Corcovado

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Corcovado

Mensagem por Maryska Petrov Grant em Ter Set 17, 2013 1:37 pm


Corcovado



O Corcovado é um dos morros da cidade do Rio de Janeiro, célebre no Brasil e no mundo pela sua estátua do Cristo Redentor de 38 metros de altura.

O Cristo Redentor é um dos principais símbolos do país e oferece uma privilegiada vista panorâmica da cidade do Rio de Janeiro. Em 2003 foram concluídas as obras de instalação de elevadores e escadas rolantes no local. Antes, era preciso vencer 220 degraus para desfrutar da paisagem. 

O morro do Corcovado possui 710 metros de altura e encontra-se no Parque Nacional da Tijuca. O Corcovado situa-se ao oeste do centro da cidade, mas mesmo assim pode ser observado desde longas distâncias.

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Re: Corcovado

Mensagem por Grimm R. Donati em Sex Jan 30, 2015 5:08 pm

O começo da diversão?






 Aparatei no local e vendo que quem procurava não estava ali, aparatei novamente para outro local.





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Re: Corcovado

Mensagem por Lara L. B. Bittencourt em Sab Jul 23, 2016 6:40 pm

Sim hoje tinha ido sem mais e menos para um lugar longe do castelo estava meio triste ficar só dentro daquele castelo então resolve respirar outros ares. Caminhava pelas arredondes as com os cabelos soltos e algumas mechas caindo sobre o seu rosto tapando parte dos seus olhos puxados. Não era acostumada a ser uma pessoa sozinha amava conhecer gente nova e fazer grupos novos. Chegando no local fica encantada e se senta num banco que encontra olhando tudo aquilo com os seus olhos puxados brilhando.
Tudo era muito lindo para uma pessoa calma como era. 




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Re: Corcovado

Mensagem por Kira Hayashi Takizawa em Sab Jul 23, 2016 7:13 pm


Estava sem nada para fazer naquele dia, então resolvi dar um passeio pelo Rio de Janeiro. O único lugar que conhecia de lá era o Corcovado. Segundos depois senti o calor do Brasil me envolvendo e a linda vista da cidade em frente aos meus olhos. Observei um pouco as pessoas que estavam lá, até que achei uma garota sentada sozinha. Sorrindo, fui até ela. "Uma moça tão bonita assim não devia ficar sozinha." digo, sentando-me ao seu lado.





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Re: Corcovado

Mensagem por Lara L. B. Bittencourt em Sab Jul 23, 2016 7:22 pm

Estava distraída naquele banco na cidade do Rio de Janeiro quando ouço uma voz que não conhecia vir do meu lado e se juntar a mim. Olhava para ele e sorria daquele mesmo jeito tímido e amorosa que não conseguia olhar ele nos olhos pois tinha vergonha olhava mas depois desviava os seus olhos puxados dele. Ele também era como eu pelo que havia visto também tinha olhos assim.
- Olá sou Lara Layla Bouveland Bittencourt. Me chame por Lara ou Layla.
Estende a mão em seguida para ele demostrando educação que tinha.
-Sou sozinha pois justamente por este motivo que dei uma escapada do minha escola.
Sorria de canto para ele tirando as mechas do seu rosto com uma das suas mãos.
Ele era bonito não podia negar mas tinha medo de se apaixonar não era acostumada a isso. 




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Re: Corcovado

Mensagem por Lara L. B. Bittencourt em Dom Jul 24, 2016 2:07 am

Se todos notassem a sua falta na escola estaria ferrada pois além de sua casa perder pontos a essa hora por uma bobagem sua o pior era a vergonha que os seus pais teriam não gostava nem de imaginar uma situação assim. Olha para ele constrangida mas mesmo assim sorri.
-Desculpe não poder ficar mais adoraria de coração mas tenho que volta para a escola pois lá os monitores pegam no pé.
Aproxima o rosto do dele e deposita um beijo no rosto dele também como cumprimento de despedida.
-Quem sabe outro dia nos encontramos por ai? Pode me escrever sou de Hogwarts da Lufa- lufa saberás para aonde escrever.
Pisca para ele de leve como brincadeira.
Se levanta do banco parando na frente dele.
-Se cuida.
Corre na direção da saída antes que impedisse sua saída.
Abandona o local.  





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Re: Corcovado

Mensagem por Francesco Corzo em Sab Ago 20, 2016 6:53 am


Olha nos meus olhos, é onde os meus demônios se escondem...

  Eu... eu não sei como fui parar no Brasil, mas de alguma maneira o “outro eu” (como costumo chama-lo) deixou instruções explicadas de maneira bem didática para que eu pudesse segui-las sem muita dificuldade. Ele havia deixado anotado além disso uma nota de que o ministério britânico estava caçando-me e que não demoraria muito para que o departamento de relações internacionais acionasse os ministérios de outros países para que eles fossem alertados imediatamente caso soubessem minha localização. Coloquei minha mão direita sobre meus lábios e li horrorizado tudo que havia sido escrito com minhas mãos, mas sem sombra de dúvidas não se tratava de mim, não mesmo. Olhei para a lareira no canto do quarto. Eu deveria usar o pó de flu e ir encontrar-me com alguém que estaria aguardando-me na outra lareira. Ele deixara o nome do local, eu apenas tinha que entrar, pegar o pó de flu, dizer o nome e parar na lareira do desconhecido que provavelmente já me conhecia, ou ao menos minha aparência física. Segurei as instruções junto ao meu tórax e fechei os olhos. Por que as coisas tinham que ser assim? Eu... eu não queria... eu não queria machucar ninguém e nem enfrentar problemas. Maldita hora em que eu saí da “casa branca”. Agora sou um fugitivo do ministério e posso até parar em Azkaban! —  Eu prefiro morrer. —  Disse encolhendo-me só de pensar naquele local frio e cheio de dementadores que poderiam sugar de mim as poucas boas lembranças que eu tinha em minha mente. Amaldiçoei meu outro eu e prometi lutar contra ele quando ele aparecesse novamente. Mas por hora eu iria seguir o topo da lista de instruções, até porque eu deveria sair do país logo, com a situação atual a qual estou metido, ficar parado não é uma boa opção.

  Entrei na lareira, pronunciei o nome do local em alto e bom tom e apareci em uma outra  casa bem melhor do que a qual eu estava. Com uma vista para o mar, a casa era modernamente bem decorada e em tons frios. Saí da lareira olhando tudo ao redor e subi três degraus que me levavam até a sala de jantar do imóvel. Ao chegar havia um senhor de cabelo inteiramente branco. Seus olhos eram cinzas e inquisitores, sua postura de quem executava algum trabalho importante e sua idade avançada dizia que qualquer que fosse o cargo era mais importante do que eu poderia imaginar.
—  Francesco, que bom revê-lo. – Ele ergueu-se da cadeira e veio até mim.
—  Creio que encontrou outra pessoa que não sou eu, senhor...
—  Sim, claro, ele me disse tudo e eu estou aqui para ajuda-lo, meu caro. —  Olhei para o senhor que segurava em meu ombro e forçava-me gentilmente a tomar um assento. Sentei olhando para ele que contornava a mesa e enchia duas taças com bebidas. —  Bem, o seu outro eu, o Luca, disse-me que você está enfrentando problemas com o ministério da magia britânico. —  Assenti lentamente.
—  Ele também disse que esses problemas são culpa dele? —  O idoso sorriu e empurrou a taça perto de mim. Peguei-a.
—  Sim, disse. Mas ele me pediu para fazer algumas coisas...
—  Há quanto tempo se conhecem? —  O interrompi e ele pareceu ligeiramente surpreso. Funguei o nariz e ele ergueu a bebida até a boca, sem tocá-la.
—  Bem, há um tempo, no entanto ele nunca viu-me, digo, minha aparência real. No momento estou sob o efeito de poção polissuco e sempre apareço com uma aparência diferente quando vou vê-lo. —  Franzi a testa encarando o idoso que agora eu não tinha mais certeza se era tão idoso assim. — É uma questão de segurança, compreende? Eu lido com comensais o tempo inteiro, é necessário que eles não saibam com quem estão falando. – Ele riu, finalmente bebendo. —  Mas não foi para isso que viemos aqui. Viemos discutir sua situação atual. Primeiramente, o seu primeiro ataque...
— Eu juro que não fiz por querer, eu, eu não consigo controlar Luca, você... você o conheceu, você sabe como ele é inquieto e teimoso, você sabe... —  O homem ou mulher com aparência de idoso ergueu o dedo indicador e colou-o aos lábios pedindo silêncio.
— Não estou aqui para julgá-lo, Francesco. Estou aqui para ajudá-lo. —  Ele sorriu amistosamente e eu bebi um gole generoso da champagne que ele me servira. —  Os jovens que atacou foram para o ST. Mungus. Estão todos feridos gravemente, mas eu confio no medibruxos britânicos e sei que eles irão salvar-se. No entanto há uma jovem que fora vítima do seu último ataque... ela é bem especial. Ela nada mais é do que filha da ministra da magia. —  Eu quase deixei que minha taça caísse, no entanto eu virei todo o líquido dela em minha boca e engoli de uma única vez.
—  Você disse filha da ministra?
—  Sim, ela era criança da ministra, e pelo fato dos ataques terem ocorrido num curto intervalo de tempo os holofotes viraram-se todos para você. — Ele ou ela ergueu a taça para mim como se tivesse brindando e logo depois bebeu um gole generoso de champagne. — Há um auror, eu não sei bem qual é a dele, mas sei que o cara é completamente maluco e aparentemente é ele quem está caçando você, ou pelo menos é ele quem está liderando a merda toda. Eu não o conhecia, e olha que conheço a maioria deles, mas assim que puxei a ficha percebi que não era flor que se cheirasse. Caso seja capturado por ele, rezes para que o mate, implore se for necessário.
—  Ele deve ser um desafio e tanto para Luca... eu não entendo.
—  Não há o que entender, o cara quer captura-lo e não está só. —  Terminei de beber minha taça num gole só. Olhei para o rosto da pessoa com aparência de idoso diante de mim e suas feições começavam a mudar. Ele pareceu sentir e ergueu-se da cadeira. Caminhei até mim e puxou-me pelo braço, descendo os três degraus de volta para sala. —  Você só precisa seguir os itens da lista, pode parecer que não, mas isso irá salvar sua vida por um tempo. E eu, bem, eu vou mexer os meus pauzinhos para garantir que o ministério o esqueça por enquanto. —  Peguei um pouco de pó de flu, entrei na lareira. O rosto do idoso já estava ficando desfigurado quando ele disse. —  Não se esqueça de dá um tempo do mundo bruxo por enquanto, é de suma importância que você não seja visto perambulando pelo mundo mágico, se há algo que queira fazer lá, o faça agora. – Após ouvir isso eu disse o nome da rua onde havia saído e sentindo o fogo fazer cócegas em mim retornei para o quartinho pequeno ao qual começara toda aquela dor de cabeça. Olhei ao redor e lembrei do que havia ouvido agora há pouco “se há algo que queira fazer lá, faça logo.” Sim, havia algo. Aparatei para o cemitério de Tinworth.
...:



...
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Re: Corcovado

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