Sala de Treinamento

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Sala de Treinamento

Mensagem por Stephanie Y. Hwang em Dom Mar 13, 2016 4:43 pm


Sala de Treinamento
 

Com a exceção de seus quartos, é na sala de treinamento que Song, Jiyoon e Seohyun passam a maior parte seu tempo livre. A mãe das garotas, por ser uma antiga samurai e por saber que ela e suas crianças correm perigo a todo o momento, treina as filhas desde pequenas para que estas, quando estiverem sem a mãe para lutar por elas, saibam como se defender. A sala é completamente vazia a não ser pelo saco de areia pendurado firmemente no teto e por uma prateleira cheia dos mais variados tipos de armas orientais, desde katanas até nunchakus. O chão do lugar é completamente composto por tatames e as paredes são enfeitadas com espadas de variados tamanhos e duas grandes fotos dos ancestrais de Song, que também eram amantes das artes marciais.  

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Re: Sala de Treinamento

Mensagem por Narumi Yoshigahara em Sex Mar 18, 2016 2:15 pm

E lá estava eu, saindo com Jiyoon e Seohyun da Borgin e Burkes, passando por cima dos corpos agora sem vida dos desgraçados que haviam tentado nos atacar.Apesar de eu estar orgulhosa de minha filha mais velha pelo seu desempenho esplêndido na luta de espadas, ela ainda havia se deixado cair na lábia da irmãzinha e tinha ido para um lugar no qual eu disse ser proibido infinitas vezes. E Seohyun, bem, ela realmente era muito boa na arte de convencer as pessoas, mas usou o seu “dom” para tentar passar por cima das minhas regras. As duas estavam com culpa no cartório e as duas sabiam o que as esperava em casa, tanto que nem se surpreenderam quando nos encontramos no chão cercado por tatames da sala de treinamento. Eu havia resolvido aparatar ali, pois os materiais necessitados para “dar uma lição” nas duas estariam muito mais fáceis de alcançar. Já estava começando a ver o rosto de Seohyun se contorcer em uma careta quando esta começou a chorar, seus corpo se sacudindo enquanto ela não tentava fazer muito barulho,o que acabou me aborrecendo ainda mais. Eu poderia ser uma mãe carinhosa e coruja a maior parte do tempo, mas se havia uma coisa que eu não admitia de maneira nenhuma era a indisciplina. -Quieta. Você sabia que isto iria acontecer desde que me viu entrando pela porta da Borgin e Burkes.- Disse em tom firme,com um olhar frio tomando conta de meu rosto enquanto me virei para o armário em qual guardava grande parte de minhas armas, escolhendo rapidamente um dos vários bastões de bambu que estavam dispostos ali. Suspirei fundo. Por mais que doesse em mim machucar as minhas meninas, elas precisavam aprender a lição para nunca mais fazer aquilo de novo. -Eu proibi vocês de irem até a Travessa do Tranco por um motivo. Será que agora, depois da experiência de quase morte que vocês duas tiveram, talvez alguém obedeça as minhas regras?- Me virei para as duas, que já se encolhiam em minha frente. Sentando-me com as pernas cruzadas no chão, dirijo o meu olhar para a filha mais velha. -Jiyoon, venha aqui. Você sabe o que fazer.- Disse, esperando a menina se deitar de bruços em cima de minhas pernas, fechando os olhos com força. -Você sabe o quanto eu odeio fazer isso, mas eu não tenho como deixar passar. Você e sua irmã poderiam ter morrido.- Disse firmemente, estremecendo com o pensamento do que teria acontecido se eu tivesse chegado lá momentos depois.Lancei um olhar de “se-você-continuar-falando-a-coisa-vai-ficar-pior” para Seohyun assim que ouvi a menina começar a se desculpar e continuei: -Quanto mais rápido começarmos, mais rápido termina.- Foi a última coisa que disse antes de dar o primeiro golpe na menina com a vara de bambu. Foram cinco vezes ouvindo minha filha tentar reprimir os gritos de dor e vendo Seohyun assustadíssima com a situação da irmã, e por mais que aquilo fizesse meu coração se apertar em agonia pelo sofrimento da menina, aquilo era o necessário e o merecido, e relevar aquilo seria dar uma brecha para coisa pior. Era o certo.

Vendo Jiyoon se levantar, agora com um andar esquisito, dirijo meu olhar para Seohyun. Ela parecia em estado de choque. Eu até entendia ela, de certa forma. Elas nunca haviam apanhado com a vara de bambu, sempre com algo mais leve, até porque as travessuras anteriores não haviam sido tão graves. Não consegui conter um suspiro de preocupação de passar pelos meus lábios mas, segundos depois, estava de volta com minha expressão e olhar firme. -Seohyun. É a sua vez.- A caçula não se moveu. Para falar a verdade, ela não parecia nem ter escutado, o que me deixou mais aborrecida ainda. Eu queria acabar com isso logo. -Seohyun. Song. Kurosawa. Venha aqui. AGORA!- Falei, elevando minha voz, para ver a menina se assustar mais uma vez e caminhar até mim lentamente, as lágrimas ainda nos olhos e as pernas tremendo levemente. Ouço ela pedir desculpas novamente, mas resolvo ignorá-la. Seohyun ainda seria punida. Faço um sinal com a minha mão, indicando que a quero deitada em cima de meu colo, mas a caçula parecia novamente ter entrado em estado de choque. Com um suspiro aborrecido, a puxo firmemente em cima de minhas pernas, a deixando na posição perfeita. A garotinha, com seus reflexos de dar inveja, rapidamente havia colocado as mãos em cima da bunda. -Por Merlin, Seohyun, você quer apanhar ainda mais? Tire essas mãos daí e vamos acabar com isso logo!!-Disse, elevando a voz um pouco demais, o suficiente para fazer com que as mãos da menina saíssem de lá e, sem esperar mais, comecei novamente com os golpes, da mesma maneira que havia feito com Jiyoon. Seohyun, por ser mais nova e sensível, gritava quase que desesperadamente, o que fez com que eu xingasse em voz alta por não ter jogado um feitiço silenciador na sala. Mas eu não iria parar para fazer com que ela ficasse quieta, não quando nós já estávamos perto do fim.

Cinco varadas depois, ajudei uma Seohyun com o rosto úmido pelas lágrimas a se levantar, vendo Jiyoon andar o mais rápido que conseguia até ela, para ficar do seu lado. Levantando-me do tatame rapidamente, vou até o armário e guardo a vara o mais calmamente que consegui, me virando para as duas momentos depois. -Eu espero que a vara nunca mais seja necessária.-Falei, ainda com um olhar firme e uma expressão severa. Fechando os olhos e respirando fundo, numa tentativa de tirar um pouco do estresse de meu corpo, continuei. -E eu também espero que agora vocês tenham aprendido a lição.- E, finalmente permitindo com que um sorriso carinhoso aparecesse em meu rosto, terminei: -Agora, vamos para o ofurô. Um banho com água quente é sempre muito bom para relaxar os músculos.Disse, esperando as meninas se recuperarem do choque e saindo dali com uma Seohyun em um estado bem melhor no colo.

   


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Re: Sala de Treinamento

Mensagem por Kurosawa Song Seohyun em Sex Mar 18, 2016 2:30 pm


Mamãe não falou nada no caminho de volta para casa, bem, não teve tempo para conversa já que ela aparatou comigo e com a minha irmã. Mordi de leve o lábio inferior ao ver a onde nós nos encontrávamos e logo deduzi que iria ficar de couro quente. Eu só queria conhecer a Travessa do Tranco e a loja Borgin e Burkes eu só tinha entrado porque Jiyoon havia me chamado de medrosa e tinha que mostrar para ela que era tão corajosa quando a mesma.

Olho para minha irmã rapidamente e depois volto a olhar em direção a nossa mãe que caminhava para o armário. Mesmo que eu fizesse de tudo para conter as lágrimas eu não consegui, elas já começavam a escorrer. Mordia com um pouco mais de força o lábio, não o bastante para me machucar, mas para não emitir som do choro que queria sair, mas tal ação não estava ajudando em nada e mamãe acaba percebendo e me dando uma ordem com a firme. Puxei o ar com força para reprimir o choro, mas as lágrimas ainda rolavam pela minha faze, não sabia se Ji estava chorando ou não, pois eu não conseguia tirar os olhos de nossa mãe. E a situação só piorou quando ela pegou o bastão de bambu, começava a chorar mais e mais. Sair dali correndo? Bom, isso não era uma boa alternativa, só iria deixar a mãe mais brava e eu apanharia muito mais. Esfrego os olhos com as costas das minhas mãos e depois as esfrego na saia, limpando as lágrimas ali. Ela voltou a dar à bronca, fazendo com que eu abaixasse a cabeça e escutasse calada, sem emitir qualquer som. Sabia muito bem que havia quebrado uma regra e por causa de mim eu e minha irmã tinha sido atacada. Ergo a cabeça e não sabia se era pare responder o que ela falou ou não, mesmo se fosse eu estava com medo e não conseguiria falar nada. Olho para a minha mana quando mamãe á chama e depois olho em direção a nossa mãe que já estava sentada no tatame. – Não bate mamãe.. – soluço e puxo o ar com força para continuar. – desculpa.. A gente não vai fazer de novo. – teria continuado a me desculpa, se o olhar de mamãe e o que ela falou logo após eu começa não tivesse me deixado com mais medo. Jiyoon se posicionou na frente de nossa mãe e eu não sabia o que fazer. Por minha culpa, minha curiosidade, por ter desafiado Ji a ir lá comigo, agora nós duas iriamos apanhar. Me abaixo e fico de joelho sobre o tatame, colocando um pé sobre o outro e ficando com o corpo ereto. Minhas mãos abertas sobre os meus joelhos, enquanto olhava para as duas. A cada varada que Ji recebia meu corpo leva uma espécie de susto, fazendo com que eu apertasse de leve minhas pernas, mas depois da terceira eu já não aguentava mais ver e fechei os olhos.

Não estava olhando mais minha irmã apanhar, mas ainda escutava o barulho da vara de bambu e Ji chorando baixo. Abro os olhos lentamente quando escuto mamãe me chamar, e eu tinha entendi perfeitamente que era para ir até ela, mas minhas pernas pareciam não me obedecer e ao ver Jiyoon andar esquisito a situação só piora. Olhava em direção a mamãe com os olhos fixos nela, nem piscava, eu piscava, parecia que eu não estava no controle do meu corpo. A coisa só piorou por meu corpo não me obedecer de imediato e escutei ela falar meu nome completo. Minha barriga estava esquisita, parecia ter um buraco nela. Levantei do chão e caminha em passos lentos até mamãe com os olhos marejados e fazendo de tudo par não chorar.  – Descul.. pa.. mamãe... eu não. – a faz falhava e o medo corria por todo meu corpo. Mamãe nunca tinha batido com a vara na gente. Já havia falado de usar ela, mas sempre usou o chinelo ou a mão. Não consegui terminar meu apelo para ela não bater já que ela mesma mandou que eu parecesse com aquilo. Estava em pé na sua frente e tentava dobrar os joelhos, mas não consegui fazer tal ação e isso irritava a mamãe mais ainda. 

Não sei o que havia acontecido, só que um minuto u estava em pé na sua frente e no outro já estava em sue colo posicionada. Sim ela havia me puxado, já que ela tinha falado para eu deitar de bruços eu seu colo e eu não tinha conseguido realizar tal ação com meu corpo. Com um movimento rápido colo as duas mãos na frente do meu bumbum e só levo mais uma bronca e uma contagem para que eu as tirasse dali ou a coisa iria ficar pior e eu até apanharia mais que Ji. Puxando o ar com força, retirei minhas mãozinhas com o intuito de leva-las até a boca para abafar o grito, mas antes que eu conseguisse fazer isso senti a vara ir de encontro com meu corpo e uma dor que queimava fez com que eu gritasse alto o bastante para incomodar os vizinhos. Sim, eu era uma menina silenciosa, mas eu não tinha gritado por nada aquilo doía muito.

Meus gritos não adiantaram nada, a cada varada eu gritava mais alto e chorava mais, mamãe tinha falado uma palavra que eu nunca tinha escutado seus lábios pronunciarem, mas até parece que eu estava preocupada com o que ela falava enquanto me batia, queria apenas que aquilo acabasse mais rápido possível. Depois de muito chorar e não sentir mais minha bunda, mamãe para. Não consegui levantar sozinha que nem Jiyoon e isso me fazia sentir ainda pior. “Porque eu não sou corajosa que nem ela? Porque eu sou tão diferente da minha irmã nesse aspecto? Será que um dia vou chegar aos pés dela?” pensava ainda deitada de bruços no colo de mamãe até que ela me ajudou a levantar ainda com uma expressão de poucos amigos. Do jeito que tinha levantado com a ajuda dela eu fiquei não movia um músculo se quer. As lágrimas rolavam pela minha faze uma atrás da outra, não tinha controle sobre elas e os soluços eram constantes. Nem vi Jiyoon se aproximar de mim, só percebi que ela estava ao meu lado porque vi seus pés, pois fitava o chão de cabeça baixa chorando.  Mamãe começou a falar novamente, mas eu nem sabia exatamente onde ela estava e como estava sua expressão facial, continuava a encarar o chão enquanto chorava e chorava. Claro que tinha entendido perfeitamente a lição e o porquê de ter apanhado. Fui proibida de sair e ir para tal lugar e mesmo assim, eu tinha conseguido convencer minha irmã mais velha de ir ao lugar proibido.

Mesmo com proposta de ir tomar banho eu não conseguia me mexer, nunca tinha apanhado com a vara, não sei minha irmã, mas eu não. Passo as costas das mãos nos olhos ainda encarando o chão e em questão de segundos os pés de Jiyoon não estavam ao meu lado e ela já tinha saído, pois não escutava nenhum barulhinho da mesma. Não demorou em ver os pés de mamãe na minha frente e ela me chamando com uma voz mais calma, me fazendo perde um pouco o medo e ergue meu rosto para olha-la. As lágrimas estavam começando a parar de cair, mas ainda sim eu soluçava muito. – Não vou... Mais sair sem pedir, mamãe. – a voz falou ao pronunciar essas poucas palavras e o olhar de mamãe estava como o de sempre e ela deu um pequeno sorriso. Sem nem pensar duas vezes eu dou um pequeno passo para frente e a abraço forte, escondendo o rosto em sue corpo.  Sinto sua mão deslizar pelo meu cabelo e com isso fui me acalmando e a casa voltou a ficar no silêncio de sempre. Sinto ela me pegar no colo e envolvo meus braços em volta de seu pescoço. Claro que isso vez minha bunda dor mais ao ser pega no colo, mas logo passou, pois não tinha cosia melhor que o colo dela. Apoiei a cabeça de lado no ombro direito dela e saio dali sendo carregada pela mesma. 
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Re: Sala de Treinamento

Mensagem por Jiyoon Song em Seg Mar 28, 2016 4:16 am

QUE A JORNADA COMECE




Tinha matado a primeira pessoa na vida, quando mamãe tinha matado outra pessoa. Ela não parecia nada contente com o ocorrido, mas partes nossas tínhamos ficado orgulhosas com meu progresso, estava confiante, e assim eu ganhei. A mãe nos pega aparatando direto para o salão de treinamentos, onde tinha vários equipamentos e onde treinávamos, engulo seco pois sabia que estávamos encrencadas. Certamente nós duas tínhamos culpa no cartório, e certamente nós iriamos ser punidas por causa disso, ia me conformando conforme o prepara mento era feito, não adiantava se desesperar, ou pedir para que não fossemos punidas, isso só iria aumentar a punição e deixar nossa mãe ainda mais brava do que já esta. Era assustador quando nossa mãe adotava uma postura imponente e um olhar firme e um tom firme. Ela pega um varão de bambu, e eu estava quieta, não tentava argumentar, pois sabia que tínhamos desobedecido ela e que poderíamos ter morrido. Vejo mamãe sentando com as pernas cruzadas e me pedindo para ir até o colo dela de bruços. – Sim – Dou passos lentos mais determinados colocando minha barriga gentilmente em cima do colo dela. E a primeira varada eu mordisco meu lábio, a segunda ainda mais forte, e a terceira. – Aii – tentando se controlar, apanhar de bambu era dolorido, mas era para o nosso bem. Minha punição é aplicada, e estava na hora de minha irmã levar a punição, me levanto do colo dela dolorida tentando fazer leves massagens em minha bunda, minha irmã recusa a primeira chamada e digo logo em seguida – É melhor ir logo, antes que a situação piore. – Diga de irmã mais velha era preciosa, ou ela entendia isso ou iria sentir na pele as consequências de tentar protelar o improtelável. Observo a cena, acho que eu precisaria ter previsto essa situação antes e ter dado dicas de como agir melhor em situações como essa, ficar em estado de choque e por as mãos na bunda, esta pedindo para deixar nossa mãe ainda mais brava. Mas ela ia entender geralmente as primeiras vezes são sempre meio confusas.  As outras foram errinhos menores, então a punição eram mais leves. Logo quanto as cinco varadas é aplicada, meu lado materno de irmã é ativado, e vou correndo até minha irmãzinha mais nova envolvendo-a nos meus braços tentando consola-la. – Sei que esta dolorido, mas vai passar e você vai ficar mais forte. – junto com um beijinho na testa, os beijinhos tinham poderes curativos. E o clima muda ainda mais quando tudo aquilo acaba e a mamãe pode voltar a ser fofa pegando a seo no colo indo tomarmos um banho juntas, era realmente muito bom para relaxar os músculos.

OFF: Seo, seja como for, não brigue comigo. não sei o que vocês realmente vão decidir, mas resolvi fazer esse post, e foi legal, desculpa qual quer coisa e a demora, eu estava mal.


XIII
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