O Bar

Página 2 de 3 Anterior  1, 2, 3  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Re: O Bar

Mensagem por Carmela d'Andigné Bourbon em Sab Jun 24, 2017 8:51 pm

no need for us to hesitate

We're all alone, let's take control
Quando a perna dele tocou a minha, soube que aquilo seria divertido. Thierry era a pessoa mais incrível que eu conhecia exatamente por não ligar para nada, ao menos quando se tratava de nós dois. Tenho certeza de que, caso não fosse tradição familiar e tivesse tantos ganhos financeiros, ele teria impedido meu noivado. Por um momento eu mesma pensei em fazer isso, anunciar nosso caso e me casar com ele, mas que burra seria trocar dinheiro e poder por amor, sendo este gratuito e dormindo no quarto ao lado? Então eu segui o teatrinho, e vendo Thierry ali, com aqueles olhos tão lindos transmitindo desejo e perversão, soube que Alejandro, Cassandra e nenhum dos Bourbon poderiam nos impedir. Seríamos amantes, ao menos no que dependesse de mim, e eu o arrastaria para meus braços com toda a certeza. Mesmo que ele casasse, mesmo que tivesse seus próprios herdeiros: Thierry François d'Andigné di Bourbon era meu, de corpo e mente. Sua voz era sensual e seu toque muito convidativo, mas a velha e boa desconfiança não me permitia o agarrar ali mesmo. Se eu o levasse para o banheiro, no entanto, aquilo acabaria bem demais e eu também não achava ser uma boa ideia. Fixei meus olhos no seus e desvencilhei nossos dedos, espalmando ambas as minhas mãos em suas coxas. Eu estava abusando da sorte e sabia disso, mas havia tanta saudade do contato dos nossos corpos que eu não conseguia resistir. — Que se dane aquela vaca! — Falei mais para mim mesma do que para Thierry, me apoiando nas mãos em suas coxas para elevar meu tronco até nossas bocas estarem muito próximas. — Só um. Só um e nós iremos nos comportar. — Rocei meus lábios nos dele e iniciei um beijo lento, que virou rápido e quente muito mais rápido do que eu imaginava. Nossas línguas, tão íntimas, brincavam uma com a outra. As mãos dele passeavam pelo meu corpo. Retomei ao juízo alguns instantes depois, dando-lhe um selinho antes de voltar a posição inicial. Encarei ao nosso redor e agradeci aos deuses por ninguém estar nos observando. Também, com aquelas vestes, quem iria querer saber de nossas vidas? Mordi os lábios sem querer quando Thierry encontrou meu olhar novamente. Céus, faltava tão pouco para aquilo fugir completamente dos meus planos. — Que tal uma bebida gelada? Está quente aqui. — Me abanei exageradamente e acabei rindo disso. Céus, como era fácil rir e mostrar os dentes na companhia dele! Então os assuntos sérios voltaram a me assombrar como dementadores. Minha mão esquerda voltou a buscar pela de Thierry e meu sorriso se perdeu. — Odeio esse assunto tanto quanto você, mas conversei com Aretha e preciso… — Desviei o olhar para longe, encarando um ponto qualquer. — Preciso engravidar logo. Gerar mini asnos como o pai. — Rolei os olhos e soltei um suspiro misto de sofrimento e fúria. — E aí eu posso torturar e o matar em seguida. Você pode assistir se quiseres, querido. Será divertido. — Meu olhar ainda estava naquele pontinho. Não estava empolgada em ver a raiva estampada no rosto de Thierry, e eu sabia que estaria. — E se ele for virgem? — Voltei a encarar meu sobrinho com uma careta de espanto. Alejandro tinha muita beleza, mas a personalidade e a dependência por Cassandra o fazia um fraco. Quem tem relações sexuais com um fraco? Eu teria, em breve, e isso seria tão ruim quanto sequer pensar. Senti minha alma agoniar-se. — Preciso de você, Thierry.


OFF: As postagens entre Carmela e Thierry estão pausadas e interrupções serão desconsideradas por serem posts relacionados a trama. Valeu, flw.


BOURBON
Carmela d'Andigné Bourbon
avatar

Posts : 29
Idade : 24
Localização : França

Ficha Magica
Ano Escolar: 1º Ano
Nível do Personagem:
Casa:

Adultos
Adultos

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: O Bar

Mensagem por Thierry d'Andigné Bourbon em Dom Jun 25, 2017 11:56 pm

Honey Pie
I hate u, but I love u.
Ao sentir seu toque em minha coxa, meu corpo inteiro ficou febril. Seus toques me faziam sentir tesão, mas vê-la xingando e agindo com irresponsabilidade deixava-me mais animado ainda. Mordi o lábio inferior e assenti, vendo-a aproximar-se e abri um enorme sorriso sabendo que teria dela o que tanto queria. Minha tia disse que só teríamos apenas um contato, porém eu sei que se eu quisesse eu a faria perder o controle até querer mais e mais. Estremeci ao sentir seus lábios passarem lentamente sobre os meus. Meu lábio inferior foi sugado e então ela iniciou um beijo lento que fez com que meu corpo esquentasse ainda mais. Agarrei sua nuca enquanto nossas línguas brincavam uma com a outra loucamente. Levei minha mão livre até sua perna, apertando sua coxa com força, controlando-me para não enfia-la entre as pernas de Carmela. Odeio ter que me policiar e manter o controle, mas até eu tinha que admitir às vezes que para tudo havia limite. Meus olhos estavam fechados quando ela afastou-se dando-me um último selinho que tentei transformar em outro beijo quente, mas fui violentamente censurado com uma mordida no lábio superior. O lambi enquanto ela olhava ao redor, preocupada. Toda aquela preocupação, apesar de ser desnecessária, era extremamente sexy. Sorri balançando a cabeça positivamente sobre a bebida, embora discordasse de que qualquer bebida servida fizesse a temperatura ali abaixar, quer dizer, pelo menos não a minha.

Eu estava adorando passar aquele tempo com ela. Havia até esquecido o motivo pelo qual passei a semana inteira estressado. Bem, havia até ser novamente lembrado. Fechei a cara imediatamente e encarei um ponto qualquer enquanto ela falava dos malditos filhos. Alejandro não poderia deitar-se com Carmela. Ele não era homem suficiente. Eu não conseguia imaginá-los juntos em um momento íntimo, embora me enfureça apenas pensar, que dirá discutir sobre esse assunto. Apertei a mão de minha tia, mas sem encará-la nos olhos. Tudo que ela dizia parecia ser em vão, no fim das contas ela teria que deitar-se com o tongo de qualquer maneira, contudo... — Eu posso dar-lhe esse filho. Você só precisa deitar-se com ele uma única vez e eu lhe dou esse filho. — Procurei os olhos de Carmela e apertei sua mão em confirmação. Ela podia confiar em mim, e sabia que eu seria capaz. Nós só tínhamos um ao outro nessa história e era melhor que permanecesse assim, eu não suportaria ter que lidar com o fato de que Carmela e Alejandro estavam dormindo, todos os dias, juntos... Argh!




Thierry François D'Andigné di Bourbon
Comensal | Filho de Aretha | D'Andigné di Bourbon | Nova Geração


Thierry d'Andigné Bourbon
avatar

Posts : 13

Medibruxo no St. Marie
Medibruxo no St. Marie

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: O Bar

Mensagem por Carmela d'Andigné Bourbon em Seg Jul 03, 2017 8:08 pm

no need for us to hesitate

We're all alone, let's take control
Quando deixei escapar que precisaria da ajuda de Thierry, não sabia exatamente de que tipo de ajuda precisava. Meu interior pedia que ele fizesse Alejandro sumir, mas nós dois sabíamos que não seria possível. Meu noivo era atraente, só cego não veria, mas ele era o tipo de cara que chama atenção em um bar, mas quando você se aproxima e ele diz a primeira palavra, perde totalmente o encanto. Um homem fraco, manipulável e romântico era o desejo de qualquer pessoa que goste de mandar, mas ele estava muitos níveis abaixo de mim, coisa que eu não conseguia deixar de levar em consideração. E então veio a proposta de Thierry, me fazendo prender a respiração. Do que ele estava falando? Não seria novidade me envolver sexualmente com Thierry, mas procriação era algo que eu jamais imaginei que seria ofertado. Ri de nervoso e lhe beijei com urgência. Eu não fazia a menor ideia do que estava fazendo, mas ninguém se oferecia para ser o pai biológico de uma criança que nunca poderia chamar de filho, pior: teria de ver outro homem criar achando que é seu. Aquilo era prova de amor o suficiente para mim, e aquele beijo era minha forma de demonstrar a reciprocidade do sentimento. Minha língua buscava a dele enquanto meu pensamento passeava pela possibilidade. Éramos parecidos fisicamente, ambos de cabelos negros, olhos claros, altura similar e alguns outros traços notáveis. Já haviam achado que fossemos irmãos antes. O bebê poderia ser uma cópia de Thierry que nem mesmo Cassandra desconfiaria, pensando ter herdado tantas características de mim. Eu teria um herdeiro Monserrat di Bourbon e teria todo o poder de ambas as famílias em minhas mãos. Era brilhante! Mesmo que Thierry viesse a se casar com Ananza, Melinoe ou Cheryl, ainda assim eu teria sido a primeira a unir de fato as famílias e teria mais privilégios do que qualquer outro. Só havia um pequeno problema. Afastei meus lábios dos de Thierry e o esperei abrir os olhos, encarando-os. — Mesmo que seja somente uma vez, como vamos saber quem é o legítimo pai? — Maldito Alejandro! Maldita Cassandra que não o soube criar! E lá estávamos no ponto zero novamente. — A não ser que o façamos acreditar que houve sexo. Isso é possível? — Questionei, voltando a entrelaçar nossos dedos. Quando a vítima era Thierry, eu não gostava de usar aquele olhar de gato de botas, nem morder meus lábios tão lentamente que chegavam a doer, muito menos oferecer carinho para lhe hipnotizar, mas eu precisava de uma solução, e talvez o incentivo o fizesse pensar em algo, algo que nem eu mesma conseguia planejar. Suspirei e joguei meu último "incentivo". — Preciso de sua ajuda, amor. — Eu nunca o havia chamado assim antes, mas não deixava de ser verdade. Se eu tinha alguma alma gêmea, metade da laranja, açúcar caramelizado da minha maçã do amor ou qualquer uma dessas porcarias, o homem em minha frente certamente o seria.


OFF: As postagens entre Carmela e Thierry estão pausadas e interrupções serão desconsideradas por serem posts relacionados a trama. Valeu, flw.


BOURBON
Carmela d'Andigné Bourbon
avatar

Posts : 29
Idade : 24
Localização : França

Ficha Magica
Ano Escolar: 1º Ano
Nível do Personagem:
Casa:

Adultos
Adultos

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: O Bar

Mensagem por Thierry d'Andigné Bourbon em Qui Jul 13, 2017 5:13 pm

Eu mataria por ela, Carmen sabia disso, no entanto não podíamos tirar Alejandro da jogada enquanto não houvesse o casamento e um maldito herdeiro. O máximo que eu poderia fazer era dar-lhe o tão sonhado filho, até porque eu tinha medo, medo de que Carmela tivesse que parir uma criança tão fraca quanto o pai. Seria melhor que esse filho fosse nosso, eu estava disposto a dar à ela ao menos isso, mesmo que o idiota do Alejandro pense que o filho era dele e o trate como tal. Eu não estava fazendo nenhum favor, eu sempre quis ser pai e desde quando éramos mais jovens havíamos prometido um ao outro que teríamos nosso filho juntos e que nada e nem ninguém nos impediria. Eu seria capaz de matar um filho de Carmela se soubesse que ele era do Alejandro e não meu, eu sei que isso é uma medida um pouco extrema, mas eu não tenho nenhuma pena de matar criança, eu já o fiz antes. Eu havia prometido à Carmen muito antes dessa loucura toda começar que eu seria o pai da primeira criança dela, e eu seria, nada nem ninguém iria nos impedir. Apertei sua mão com força enquanto ela me observava com um olhar de espanto após minha proposta. Seus lábios vieram velozmente em direção aos meus e dessa vez eu quem me surpreendi com o beijo urgente. Fechei os olhos deslizando minha mão livre até a nuca dela, aprofundando o beijo. Sua língua encontrou a minha e, loucamente, elas se acariciavam, colocando para fora todo aquele sentimento que tínhamos um pelo outro. Eu sequer sabia o que havia passado pela cabeça dela para que ela retribuísse a minha proposta dessa maneira, mas ela jamais poderia duvidar de que eu não toparia ser o pai do filho que Alejandro e ela iriam criar.

Abri os olhos lentamente ao sentir a boca dela afastando-se da minha. Encarei-a e antes mesmo de poder sentir a sensação boa que aquele olhar me trazia os contras do nosso plano começaram a me atingir como socos na boca do estômago. Carmela fora quem pôs em palavras tudo aquilo que eu já pensava. Fechei novamente os olhos enquanto suas dúvidas vinham à tona quase junto com as minhas. Haviam muitos empecilhos para que fizéssemos aquilo sem levantar suspeita, mas iria acontecer, nós faríamos acontecer. Suspirei cansado, trouxe sua mão até meu rosto e comecei a esfregá-lo nela, como um gato manhoso ao ouvi-la chamando-me de amor. — Nós vamos dar um jeito, Carmen. Vamos fazer isso juntos e vai dar certo, vamos pensar em algo. — Disse distribuindo selinhos em sua mão. Fitei os enormes olhos dela. — Eu te amo tanto. — Sussurrei mordendo a ponta do polegar dela. Nós daríamos nosso jeito, sempre soubemos agir sob pressão e não vai ser agora que será diferente. Eu moveria céu e terra para que isso acontecesse, eu jamais a deixaria parir um filho que não fosse meu, muito menos a deixaria carregá-lo em seu ventre. Seria como carregar um fardo, e de fardo para que Carmen carregue já basta Alejandro.
BY MITZI




Thierry François D'Andigné di Bourbon
Comensal | Filho de Aretha | D'Andigné di Bourbon | Nova Geração


Thierry d'Andigné Bourbon
avatar

Posts : 13

Medibruxo no St. Marie
Medibruxo no St. Marie

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: O Bar

Mensagem por Daisy Chermont Burnier em Dom Ago 20, 2017 6:10 pm

This was supposed to be a meeting with old friends
You have no idea about how this is hard for me.
O convite que eu havia recebido coincidiu com o meu dia de folga na enfermaria de Beauxbatons, então disse à Sophie que podia contar comigo. Ela não tinha mencionado o local de encontro ou mesmo quais de nossos colegas de universidade iam, mas eu tentei não me preocupar com isso. Afinal, independente do que eu tivesse passado, era normal reencontrar os amigos. E esse era o pensamento que pairava em minha mente, para que eu me tranquilizasse e perdesse o receio do que poderia vir logo mais. Coloquei meu vestido azul marinho e ajeitei suas mangas compridas, em seguida calcei um salto não muito alto, já que não era nenhum jantar de gala ou algo mais elegante. Depois de escolher adereços e ajeitar meus cabelos, passei o perfume e saí de meus aposentos. Já havia deixado avisado com a direção que, naquela ocasião, eu retornaria apenas no dia seguinte, e por ser meu dia de folga isso foi permitido sem maiores problemas. Desse modo, apareci na entrada da casa de Sophie, que agora vivia num condomínio residencial em Lyon. Como ela já estava pronta quase nem nos falamos direito, partindo direto para sei lá qual lugar. Quando chegamos, prendi a respiração por um breve instante, ao reconhecer o bar o qual estávamos prestes a adentrar. Logo eu, que havia jurado não pisar mais em Paris. — Non, nada. — Respondi forçando um sorriso, quando Sophie perguntou se estava tudo bem.

Foi um esforço enorme entrar naquele estabelecimento, mas o maior desafio com certeza seria permanecer ali por algumas horas e fingir que estava tudo bem. Sentia meu coração pulsar dentro do meu peito, sem contar o nervosismo que eu sentia. Não iria ser fácil. — Bonsoir! — Fiz um cumprimento geral quanto chegamos à mesa, na qual estavam sentados Maya, François e Paul. Eu não os via desde a formatura, mas apesar desse tempo todo eles pareciam estar bem. Pelo que deu pra notar, Maya e Paul continuavam seu relacionamento iniciado nos tempos universitários, e François continuava distante como sempre fora. Chegava a ser intimidador às vezes, o que me fazia ter dúvidas sobre como Sophie havia se apaixonado por ele, mesmo que secretamente. Pela primeira vez naquela noite, ali sentada com meus amigos, senti algo bom. O fato de estar com o meu grupinho havia impactado de uma forma positiva, é de repente senti que poderia encarar o resto da noite. — Já volto pessoal. — Anunciei, me retirando da mesa e tomando o rumo do balcão. O atendente perguntou se eu queria algo e eu respondi que uma água de gilly era o suficiente. Ele apenas pediu que esperasse o rapaz que estava ao meu lado, e eu aproveitei para me virar na direção dele. — Estou tão distraída que nem percebi que tinha alguém aí. — Sorri torto, encarando as feições do homem, que me eram familiares. — Algum motivo especial para beber? — Perguntei a ele, enquanto tentava reconhecê-lo.

Off: interação combinada com Bence; favor não intrometer-se!
NOTES: Night at a French Bar


DAISY
JE TE PARLERAI DE CES AMANT-LÀ QUI ONT VU DEUX FOIS LEURS CŒURS S'EMBRASER.
Daisy Chermont Burnier
avatar

Posts : 9
Idade : 25
Localização : Beauxbatons

Ficha Magica
Ano Escolar: Concluido
Nível do Personagem:
Casa: Persévérer

Funcionários de Beauxbatons
Funcionários de Beauxbatons

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: O Bar

Mensagem por Owen Drozdov Karev em Seg Ago 21, 2017 6:12 pm

Ela parecia estar surpresa com a revelação a respeito dela ser a causa do que ocorria comigo nos tempos estudantis e acabou se deixando levar pelo momento, algo do qual se arrependeu de uma forma, pois ele não gostava de se sentir tão tímido quanto se sentia por revelar as coisas para Skyler. Foi assustador o que ela disse sobre o Mungus e acabei dando uma risada involuntariamente, pois era engraçado que ela estivesse no setor que eu pensava que seria ideal para mim. - Engraçado você estar na área onde acredito que eu me daria bem. - Ele poderia assumir essa realidade sem que se tornasse inconveniente, mas ele se perguntou se isso não era algum sinal de que eles estavam destinados a se encontrarem mesmo que não fosse do querer deles. Ela o encarou e fez o coração de Owen acelerar, ele se perdia no que estava pensando sempre que ela mantinha os olhos nos dele, pois estava focado em todos os pormenores da expressão dela, se ela fosse um livro, seria seu livro favorito, em comparação.

Ela ficou mais séria e ele alinhou a postura para receber o que viria, porém a medida que ela foi mudando a postura, ele começou a rir de nervoso e tentou se controlar quando ela assim exigiu e sentiu seu rosto ficar mais quente com a revelação, ele nunca tinha entendido isso no que ela fez e a ideia dela ter tido interesse por ele o fez ficar tímido, como raramente ficava. - E eu sempre acreditei que fugia por me achar um louco e abusado! - Acabou rindo do que lhe passava pela mente sempre que se lembrava destas histórias, ele ficou então um pouco mais sério, principalmente porque tinha simulado que não tinha ouvido o que ela disse a respeito da mãe e segurou a mão livre de Skyler. - Eu não tive tanto tempo com a minha também, sei como é estranho. - Ser sincero era algo que Owen já costumava ser, mas era a primeira vez que ele falava sobre o tema, pois se não fosse pelos irmãos, ele talvez fosse dado como órfão, Abell havia sido um irmão-pai para Owen. - Eu nunca imaginei que você havia gostado de mim. Pena que é um pouco tarde, pelo visto... - Ele assumiu em voz baixa, mas não conseguia soltar a mão dela, esperava que ela não rompesse o contato ou ele perderia toda sua coragem, ele acariciou as costas da mão dela com o polegar e respirou fundo.



Owen Acker Bettencourt

Mike
Owen Drozdov Karev
avatar

Posts : 48
Idade : 13

Adultos
Adultos

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: O Bar

Mensagem por Skyler Antonov Navikev em Seg Ago 21, 2017 9:33 pm

Acho que ele se interessar pelo que mais gosto não só é divertido e encantador, como é lindo. Eu sempre me vi como salvadora incomum, uma rebelde com causa; ajudar as pessoas mesmo que não seja tão boa com elas e isso sempre fez sentido pra mim, saber que para ele era um interesse me fazia enxergar o melhor nele, uma parte encantadora que nunca tinha dado muita atenção. Se lembrar do passado trouxe tantos benefícios e risadas, uma delas o fato dele saber o porque das minhas fugas e isso me causou um rubor nas bochechas que me envergonha ate hoje, e a coisa mais boba que ja disse - Você não é abusado, jamais. Abusado? Nunca... - ri do meu próprio comentário enquanto fazia círculos na madeira da mesa. Depois de reagir com um sorriso amarelo à atitude compreensiva dele em relação a minha mãe, um assunto que eu evitava sempre que podia, voltei a encara-lo enquanto ele tentava usar seu charme pra cima de mim em uma tentativa que talvez desse muito certo - Olha, eu gosto daquele ditado do; nunca é tarde demais. - sorrio concordando com um gesto da cabeça enquanto apertava meus dedos em sua mão carinhosamente tentando não ficar boba com aquilo. Parecia que nada tinha mudado e uma penca de sentimentos juvenis voltam a tona.


Skyler Suzanah Romanov Antonov Navikev . Obstetra
Skyler Antonov Navikev
avatar

Posts : 202
Idade : 25

Ficha Magica
Ano Escolar: Concluido
Nível do Personagem:
Casa: Grifinória

Adultos
Adultos

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: O Bar

Mensagem por Owen Drozdov Karev em Qua Ago 23, 2017 1:25 am

Owen se perguntava até que ponto as coisas eram pura coincidência entre eles ou se tudo não passava do destino agindo sobre a vida deles para fazê-los se cruzarem. Ela pareceu olhá-lo de uma forma diferenciada ao notarem o tanto de coisas que tinham em comum, podia ser apenas impressão e ele logo deixou esse pensamento para lá, de nada valia tentar adivinhar a mente dos outros sem possuir legilimência. Ele a achou mais encantadora ainda ao ter as bochechas coradas, Owen sempre apreciou a beleza de Skyler e ver outras manifestações dessa beleza sempre o afetavam, apesar do seu esforço para lutar contra. - Claro, porque eu nunca fiz nada abusado. - Ele manteve um tom divertido e acabou rindo também, saber dos sentimentos dela faziam cada partícula do seu próprio se agitar e querer agir, pois agora tinha motivos e embasamento.

O sorriso que ela deu demonstrou o desconforto que sentia sobre a situação envolvendo a mãe dela, ele pode notar, por isso foi bom que ele tivesse mudado o assunto da conversa, ele ficou estático por alguns segundos ao ouvir sua resposta sobre eles. Nunca que ele esperou ter uma retribuição de tudo que ainda se permitia sentir por ela e isso o fez dar um sorriso. - Ainda bem que gosta. Porque eu sou um daqueles que se nega a desistir. - Ele se sentou na cadeira a direita dele, se aproximando mais dela e resolveu agir, dessa vez de uma forma mais comedida. Ele abraçou a cintura dela e selou seus lábios nos dela em um beijo quase infantil, deixando que ela tomasse a dianteira se assim quisesse. Ele se sentia exatamente igual a quando conheceu-a ainda na escola, era como se nada houvesse mudado e os anos não tivessem passado, deve ser por isso que haviam tantas histórias a respeito dos primeiros amores e seus poderes, eles eram avassaladores e Owen tinha um conhecimento amplo sobre isso.



Owen Acker Bettencourt

Mike
Owen Drozdov Karev
avatar

Posts : 48
Idade : 13

Adultos
Adultos

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: O Bar

Mensagem por Bence Kostin Böröcz em Sab Ago 26, 2017 9:24 pm

Just a way to distract
post #001
Era um incômodo lembrar de todas as vezes em que dizia "minha vida irá melhorar bastante quando eu completar meus 18 anos". E tudo não se passava de uma ilusão. Após alguns traumas psicológicos durante a época de estudante, em passando em duas escolas como Intercambista, e uma como Aluno "fixo", percebi que ter este interesse em ser intercambista foi o meu maior arrependimento como ser humano. Talvez se eu tivesse decidido ficar apenas em Durmstrang, vivendo uma vida "normal" na Hungria, talvez eu não tivesse este abalo psicológico. Daisy, ainda lembro bem o seu nome. Na época eu era bastante ingênuo, e também, minha cabeça estava deslumbrada com aquela linda aparência, os cabelos loiros e um belo sorriso, dignos de um Anjo. Apesar de ter se passado 6 anos, ela ainda era a garota mais bonita com quem havia tido um "relacionamento", e também, a que mais me ferrou, não entrando em detalhes. — Será que eu devo tomar alguma coisa? — Perguntei-me, avistando um bar que estava a poucos pés de distância. — Talvez seja bom. — Me dirigi ao estabelecimento.

Entrei no local, me dirigindo diretamente ao balcão. Olhei em volta, o lugar estava com movimento e diversos grupos divididos, e alguns solitários, havia um grupo em específico que contava com algumas belas garotas, uma delas havia o mesmo estilo de Daisy, na época de escola, talvez este estilo seja popular. Decidi parar de reparar. Estar na França era algo desconfortável, minha estadia em Beauxbatons não foi a das melhores, apesar dos momentos de relação. Me aproximei da mesa, demonstrando apatia. — Por favor, me dê alguma coisa que seja barata, apenas isso. — Pedi ao atendente que estava no balcão. Abaixei a cabeça e fiquei esperando meu copo, enquanto no banco ao lado do meu, que estava vago, foi preenchido pela garota que me lembrava Daisy, pedindo uma água de gilly para o atendente, pedindo desculpas por não ter notado minha presença. — Tudo bem, não sou a lá das pessoas mais impressionantes daqui, então é difícil perceber que eu existo. — Falei em um tom desanimador, mas decidi mudar o meu humor. — Mas enfim, olá, me chamo Ben, e você? — Encarei o rosto dela, seus traços eram familiares, garotas francesas sempre tiveram este tipo de charme? É impressionante. A garota, em seguida, perguntava a mim se eu havia algum motivo especial para estar ali. — Sabe, as vezes é bom sair um pouco, se distrair, divertir, experimentar novas coisas. — Respondia, enquanto um copo com um líquido um pouco peculiar aparecia em minha frente, que havia sido trago pelo atendente. Peguei o copo, bebendo lentamente. Talvez seria a presença da mulher ao meu lado que me fizesse isso. — E você, por que está aqui? Veio se divertir com seu grupo de amigos? — Perguntei, fitando a garota, enquanto continuava a beber o líquido.


isaac h.
Isaac Harris Markovnikov
Bence Kostin Böröcz
avatar

Posts : 37
Idade : 16
Localização : Lugar nenhum.

Ficha Magica
Ano Escolar: Concluido
Nível do Personagem:
Casa: Corvinal

Adultos
Adultos

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: O Bar

Mensagem por Marc d’Andigné di Bourbon em Qua Ago 30, 2017 1:58 am


Tonight



L
ar doce lar. Foi o que pensei ao pisar novamente em casa, depois de um longo tempo fora as coisas pareciam não haver mudado nada, os mesmos moveis, mesmo clima sombrio dos tempos de infância. Com um longo suspiro deixei minhas malas a beira da escada e me joguei no sofá. Não havia informado ninguém do meu retorno para evitar qualquer tipo de tentativa boas-vindas, apesar de não ser o forte da família.  – Minha prima vai me matar quando souber que estou de volta – pensei comigo mesmo em voz alta mas dei de ombros, afinal quem me conhecia já deveria ter se acostumado com o fato de não dar satisfações para nada em minha vida.

Como em um estralar de dedos fiquei rapidamente em pé decidido a sair, ficar em casa só iria fazer com que ficasse remoendo fantasmas do passado submerso no tedio o que consequentemente só iria me deixar mão humorado.  -  Azock apareça...onde quer que esteja! – chamei o elfo domestico que não demorou a aparecer. -  Leve minhas malas para meu quarto! – ordenei sem dar tempo de ouvir uma resposta do elfo caminhei para porta saindo de casa.

Ao atravessar a porta aparatei em uma viela escura, sem demora comecei a caminhar pela calçada em direção a um bar a uns metros dali. Entrei no local que já era mais do que conhecido e desde que me lembrava parecia continuar cheio como sempre, caminhando entre as pessoas desviei de alguns estranhos até chegar ao balcão do bar onde me sentei em um banco. - Uma dose do seu melhor Whisky, por favor! – pedi ao barman e enquanto esperava olhei ao redor, não tinha costume de fazer planos apenas iria aproveitar uma boa dose de Whisky e quem sabe até o final do dia algo interessante não pudesse acontecer.
Este post tem o número 01 e contém 301 palavras. Ao decorrer da ação interagiu com  o elfo e o barman e ela se passa na França no bar ao fim de tarde. Marc está vestido esta roupa: (isso). eu gostaria de acrescentar que é editável .



Marc d’Andigné di Bourbon
29 anos
Medibruxo
Legilimência
A sedução é uma arte que poucos sabem usar com maestria. Geralmente são cruéis,tecendo suas teias para atrair suas presas incautas.
Marc d’Andigné di Bourbon
avatar

Posts : 9

Ficha Magica
Ano Escolar: Concluido
Nível do Personagem:
Casa: Persévérer

Adultos
Adultos

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: O Bar

Mensagem por Amélie Deville Sant-Clair em Qui Ago 31, 2017 2:20 am

 

Confesso que não sou o tipo de pessoa que frequenta bares, acho um ambiente desagradável e cheio de pessoas, em sua maioria incovenientes, que se aproximam de você com cantadas baratas e conversas evasivas. Então o que eu estava fazendo ali? Perdida é claro. E depois de horas de viagem em um vôo cheio de escalas estava exausta e muito, mas muito mal humorada. E  caso esteja se perguntando, não eu não sou mestiça ou nascida trouxa. Sou apenas uma admiradora de grandes invenções criadas por eles, e vez ou outra me aventuro experimentando algumas delas.


- Uma bebida fraca por favor, quero apenas molhar a garganta. - pedi educadamente ao barman enquanto olhava ao meu redor procurando algum lugar mais adequado para me sentar, pois ficar debruçada sobre um balcão de bar já seria me rebaixar demais e ficaria extremamente envergonhada se alguém conhecido me visse ali. O que seria um pouco difícil na verdade já que na última vez em que estive nesta cidade tinha apenas 12 anos, então seria muita falta de sorte se alguém me reconhecesse.

- Obrigada. - agradeci pegando o copo de vidro com uma bebida vermelha cheia de pedaços de frutas para os quais olhei um tanto receosa, me perguntando onde ficavam armazenadas e se foram bem lavadas antes de irem parar dentro do meu copo. E tentando não pensar na resposta me afastei em direção á mesa mais escondida do lugar localizada em um dos cantos, tentando ignorar os assobios e comentários maliciosos que alguns bêbados e até mesmo sóbrios sem um pingo de noção soltavam ao me ver passar.
 
Amélie Deville Sant-Clair
avatar

Posts : 7

Ficha Magica
Ano Escolar: 1º Ano
Nível do Personagem:
Casa:

Adultos
Adultos

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: O Bar

Mensagem por Marc d’Andigné di Bourbon em Sex Set 01, 2017 1:41 am


Tonight



O
som das pessoas falando ao redor, aquela cantoria típica dos bêbados dos bares distraia bastante e para falar a verdade sentia falta do jeito como nós franceses se divertiam, afinal depois de tanto tempo longe de casa me aperfeiçoando tinha coisas que faziam muita falta. – Mais uma dose! – pedi ao barman devia estar no segundo ou terceiro copo mas quem está contando?  Foi então que o murmúrio no salão aumentou e ouvi a porta fecha ao virar percebi o porquê da animação de alguns caras, sorri e tinha que concordar que tinham razão ao se alegrarem, curiosamente observei se aproximar do balcão e tinha uma leve sensação de que era alguém família, talvez fosse só impressão minha e deixei de lado por enquanto.

Tomei um gole da minha bebida mas estava ainda a olhar a garota que fez um pedido interessante e o modo como olhava a bebida quando a recebeu me ri discretamente e foi então que aquele jeito me lembrou alguém do tempo de escola. Será? – pensei comigo mesmo e assim que a observei com mais atenção, então tive certeza de que era Amélia, claro ela não ia ficar muito feliz em me vê, nunca fui um santo mas definitivamente durante período de escola tenho plena consciência de que era terrivelmente insuportável principalmente como ela.

Fui até onde ela havia se sentado passei por algumas pessoas sem noção e até empurrei um carinha que parecia querer tentar a sorte mas graça a mim acabou acertando o chão. – Não devia se preocupar tanto com o modo de preparação ou seja lá qual seja suas preocupações as medidas higiênicas ...o álcool mata tudo... – Comentei ao me aproximar era só um palpite devido ao modo como ela bebia e pelo pouco que lembrava do tempo de escola -  Mundo realmente pequeno ... -  me sentei na frente dela-  aposto que não lembra de mim ...mas acho que D’Andigné lhe soa familiar...

Este post tem o número 02 e contém 316 palavras. Ao decorrer da ação interagiu com  Amélia e ela se passa na França no bar ao fim de tarde. Marc está vestido esta roupa: (isso). eu gostaria de acrescentar que é editável .



Marc d’Andigné di Bourbon
29 anos
Medibruxo
Legilimência
A sedução é uma arte que poucos sabem usar com maestria. Geralmente são cruéis,tecendo suas teias para atrair suas presas incautas.
Marc d’Andigné di Bourbon
avatar

Posts : 9

Ficha Magica
Ano Escolar: Concluido
Nível do Personagem:
Casa: Persévérer

Adultos
Adultos

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: O Bar

Mensagem por Amélie Deville Sant-Clair em Sex Set 01, 2017 3:12 am

 


Cruzei as pernas assim que me acomodei no assento estofado e provei um pouco da bebida que para minha surpresa tinha um gosto suave e agradável, o que não retirava minha preocupação quanto ao seu modo de preparo ser no mínimo duvidoso se levássemos em consideração o baixo padrão do lugar.  Podia sentir o olhar incômodo de cada tarado sobre mim e para não me estressar, foquei minha atenção para a bebida em minhas mãos para me distrair, e funcionou tão bem que sequer percebi que alguém havia se aproximado de mim até ouvir sua voz – Não devia se preocupar tanto com o modo de preparação ou seja lá qual seja suas preocupações as medidas higiênicas ...o álcool mata tudo... – e ao erguer o olhar me deparei com um moreno de sorriso charmoso e um corte de cabelo um tanto desleixado.

O olhei de cima a baixo e mesmo que não usasse nenhum tipo de uniforme pensei que talvez ele pudesse ser o garçom daquele lugar mas como não tinha certeza preferi não ser tão rude - E quem é você, algum tipo de especialista no assunto? – perguntei enquanto ele se aproximava sentando-se á minha frente sem sequer dar-se ao trabalho de perguntar se eu gostaria de sua companhia. - Mundo realmente pequeno...aposto que não lembra de mim ...mas acho que d’andigné lhe soa familiar... – eu realmente não fazia a menor ideia de quem ele era quando se aproximou, mas assim que ouvi aquele sobrenome foi impossível não lembrar do moleque mais babaca que conheci nos tempos de escola.

- Não nem um pouco. 
– menti enquanto provava mais um gole de bebida. - Na verdade só me lembro de pessoas que fizeram alguma diferença na minha minha, então me desculpe mas esse sobrenome não está na minha lista. – não costumo ser tão esnobe mas presumindo que ele continuava sendo o mesmo babaca que eu conheci, minha atitude fria era o mínimo que ele merecia.
Amélie Deville Sant-Clair
avatar

Posts : 7

Ficha Magica
Ano Escolar: 1º Ano
Nível do Personagem:
Casa:

Adultos
Adultos

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: O Bar

Mensagem por Marc d’Andigné di Bourbon em Sex Set 01, 2017 11:03 pm


Tonight



S
e me dissessem que iria encontrar Amélia Sant-Clair  justamente em um bar  em uma das centenas de cidades da Europa eu certamente acharia loucura da pessoa que me falasse. Entretanto ali estava eu sentado a frente dela, estava surpreso por ela está completamente diferente do que eu me lembrava e devo dizer mais linda também, claro que percebi não sou cego nem nada apesar desse não ser o foco. - Na verdade não sou um especialista mas posso dizer que tenho uma certa familiaridade . - Comentei bebendo um pouco mais do que estava em meu copo.

Não demorei em me apresentar e como eu tinha imaginado no momento em que eu disse quem eu era sua postura mudou, algo quase que imperceptível se eu não estivesse atento a ela iria passa despercebido.Mas apesar disso suas palavras ainda assim foram como um mergulho num lago congelado. Encarei o gelo no meu copo por um momento e sério. - Não é para menos….quer dizer esperava por isso naquela época eu era muito … digamos que por falta de palavra maos apropriada um idiota. - admitir ciente do quanto aprontei com ela. - De todo modo sinto muito de verdade, não posso mudar o passado mas gostaria de me desculpar por tudo...já que dúvida que tenha uma outra oportunidade - passei a mão no cabelo tirando da frente do meu rosto. - Naquela época estava passando por certas coisas e ainda não seja motivo  sobrava para quem não tinha culpa… enfim… vejo que as coisas estão bem para você e acho que já tomei de mais seu tempo além de incomodar - terminei de beber o que restava do whisky no meu copo - espero que possamos conversar qualquer dias … realmente gostaria de me redimir e quem sabe mudar a imagem ruim que sei que tem de mim….  

Este post tem o número 03 e contém 305 palavras. Ao decorrer da ação interagiu com  Amélia e ela se passa na França no bar ao fim de tarde. Marc está vestido esta roupa: (isso). eu gostaria de acrescentar que é editável .



Marc d’Andigné di Bourbon
29 anos
Medibruxo
Legilimência
A sedução é uma arte que poucos sabem usar com maestria. Geralmente são cruéis,tecendo suas teias para atrair suas presas incautas.
Marc d’Andigné di Bourbon
avatar

Posts : 9

Ficha Magica
Ano Escolar: Concluido
Nível do Personagem:
Casa: Persévérer

Adultos
Adultos

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: O Bar

Mensagem por Amélie Deville Sant-Clair em Sab Set 02, 2017 9:00 pm

 


O encarei enquanto ele falava e apesar de manter meu rosto inexpressivo estava surpresa por ele admitir que era um um idiota, e nunca imaginei um dia ver Marc D’andigné se desculpando com alguém, muito menos comigo, seria um sinal de que a humanidade não estava totalmente perdida? - Não preocupe eu tenho todo o tempo do mundo se for pra continuar ouvindo você se desculpar. – falei com um leve tom de sacarmo enquanto acompanhava com o olhar ele bebendo o pouco de whisky que ainda restava em seu copo.

Concordo que os problemas pelos quais ele passava na época não eram desculpa para atormentar os outros, mas eu costumo ser uma pessoa compreensiva e acho que todos merecem uma segunda chance se o erro cometido anteriormente não foi muito grave, e convenhamos que ser um adolescente babaca e narcisista não é nenhum crime - Espero que possamos conversar qualquer dias … realmente gostaria de me redimir e quem sabe mudar a imagem ruim que sei que tem de mim…. - deixei escapar um longo suspiro me deixando convencer por seu arrependimento e esperando eu mesma não me arrepender disso depois.

- E por que outro dia e não agora? - me inclinei para a frente olhando-o fixamente nos olhos, percebendo que ficou surpreso com minha resposta – Afinal por que deixar para amanhã o que podemos fazer hoje não é mesmo? E confesso que estou curiosa para saber o que pretender fazer para se redimir. - sorri voltando a me recostar enquanto bebia mais um gole receoso da minha bebida de frutas.

 

Amélie Deville Sant-Clair
avatar

Posts : 7

Ficha Magica
Ano Escolar: 1º Ano
Nível do Personagem:
Casa:

Adultos
Adultos

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: O Bar

Mensagem por Conteúdo patrocinado

Conteúdo patrocinado



Voltar ao Topo Ir em baixo

Página 2 de 3 Anterior  1, 2, 3  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo


 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum