Central Park

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Re: Central Park

Mensagem por Kathleen Ferrer Schmidth em Qui Abr 23, 2015 6:42 pm


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— Moço, será que dá pra agilizar aí? — Perguntei com um sorrisinho falso nos lábios enquanto olhava a hora em meu pulso. Eu estava atrasada. Não muito, mas estava. E se tinha uma coisa que a minha mãe abominava era atrasos. — Estou indo o mais rápido que posso Srta., não posso ultrapassar o limite de velocidade — O taxista falou com a maior calma do mundo. Calma, uma coisa que eu não tinha. Soltei um suspiro pesado e resolvi ficar quieta, eu não podia me dar ao luxo de brigar com um trouxa. Encarei a janela enquanto passávamos pelas ruas de Manhattan. Não sabia ao certo porque minha mãe tinha escolhido passar as férias do outro lado do mundo, eu havia nascido em Londres e não gostava muito de sair “do lado de lá” simplesmente porque as pessoas eram um pouco... Preconceituosas conosco. Sempre nos julgando pela capa e por sermos um pouco mais fechados em relação aos sentimentos.

Após alguns minutos o taxista parou em frente a entrada do Central Park. Entreguei o dinheiro correspondente pela viagem e agradeci, logo depois saindo do Taxi. Andei a passos largos pelo parque a procura de minha mãe, que devia estar em algum lugar ali com uma cesta de pique-nique. Não demorei muito para encontrar a mulher morena de cabelos e olhos negros. Nada parecida comigo já que sou loira, pálida e tenho olhos azuis brilhantes. Qualquer pessoa que não nos conhecesse poderia dizer que eu era adotada, mas a verdade era que eu tinha o mesmo sangue de Kaira. Me aproximei dela, que estava sentada numa toalha estendida no chão e sorri docemente. Eu tinha o dom de ser amável apenas com a minha mãe. — Madre! — Chamei pela mulher num perfeito espanhol, a língua natal dela – que ela tinha feito questão de me ensinar desde que nasci.


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Re: Central Park

Mensagem por Kaira Ludwig van Hawking em Qui Abr 23, 2015 8:45 pm

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—Mi hija! — gritei um tanto alto assim que vi minha garotinha posicionada ao meu lado com um lindo sorriso em rosto, sem demora puxei-a para um apertado e demorado abraço. Com a situação em que se encontrava Hogwarts, andar por lá e por em perigo a minha vida e a de minha filha estava claramente fora de cogitação, sabia que nós precisávamos andar em Hogwarts de um jeito ou de outro, mas era tudo dentro da rotina que os comensais sabiam que nós tinhamos, mas fora isso era perigoso já que eles não perderiam tempo e oportunidade de estragar a felicidade de qualquer pessoa que se encontrasse com outra por pura vontade de vê-la e eles conseguissem saber o porque. Eu não me atreveria —Sinto tanto sua falta mi pequeña! — falei limpando brevemente uma lágrima  que senti descendo por minha bochecha assim que soltei-a, a Inglaterra era a zona de conforto de Kathleen, mas eu queria  tira-la de lá para que se sentisse mais livre já que os comensais estava tão ocupados dentro de Hogwarts que nem estavam mais tanto na ativa fora de lá, estavam presos em Londres —Venha, sente comigo e coma, quero que aproveite o pouco tempo que temos juntas — falei animada pegando um prato com alguns sanduíches e então entreguei um para Kath, comendo logo um pedaço grande do que tinha pego para mim e então puxando de dentro da cesta dois potes de salada de fruta, mostrando um deles para minha filha  —Olha! A única coisa que realmente fiz, o resto tudo comprei por falta de tempo de fazer algo decente... — falei rindo e pondo o pote sobre a toalha, fazia saladas de fruta para Kath desde pequena e isso era a única coisa que a fazia não ser o tipo de criança/adolescente que detestava qualquer que fosse o tipo de frutas.

Kath sabia que eu falava daquele jeito, e não importava quantas vezes eu me referisse a ela daquele jeito sabia que depois eu ia me desculpar e dizer que a amava mais que tudo no mundo, mas ela tinha sido como uma experiência para mim, ou como um erro como dizia minha abuela por parte de pai adotivo, tinha engravidado do pai de Kath ainda nova com a adolescência fazendo festas com meus hormônios. Estava entrando em meu sétimo ano em Hogwarts com uma enorme barriga de grávida de 7 meses andando pelos corredores da escola e uma vida para cuidar além da minha para ainda ter que me formar e conseguir uma vaga na UTM, como eu tinha uma sorte bruta não tive apoio de meus pais e aos 21 fui expulsa de casa junto com meu bebê. A vida não estava fácil, mas agora eu estava ali, sentada em no Central Park com minha filha que por mais rebelde que fosse conseguia ser a melhor quando estava ao meu lado — Sei que não gosta muito de sair de Londres, mas sabe que assim que eu puder... Vamos a Nuevo México... Conoceréis mi lugar  — falei em pausas, lembrar de minha casa e de como eu tinha um pressentimento de que a história de que eu não podia voltar lá e por que tinha que ter saído não me soavam bem desde que eu tinha "criado juízo". Ignorando esses pensamentos que chegavam sempre em minha em maus momentos para atrapalhar minhas boas horas, virei-me para minha filha abrindo a tampinha de minha salada de frutas e virando um pouco de leite condensado nele — Mi dulce, fale-me como está indo em Hogwarts... Tem ido as aulas? Feito amigos e... — fiz uma pausa e comecei a rir nada discreta, garotas não gostavam quando as mães falavam assim — Paqueras? Seja sincera, quero conhecer o garoto, se houver algum, que pode estar pretendendo fazer... Coisinhas com minha filha!   — falei vendo ela revirar os olhos e então gargalhei, me inclinando para depositar um beijo em sua testa.


 
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Re: Central Park

Mensagem por Julliet Miller S. Shelaev em Sex Abr 24, 2015 10:44 pm




Desaparatei no mundo trouxa enquanto puxava um cigarro de dentro das vestes. Pouco me importava se algum bruxo havia me visto ali desaparatando. Tragando devagar o cigarro, eu caminhava em passos lentos com uma das mãos no bolso segurando a varinha. Não haviam muitas pessoas ali, apenas duas me chamaram a atenção. Eram duas mulheres sentadas em um banco da praça, pareciam íntimas pois estavam muito próximas e conversando. Seriam bruxas? Dou de ombros enquanto trago mais do cigarro segurando ele entre os lábios. Fiquei há uma distância boa das duas e apontei a varinha sem tirar totalmente do bolso do casaco. - Ariannum Detectum - sussurrei entre os lábios . A luz que brilhou confirmou o sangue bruxo das duas. Sorrindo de canto, tiro totalmente a  varinha de dentro do bolso e chego por trás das duas.

- Belo dia para duas mestiças estarem ao ar livre. - dou mais uma tragada no cigarro, segurando-o entre os dedos e soltando a fumaça no rosto da loira. A morena (Kaira) parecia ter um instinto materno quando eu me aproximei, e parecia querer proteger a garota (Kathleen). - Oras, não vou fazer mal nenhum à vocês. Veja. - puxei o lindo cabelo loiro da menina, enrolando ele em punho e puxando sua cabeça para trás. - Sem gracinhas! - comentei baixinho enquanto segurava o cigarro entre os dedos e aproximava a ponta da testa da garota loira. - Olha só, isso nem dói. - e coloquei o cigarro aceso contra a pele da garota, não apertando muito e ouvindo os primeiros gritos, logo tirei. - Hey hey hey, pra que esse escândalo? - murmurei ficando irritada e jogando o cigarro no chão o apagando com a ponta do sapato. - Se gritar assim vai chamar muito a atenção. Você foi uma garota má. - e desfiro um tapa em seu rosto, sentindo minha mão arder. - Silencio ! - digo apontando a varinha na garganta dela, sorrindo com a paz do silêncio.

- Como está lindo esse Park sem os gritos irritantes dessa porca loira. Não é mesmo? - a expressão da mulher era de pânico, e eu temia que ela tentasse fazer algo. Mesmo não podendo nada contra mim. Caminho até a mulher e dou um chute em sua perna, me abaixando e levando a varinha até sua garganta. - Fale apenas um pio que acabo com vocês duas, ou melhor... sequestro essa porca loira. - seguro seu rosto a forçando abrir a boca - Morsu Linguae! - e sorrio com o espetáculo dela mordendo a própria lingua. - Morsu Linguae! Morsu Linguae! Morsu Linguae! - começo a gargalhar e jogo as mãos pra cima olhando pras duas. Pego a mulher pelos cabelos e começo a puxar ela dali, a arrastando até uma certa distância da garota. - Incendio! - digo enquanto corria em volta da menina, fazendo-a ficar dentro de um círculo de fogo. E voltando a correr para perto da mulher, voltando a arrastar pelos cabelos até perto do fogo. - Veja! Crucio! - aponto para a garota ouvindo seus gritos e gargalhando alegre, aquilo faltava no meu dia. - Crucio! - aponto novamente para a porca loira e seguro a mulher pelos cabelos aproximando seu rosto do fogo. - Obrigada por matar meu tédio. - sussurro lambendo o rosto dela enquanto sorria, a jogando no chão e aparatando dali.

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Re: Central Park

Mensagem por Kathleen Ferrer Schmidth em Sex Abr 24, 2015 11:09 pm


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Fiz uma careta ao ouvir minha mãe me gritar, mesmo que eu estivesse bem na frente dela – não por muito tempo já que ela fez o favor de me puxar para perto, logo me envolvendo num abraço de sufocar qualquer um –. Me apressei em retribuir o abraço, não gostava muito de demonstrações de afeto, mas com Kaira era diferente... Desde que o Lord tinha tomado conta do nosso mundo, eu tinha percebido que Kaira estava se empenhando para ser mais carinhosa e cuidadosa comigo, uma prova disso era o fato dela ter me arrastado para o outro lado do mundo. O lugar totalmente fora da minha zona de conforto. — Tudo bem, mãe. Pode me soltar! — Me afastei delicadamente dela e franzi a testa ao vê-la limpar uma lágrima que tinha caído. — Isso tudo é saudades da minha pessoa? — Perguntei meio brincalhona, mas minha mãe nem se deu ao trabalho de me responder. Apenas pediu que eu me sentasse com e aproveitasse o tempo que tínhamos juntas. Não contestei. Ultimamente estava cada vez mais difícil ser “feliz” no meu mundo, os comensais tinham tomado conta de tudo e adoravam torturar as pessoas por nada e se você revidasse era capaz de acabar a sete palmos do chão.

Me sentei ao lado da minha mãe na famosa “posição do índio” e não demorou muito para que Kaira começasse a empurrar a comida para mim. Peguei um sanduíche do prato que ela direcionou para mim e dei uma grande mordida. Não tinha me dado conta do quanto estava com fome até aquele momento, também... Eu não comia desde a noite passada. Sorri ao ver minha mãe tirando dois potes de salada de fruta da cesta, a salada estava dentre as minhas comidas favoritas. Simplesmente porque era a única que minha mãe tinha feito para mim desde... Sempre. — Senti saudades disso — Confessei enquanto terminava o sanduíche e logo pegava o pote de salada de frutas. Por alguns minutos ficamos em silêncio apenas apreciando a salada. Eu não precisava ser adivinha para saber que minha mãe estava refletindo sobre seu passado, eu podia ver isso nos olhos dela. Levei uma colher cheia de salada a boca e continuei encarando minha mãe. Ela tinha engravidado de mim muito cedo, tinha apenas 17 anos. Eu nunca tinha tido a oportunidade de conhecer meu pai, já que ele abandonou minha mãe assim que soube que ela estava grávida e sempre que eu tocava no assunto, podia sentir a mágoa nos olhos de Kaira.

Senti meus olhos brilharem ao ouvir minha mãe falar que se desse ela me levaria ao Novo México. Eu era louca para conhecer o lugar onde minha mãe havia nascido. — Eu adoraria conhecer o Novo México! Tomara que não demore muito para irmos — Coloquei outra colher de salada de frutas na boca e fitei os olhos da minha mãe, que agora estava perguntando sobre a minha vida pessoal. Esperei que ela terminasse com o interrogatório, fazendo caretas quando ela mencionou o assunto “garotos e pretendendo fazer coisinhas com a minha filha”. Seria até engraçado se não fosse eu ali na situação, sorri um pouco ao receber um beijo na testa e larguei o pote de salada de frutas antes de começar a falar. — Vou falar de uma vez porque eu sou sua filha e igualmente impaciente — Abri um meio sorriso diabólico. — Eu repeti em Hogwarts, ahn... Não frequentei aulas o suficiente para passar e sobre amigos... — Fiz uma careta. — Nah, acho que não nasci para ser social, mãe — Dei de ombros, aquilo não me importava muito. — E nada de garotos para mim, pelo amor de Merlin! Eles não prestam e você sabe disso — Arqueei a sobrancelha e deixei que ela tirasse suas próprias conclusões sobre a pequena “indireta” que eu tinha deixado no ar.

E era incrível como as coisas podiam passar de ótimo para horrível. Me lembro de num momento estar contestando sobre assuntos banais com a minha mãe e no outro estar sentindo meu cabelo sendo puxado por alguma força do inferno. Eu não ia gritar, não ia me rebaixar, mas os gritos vieram sem permissão assim que a mulher desconhecida colocou a ponta de seu cigarro na minha testa. Senti as lágrimas inundarem meus olhos ao sentir a quentura na minha testa. Não era possível que aqueles projetos do demônio nos seguissem até ali. Como se não fosse suficiente, ao ouvir meus gritos, a comensal (só podia ser já que estava com uma varinha na mão), desferiu um tapa em meu rosto. Senti minha bochecha arder e junto com ela meus olhos também arderam. E depois disso fiquei incapacitada de gritar. Me virei para olhar a minha mãe e em seus olhos não haviam nada mais que pânico. Eu não era uma pessoa muito religiosa, mas naquele momento comecei a rezar para quem quer que fosse pedindo que minha mãe não decidisse revidar as torturas da comensal.

As lágrimas não paravam de escorrer dos meus olhos e isso pareceu irritar ainda mais a comensal psicopata, que não satisfeita em bater na minha mãe, fez o favor de me prender num círculo de fogo. Me encolhi para não me queimar, mas logo uma dor pior veio. Gritei como se minha vida dependesse daquilo, gritei até minha garganta arder e queimar por dentro. Gritei até que não tivesse mais forças para fazê-lo. Um pouco da dor foi embora e foi o bastante para que eu visse a comensal lambendo o rosto da minha mãe, depois a jogando no chão como se ela fosse um nada e logo sumindo. — Madre... — Sussurrei na esperança de que ela me tirasse dali.

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Re: Central Park

Mensagem por Kaira Ludwig van Hawking em Sab Abr 25, 2015 12:03 am

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Não tive tempo de sentir nojo da mulher pelo que tinha feito a mim e como tinha me humilhado que de um jeito que se fosse somente por mim eu iria queimar por dentro e por me sentir oprimida iria revidar e sem pensar. Estava aquele tempo todo preocupada com minha criança, não queria saber do que ela poderia ter falado antes da mulher ter chegado que me decepcionasse, aquilo eram assuntos para outra hora que eu não pensasse em outra coisa a não ser um jeito de tirar minha filha daquele lugar — Perra del infierno... Una ****, una **** de mierda! — gritei irritada me levantando e limpando meu rosto, andei o mais rápido possível em direção dela, não ligava par ao fato de que eu estava a vontade sentindo o cheiro de fogo, eu queria apaga-lo o mais rápido possível para tirar meu bebê de dentro daquela situação em que aquela bruxa do inferno tinha a colocado — Aquamenti!Aquamenti!Aquamenti! Ventus! — gritei apontando minha varinha vendo vários jatos de água saírem dela e aos poucos irem apagando o fogo que cercava minha criança e logo depois um leve vento que apagou o resto de fogo que ainda queimava na grama. Puxei o corpo da garota para perto do meu e então abracei-a apertando o quanto mais forte podia — Oh mi amor, voy a conseguir que das. Yo, que nunca voy a ver el fuego ... Es sólo una perra estúpida que no tiene nada que hacer, e ir por Al demás maltratar pensando que va a hacer que me temo. — falei nervosa fazendo carinho no cabelo da garota e então soltando-a somente para deita-la em minhas pernas, apontando a varinha para o corpo da garota onde podiam-se ver leves queimaduras — Curation Ardens! Headolov! — falei algumas repetidas vezes e então descansei meu braço ao lado do meu corpo, respirando pesadamente e então em jogando na toalha e puxando-a para colocar sua cabeça perto da minha, fazendo carinho na mesma — Está bien mi amor? Necesitas de algo? Desculpe-me por te colocar em uma situação como essa, vamos. Quero que esteja segura. Vamos sair daqui. — falei e então deixando as coisas por ali mesmo segurei o corpo mole de minha filha e apararei. Com certeza Madye não iria me negar um favor como esse. 


 
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Re: Central Park

Mensagem por Alex Zarek Pallas em Sex Maio 01, 2015 5:13 pm


As mãos no bolso, o olhar voltado para baixo. Alex caminhava assim enquanto recordava-se dos anos vividos. Não sabia se seguiria o conselho da tia e faria uma visita ao velho – na verdade, o que não sabia era se o pai merecia tal honra. Em certo momento, soltou um suspiro cansado e voltou a olhar pra frente. Fazia sol, o Central Park se encontrava movimentado e Alex ainda não via nem sinal da tia. Voltou a olhar para os próprios pés, a fim de concentrar-se novamente em seus pensamentos, mas uma mão em seu ombro não o deixou terminar nem a primeira frase em seu pensamento. Virou-se, um pouco assustado, dando de cara com a tia. Abriu um sorriso fraco, já sabendo que os momentos sozinhos haviam acabado. Após um tempo, saiu dali com a tia.
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Re: Central Park

Mensagem por Bryan Evans McCann em Dom Jun 21, 2015 12:32 am

Chego ali, faço um passeio solitário, depois vou embora.


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Re: Central Park

Mensagem por Bryan Evans McCann em Dom Jun 21, 2015 2:37 am

OFF: Deixo claro que saí dali, não estou mais no local, fui embora pelo metodo trouxa mesmo. De qualquer forma, ñ estou mais presente no local para qualquer tipo de ataque covarde.


Melhor precaver pq né qqqqqqqq


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Re: Central Park

Mensagem por Brooke Schwarz Devereaux em Seg Jun 22, 2015 1:17 am

Aparatei para o primeiro local que me veio à mente. Por que aqui? Já não sei explicar, estava muito confusa ultimamente, tudo que eu necessitava era de um break, um milkshake e um pouco de capuccino, essas bebidas trouxas sempre me atraíam e eu misturava ambas de vez em quando porque sou insana. Caminhei até uma lojinha que vendia shakes que ficava ali mesmo na praça, era a única loja a qual eu frequentava por aqui e a única que eu conhecia também. — Olá! — cumprimentei o senhor que vendia milkshake e apontei para o sabor de morango com cobertura de chocolate. — Quero um pote gigante daquele, pode ser? — perguntei pegando minha carteira para pagar a bebida, quando olhei para o lado havia uma linda garotinha atrás de mim. Sorri para ela, eu achava crianças as coisas mais adoráveis desse mundo, pena que eu não teria condições mentais para cuidar de uma sem acabar regredindo mentalmente. — Oi menininha. — disse segurando em seu queixo. — Está perdida? — olhei para os lados e não vi nenhum adulto acompanhando - a. Ela permanecia em silêncio até que uma senhora se aproximou correndo puxando - a pelo braço.
Oh Melanie, nunca mais faça isso outra vez. — a senhora muito parecida com a menina começou a acariciá - la toda como se a pobre menina não fosse real. Fiquei observando até que ela virou - se para mim. — Muito obrigada por achar minha filha. — ela disse abraçando a garotinha.
Na verdade ela quem me achou. — sorri colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha, observando as duas.
— De qualquer forma, obrigada. — Ela segurou no braço da garota. — Se despeça da moça, filha. — A menina acenou com a cabeça  e saiu andando.
Tchau. — acenei me despedindo dela, ela se afastava, mas continuava olhando para trás como quem implorava por ajuda. Ela agia de maneira muito suspeita, mas resolvi ignorar, talvez seja coisa da minha cabeça. Virei - me para o senhor que já estava com meu milkshake pronto. — Aqui, obrigada. — paguei pela bebida e saí dali caminhando mesmo, queria aproveitar um pouco mais o ar fora do Mungus.


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Re: Central Park

Mensagem por Giovanne Accioli D'Angelo em Qua Maio 25, 2016 11:57 pm

Viva La Vida
Bruxo e empresário, não era uma vida muito fácil, dirigir a empresa que meu pai me deixara em sua herança, assim como uma boa vida financeira, o que para um adulto na minha idade, é aquela vida de, mulher, bebida, carro...Ser um vida louca, como muitos dizem, mas afinal, isso é apenas desfrutar das coisas boas que nos é fornecida pela vida. Porém, mesmo com tudo isso, ainda tinha a cansaria e trabalho duro todos os dias, acordar cedo 5 dias na semana, as vezes até mais dias, mas era bom no final, sempre.

Eu necessitava descansar um pouco, tirar uns dias de folga, afinal era o Presidente da Empresa, mas trabalhava igual um Peão. Para o descanso, eu resolvi acordar um pouco mais tarde, mas não muito, por volta das 9 horas da manhã e então me dirigi para a Empresa, apenas para assinar uns papeis que eu havia deixado no dia anterior. Voltei para a minha casa e então sentei no sofá da sala, ligando a televisão e assistindo à um jogo de Quadribol, mas aquilo estava um tanto quanto tedioso, então resolvi sair de casa. Subi para meu quarto e peguei uma roupa mais casual, uma bermuda jeans, e uma polo social, é mesmo sendo casual, eu tinha algo que hoje chama-se, finess.

Assim que me troquei, desci para a garagem, pegando meu Mercedes-Benz Gla 200 e sai andando pelas ruas dos Estados Unidos, até que parei no Central Park, estacionei o carro e desci do mesmo, adentrando no local.

Caminhei pelo Central Park, sentindo a pureza que aquele lugar emitia para quem o visitasse, e então resolvi me sentar, perto de uma fonte d'agua, e ficar observando tudo que acontecia ali, pegando um Profeta Diário e o lendo.


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Re: Central Park

Mensagem por Jason V. Markov em Seg Set 05, 2016 9:17 pm

*Anda pelo local escuro calmamente. Naquela hora, o parque já estava quase deserto, os trouxas deveriam estar dormindo para o seu ocupado dia de trabalho no dia seguinte. Horário perfeito para caçar a minha vítima.
Por dentro eu me perguntava se ele teria coragem de aparecer. Talvez eu estivesse errado sobre a capacidade daquele cara... Eu esperava que não. Queria corroer os ossos dele com o ácido mais potente antes de matá-lo, torturá-lo por dias a fio... Ele tinha que aparecer.
Clareando minha mente de tais pensamentos, apontei a varinha para o céu noturno lá encima, e mentalizei o feitiço de proteção casualmente na minha cabeça: "Repello Aparatio". Imediatamente a área protetora se espalha por toda a área do Central Park, sem nenhuma pequena brecha. Por fim, aponto a varinha para o topo da minha cabeça e mentalizo outro feitiço "Fianto Duri". A barreira protetora envolve meu corpo por completo, me dando um espaço de três metros pra poder me movimentar livremente, além de deixar uma pequena brecha para que eu pudesse sair da sua área de influência caso necessitasse.


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Re: Central Park

Mensagem por Jason V. Markov em Seg Set 05, 2016 9:37 pm

*Soltando um suspiro desapontado, aponto a varinha para o alto novamente, sem expressar emoção como de costume, e sussurro. - Morsmorde. - O jato de luz verde é lançado da minha varinha, explodindo quando atinge o céu escuro e se tornando a Marca Negra, gigante e verde lá encima. Dou um sorriso, balançando a cabeça negativamente de saber que ele, apesar de todas as minhas expectativas, era só um caçador de crianças, e então saio do local, me misturando entre as sombras.

Off: Saio do local imediatamente =)


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Re: Central Park

Mensagem por Cassie C. Nanini em Ter Dez 20, 2016 12:56 pm

Central Park

 
Estava um dia frio e ventoso mas por alguma razão não me apetecia estar em casa. Assim, depois de arrumada, saí de casa e aparatei no Central Park.
Um passeio para refletir era tudo o que precisava neste momento.
Ao chegar notei que mesmo com o tempo assim ainda estavam bastantes pessoas no parque. Crianças brincavam correndo umas atrás das outras enquanto os pais gritavam para que não se afastassem muito.
Tentei encontrar um sitio mais sossegado, sem tanto movimento, sem gritaria. 
Andei bastante por entre a multidão e por fim lá ao longe avistei um lugar calmo. 
Me sentei num banco bem longe das restantes pessoas e, fiquei ali observando, me perdendo nos meus pensamentos.
Tinha tido umas últimas semanas um pouco complicadas, daí a minha ausência, mas agora que estava de volta só queria que tudo se mantivesse como estava. Talvez fosse um pouco difícil de pedir isso, sair sem avisar ninguém, torna tudo um pouco mais complicado. 
Fiquei ali olhando em redor, observando as pessoas, o céu, o parque em geral. 
Pelo menos por aqui tudo continuava igual.
 
 
 
     
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Re: Central Park

Mensagem por Cassie C. Nanini em Sex Dez 23, 2016 8:25 pm

Central Park

 
Ao fim de algumas horas, o frio começou apertar. Cassie levantou.se e voltou para sua casa, deixando aquele lugar, agora praticamente vazio.  
 
     
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Re: Central Park

Mensagem por Audrey Maddox Underwood em Qui Jan 12, 2017 10:56 pm

the cat

ANOTAÇÕES
fuck
you
anyway

— Moon! — Gritou, correndo desesperada atrás do maldito gato que fugia de sua dona assim como o diabo fugia da cruz. Alasca não conseguia entender como aquele gato conseguia ser tão bipolar, pois minutos antes estava exigindo atenção e agora estava miando como um desesperado e correndo para qualquer lugar que ficasse longe dela. No fundo, ela sentia que ali tinha algum dedo de seu irmão. Lorenzo sabia ser um capeta quando queria e não media esforços para atazanar a vida do pobre gato sempre que Alasca não estava por perto - como tinha acontecido naquele momento. Bastou a garota dar as costas para que o gato desse a louca e saísse em disparada enquanto seu irmão ficava para trás, sustentando um sorrisinho malicioso nojento nos lábios. Ele sempre dizia sentir amor pela irmã, mas ás vezes não era o que parecia. O garoto se divertia cada vez mais diante do sofrimento da morena. — Mas que droga! Pra onde ele foi? — Olhou ao seu redor, notando que estava meio perdida no Central Park. Seus pulmões doíam por conta do esforço e sua respiração estava descompassada. Ela não tinha mais forças para ficar correndo que nem uma louca pelo parque. [...]

— Te achei! — O sorriso nos lábios da garota poderia ser facilmente comparado ao do gato Chesire da Alice. Os olhos brilharam ao avistar seu gato embrenhado num dos arbustos perto de uma fonte e ao que parecia, o gato estava aliviado em encontrar sua dona também, pois logo correu para os braços já estendidos de Alasca. Fez um breve carinho no dorso de Moon, plantando um beijo em meio a têmpora do gatinho de pelos negros. — Tudo bem, vamos para casa... Lorenzo não vai mais tocar em você — Resmungou, caminhando para longe dali. Ela iria se vingar do seu irmão, disso tinha certeza.

Off: Saio dali.



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