Luxor Hotel

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Luxor Hotel

Mensagem por Maryska Petrov Grant em Ter Set 17, 2013 1:27 pm


Luxor Hotel



O Luxor Hotel ou Luxor Las Vegas é um hotel e cassino localizado na Las Vegas Strip, em Paradise, com temática focada no Egito Antigo. O nome do hotel é referência à cidade de Luxor (antiga Tebas), no Egito. Sua construção custou cerca de 375 milhões de dólares.

O hotel é um dos mais visitados da cidade e mundialmente famoso por sua estrutura principal em forma de pirâmide. Possui 30 andares e 11 mil m² de área, sendo o segundo maior hotel de Las Vegas e o oitavo maior do mundo. A área do cassino opera com mais de 2 mil máquinas e 87 mesas de jogos.

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Re: Luxor Hotel

Mensagem por Hades Rehvenge Crowley em Qui Nov 14, 2013 8:51 am





Ah Las Vegas, hum ótimo lugar para se divertir "Como eu pude ficar sem vir aqui por tanto tempo?" era algo a me questionar, mas eu não estava ali apenas para diversão, estava de passagem iria voltar para paris para junto de minha esposa Lanna e meu filho Henry. Viagens são boas mas e difícil continuar nela quando a saudade fala mais alto. Las Vegas era apenas um local de passagem apropriado, possuía tudo em que um homem gostaria de ter e viver, mas para mim aquilo não me chamava mais a atenção. Minha intenção ao ir ate Luxos Hotel era totalmente diferente do que a dos muitos homens e magnatas do local, fui apenas para me hospedar, já que não possuía imoveis naquela cidade. Cheguei ate o grande hotel com decoração inusitada que me era familiar já que sempre me hospedava nele em minhas viagens, sendo assim não seria a primeira vez em que estaria naquele local e sim a 5 vez, é a quinta. Nunca fui muito de ficar em uma cidade só e não por muito tempo, e não apenas por conta de minha personalidade mas também por conta do meu trabalho. Sou empresario e possuo empresas em Nova York por este motivo sempre me encontravam nos Estados Unidos. Se você quer lucrar com empreendimentos e tudo mais, vá para NY. Não estou exagerando e o melhor local mesmo, aquela cidade super movimentada atrai lucros estonteantes. Por este motivo estava sempre lá, mas sentia falta de minha família. Embora fosse um bruxo nunca convivi muito com os semelhantes a mim. Após o termino de meus estudos no mundo bruxo vim para os Estados Unidos onde inciei meu negocio e onde conheci minha atual esposa. Lanna e eu somos em parte diferentes; ela ama o mundo bruxo, tanto que leciona em uma escola de lá; já eu não sou muito fã, tenho meus motivos mas não vem ao caso. O importante era me hospedar logo e logo no dia seguinte pegar um avião para Paris. Adentrei o hotel/cassino e logo fiz o check-in e guardei minhas coisas mas não iria dormir tao cedo. Qual a graça de se estar em um cassino e não aproveitar? seria tolice. Desci de meu quarto e fui ate o bar - Um conhaque por favor! - pedi uma de minhas bebidas trouxas prediletas. Fui ate a área de poker e fiquei ali assistindo as pessoas se acabarem em dividas. Era divertido vê-los se desgastar em algo que apenas nos rouba. Muitos podem ate me achar estranho e anormal por não se misturar com estas pessoas e me acabar no jogo, mas não me importo não sou normal sou um bruxo. Assisti aqueles homens perderem seus dinheiros durante 1 hora, logo apos coloquei o meu copo vazio sobre uma mesa qualquer e subi para meu quarto - Descansar é o que me resta! - murmurei comigo mesmo ao adentrar meu quarto.


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Re: Luxor Hotel

Mensagem por Rebekah Cronos McBride em Qua Nov 05, 2014 8:45 am


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I'm shameless.

 
Saio de Hanntra louca por diversão. Estou com uma vontade louca de beber tequila e essa noite irei me satisfazer plenamente. Aparato em casa e me preparo para uma noite daquelas, afinal me chamaram para uma festinha particular na cobertura do Luxor Hotel e quem sou eu para declinar um convite desses?
 
Vou para Vegas vestindo um pequenino short de couro macio, um corset do mesmo material e sandálias de saltos altíssimos.  Sou encaminhada por um funcionário uniformizado diretamente para a cobertura num elevador privativo e a ultima coisa que penso antes da porta do mesmo fechar é:” What Happens in Vegas, stays in Vegas” Ajeito o corset e com uma mão coloco todo o cabelo loiro e sedoso de lado. O elevador para e já consigo ouvir música alta e vozes ecoando a distancia. – Consigo me virar sozinha, querido. Lhe dou uma boa gorjeta e sigo em direção ao som. Vejo portas francesas e as abro com estardalhaço. O lugar está lotado. A música é ótima, tem bebida a vontade e uma multidão dançando em todos os lugares possíveis e impossíveis. Amei.
 
Vejo Frances e me jogo em seus braços. Ele é enorme em comparação a minha diminuta pessoa e me tira do chão sem muito esforço e me beija levemente nos lábios. – Frances!! Grito seu nome quando ele me liberta, em tom de advertência. Ninguém me toca com segundas intenções sem que eu deseje, pois a consequência é a morte. Simples assim. A sorte de Frances é que sei muito bem que ele joga no outro time e que gostamos das mesmas coisas – Obrigado pelo convite meu lindo, agora irei me divertir. Byezinho. Pego uma taça de champagne vou andando ao ritmo de “slave 4u” cumprimentando alguns conhecidos.
 
Ouço o começo de uma de minhas músicas favoritas e subo na mesa de centro e grito: - You ain't here to party!!! Movo os quadris de acordo com a batida da música de pulo para o chão louca pra me acabar de dançar. Deslizo a mão pelo meu próprio corpo e vou descendo lentamente até que me puxam para cima com força e me vejo frente a frente com um homem forte que ostentando um sorriso malicioso se move em sintonia comigo. - Temperature's up... About to erupt!! Fico de costas para ele e continuo a me mover fazendo questão de toca-lo sempre que possível. Meu bumbum se esfrega contra sua rígida masculinidade e apenas danço com abandono. - Gonna get a little unruly... Get it fired up in a hurry... wanna get dirrty... Tenho o pescoço banhado por beijos e mãos em minha cintura migrando cada vez mais para cima. As pontas de seus dedos tocam meus seios e eu continuo a dançar. Lava percorre minhas veias ao invés de sangue, queimando tudo pelo caminho. Musica após música, taça após taça de champagne continuamos a dançar.
 
...
 
- Uh, what? Questiono mais para eu mesma que para o homem que está embaixo de mim. O sol ilumina a porcaria do quarto que decididamente não é o meu e ao tentar afastar a mão do homem que eu nem ao menos tenho certeza do nome – estou na dúvida entre Philip e Andrew – que está sobre minha cintura, sinto minha cabeça explodir de dor. Odeio ressaca, odeio mesmo. Deixo a discrição de lado, e nua, apenas me levanto e antes de meu ‘acompanhante’ decidisse se levantar já estava dentro do banheiro, com a porta trancada, tomando banho. Uma vez pronta, saio e sorrio ao vê-lo ainda esparramado na grade cama do quarto do Hotel. Digo que preciso me apressar para não chegar atrasada no trabalho, mas não vou embora antes de roubar um beijo intenso.
 
Saio do quarto e aparato diretamente para a mansão, tendo portanto saído dali.




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Re: Luxor Hotel

Mensagem por Grimm R. Donati em Sex Jan 30, 2015 5:05 pm

O começo da diversão?






 Aparatei no local e vendo que quem procurava não estava ali, aparatei novamente para outro local.





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Re: Luxor Hotel

Mensagem por Emma Harris Moriarty em Ter Ago 02, 2016 5:57 pm



Nosso!

SHIUU!! NINGUÉM ME VIU AQUI


Aparatamos em um quarto de hotel digno de nós, parecia que ja sabiam que iriamos beber pois tinha pelo menos quatro garras de champagne espalhadas naquele local, fora morango e chocolate derretido -Admita, você ligou para cá e pediu para fazerem isso né? - Caminhava pelo quarto deslizando o dedo no chocolate chupando em seguida olhando para ele.

Retirei meu casaco, e os saltos deitando na cama puxando a mesinha com as taças e o chocolate - - Vai ficar ai em pé só me olhando moço? - Levantei de novo com chocolate no dedo, deslizando na boca do rapaz, minha lingua passou por toda onde esta suja, beijando de forma intensa logo em seguida, puxo ele para cama ficando por cima de mim - - Fica comigo essa noite - Peço em um sussurro desejoso, beijando sua boca novamente.


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Re: Luxor Hotel

Mensagem por Warren Batts Dawson em Ter Ago 02, 2016 6:30 pm



Dançando

Conhecia o hotel mais luxuoso de Las Vegas devido ter me hospedado ali meses antes após ganhar uma aposta no Poker, fiz amigos. Mas agora seria inenarrável e muito melhor, com a mulher que eu sempre sonhei. - Mais ou menos. Aquela flor era mais para a esquerda... Disse brincando com um pouco de meu perfeccionismo. Ajudei-a com o casaco, tirei meus sapatos, meias e blusa para ficar a vontade. - Se eu pudesse olharia para você 24hrs por dia. Talvez eu faça isso algum dia, ficar só te olhando... Se eu resistir. Pisco e arrumo a temperatura do termômetro do local, indo para a cama.

Pego um morango e deixo entre os dentes para que Emma o pegue, dando-lhe um beijo por fim. Deixo meu braço para que a loira deite em meu peito e enquanto comemos, aproveitamos um momento de balela com menos álcool na veia. - Temos que conversar, não? A reação da sua irmã e de suas filhas? Preocupo-me porque sei que se preocupa.

Deslizo meu indicador pelo rosto dela, descendo para o pescoço e barriga. No fundo eu não queria conversar, queria apenas aproveitar o momento. Porém não éramos mais alunos inconseqüentes que fazem o que bem entendem, e eu não tinha como entrar na mente dela para saber o que estava pensando e sentindo – não fui às aulas de legilimência. - Nunca poderia prever nós dois aqui. Quero que saiba o quanto estou feliz em meu coração. Quero que entenda que é isso que eu quero. Digo com um tom mais sério, encarando-a.


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Re: Luxor Hotel

Mensagem por Emma Harris Moriarty em Qua Ago 03, 2016 8:58 am



Nosso!

SHIUU!! NINGUÉM ME VIU AQUI


Eu não estava com a ideia de colocar os pontos nos is e definir o que falaria ou não para minha família, queria aproveitar aquele resto de madrugada com ele de uma forma que fizesse recuperar um pouco do tempo que perdi ao seu lado sem nota-lo, mas ele estava certo não éramos mais adolescentes e eu não ficaria com ele uma noite apenas e depois fingiria que nada aconteceu na escola, não seria correto para ele e nem para mim - Não preciso dar explicações para minha família com quem namoro ou deixo de namorar, se elas me amarem vão aceitar minhas escolhas. - Talvez a palavra namoro tivesse sido um pouco precipitada nessa frase mas não tinha como voltar atras - Já se arrependeu senhor Dawson? - Pergunto fazendo um bico.

Suas mãos deslizavam pelo meu corpo fazendo com que meu vestido subisse e minha respiração pesasse, eu nunca tinha sentindo nada sequer parecido com o que estava sentindo agora, nervosismo, vontades, medo, parecia uma adolescente que ja havia se magoado tentando voltar a viver e deveras isso poderia agora acontecer - Essa felicidade não é exclusiva sua amor, eu to feliz com você.. quero ficar com você Warren - Uma pausa para fitar aqueles olhos, e dar um selinho breve - Não apenas hoje nesse quarto de hotel, quero você na minha vida - Sorrio, coração acelerado com medo da resposta.


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Re: Luxor Hotel

Mensagem por Emma Harris Moriarty em Ter Ago 23, 2016 8:35 am

Warren e Emma saíram daqui!

Obs: falta de post


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Re: Luxor Hotel

Mensagem por Jason V. Markov em Seg Dez 19, 2016 11:35 pm

Olhando do alto, para o hotel a minha frente, ele não parecia algo digno dos pés de um bruxo. Aquela não seria a primeira vez que eu enfiaria o pé num monte de merda por minha senhora, mas mesmo assim a sensação de desprezo era marcante. O ar que circundava aquele lugar era pura ignorância, as vozes que chegavam aos meus ouvidos eram de inocência, e as pessoas que andavam dentro daquele local eram trouxas imundos.

No entanto, hoje era um tanto diferente. Aquele hotel não estava completamente tomado por trouxas... Não, em um andar daquele local, um bruxo se escondia. Alguém muito importante. Saber demais nunca é uma dádiva, é sempre uma maldição. A ignorância é uma bênção, e comigo, uma necessidade. Se você sabe demais, eu sou obrigado a matá-lo. Não existe choro ou meio termo. Não existe piedade. Apenas morte.

Henry Lewis era um desses homens que fazem-se de mercenários e simpatizantes em busca de proteção de pessoas mais fortes e capazes. Tinha jurado lealdade á Zsadist, a muito tempo atrás. Quando este morrera, passara a lamber as botas de Nyx como um gato imundo e nojento. Agora que milady estava... Em férias... Ele decidia sair contando alguns segredinhos para aurores e ministeriais. Um tolo, era isso que ele era. Nós sabemos de tudo, ouvimos tudo, conhecemos a todos... E lentamente, de boca em boca, a informação chegara até mim. E o maldito agora pensava que se esconder entre essa escória salvaria-o da minha varinha. Ele era tão tolo quanto os trouxas que o cercavam.

O vento soprou frio, vindo do norte. Junto com ele, o doce aroma de grama molhada e sangue. A previsão de hoje era uma chuva muito forte.

(...)

Do lado de dentro do hotel, seguro em seu quarto selado por magia, Henry olhava pela janela quadrada e pequena de forma apreensiva. Ele tinha certeza de que aquele homem estava atrás dele, mas era por demais esperto para tentar encara-lo de alguma forma. Muitos tinham tentado, todos tinham morrido como idiotas. Contra o cão de guarda de Nyx, somente uma escolta de muitos aurores em conjunto poderiam pensar em detê-lo. Ele era cruel, e seu conhecimento absurdo de magia o tornava imprevisível. E imprevisibilidade é o que faz um vencedor em duelos.

Com um olhar assustado, ele olhou para os três homens que estavam ali dentro com ele, todos com varinhas empunhadas e prontos para atacar qualquer um que passasse por aquela porta.
- Tem certeza que não existe mais nenhuma entrada a não ser esta porta e esta janela, Willians?
- Sim, senhor. O gerente foi bastante claro com isso.
- Pois eu espero que ele tenha certeza. Se aquele homem mascarado chegar perto, estamos mortos, entendeu? MORTOS!
- Senhor Lewis, mantenha a calma. Está tudo sob controle. 
Com um resmungo, o homem virou-se para a janela, olhando para os prédios do outro lado da rua. Podia ser apenas a sua imaginação, mas ali, no topo daquele prédio, ele pensou ter visto uma sombra olhando diretamente para ele. Um raio cortou o céu, e então ela sumiu. 
A adrenalina aumentou, e ele forçou-se a dizer que estava vendo coisas. "Tá tudo bem... Tá tudo bem.".

(...)


Passar pelos trouxas da entrada não fora difícil. Eles não tinham motivo para me parar, e quando olhavam algumas vezes para o meu rosto, a magia que reforçava todos os dias não os permitiam olhar por muito tempo. Uma variação do feitiço Confundo, aquela era uma espécie de barreira, que tornava o rosto quase que impossível de ser visto por trouxas. Era mais fácil trabalhar dessa forma, sem precisar me preocupar com meu rosto em noticiários trouxas.

O homem estava no terceiro andar, e era extremamente provável que feitiços de proteção começassem assim que passasse do teto do segundo andar. No entanto, aquela proteção toda era uma lâmina de dois gumes. Para assegurar uma saída rápida e eficaz, eles tinham que evitar feitiços anti-aparatação. Dessa forma, se houvesse o menor sinal de que eu estava a caminho, eles podiam simplesmente aparatar dali em direção a outro local combinado. Mas eu usaria isso contra eles. Eu não sabia com clareza como era o quarto de Henry, e mesmo que soubesse eu não faria isso, pois no menor "crac", no mínimo cinco feitiços voariam contra a minha cara... Não, eu precisava fazer isso com um pouco de... Classe.

Do alto do prédio que eu estava antes, a visão do corredor dos andares era clara por janelas quadradas. Bastou eu memorizar uma delas e aparatar, e voilá. Estava no terceiro andar, bem ao lado do elevador. Eu podia quase sentir a barreira mágica que me desintegraria se passasse atrás de mim, mas eu não iria para aquele lado de qualquer forma. Olhando para as portas fechadas do elevador, limpas quase com perfeição, eu podia ver três homens espalhados pelo corredor, andando alguns metros para frente, e depois para trás, numa patrulha cansativa e monótona. O mais próximo vinha na direção do elevador.

Deixei que uma faca de prata escorregasse pela mão esquerda, segurando a varinha com a direita, e assim que o homem entrou no campo de visão, o puxei com violência pela cabeça, tapando-lhe a boca para que não gritasse. Um corte rápido e preciso na garganta e o sangue empapou as vestes do bruxo, seu corpo mole indo ao chão lentamente e com delicadeza. 

A próxima parte era mais complicada. Eu precisava contar com a sorte tanto quanto a destreza, mas teria que servir.
- Connor? Cadê você? - Uma voz nervosa veio do corredor, aproximando-se cautelosamente. - Andrews, Connor sumiu. Fique em alerta. 
O homem foi se aproximando aos poucos, e eu permaneci em silêncio, logo na curva do corredor. Assim que ele apareceu no meu campo de visão, dei um chute contra o peito dele, o jogando contra a parede. O outro preparou-se para gritar, mas eu já esperava por isso. - Silencio. - O feixe de magia disparou em sua direção, e sua boca abriu-se e fechou-se, mas som nenhum saiu dela. - Avada Kedavra. - O lampejo verde atingiu-o em cheio no peito antes que ele pudesse se preparar, e seu corpo tombou no chão, sem vida. O outro, que tinha levado um chute, tentou se levantar, mas minha resposta foi apenas um outro corte horizontal contra a sua garganta, e o som do homem se engasgando com o próprio sangue ficou para trás enquanto eu andava no corredor, sem fazer barulho. 

Virando o corredor, dois homens vinham um ao lado do outro, varinhas empunhadas. Assim que me viram, não tentaram gritar, fizeram o mais óbvio e dois lampejos verdes dispararam na minha direção, mas o fator surpresa era algo ao meu favor. Girei o corpo de forma displicente, aparatando enquanto os feitiços passavam onde meu corpo estava segundos antes, e apareci atrás deles. A faca foi de encontro ao crânio do da direita, e quando o da esquerda percebeu, tomou um chute na panturrilha que provocou um doce som de osso se quebrando. Antes que ele pudesse gritar, tapei-lhe a boca e abri-lhe a garganta da mesma forma que fizera com os outros dois, virando-me ainda enquanto os corpos caiam para encarar o quarto número 327.

Com um sorriso, percebi o leve zunido que vinha da porta. Com toda certeza um Repello Inimigotum, pronto para me transformar em pó assim que pisasse para dentro do quarto. Fiquei um tempo observando a porta, pensando em qual seria a melhor estratégia a tomar, uns 2 minutos de silêncio e sussurros vindo de dentro do quarto. Uma ideia formou-se na minha mente.

(...)


O silêncio perturbador que vinha de fora apenas o deixara mais inquieto. Seus homens insistiam em dizer que nada tinha sido ouvido, e portanto ele estava a salvo, mas ele tinha certeza de ter ouvido um sonoro "tum" contra a parede. Seus homens diziam que ele estava ficando louco. Era triste, mas muitíssimo provável.
Um som de passos encheu o corredor, vindo na direção da porta. De um salto e com o coração a milhão, Lewis se pôs de pé, com os olhos estalados na direção da porta de madeira.
- Quem está aí? - Perguntou, com o coração batendo dolorosamente contra o peito.
Silêncio.
- Connor? Jimmy? - Perguntou um de seus homens, com um leve tom de ansiedade na voz. 
De repente, uma explosão altíssima transformou a porta em pó, cobrindo completamente a entrada. Henry entrou em pânico.
- É ELE! ATAQUEM! AVADA KEDAVRA!
Os lampejos verdes voaram na direção da porta, passando pela fumaça de madeira, mas o característico som de corpo caindo não foi ouvido. E então um "crac".
Era como um filme de terror desenrolando-se bem em frente aos seus olhos. 

O homem mascarado apareceu atrás do primeiro homem e enfiou uma faca de prata em suas costas, na direção de seu peito. Seus outros guardas responderam com feitiços, mas todos foram bloqueados pelo corpo do companheiro morto. O corpo dele voou contra um dos guardas vivos, e então ele sumira em sombras, e aparecera atrás do terceiro, quebrando-lhe o pescoço com as mãos. O último sobrevivente, que teve que se desviar do corpo arremessado, foi atingido sem defesa pelo clarão verde que saiu da varinha do Cão de Nyx.
Agora o homem andava em sua direção. Apesar de seu rosto não estar coberto, ele não conseguia ver com clareza como ele era... Assim como as histórias que contavam. Seu rosto parecia fumaça, sempre mudando, nunca com uma forma definida.

E as vozes. Ele ouvia vozes em sua cabeça, que sussurravam com uma urgência cada vez maior a medida que ele se aproximava. Seu coração batia extremamente rápido, como que em desafio para a morte que lhe esperava.
A prata perfurou sua garganta, e a sensação era como se fosse queimado por fogo, de lado a lado. Sentia o sangue descer por seu corpo, mas não conseguia impedir. O mundo pareceu girar até sair de foco.
Sua última visão era a de Jason Markov, o Cão de Nyx, sumindo em sombras, desaparatando do local para o inferno de onde viera... E para onde ele estava indo agora.

Off: Deixei o local imediatamente =) 


All the children try to run / To him it's part of the fun / 
Dressed in darkest suit and tie / You most certainly will die
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