Times Square

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Times Square

Mensagem por Elladora Keller Lestrange em Ter Set 17, 2013 1:35 pm

Relembrando a primeira mensagem :


Times Square



Sempre muito movimentada, a Times Square é um dos grandes símbolos da cidade e um ponto turístico imperdível. A cada minuto, estima-se que mais de cem línguas diferentes são faladas nela, o que representa toda a sua diversidade cultural. Durante a noite, os letreiros coloridos das lojas e dos outdoors iluminam o local, criando assim um dos cenários mais famosos do mundo.

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Re: Times Square

Mensagem por Warren Batts Dawson em Ter Ago 02, 2016 3:58 pm



Quadrado do tempo, passatempo.

Finalmente senti sua mão na minha e a acompanhei até o centro do local onde outros casais dançavam . - Se me permite. Apanhei sua cintura deixando-a perto de mim o suficiente para ser conduzida por passos lentos e sincronizados. Não estávamos bêbados afinal de contas.

Firmei mais minhas mãos nas dela, levando-a em ritmo suave. Novamente, não pude escolher palavras para respondê-la e falei o que me veio em mente. - Porque em cinco anos eu sempre quis ter a oportunidade de conversar com você por cinco minutos. Deixei meus lábios se aproximarem de seus ouvidos. - Nessas últimas horas eu tive mais tempo de Emma do que imaginei que fosse ter a vida toda.

Rodopio a mesma voltando-a para perto de meu rosto, acompanhando a música. -E você? Por que não aparatou quando me viu? Sou um Zé ninguém. Era um misto de doçura com “quase ofensas”, já tinha percebido isso. - Me acha parecido com seu ex? Eu lembro ele, é isso? Tinha mandado muito mal na minha pergunta dessa vez, mas eu sempre soube que em um relacionamento ou você põe todas as cartas na mesa e abre o jogo um com o outro, ou vai passar a vida cheio de pontos de interrogação na cabeça. E olha que eu e ela mal éramos amigos, pelo menos ela tinha pedido para fingir que éramos íntimos e não disse que éramos.


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Re: Times Square

Mensagem por Emma Harris Moriarty em Ter Ago 02, 2016 4:19 pm



Arriscar?

SHIUU!! NINGUÉM ME VIU AQUI


Os passos em ritmo de uma musica que não precisava ter fim embalavam nossos passos curtos e olhares cruzados, a quantidade de pergunta era respondida a um ponto que não entendia o por que alguém queria ser notado por mim - Cinco minutos comigo? Acho que você esta exaltando demais alguém que não tem nada demais moço - Dançávamos mais perto um do outro e sua frase final sussurrando em meu ouvido fez com que me arrepiasse por completo.

Ele me girava e rodopiava fazendo com que gargalhadas escapassem por meus lábios, a noite estava tão perfeita que parecia irreal, logo me puxou para bem perto dele e perguntou algo que me deixou um pouco chateada - Não fala assim, como se eu fosse alguém muito importante Warren. Conheço seu trabalho sua competência me ajudou muitas vezes e me socorreu mais do que possa imaginar - Dei uma risada com a outra pergunta que o mesmo fez - Não, você não é parecido com meu ex, na verdade nada em você me lembra ele e eu gosto disso. Ele era Britânico e me decepcionou muito...mudemos de assunto.. - fitei seus olhos e desviei logo em seguida.

A musica passou de um tom mais alegre para um tom romântico, o som do saxofone fez meu corpo colar mas ao dele e nossas mãos de aproximarem mais assim como nossos olhares - Eu notava você, como funcionário..e agora noto muito mais como homem - Uma frase aberta para se deixar no ar.



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Re: Times Square

Mensagem por Warren Batts Dawson em Ter Ago 02, 2016 4:42 pm



Dançando

Parecia que a porção de borboletas que estavam no meu estômago desde o momento em que vi a Emma foram agora para meus ouvidos com as frases que ela pronunciava. A música mais lenta terminou, mas uma tão lenta quanto foi emendada com a música. Repeti o refrão sem querer. - Why won’t you stay with me? Ri e depositei um beijo em seu rosto antes dos próximos passos.

Escutei-a se rebaixando novamente. - Você é importante. Apenas a interrompia estrategicamente. Não parecia que eu ou ela tínhamos o maior ego da vida, mas não ia permitir que ela se achasse muito menos do que eu sei que ela é. Diretora de uma escola de magia importantíssima no mundo bruxo quiçá mundo trouxa. A sensação de tê-la perto embrulhou meu estômago novamente, estava feliz.

Virei-a, abraçando-a por trás com os braços entrelaçados, ainda no ritmo lento que a música possuía. - Sempre notei você. Dou um beijo no pescoço da loira, após afastar seus cabelos com um sopro. - Em todos os sentidos. Mais um rodopio lento e estávamos cara a cara novamente.

A música finalmente acabou. - Vou me recordar dessa dança. E fazer com que você também se recorde. Antes que ela perguntasse por quê, aproximei meus lábios dos dela, depositando um beijo leve e rápido.


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Re: Times Square

Mensagem por Emma Harris Moriarty em Ter Ago 02, 2016 4:56 pm



Arriscar?

SHIUU!! NINGUÉM ME VIU AQUI


A musica embalava o ritmo do meu coração estranhamente descompassado, eu havia sido notada por alguém que provavelmente eu não merecia tal atenção por todo esse tempo e não notei/ me fechei tanto assim para o mundo que não enxerguei o que estava do meu lado, em cada reunião, ou café que me servia? os dejavus de situações iam se passando em minha mente, tudo aqui que fui cega e não enxerguei - E por eu não notei tudo isso? - Sussurrei, logo sendo virada e sentindo seu beijo leve em meu pescoço fazendo com que meus olhos se fechassem e me deixasse se perder naquele momento.

A musica ja havia acabado, mas eu não queria ir embora, o relógio soava duas da manha mas a cidade estava acordada, por que nós deveríamos partir? sua voz suave entrava em meus ouvidos e seus labios tocaram o meu fazendo meu corpo tremer, quando se afastou meus lábios ficaram com sensação de querer mais então me aproximei - Então vamos recordar direito - Minhas mãos se entrelaçaram em sua nuca e meu corpo se aproximou mais do seu, meus labios deslizaram sob os dele e sorri - Só não me afasta - Sussurrei em seus labios, depositando um selinho leve, que se transformou em um beijo calmo, desejoso buscando sua lingua em uma dança tão leve quanto o jazz que dançamos.




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Re: Times Square

Mensagem por Warren Batts Dawson em Ter Ago 02, 2016 5:14 pm



Dançando

Restaram apenas dois casais rastejando ao ritmo da música e falando muito menos do que eu e Emma. Fiquei segundos observando os olhos dela, mas estava tão mergulhado neles que pareceram horas. Após dar um toque especial para a minha frase anterior, um beijo molhado e relativamente demorado acompanhou o vazio que minha mente tinha ficado. ”Afinal, não tem porquê pensar em algo mais. Os sonhos de anos por alguns segundos nos meus lábios.”

Acompanhei o beijo leve com curtos passos de dança, até que paramos de dançar a apenas nos beijávamos. Acariciava o seu rosto enquanto deixava as bocas se conhecerem bem. Caminhei para a frente, até que encostasse no balcão sem machucá-la. Desci minha mão por sua perna e subi novamente, deixando-a em sua cintura. Terminei pela décima vez o beijo... Ou seria décima segunda vez? E a observei. Eu gostava de olhar para Emma.

Deixei que os dedos da outra mão ajeitassem os cabelos dela. - Transformou uma noite em um dia infinito, Emma. Dou-lhe mais um beijo leve. - Sei que esses beijos são mais do que parecem. E o bar já vai fechar. Não sabia se ia ser mal interpretado pela moça, porém de qualquer maneira hora ou outra alguém teria que fazer esta pergunta. - Quer ir para um lugar mais reservado, e que não tenha previsão para parar de fornecer bebidas e música? Encostei minha testa na dela, nossos corpos estavam muito próximos.


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Re: Times Square

Mensagem por Emma Harris Moriarty em Ter Ago 02, 2016 5:24 pm



Arriscar?

SHIUU!! NINGUÉM ME VIU AQUI


Eu ja não escutava mais o som ao fundo dos nossos vários beijos distribuídos e precisos, ja havia deixado seu pescoço com marcas vermelhas leve e creio que logo ele iria perceber o que me fez sorrir sozinha - Acho melhor arrumar essa frase, nossos dias ficaram perfeitos depois de tudo isso - Sorri e dei mais um selinho.

Os garçons ja colocavam as cadeiras para cima da mesa quando fui pegar minha bolsa, olhei no relógio e ja era quatro horas da manha e logo seria manha de domingo e eu nem sono sentia - Não quero terminar essa noite, vamos estica-la mais um pouco, por favor! - Falava abraçada em Warren que tinha um sorriso lindo estampado nos lábios, suas mãos foram em meu rosto me beijando mais uma vez - - A noite é nossa, pega minha mão e vamos aparatar daqui onde podemos aproveitar o resto dela - Fitei seus labios e então mordi os meus, dando a mãos a ele e saimos daquele local para um só nosso.



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Re: Times Square

Mensagem por Warren Batts Dawson em Ter Ago 02, 2016 5:39 pm



Início de noite

Continuo abraçando-a, não ligando muito para as portas do estabelecimento fechando.  Recebi o selinho nos lábios e completei-o com outro beijo, antes de pagar a conta e deixar uma gorjeta gorda para o garçom.

Fechei dois botões de meu casaco que estavam nela, logo depois pegou a bolsa e me encarou. - Tudo que você quiser. Abracei-a pela cintura e me certifiquei de que tínhamos pego todos os nossos pertencer. - Faça a mágica. Sorri e aparatamos dali.

Emma e Warren saíram do local.


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Re: Times Square

Mensagem por Flack Dik Raumond em Ter Ago 02, 2016 7:09 pm



Dois passos, três passos.


Depois de uma conversa amigável com as garotas, resolvi sair dali e voltar para a casa. A rebeldia cabia bem em mim, mas a falta da comida de minha mãe já começara a mexer com meus pensamentos: não dá para viver de doces.


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Re: Times Square

Mensagem por Josh K. Francovick em Seg Dez 03, 2018 3:49 pm


Kargarov? Vem cá
Fazia um sol de 22° naquela manhã, e eu infelizmente trajava um suéter um pouco inapropriado para época do ano. 

A cada passo, eu podia sentir o suor escorrendo pelo meio das costas e eu me xingava mentalmente passo por passo. Quem me conheceu a anos atrás, acharia estranho me ver convivendo com trouxas tão confortavelmente, afinal, o jovem e ingenuo Josh sempre foi um "racistazinho" mimado e influenciado por seu irmão mais velho, o Raphael. E eis o motivo da libertação dessa carga de discriminação: Encontrar o maldito do Raphael. E hoje, como apreciador das belezuras culinárias que podem ser feitas a partir de um Nao maj(off: me refiro à carne dos mesmos, ou seja, canibalismo) aprendi a conviver feito um lobo feliz em meio ao rebanho de ovelinhas deliciosas.

Fazia pouco mais de 9 anos que eu não recebia sequer uma maldita coruja trazendo notícias daquele bastardo que tanto me preocupo. Além de Christa, que agora leciona em Hogwarts, meu irmão mais velho era a unica pessoa que eu nunca desistiria de procurar. Mesmo que por vezes minha mente retrucasse "Você não percebe? Ele não liga pra você, não liga pra ninguém. Se ele ao menos se preocupasse, ele teria escrito!". Mas mesmo que por vezes o desânimo e a incerteza batessem, eu ainda insistia para manter-me na busca... Depois da morte de nossos pais, meus irmãos sempre foram as únicas coisas com o que me importei e que motivaram a permanecer vivo.

Treinando me para suportar aquele clima chato e ensolarado que me fazia parecer um salsichão suado escorregando dentro das roupas feito um hot dog muito úmido, segui rumo à faixa de pedestre de cruzamento da Times Square. Sem dúvidas, ali era um dos meus lugares favoritos de Nova York, por conta da diversidade de gente, todo aquele movimento, me deixava fascinado, a agitação do povo, e todos aqueles Não-Maj me abriam apetite. A atmosfera dali também era bem confusa, pois o dióxido de carbono vindo dos carros se misturava ao cheiro dos diversos fast food e food trucks situados ali, mas não de forma desagradável, porém era curioso não sentir-se sufocado em meio a toda aquela poluição e aglomeração de pessoas, porque pelo menos eu, acostumei-me à fumaça devido ao tabaco e à cannabis. 

Tirei meu vaporizador de ervas do bolso dos jeans e pus-me a saborear meu baseado enquanto caminhava naquelas ruas movimentadas em busca de um próximo alvo para me alimentar e ao mesmo tempo manter-me na busca por Raphael. Quando eu desviei o olhar para o outro lado da rua, além dos carros e vans barulhentos que passavam ali, meu coração pareceu parar de bater, e tudo pareceu ficar em câmera lenta... lá a frente estava um garoto de não mais que 12 anos, que eu poderia jurar ser meu irmão naquela idade. E depois de alguns segundos vidrado, recordei-me da ultima carta que recebi "Eu tive um filho, é dificil de explicar" e pelo fato de o remetente do correio magico se encontrar nos EUA, foi o que me motivou a vir até aqui em busca de respostas. 

Sacudi a cabeça, livrando-me daquele estado semi-catatônico produzido pelo impacto do que vi e a onda da cannabis auxiliando, apertei o passo e corri em direção àquele garoto que vagava sozinho por ali. Quanto mais próximo eu estava, menos eu podia acreditar, aquele poderia ser o filho do meu irmão, O MEU SOBRINHO! Tomei cuidado para me aproximar sem que assustasse o garoto e então disse em tom moderado e convidativo, afinal, o carisma e a agradabilidade na voz ja faziam parte da minha rotina para ludibriar as vitimas: - Você não deveria andar sozinho por ai no mundo dos Nao-maj, garotinho. - E ao dizer aquilo, eu pude perceber um certo espanto do garoto ao citar a outra especie diferente dos bruxos, o que de cara me fizera confirmar que ele era um bruxo, senão um aspirante ainda sem idade, porém com total consciência do nosso mundo. 

Enquanto falava, pus me agachado à altura do mesmo e aguardei pelas palavras que sairiam daquela boca que em expressão facial demosntrava um pouco de surpresa e espanto.

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Re: Times Square

Mensagem por Rurik R.K. em Ter Dez 04, 2018 1:35 am

Times Square
 
Rurik trajava vestimentas condizentes ao sol daquela manhã e, como de praxe, vagava pelos cantos de Times Square, já que sempre tinha bugigangas interessantes para se comprar. Embora fosse um bruxo e, pelo pouco que sabia, de sangue puro, não via diferença social ao tocante Não-Maj. Muito pelo contrário, até curtia o jeito e cultura deles. Era curioso pensar que, em meio a tanta gente se esbarrando por lá, existiam muitos bruxos no meio.


A única coisa que surpreenderia o jovem, como sempre, seria alguma notícia de sua história. Realmente deve ser assim que uma criança que viveu sem seus pais e parentes deve pensar. " Ainda bem que está cedo. Sinto que tenho um leve problema de fotofobia e, bom, aqui é lindo; tirando as intoxicações na atmosfera, mas não suporto tanta luz... ". Refletiu, enquanto apalpava um livro, que carregara consigo. Uma curiosidade: Rurik adorava ler! Um dos pontos positivos que Freyja disponibilizou. Graças àquela mulher, o menino tinha desejo por conhecimento e só descansava quando terminava o livro todo. Então, era comum passear com um livro; e claro, se não estivesse era porque já terminara de ler e provavelmente já devia estar planejando o próximo a ser lido.


- Ali... - empinou o nariz e sussurrou para si, assim que avistou um banco vazio para se sentar e ler em um local agitado como aquele. Seu principal objetivo naquela manhã era de procurar um aparelho eletrônico viável para baixar bastantes livros em 'pdf' e ouvir música, portanto, algum que coubesse no bolso e tivesse muita memória, afinal não ia conseguir suportar estudar em Ilvermorny sem seu conforto intelectual. Estava a caminho do banco até que foi interceptado por algo esquisito: um homem estranho. Sim, um homem estranho que parecia conhecê-lo. " Ele não para de olhar meu rosto. ". Rurik estava assustado e inseguro. Era comum pessoas estranhas surgirem do nada por lá, talvez pedindo esmola ou quiçá um isqueiro, mas não era o porte daquele moço. Era mais esquisito ainda por trajar um suéter. Aquele cheiro de maconha fez o menino dar um leve passo para trás e, sem intenção, segurar a varinha, que estava segurando a última página lida do livro. Por um momento, achou que poderia ser vítima de sequestro, todavia o homem parecia ser amigável e realmente parecia estar contente com a presença do garoto. Tudo tinha ficado ainda mais interessante, quando aquele estranho abaixou, ficando a uma altura semelhante do menino, e citou a palavra que bruxos se referem aos trouxas. Imediatamente Rurik arregalou os olhos e diversos pensamentos surgiram e berravam em sua mente. " Como ele sabia que eu era bruxo? Tantos por aí e... como? Será que ele sabe algo que não sei? Quem será esse cara? Será que está me perseguindo ou deixei vazar alguma informação sem perceber, ou ambos? Preciso descobrir, então, preciso ceder conversa. Mas a Srta. Freyja não pode saber desse contato que tive com ele, claro que não pode. Se ela sabe a respeito da minha família, qualquer coisa, e não conta; prefere o sigilo... se ela descobre que alguém que saiba de algo... esteja tendo contato comigo... certamente ela proibiria. ". Engoliu saliva e finalmente abriu a boca, tendo inclusive bastante audácia e atitude. - Quem é o senhor? Mas antes, se não foi coincidência saber que sou bruxo em plena Times Square, gostaria de te encontrar outra vez. - rasgou um pedaço da última página do livro, que é um branco, e começou a escrever o número do telefone. - Tome isto. Não posso falar contigo, a mulher que cuida de mim vai perceber que demorei muito fora, acredito que deva me procurar e... ela é rápida. - respirou fundo, enquanto olhava para todos os lados. - Enfim, esse é o meu número e gostaria de saber se sabe algo sobre mim. Às vezes sinto que andam me observando. Tenho que ir! Desculpe a pressa, aguardarei seu contato! - abriu um sorriso. " Será que, quando eu menos esperei, receberei alguma notícia sobre mim? ". Apressou o passo, procurando a loja do eletrônico desejado, para que não chegasse em casa de mãos vazias. Àquela altura do campeonato os bruxos estavam mais ligados aos Não-Majs, não conhecia ninguém que não se adequou à evolução e não tinha um celular. Caso ele não tivesse certamente compraria um, até porque o contato de ambos parecia ser de interesse dos dois e aquele homem entendeu que era preciso sigilo, pelo menos pela forma que o menino falou.



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Re: Times Square

Mensagem por Josh K. Francovick em Ter Dez 04, 2018 8:41 pm


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E então o garoto soltou as primeiras palavras e aquilo me fez ter quase certeza de que era alguém que eu conhecia. A firmeza nas expressões faciais, a certeza na voz e a mania de desconfiança mais ainda dotada de uma pitada de curiosidade típicos de meu irmão. A cada minuto que se passava, eu tinha mais certeza de que aquele era o garoto o qual fora citado na carta.

E então a crainça disparou a falar e por mais um momento eu havia me desconectado desse mundo, deixando a brisa suave da maconha me levar na memorias de infância com Raphael, as bochecas e o nariz rosados identicos aos do irmão me faziam ter boas lembranças, do tempo em que ele dizia que nunca iria me abandonar....

Sacudi a cabeça levemente livrando-me do acesso àquelas memórias, afinal, não era hora para "bad vibes". - Er.... eu sou o se chamam de mutante ou metamorfo, ou mais frequentemente chamado metamorfomago, nós com a esse dom de transmutação física, conhecemos diversos fenótipos de diversos povos, inclusive as diferenças de um puro sangue e um trouxa que nasce com aptidão para magia. É, acredite. Tem diferença.  - mas antea que eu pudesse continuar a falar qualquer coisa, o garoto apressou-se e começor a tagarelar sobre pessoas o seguindo, e eu então preocupado com o que o mesmo dissera, e então ele de um jeito desajeitado e afobado disse que não poderia continuar a conversa mas que queria que eu o procurasse e me entregou anotado num rascunho de papel um numero de telefone e deu-me um sorriso simpático e então eu pude perceber aquelas covinhas familiares no rosto. Confesso que a situação era estranha, porém quando me dei conta do que estava acontecendo, ele ja havia sumido na multidão. Apertei o passo e corri por entre o aglomerado de pedestres que haviam ali, porém sem sucesso.

-"Ótimo!"- pensei -" Não basta perder o irmão você me vai e acaba de perder um possível sobrinho também, seu animal!" -


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Re: Times Square

Mensagem por Raphael K. Francovick em Qua Dez 05, 2018 5:49 pm

Times Square
Hidden in the shadows


Respiração ofegante. Fosse noite ou dia - claro que as dificuldades iriam aumentar na última opção -, independentemente do clima, o primogênito dos Kargarov estava presente atrás de um menino. Raphael abandonou a vida acadêmica em Hogwarts quando estava no 4º ano. Ele foi um dos destaques e idolatrava a Sonserina; embora fosse excelente em notas, usava e abusava de feitiços para azarar ou até ferir outros. Sua vida sempre fora turbulenta, afinal filho de pais comensais que foram mortos por uma dupla de aurores quando ainda era criança não era para qualquer um. Sua dedicação impecável infelizmente tinha um propósito devastador: queria se tornar o melhor bruxo possível e vingar a morte dos pais, mesmo que os próprios pais fossem os vilões.

Claro, Raphael perdeu um pouco o objetivo ao conhecer Jéssica, a herdeira da Grifinória, além de ser a única com quem buscava ter contato. Mas, ao voltar a si, abdicou do romance e fugiu da escola. Naquele tempo, não deu notícias aos irmãos, já que, para ele, não queria meter os dois mais novos na confusão um tanto quanto perigosa. O paradeiro de Raph ocasionou curiosidades e tristezas para alguns, que já buscavam seguir seus passos. Terminou o restante dos anos acadêmicos em Durmstrang, mas não chegou a fazer N.O.Ms e N.I.E.Ms. 

9 anos se passaram e o currículo do rapaz, que já era homem, não era nada bom. Raphael investigava incessantemente a respeito da vida dos aurores e soube que um deles já havia falecido, portanto, fora atrás do último. Após ter o contato físico com o responsável pela morte de seus pais, o Kargarov se apresentou ao velho aposentado e, sem pensar duas vezes, o torturou até a morte. Aquele tinha sido o quarto dos que já foram mortos pelo ex aluno de Hogwarts. Após o objetivo ter sido concluído, Raph não tinha mais onde focar, estava sem rumo, logo, quis tentar tocar a vida. O problema foi que a esposa do recente falecido vira a situação. A partir dali, Raphael, que já tinha se aliado aos comensais, tanto pelo apreço por explorar ainda mais seus poderes como também para seguir os caminhos dos pais, tornou-se um procurado.

Sem querer matar a senhora, aparatou e voltou à mansão na Rússia. Até então ninguém sabia onde viviam os Kargarov e seus irmãos já não frequentavam lá. Todavia, Jéssica, que já assumia um cargo de chefia no Ministério, supôs onde o ex namorado poderia estar. Sim, ela acertara em cheio. A questão era que ela não conseguia pensar em prendê-lo, ambos se amavam e os dois abaixaram a guarda. Tiveram um relacionamento íntimo e, depois daquele ato, Jéss sumiu por uns meses com Raph, que passou a viver escondido nas sombras. Alguns anos se passaram e Jéss morreu de uma doença, fato aquele que Raphael não pôde conter. Outro fato que só o procurado tinha ciência, além de sua amada falecida, era de um filho deixado por ela. Raphael o nomeou de Rurik e algo o deixou tenso. Sabia que não podia cuidar de seu filho, não sendo procurado, mas também não queria que o filho vivesse sem pais; ou até que seu pai fosse o vilão, como os seus foram.

Apressou-se. Já tinha planejado aonde iria com o filho recém nascido. Chegou de surpresa à casa de Freyja e pediu encarecidamente que tomasse conta do bebê e que estaria sempre em contato com ela e afins. A partir daquele momento, o homem passou a assumir a vida que já estava no controle: vivendo nas sombras. Observou o filho crescer de longe e resolveu que se apresentaria assim que o filho tivesse maturidade para compreendê-lo. Acompanhava os passos do filho e, quando a mansão dos Kargarov fora descoberta por aurores, Raphael sabia que não poderia viver por lá. Sugeriu à Freyja, que já fez parte de sua vida de comensal, que levasse seu filho a Ilvermorny, pois estaria indo para longe dos que o perseguiam e ainda sim queria acompanhar Rurik. Assim foi feito.

Raphael passou a viver nos EUA e desenvolveu gosto por alquimia. Achou em um dos becos um canto onde podia criar e vender seus trabalhos. Até que ganhava o suficiente para se manter e se atualizar. Até porque tinha que conviver com os trouxas, para passar por despercebido. Pelo menos até que o pessoal do MACUSA deixasse seu nome em outro departamento, para que fosse mais fácil de dar um sumiço e pudesse viver livremente, mostrando o rosto. Raph tinha entrado em contato com a Freyja, pois ela tinha muitos contatos internos, para que ela conseguisse sumir com as documentações a respeito dele. Enquanto aquilo, viveria encapuzado e escondido, sempre em manobra de fuga, caso ocorresse algo. Vivendo na adrenalina.

Tudo parecia sob controle e de acordo com o combinado entre a dupla, contudo o inesperado ocorreu: Josh reconheceu os traços de Raph em um menino em plena Times Square. " Como? O que ele faz aqui? ". Pensou, enquanto observava de longe o filho com o irmão. Após uns rápidos instantes, os observados pararam de conversar e Rurik saiu às pressas. Rapidamente, sem mostrar qualquer vínculo com magia no meio do conglomerado de Não-Majs, foi de encontro ao irmão, sempre encapuzado, depositando a mão no ombro do irmão mais novo. - Não tenha muito contato com ele, molequinho. - abriu um sorriso sutil. - Antes que pense, sei que deve ter passado angústia esses tantos anos sem minha presença. Não pude responder suas cartas, muitas coisas aconteceram, a última que mandei parece que foi o suficiente, afinal, pelo o que parece, está atrás do meu menino. - quando pareceu que Josh reagiria ao contato, que de primeiro momento parecia ter sido surpreendido por um estranho, Raphael segurou sua mão. - Aqui não, garoto! Se passei esse tempo todo sem comunicação é porque tem um propósito e quero te contar. Já ressalto que não temos mais mansão na Rússia e nem tente aparecer por lá. - respirou fundo. - Estou em um esconderijo em Nova Iorque. De certo não precisa saber onde é. Para me encontrar, basta encontrar um dos becos clandestinos de venda de materiais bruxos. Ando trabalhando com alquimia, às escondidas, claro. Achei um empreendimento abandonado por lá e tomei posse para vender e sobreviver entre os trouxas. Vai me acompanhar para saber de tudo? - falou já apressando os passos. Sabia que o irmão o seguiria para obter respostas. Era curioso que tanto o pai, quanto o filho tinham esse mistério de enigmas e pouco tempo. Assim, ambos sumiram no emaranhado de pessoas na Times Square e rumaram ao espaço lucrativo de Raphael.




Fade to Black...


                        

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