O que era uma coisa boa, visto que fora impiedosamente atingido por uma maldição imperdoável. Eu não sentia dor, como também não sentia mais nada.

A tentativa mais do que louvável, por parte de meu pai - a de aspirar o remédio ('bombinha') sobre minha mucosa bucal - apenas agravou ainda mais o quadro, pois ao invés de dilatar os brônquios para que oxigênio voltasse a fazer as vezes, o revés se fez mais uma vez presente. A crise já estava muito agravada para que a 'bombinha' surtisse qualquer efeito além do aumento vertiginoso de minha frequência cardíaca. Parecia que que tinha uma britadeira no lugar de meu frágil coração, que não suportaria mais por tanto tempo o efeito rebote da medicação trouxa.

- Oh não! Ele está cianótico. Rápido! Levem-no imediatamente à enfermaria! - gritou a primeira socorrista, que mal tivera tempo de afastar meu pai e o elfo dos primeiros socorros, guiando a maca pelos corredores alvos e amplos do hospital. Ela examinava minhas pálpebras totalmente sem vida, enquanto tentava achar a pulsação que já não mais existia. - Inflatis! - conjurou o feitiço ainda com a maca em movimento em direção da boca que agora encontrava-se escancarada - Inflatis! - ela chegava a suar frio diante do quadro - Reanimus! - travando uma batalha épica contra os açoites da morte.

Ao ser conduzido ao leito adequado uma nova sessão reanimação cardio-pulmonar fora iniciada, agora por mais três profissionais da saúde e finalmente, conseguiram afastar o papai e Slave de meu corpo que não esboçava nenhuma reação ao tratamento - Reanimus! - a cada vez que o feitiço era ordenado, meu corpo parecia saltar da maca. As cortinas foram cerradas e os profissionais empregados pareciam estar muito empenhados na tarefa de me salvar - Inflatis! - mas era como se o sopro da vida nunca mais fosse invadir-me, não importa o quanto eles se esforçassem.
 
Uma enfermeira de expressão penalizada chegou para dar-lhes a notícia - Eu sinto muito... tentamos de tudo...


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Re: Enfermaria Montys Willesh

Mensagem por Convidado em Qui 17 Jul 2014 - 14:09






Saving Son


Não esqueça-te de ouvir esta melodia... Poderás ser a última ação que executará em vossa humilde existência...









Desespero. Era a única reação que percorria em meu corpo, dos pés á cabeça, sem exceção alguma. Slave naquela situação era o que parecia mais demonstrar competência, no momento em que aparatamos no Hospital St. Mungus recebemos olhares impressionados. Talvez o local também se incluísse nos quais possuíam proteção contra Aparatação e Desaparatação Bruxa, apesar disso, os privilégios de se ter um Elfo Doméstico eram excelentemente úteis, ainda mais no momento em que seu filho não possui oxigênio suficiente para respirar e está entre a vida e a morte numa maca de Hospital, sem reação, sem movimentos, apenas um corpo juvenil estático.

[...]

Por mais que demonstrasse insistência e resistência sobre as ordens do socorristas tudo o que restou-me foi esperar sem poder executar absolutamente nada para o auxílio e restauração da saúde de meu filho. Era difícil identificar quem expunha mais lágrimas externamente, se era eu ou o Elfo Doméstico que naquele instante se tornara uma excelente Chave de Portal, Slave. O Elfo não chorava somente por seu Monsieur Thomas, mas também pelo medo, temor e inclusive pavor das punições que estaria propenso á receber, porém, apesar de toda a situação, não era aquele pobre Elfo vestido com trapos esfarrapados que merecia punições, mas sim eu, um pai que jazia ausente por conta do ato de trabalhar em algo que teoricamente já é de pleno domínio de outro familiar.

Uma das coisas que mais causaram-me ódio em minha vida foi esperar. A aparência o Hospital não era agradável assim como aqueles que por ali circulavam, por onde se encarava, podia-se ver mais e mais moribundos á espera de atendimento. A demanda era grande, assim pelo menos aliviei-me pelo fato de que meu filho já se encontrava sobre o amparo de mãos profissionais, que possuem mente sã o suficiente para tomar decisões coerentes em casos gravíssimos. Pelo menos isso era o que minha consciência dizia-me, e minha única esperança a qual apegava-me enquanto os minutos no relógio de parede num canto superior do local prosseguiam lentamente, segundo a segundo.

A cada pessoa que saía da Enfermaria por onde haviam levado meu pequeno Thomas, levantava-me subitamente, questionando o transeunte sendo qualquer um que fosse, os resultados não foram satisfatórios, três Medibruxos disseram que Thomas ainda estava sendo atendido, dois Estagiários não possuíam ao menos o conhecimento do que ocorria, enquanto outra transeunte apenas era uma paciente que havia recebido alta, e que pelas vestimentas, acabou sendo confundida com uma Profissional da Saúde por minha pessoa. A cada minuto podia perceber o transpirar contínuo de minhas mãos, sentado, observava Slave andar lentamente de um lado para o outro, em outra situação executaria o mesmo, na realidade, tal mania do Elfo foi exposta por mim, em diversas situações em que tivera de refletir, e muito, em como agir. Porém, o que eu mais desejava, além de ver meu filho em um estado aceitável, era a paz e o silêncio, algo que o som dos pés descalços do Elfo sobre o chão não permitiam - Sente-se e sossegue seu Imundo! - Vociferei num tom acima do normal, algo que fez alguns olhares dos Moribundos retornarem a mim, porém, sem manifestações, o Elfo sentou-se e tais Moribundos prosseguiam silenciosamente, assim como eu, em sua agonizante espera.

27 Minutos e 13 Segundos. A única solução para passar o tempo foi contabilizá-lo. Logo que o ponteiro dos segundos atingiu o número três, visualizei á minha frente uma Enfermeira de baixa estatura, com uma expressão penalizada, somente seu olhar revelava-me que suas futuras palavras não referiam-se á boas notícias - Eu sinto muito... tentamos de tudo... - Minha primeira reação foi algo inexistente, no máximo, pude observar ao chão onde tantos passam, cabisbaixo, após breves segundos, levantei-me subitamente, despejando palavras num tom desesperador, porém apenas audível a nós dois e ao intrometido Elfo - Mas Thomas está bem? Sempre há uma maneira de se curar... Estamos em um Hospital Mágico. - Minhas justificativas realmente não demonstravam coerência o suficiente, mesmo acreditando na magia que sempre esteve presente entre nós, há tristes coisas que infelizmente não podemos evitar.


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Re: Enfermaria Montys Willesh

Mensagem por Oliver Moore em Qui 17 Jul 2014 - 16:23

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Dizem que quando se está a morrer você vê uma luz branca, pálida e acolhedora. Como se estivesse diante de um túnel, próximo ao fim. Outros, afirmam que você vê o "filme da vida". Daqueles fatos mais marcantes e impactantes que fizeram com que seu coração batesse em ritmo mais acelerado, dando-lhe a real sensação de se estar vivo. Eu não sei em qual das teses eu acreditaria, caso conseguisse descrever bem a estranha sensação de que me acometia. Talvez em ambas ou nenhuma delas. Não era como se estivesse dormindo, isso eu posso garantir. Porque nós acordamos quando temos vontade e eu não conseguia despertar desse pesadelo. E no meio de tudo, era apenas a figura de meu pai sentado à mesa com a edição do jornal em que trabalhava, não para saber das notícias, pois ele já sabia. Apenas para conferir o seu trabalho, se ficara tal qual como desejado. Era essa imagem ao qual desejava me acorrentar, porque sem ele não existiria mais eu.

[...]

Muitos aparelhos encantados para esse fim, ajudavam na tarefa de oxigenação. Os fios saíam de tantos lugares a se perder de vista. Era muito difícil respirar, como nunca dantes. A coloração azul-arroxeada que antes podia ser vista em meus lábios e ao redor das extremidades dos dedos de minhas mãos e pés, fora substituída pelo tom pálido, quase que incolor de sempre. Meu coração voltava a bombear sangue, mas era graças e talvez somente, pelo auxílio prestado pelas máquinas.

- O coração dele está muito fraco, senhor. Paradas cardíacas nessa idade, normalmente, são fulminantes. Mas conseguimos estabilizá-lo, embora os aparelhos estejam executando 90% da tarefa cardíaca - a enfermeira informava a minha frágil condição - não podemos afirmar como ele poderá responder ao tratamento dentre as próximas horas. O certo é que ele não resistirá a uma nova arritmia... - que não era nada animadora. - Olhe, normalmente seguimos o protocolo do afastamento dos familiares dos pacientes que estão em condições gravíssimas... mas o senhor pode entrar para vê-lo - em verdade, ela queria dizer é que eu já não tinha grandes expectativas de vida. Aquele seria nosso adeus.


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Re: Enfermaria Montys Willesh

Mensagem por Convidado em Sex 18 Jul 2014 - 10:44






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Insatisfeito. Esta era a única definição cabível diante de minha atitude expressiva facial, corporal e principalmente psicológica. Aparentemente acostumada com este tipo de reação, a enfermeira de baixa estatura á minha frente conduzia-me ao Quarto Andar do Hospital, enquanto descrevia detalhadamente o caso de Thomas. As notícias não eram nada agradáveis, mas pelo menos, certo alívio envolveu-me ao saber que ainda havia um filete de vida a percorrer pelo corpo do meu pequeno Thommy. As lágrimas já não mais percorriam por meu rosto, por estarem sendo esforçadamente contidas por mim, cruzei os braços junto á meu peito, numa tentativa de transparecer certa superioridade e consequentemente maturidade para aceitar tais fatos. Uma tarefa árdua. Era o meu filho quem estava nessa triste situação.

[...]

Enfermaria Montys Willesh. Li mentalmente o letreiro enquanto a compreensiva enfermeira proporcionava-me autorização suficiente para adentrar e visualizar de perto o leito de Thomas. Reflexões diversas acometeram-me enquanto observava o relógio de ponteiros em meu pulso e percebia que havia excedido em exatos 15 Minutos o suposto retorno á Sede do Profeta Diário. Isso não importava naquele momento, e as próximas notícias de minha autoria realmente renderiam muito mais vendas e a ascensão do popular Meio de Comunicação. Slave já não se encontrava em meu encalço, talvez deva estar a furtar algo no Shopping do Hospital um andar acima. Ainda em frente a porta amadeirada, pude ver a enfermeira afastar-se rapidamente com sua prancheta, á procura de cumprir seus respectivos afazeres, dessa forma, após tentar criar coragem para entrar, suspiro profundamente e giro lentamente a maçaneta da porta, abrindo-a e respectivamente adentrando no local onde Thomas se encontrava.

Meu amado garoto estava deitado, sua aparência pálida se encontrava ainda mais latente, haviam diversos aparelhos encantados envolvendo-o, com fios a perder-se de vista. O silêncio era total, algo que era apenas quebrado pelo som de meus calçados sobre o chão. Havia uma cadeira próxima á cama, na qual lentamente acomodei-me e pude aproximar-me mais confortavelmente de Thomas. Não pude conter a emoção de transbordava em meus olhos, algo que deixava minha voz um tanto quanto embargada enquanto acariciava levemente seu rosto com a mão direita, e segurava uma das mãos de Thomas com a esquerda - Realmente não sei o que dizer-te Thommy... Apenas peço o seu perdão por preocupar-me com tantas coisas externas e deixar-te por diversas vezes de lado... Desculpe-me por não dar-te a devida atenção que necessita em diversos momentos... Eu apenas queria que você abrisse os olhos e me perdoasse... - As lágrimas não permitiam-me falar mais, e mesmo que eu pudesse, havia sido interrompido, por Slave.

- Slave sente muito... Monsieur... Thomas... - O Elfo também estava em prantos enquanto depositava sobre o leito de Thomas uma horda de doces que provavelmente furtara do Shopping do Hospital, já deduzindo á resposta, evitei questioná-lo á respeito da procedência de tais coisas naquele instante. Realmente não tinha forças para isso. Minha esperança apenas movia-se ao fato de meu pequeno Thommy sobreviver á toda essa situação, já que é tão jovem, e tem tanto ainda para viver.


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Re: Enfermaria Montys Willesh

Mensagem por Oliver Moore em Sab 19 Jul 2014 - 15:08

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Era a esse tímido filete de esperança que eu me apagaria, por mais que meus sentidos não fizessem sentido algum para mim. Eu me sentia em plena queda livre, e nada poderia me fazer suspender à superfície. Eu sabia que precisaria ser firme, tal qual os caules espinhosos de um salgueiro lutador que resistem a quaisquer intempéries. Recusava-me a acreditar que esse seria o fim. O meu fim. Eu só precisava de um estímulo, eu sei que seria capaz de resistir. E foi aí que o melhor deles se fez presente e eu o correspondi em pé de igualdade.


[...]
 
A maçã de meu rosto pálido estava recebendo um doce afago e eu conhecia aquelas mãos tão vitais a minha recuperação.
Abri meus olhos que vacilavam diante de uma luminosidade quase que cegante. Uma das minhas mãos era suavemente envolta da de meu pai e, bastava aquele gesto para que eu soubesse que estava sã e salvo. Meu herói. Num esforço quase que sobre-humano, ergui a canhota que estava livre em direção das pálpebras inchadas dele. Por que ele chorava? Enxuguei-lhe algumas lágrimas e estampei um sorriso fraco pelas feições. Era tudo que podia me limitar a fazer na situação que me encontrava, eu só tinha que passar a ele que o que quer que pudesse ter me ocorrido, eu não poderia vê-lo naquele estado, ainda que fosse por minha causa.

- ... pa... pai?... o... que... acon...te... ceu? Por... que... cho...ras?... - ciciei, mas em vão. As palavras mal tinham força para se fazerem audíveis, não passando de um gemido vacilante. Movimentei a que secara o rosto de meu pai em direção de minha boca, coberta por uma máscara de oxigênio. Tentei arrancá-la, mas logo fui impedido. Movimentei os olhos para enxergar o restante de meu corpo e não consegui esconder um meio sorriso ao ver Slave, o elfo, saltitante ao pé da cama, junto de inúmeras guloseimas que me faziam muito gosto. Minha cabeça parecia leve, como se estivesse cheia de gás hélio e não tinha dificuldades para respirar, embora o peito estivesse muito dolorido. Seja lá o que tivesse me sucedido, eu sabia que a asma estaria envolvida, afinal, eu sabia quando tinha uma crise muito forte. 

Logo, uma luz ainda mais forte do que a branca que tomava conta do ambiente, foi substituída por um azul, bem vibrante e não parava de piscar. Considerei estar numa festa, pela forma com que uma mulher de vestes brancas invadiu o recinto com muito furor. - Ele acordou? Impossível! - exclamava impressionada. Eu estava no hospital, a julgar pelo símbolo da saúde que ela ostentava nas mangas da roupa. A não ser que fosse uma festa à fantasia, pela quantidade de luzes azuis que invadiam o ambiente. - O coração dele já consegue operar sem o auxílio das máquinas! - falava meio atônita, enquanto segurava em meu pulso e com uma lanterninha examinava minhas pupilas.  

Meu pai continuava a chorar, mas dessa vez o sorriso se misturava às lágrimas. Só podia ser de alegria, suponho eu. E Slave saltitava pelos quatro cantos emitindo no ar, com as mãos, algo que me lembrava fogos de artifício. - Vamos levá-lo ao setor de dano por magia para a realização de exames, segundo consta na ficha maldição...
- já não aguentava manter meus olhos por muito tempo abertos e minha cabeça que parecia ascender, caso não estivesse grudada em meu corpo não ajudava muito. Antes de adormecer, consegui sentir meu corpo ser movimentado e foi só.


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Re: Enfermaria Montys Willesh

Mensagem por Convidado em Ter 22 Jul 2014 - 9:21






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Milagre. A definição crítica deste fenômeno refere-se ao fato extraordinário de algo que não se possui explicação lógica, que rompe qualquer barreira imposta pelos homens. Realmente nunca pude provar do gosto que um Milagre proporciona na vida de um pequeno indivíduo, a tradução latina do verbo originário Miraculum expressava em apenas uma palavra tudo o que percorria em meu ser. Estava maravilhado com a vida que se restabelecia diante de meus olhos, algo incrível que nos deixa sem argumentação para explicação alguma. Meu filho despertara do pesadelo que me assombrava, ele estava vivo.

[...]

Apesar de possuir o Dom Mágico herdado da família Von Mühlen em minhas veias, sou um dos poucos familiares dos quais realmente crê em algo superior e Divino que nos envolve e interliga como um todo. Tais situações como esta na qual vivenciava naquele instante provavam que nada era por acaso e que nossa vida é algo tão frágil como Cristais inconcertáveis. Minhas mãos tremiam enquanto Thomas movia-se diante de meus olhos, secando algumas de minhas lágrimas, seu ato entorpeceu-me de tal maneira que toda a raiva que eu pudera sentir em minha existência havia - pelo menos por um instante - esvaído-se de meu corpo. Sua voz era algo que vacilava por debaixo da Máscara de Oxigênio, a qual impedi de retirar dizendo-lhe num tom grave, porém sereno, enquanto afagava seus lisos cabelos sobre o rosto pálido - Acalma-te meu pequeno Thommy... Logo tudo se esclarecerás... Necessitas de descanso meu filho. - Contive algumas lágrimas enquanto argumentava brevemente diante de Thomas naquele leito hospitalar. Slave transbordava alegria em suas feições de elfo, porém, haviam mais seres além de mim e o elfo para impressionar-se com o estado de Thomas.

Uma curandeira logo adentrou ao Leito, impressionando-se imensamente diante do que seus olhos visualizavam, uma rápida análise cardíaca e visual foi realizada, assim, em silêncio, afasto-me brevemente do Leito para proporcionar o livre atendimento da Funcionária de Saúde. Já não conseguia conter mais as lágrimas, e um sorriso involuntário brotou de meus lábios, dessa forma, a única coisa e despertou-me de meu breve devaneio foi a fala da Enfermeira na qual justificava-me uma breve condução ao Setor de Dano por Magia para exames mais complexos - Tudo bem cara Enfermeira... - Assenti brevemente diante da mesma num gesto positivo com a cabeça, aproveitando-me de um último momento para beijar a mão franzina de Thomas e deixá-lo ser conduzido.

- Monsieur Victor... Slave pode ir com Monsieur Thomas? - O Elfo cutucou minha perna, questionando-me logo em seguida, Graças á Merlin, sua presença não causara grandes problemas em nossa presença dentro do Hospital St. Mungus. Apesar disso, após recompor-me das lágrimas, com os olhos brevemente marejados, digo-lhe num tom mais firme e típico, digno de uma rigidez aparente - Não Slave. De forma alguma. Vós não deverias nem permanecer dentro deste Hospital, quanto mais em um local direcionado á realização de exames. - O Elfo pareceu acatar á minhas palavras, enquanto prosseguia em meu encalço dentro daquele imenso Hospital.


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Re: Enfermaria Montys Willesh

Mensagem por Aylena Scherbítsky em Sab 25 Abr 2015 - 9:26




O pedaço de madeira em formato de varinha em minha mão tremia enquanto eu corria. Minhas pernas queimavam pelo esforço, e meus cabelos cor de fogo dançavam ao meu redor. Meu coração parecia explodir em chamas, e meus pulmões ardiam em busca de ar. Não me permitia olhar para trás, apenas olhava pra frente em busca de alguma salvação. Entrando em um beco, me jogo sentada atrás de uma caçamba de lixo, ofegante. Nenhum som - além de minha própria respiração - se era capaz de ouvir. O corte em meu braço era profundo, e o sangue escorria sem dó por todo meu braço, encharcando também minha roupa. Eu já me sentia fraca pela perca de sangue.

Aquele comensal que havia me atacado era um caçador de recompensa, e qual recompensa maior não era uma Russa ilegal? Talvez ele tivesse me reconhecido de algum arquivo no Ministério.Por Merlim, não poderia me dar o luxo de ser capturada- possivelmente torturada - e ver meus filhos também presos. Não me importava com nada, nem cortes, nem tortura, desde que não fosse nada contra meus filhos. Mordendo o lábio por causa da dor, fecho os olhos mantendo a respiração o mais controlada possível, aparatando dali.

Eu estava me arriscando demais, e sabia disso. O Saint Mungus poderia estar também sob o comando do Lord e teriam comensais em todas as portas vigiando tudo. Mas, se eu morresse por causa desse ferimento, Char e Collin ficariam sozinhos no mundo. Caminhando conforme minhas pernas respondiam, chego à recepção do Hospital, olhando em volta e sentindo uma enorme pressão na cabeça. - Porr favorr, preciso de um médico. - sussurro e olho nos fundos do olhar preocupado da recepcionista. Após alguns minutos, me encaminham para uma enfermaria, sem nada perguntar, e me sentei em uma maca enquanto segurava o braço ensanguentado e segurava também a vontade de fugir dali. Me sentia um animal preso em um abate.

~Posts entre Laura e Sean. QUALQUER intromissão será ignorada.






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Re: Enfermaria Montys Willesh

Mensagem por Sean Böhmer Rolstroy em Sex 19 Jun 2015 - 10:18


Sabe aquele pressentimento de que algo grandioso está preste a acontecer, algo que pode mudar sua vida, porém você não sabe de que modo ou como agir? Era exatamente esse tipo de coisa que eu estava sentido naquela manhã. Com a bagunça que andava o mundo mágico sentir esse tipo de coisa deixaria qualquer um agitado e comigo não era diferente. Os atendimentos eram o suficiente para ocupar minha cabeça, quando não tinha isso a inquietação tomava conta do meu corpo assim como a preocupação com a minha família. 

Ao receber a notícia de que tinha mais uma pessoa esperando atendimento e que a situação era um pouco grave, corri até a enfermaria antes mesmo de receber todas as informações sobre o paciente. A pequena corrida fez com que eu perdesse o ar, mais um lembrete de que precisava me exercita, porém o ar faltou realmente apenas quando vi quem era a pessoa que precisava de meus cuidados. Ruiva, pele clara, o tipo de mulher que chama atenção a onde estiver, poderia dizer que meu espanto fora por causa disso, mas a verdade é que boa parte do meu foco estava direcionado ao braço dela completamente ensaguentado e com uma aparência nada agradável. A moça aparentava está nervosa e eu já podia até imaginar o motivo. Pigarrei para chamar a atenção dela sem assusta-la - Hum...Vim para dá um olhada nisso. - Apontei para o braço da ruiva aproximando-me devagar para examinar o machucado - Você vai precisar me contar como conseguiu isso, só assim vou ter certeza de que estou tomando o procedimento certo. Ok? - Meu tom de voz era calmo, precisava que ela cofiasse em mim e relaxasse um pouco para que pudesse fazer meu trabalho. 

Com a varinha em uma das mãos apontei para o ferimento dela - Estanque Sangria - Aquilo daria um jeito excesso de sangue, mas ainda tinha o problema do corte que aparentava ter uma boa profundidade - Anestecsi - Pronuncie enquanto segurava o braço dela pelo cotovelo, percorrendo a ponta da varinha por toda a extensão do ferimento. Para ter a certeza de que nada viesse a dá errado depois, ainda derramei uma poção no machucado eliminando qualquer tipo de infecção ou resquício de veneno que estivesse ali. - Asclépio - Com o ultimo feitiço aos poucos vi o ferimento ir se fechando, o que me fez abrir um meio sorriso e levantar para encarar a mulher, só então notando seus incríveis olhos verdes. 


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Re: Enfermaria Montys Willesh

Mensagem por Samuel Heloi Rousseal em Sex 26 Jun 2015 - 17:05

Cuidando de um brigão
Notas: paciente é NPC

Aproveitava enquanto não tinha ninguém precisando de meus serviços, tomava um cafézinho no sofá da recepção. Tudo estava bem calmo, até um paciente dar entrada no hospital. Minha primeira reação foi tentar descobrir o que ele tinha, mas digamos que três pessoas o seguravam na maca. Nisso tudo ele protestava e se mexia muito, dando trabalho aos caras. Deixei o copinho de café em cima de uma mesinha, e me aproximei, enquanto vestia o jaleco novamente. — O que ele tem? — Falei, um pouco assustado pela forma como o paciente, um garoto, reagia. Um dos homens disse que ele estava assustado com tudo aquilo, e que ele tinha se envolvido numa briga em Hogwarts. — Uou. Ahn, eu posso cuidar dele. — Me ofereci rapidamente, logo ajudando a levar a maca até a enfermaria mais próxima. Os homens decidiram ficar por precaução, já que o rapazinho não sossegava um instante.  — Ei! Quer se acalmar? Não vamos fazer mal a você. — Tentei acalmá-lo, e vi que ele parou um pouco de se mexer. Em seguida, ele disse que não gostava de ir ao hospital, mas não falou porque. Apenas dei uma risadinha, mas logo tratei de colocar um par de luvas em minhas mãos. — Indo ao ponto, o que você tem? — Perguntei, sem mais rodeios. Fiz um gesto para que os homens o soltassem, já que ele estava quieto. O menino respondeu que tinha um corte na cabeça, que sangrava, alguns arranhões e que seu corpo estava doído.

Assenti, tentando imaginar como tinha sido aquela briga. O fato é que sobrou pra ele. Tirei a varinha do bolso, e tentei tirar alguns fios de cabelo da frente do corte, que por sorte tinha sido pequeno. Pelo menos isso. — Estanque sangria! — Disse. Com o sangue estancado, só me restava tratar do corte. — Asclépio! — Pronunciei, observando o machucado se cicatrizar. Sorri para o menino, e peguei uma poçãozinha no armário ali no consultório. Ao voltar, coloquei uma quantidade dela num copinho e entreguei ao mocinho. —  Beba todo. Vai fazer com que seu corpo se recupere mais rápido. — Orientei-o. Observei os arranhões, e notei que eram pequenos e que já não sangravam mais. Portanto, resolvi que deixaria com que o tempo os fizesse desaparecer, naturalmente, como deve ser. Ele tomou a poção, e uns minutos depois caiu no sono. Esqueci de mencionar que ela tinha esse efeito também. Chamei os homens, e pedi que levassem o rapazinho para um quarto desocupado, para que lá ele pudesse descansar. Depois eu passaria lá pra ver como ele estava. Assim, saímos todos dali. 
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Re: Enfermaria Montys Willesh

Mensagem por Ellie von Rewards Donati em Seg 28 Mar 2016 - 11:57




Terminava de calçar as luvas estéreis enquanto Thomas amarrava minha máscara. O paciente que eu visitaria àquela hora era um paciente especial. O senhor Eddward Gnomist havia sido infectado com uma doença complicada. Caxumba Gnomiana, ou caxumba gnomês. Ele entrou em contato com o vírus aramyxovirus magéia quando viajou para um país da américa do Sul, e acabou entrando em contato com uma muher com essa doença, tendo relações com ela e contraindo a doença. Ele estava internado no Saint há alguns dias, e chegou em um estado realmente feio. – Pronto, Thomas? – pergunto, com a voz abafada pela máscara. Ele confirma e fico com as mãos elevadas, esperando que ele abrisse a porta do isolamento em que o senhor Eddward estava.

Ele era um homem de aproximadamente  anos, cabelos negros e olhos azuis. Sua pele anteriormente devia ser branca, agora estava um pouco amarelada e levemente cheia de exantemas. Caminhei devagar até ele, abrindo um pouco as cortinas para que a luz do sol pudesse banhar o quarto. – Bom dia, Eddward. – disse educadamente, me aproximando da maca e vendo ele abrir os olhos. – Bom dia, doutora. – a voz dele era fraca e rouca. – Como dormiu á noite? – eu sabia como ele havia passado graças ao que relataram do plantão noturno, mas era bom ouvir dele. – Consegui dormir quase a noite toda. Os analgésicos estão fazendo um efeito bom. – enquanto ele relatava, levei minha mão ao seu pescoço, tateando com os dedos suas glândulas abaixo das orelhas. Hoje estavam bem inchadas ainda, mas mais maleáveis, não tão rígidas.

– Tá conseguindo comer? – Comecei a analisar seus braços e ver se aquelas erupções eram normais. Pelo jeito, sim. – Não muito. – bem, era normal também. – E como estão os testículos do senhor? – cruzo os braços. Não iria expor ele aquele constrangimento de analisá-los,então perguntado bastaria. – Ainda estão bem inchados e doloridos. – Hum, certo. – O senhor sente mais alguma dor? – perguntei puxando a varinha. – Sim, nas pernas e peito. – apontei a varinha para os membros inferiores. – Headolov. – eu repetia o feitiço baixinho, passando pelos lugares que ele havia indicado que a dor era mais constante. – Ilcorporis Pulmão. – apontei para seu peito e pude ver uma pequena mancha verde brilhar em seu pulmão esquerdo. – Bom, vamos continuar com a Infusão de Grummer em todas as refeições e no intervalo dessas, para acelerar o processo de cura. Continuar também com os banhos de Unção de Onofrey para aliviar essas erupções na pele. Vamos tratar também essa pequena infecção que está no seu pulmão. Solução para fortalecer. Amanhã iremos ver se está com menos inchaços e doces, e se consegue se alimentar melhor. – com um meio sorriso, me despeço dele e saio dali.



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Re: Enfermaria Montys Willesh

Mensagem por Convidado em Seg 16 Maio 2016 - 9:24


Conferindo o trabalho

...


Eu achava que as coisas ficariam um pouco menos agitadas quando fui promovida mas me enganei, passava a maior parte do dia fiscalizando o trabalho dos demais médicos e enfermeiros e ajudando em algumas emergências e sugava grande parte do meu dia o que fazia Henrich ficar levemente rabugento, naquela manha não havia sido diferente:
Flashback on:
Colocava meu jaleco por cima do vestido cor neutra e ele me olhava da cama com um bico nos labios - Queria muito ficar com você nessa cama mas Michelly não estara no St Mungus hoje e eu prometi ajuda-la - Dizia enquanto meu a colher mexia sozinha minha "jarra" de café - Mas é domingo Aubrey - Ele falou com uma voz irresistível, deixando sua carinha mais perfeita ainda se é que era possível, deslizei pela cama ficando por cima dele enchendo - o de beijos -  Meu lorde prometo recompensa-lo bem gostoso ta bom? - Mordi seus lábios, sai e coloquei meus saltos aparatando rapidamente.
Flashback off:


Caminhava por aquela ala observando alguns médicos conhecidos até então m deparar com uma amiga de longa dala - Ellie? não acredito que você voltou também.. - Abracei a mulher com força e sorri - Precisamos por o assunto em dia gata, depois vamos almoçar juntas - Ela sorriu e então continue a minha vistoria, observei uma enfermeira passando uma das nossas ervas errada - O que você esta fazendo? Não é essa quer matar o paciente guria? - Meu tom era ríspido e normalmente grosso Aprenda a ler os rótulos antes que te demita - Fui até o armário e peguei outro pote com uma massa mais esverdeada, logo afastei a camisa do paciente deslizando aquela massa pela ferida e ia se fechando - É assim que se faz, se não conhece ervas nem deveria estar aqui - Me afasto deles e então volto para a mesa da diretoria para fazer minhas avaliações do dia.

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Re: Enfermaria Montys Willesh

Mensagem por Kat D'Avenia Montgomery em Dom 5 Mar 2017 - 11:23



Working


 
H
 
 
oje  o Saint estava estranhamente calmo. Não havia salas cheias de pessoas, todo o mundo circulava calmamente e sem pressas.
Ajudei a fazer pequenos curativos,  e depois fui fazer inventário. Apontei tudo o que se encontrava em falta ou em pouca quantidade, teria de entregar a lista á Diretora para que tudo fosse reposto. Andei pelas salas verificando cada armário.  Quando acabei esse trabalho segui para a sala de tratamento onde se encontrava um paciente que teria sido atingido com um  Stunning depois de o acordar, mandei-o para uma sala de observação para recuperar e pedi que lhe fosse dado uma poção calmante.
Dei mais uma volta pela enfermaria ajudando quem podia, não havendo grandes emergências fiz caminho até Sala onde se encontrava a diretora e entreguei minha lista de necessidades para o quarto andar.
-Bom dia! Está aqui tudo o que está em falta  na minha Ala! – depois de uma breve conversa segui caminho até ao consultório do quarto andar onde teria uma paciente para uma consulta de rotina.
Quando cheguei no consultório já a minha paciente se encontrava sentada acompanhada por uma enfermeira. 
Segui todos os procedimentos de consulta e dei alta completa á moça que estava finalmente recuperada.
 
 
 
 
     
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Re: Enfermaria Montys Willesh

Mensagem por Kat D'Avenia Montgomery em Dom 1 Out 2017 - 9:25


 Working life  


Hoje a rotina ia ser diferente, tinha trocado meus turnos. Assim que chegasse ao Saint iria de imediato para a Ala de Danos Causados por Magia e somente depois do turno na Ala iria para a Direção.
Parei no café que fica mesmo na frente das portas principais do Saint e me sentei para pedir meu Latte. Ainda tinha uma meia hora até o inicio do meu turno por isso decidi beber o Latte no café, calmamente observando pelas janelas a vida complicada e nunca calma de se ser um docente do Saint Mungus. Ia bebericando o café enquanto lia as novas novidades no Profeta Diário. Nada assim de novo, mais fofoquices que outra coisa. Inspirei profundamente atirei com o PD para cima da mesa e me levantei, percorrendo o pequeno caminho até ao Hospital a passos largos.

Entrei no Hospital e cumprimentei todos os docentes que me iam aparecendo á frente até chegar na salinha pra trocar de roupa.  Me dirigi ás salas de observação para fazer as alterações necessárias ás receitas e dar alta a quem pudesse sair.
Ao passar para ver os quadros vi uns quantos enfermeiros junto a uma senhora, me dirigi até lá – Passa-se alguma coisa? – perguntei a uma enfermeira. Ela me respondeu que a senhora estava muito estressada e que não parava de dizer que tinha de ir para casa. Me cheguei na frente e falei para a senhora – Bom dia, sou a drta. Kat, neste momento ainda não pode sair daqui, quer que eu fale com alguém da sua família? – ela acenou e olhando muito séria para mim pediu que chamassem a filha. Dei a indicação para chamarem a filha e me afastei um pouco, sussurrei a uma enfermeira – Dê 400 ml de poção Calmante á senhora sim? – passei junto da senhora e sorri. Continuei lendo e mexendo nas receitas. Hoje somente tinha dado uma alta. Me chamaram para uma urgência, corri até ao corredor do lado – Que se passou? – perguntei para a enfermeira que acompanhava o paciente. Ela me respondeu que o rapaz se encontrava num café mesmo ali á frente e que está asfixiando pois estava comendo quando levou com um feitiço que não era para ele e algo ficou preso na sua garganta. Apontei minha varinha no seu pescoço e disse: -Anapneo!! – vi algo grande e redondo ser “cuspido”. Respirando muito depressa e com dificuldades ainda. Mirei minha varinha no seu peito  - Respirate! – e logo começou a respirar mais controlado. – Sou a Kat, tem mais alguma queixa? Talvez dores na garganta? – vi-o agarrado á garganta, me respondeu com um ligeiro abanar de cabeça. Olhei sei pescoço e voltei apontar minha varinha – Headolov! Melhor? – perguntei sorrindo. Me respondeu que sim. Mandei-o para uma sala de observação e pedi a uma das enfermeiras que lhe dessem 500 ml de poção calmante para que ele pudesse recuperar do susto.

Olhei meu relógio e estava quase na hora da reunião de Chefes de Ala do St. Parei na sala para trocar minha roupa outra vez e me dirigi ao último andar. Quando cheguei a sala ainda estava vazia o que me deu tempo para ainda ir na minha sala e assinar alguns documentos que estavam empilhados na minha secretaria. Assim que comecei a ouvir passos e pessoas falando me levantei e tomei meu lugar na mesa de reuniões. Fizemos o balanço do Hospital e foram me entregues todas as listas de material para o mês seguinte. Falámos de alguns casos de contrato no Saint e outros como por exemplo os estagiários. Acabada a reunião voltei para a minha sala para fazer a encomenda dos materiais e para acabar de assinar aquela papelada toda. Quando finalmente acabei já tinha passado a minha hora de saída, me levantei e saí me despedido do pessoal que via até á saída.







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Re: Enfermaria Montys Willesh

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