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Mensagem por Theodora Rowan Bradshaw em Qui Fev 16, 2017 10:35 am


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Lugar de estudos, pesquisas e trabalhos, altamente frequentado pelos alunos da Sage. Com um número incontável de livros, a biblioteca do castelo de Beauxbatons possui uma vasta gama de livros, tanto bruxos como trouxas, todos muito bem catalogados, e organizados, por ordem alfabética. Os livros estão divididos em alas, por disciplinas e assuntos, desde a ala de livros de história, até a requisitada ala de livros de feitiços para duelos. Esta é a área principal, onde muitas mesas circulares, balcões com bancos e cadeiras estão dispostos tanto para estudo individual quanto para grupos de estudo. Mais acima, dentre todas as prateleiras de livro, somente onde O Maquinário pode alcançar, sem escadas ou suportes, estão as Prateleiras Restritas, onde, ironicamente, encontramos os livros trouxas e livros de Arte das Trevas para iniciantes. Não há nada de tão secreto lá, muita coisa dali pode ser comprado em livrarias pelo mundo, mas a escola previne que os alunos percam seu tempo afundando-se em arte das trevas e na cultura trouxa, uma vez que eles vêm para uma escola aprender cultura bruxa e magia branca.

Escondido dos olhos dos alunos, há uma porta secreta, que muda de lugar durante o dia todo. Apenas os professores sabem a senha (que é alterada todo dia) para fazê-la abrir e assim consultar os livros que lá estão. Trata-se de livros de magias poderosas, ou de magias nem tão poderosas, mas que possuem rituais ou ingredientes de poções perigosos em seus preparativos. A variedade daquela coleção de livros é enorme em conteúdo, mas igual em periculosidade. Há quem diga que há rituais capazes de causar terremotos naqueles livros. Esta Sala Secreta é oval, sem corredores, bem iluminada e limpa por magia, sem interferência de elfos domésticos ou outro funcionário qualquer.

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Re: Biblioteca

Mensagem por Adam Köhler Forchhammer em Ter Mar 14, 2017 2:45 pm



O silêncio que se fazia presente naquele lugar não era algo que eu realmente admirava, na verdade preferia comer alguns chocolates e escutar músicas alegres na comunal. Levei meu corpo de encontro á prateleira pegando um dos livros que eu mais adorava ler, e com um sorriso no rosto caminhando em direção á cadeira. Naquele momento nada importava, adorava ficar em meus longos e até certo ponto chato devaneio. Levei ambas as mãos aos bolsos de meu sobretudo em uma busca incansável por chocolates, achando por fim, um chocolate abrindo-o com cuidado para não irritar os presentes e ao fim, levei ele aos meus lábios, fechando os olhos e fazendo uma careta satisfeita. – Bom... Na verdade eu queria mais. – Falei. O tom de minha voz era abafado pelas minhas mãos á frente dos lábios para não receber outras das longas broncas da bibliotecária que parecia não possuir muito humor, e sempre estar com o rosto fechado com expressão séria. Foleava o livro atentamente tentando me concentrar no livro em uma tentativa quase que falha por causa de minha fome. Ao fim, ajeitei as coisas devolvendo o livro, saindo dali.   


— the corner of my memory,
A brown piano settled on one side; In the corner of my childhood house, A brown piano settled on one side; I remember that moment, Way taller than my height, The brown piano that guided me; I looked up to you, I yearned for you When I touched you with my small finger; I feel so nice, I feel so nice;
first love.
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Re: Biblioteca

Mensagem por Lorenzo M. Fitzgerald em Seg Mar 20, 2017 10:23 pm





Simplesmente Ilumine.
Não fico na expectativa, nem lembro que isso sempre acontece quando estou subindo as escadas. A frase simplesmente surge na minha cabeça, renovada a cada manhã, quando eu vejo as chaminés no quarto. E ali fica alojada, até eu entrar na estação. Minha viagem ter-mi-nou. Toda manhã. Chova ou faça sol, lá estou eu sonhando novamente.  Só queria estar em paz.

(...)

Eu fechei a porta da biblioteca e me recostei nela. Tive que fazer força para respirar. Para lembrar-me de respirar. Para dentro, para fora.  Para dentro, para fora. Merlin; era como se eu estivesse de ressaca, o estranho é que eu nem sei como é estar de ressaca, e meu coração estava disparado, bum, bum, bum. Doía. Doía muito, como se aquilo fosse um enfarte ou coisa assim. Aquela dor enorme no peito. E eu recostado na porta. Logo ali, na biblioteca. Para dentro, para fora. Para dentro, para fora. Minha viagem ao mundo da lua terminou. Quando consegui controlar a respiração, voltei para a cadeira,  Dei uma olhada, para ter certeza de que realmente vira o que vira. Achava que não haveria ninguém aqui. Devia ter um pedaço de papel pardo na mesa; eu simplesmente não conseguia entender o fato de estar naquele jeito.  Não. Eu não conseguia me organizar. Não conseguia pensar. E já ia voltar e repetir tudo novamente: Ia ficar ali boquiaberto olhando o rapaz, na esperança de que ele venha falar algo comigo, nem que tenha que falar mal e me mandar pra pu@# que pa@#$.  E ao observa-lo bem, seu jeito, sua respiração que eu podia sentir a metros de distancia. Isso me deu um estalo. Eu comecei a pensar, pensar direito, pela primeira vez, na verdade, desde que vi o mesmo ali no local. — Numa estrada escura no deserto, vento frio no meu cabelo. Comecei a sussurrar a musica enquanto caminhava, isso me relaxava, passei por ele; sim! Consegui passar pelo garoto sem tropeçar ou fazer algo ruim.

A música e o tempo, no momento não tinha mais nenhum dos dois. Já estou raciocinando, decidindo. Começo a dizer algo, talvez até em voz alta. — Vai Lorenzo, entre em ação.  Ergui a minha mão e me apossei de um livro qualquer, mas adivinhe qual? Nem eu mesmo sei, só conseguia dar meras olhadas entre a fresta da prateleira. Eu nunca contaria, nem poderia contar. Nunca.  Nem pensava na possibilidade de convida-lo para comer; seria muita sorte se ele fosse tão gay quanto eu.  
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Re: Biblioteca

Mensagem por Mats Chamberlain McCain em Seg Mar 20, 2017 11:39 pm


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Uma biblioteca e você não era sinônimo de boa coisa e qualquer um podia ver que, quando você, Matthew, se enfiava em algum ambiente desses, boa coisa não sairia disso. Claro que você tinha algo em mente, passou uma tarde toda planejando qual era a melhor maneira de se vingar daquele garoto, sim, aquele que não queria te passar o dever de casa, aquele espertinho que pertencia à Sage. Ele não tinha obrigação alguma de te ajudar, certo Matthew? Mas você não queria saber, nessa sua cabeça ele deveria ter ajudado, embora soubesse que se fosse o contrário você não o teria feito, a menos que ele pertencesse a sua casa. Passou pela biblioteca sem dar muita atenção à bibliotecária. Na verdade ela já o conhecia, você estava apenas tentando evitá-la para não ficar ainda mais enrascado do que já estava. Um livro danificado, um aluno acidentado, tudo aquilo aconteceria em apenas segundos e você, Mats, sabia que se ela o visse na biblioteca, logo associaria o ocorrido a você, sem chances para explicar-se. Caminhou discretamente com seus passos leves, o coração estava a mil, mas você sabia o que fazer. Sentou-se, de costas para a bibliotecária e aguardou pacientemente a chegada do garoto, o qual você sabia que estaria ali naquele horário. Sim, você o stalkeou Mats, o fez porque gosta das coisas bem feitas, odeia fazer as coisas de maneira incorreta, até mesmo uma vingança patética. Colocou uma bala de menta entre os lábios fartos e o sabor o ajudava a relaxar um pouco. Recostou-se na cadeira e, entrelaçando as mãos, colocou-as atrás da cabeça para relaxar um pouco enquanto sua vítima não chegava. Você odiava esperar, de fato, mas sabia que aquilo era para um bem maior, o seu bem no caso. Chupava a bala de menta enquanto o plano passeava em sua cabeça pela milésima vez. Você não cansava de repassá-lo. Era simples. Ele subiria na escada para guardar o livro, um acidente ocorreria, alguns livros ficariam danificados e você, meu caro, teria apenas alguns segundos para se livrar da cena do crime sem ser visto. Bateu com as pontas dos dedos magros na mesa de madeira enquanto observava com seus enormes olhos claros um garoto aproximar-se. Detectou a timidez dele há quilômetros, por um momento pensou que fosse até seu alvo pela maneira receosa a qual andara em sua direção, mas não, era apenas um outro estudante qualquer. não tão qualquer, pois você bem que virou o pescoço quando ele passou próximo a você com seu perfume não? "Foco", foi o que você gritou para si mesmo enquanto ignorava o garoto de olhos azuis. Olhos azuis, Mats? Então você reparou? Era um milagre, já que você não costuma reparar em muitas coisas além de si mesmo. Enquanto aguardava o loiro que o negou o dever, não podia deixar de ignorar a presença do garoto azul, até porque o mesmo o observava por entre as frestas do livro e você sabia disso. Impaciente, você levantou, o frescor de menta em sua boca não deixaria o seu veneno menos ácido, não mesmo. Caminhou em direção ao garoto e antes que ele pudesse perceber, puxou o livro que estava em sua mão. — O que você tanto olha? Meu rosto está sujo? — O garoto parecia intimidado, você conseguia sentir isso como quase todo animal sabe quando o outro está com medo. Cruzou os braços enquanto observava o garoto. O livro que a ele antes pertencia, balançava em sua mão enquanto você aguardava uma resposta do rapaz sem nem saber ao certo o porquê de ter que ir provocá-lo. Como se você ligasse para olhares alheios... você só queria falar com ele, mas óbvio que não poderia chegar apresentando-se como uma pessoa normal, não você Mats, não você. Ridículo. Pensou sobre si, e com razão.

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Re: Biblioteca

Mensagem por Lorenzo M. Fitzgerald em Ter Mar 21, 2017 2:06 pm







Simplesmente Ilumine.
Vocês sabem: é como se a minha missão de chamar a atenção do rapaz tivesse sido cumprida e o pior já houvesse passado, mas meu coração bateu mais rápido quando me dei conta que ele havia saído do meu campo de visão. Já que não havia mais ninguém para ver eu me concentrei no livro, folheava as paginas como se buscasse algo de útil para ler e adquirir conhecido na tal pagina; soltei um ar tedioso, meu corpo transmitia uma mensagem de não querer mais ficar ali, em pé, sem movimento.  Mas ainda dá para aguentar. E eu estava aguentando bem. Tenho certa dor no calcanhar, e isso foi como se criasse uma nova pilha para mim, estiquei a minha mão para alisar essa parte de meu corpo e quando a outra mão estava somente a segurar o livro, fora puxado. — E! Isso é babaquice. Disse a ele abanando a cabeça. Lembro que não fiquei muito satisfeito com aquilo. Há certas coisas que não se brinca, nem entre amigos. Mas deixei pra lá; achei que eu estava meio paranoico de achar que era... O garoto! Eu admito que o anseio se tornou parte de mim quando fixei meus olhos nos dele, sério foi uma mistura excitante de medo e desejo.  


Minhas bochechas ficaram coradas e minha respiração lenta, não queria transmitir isso e ele pensar que sou o tipo de garoto que tem medo de tudo. Eu só consegui responder a pergunta feita quando me virei para frente e comecei a ler os títulos dos livros enquanto falava. — Eu não estava olhando você. Menti, num tom que diz, é claro que estava seu idiota . Continuei a não olhar para ele, seus braços cruzados faziam os seus músculos de adolescente saltassem um pouco, ah aquilo me deixou esticado mentalmente. Espirrei, se eu pudesse escolher uma hora péssima para espirrar, seria agora; acertei o lado contrario em que o mesmo estava, acho que era a poeira de alguns livros, claro a bibliotecária não havia tantas mãos assim, mas usar feitiço para tal coisa não seria tão ruim. — Aliás, o seu rosto não está sujo. Finalmente havia respondido por completo o rapaz, mas deixei escapar uma frase bem chamativa quando voltei a olhar para a estante de livros. — Magnifico, na verdade.  Isso poderia ser bem recebido ou não, por esse motivo, olhei para o pulso em busca de um relógio que não estou usando, eu digo. — Ih, caramba, nós temos que ir. Adoro o som desse nós, adoro o fato de ter falado ‘nós’, como se tivesse uma relação com ele. Só que poucos segundos, precisei concertar o erro. Balancei a cabeça numa forma negativa. — Err... Eu na verdade ia falar que... Sou eu quem precisa ir... Respirei e dei uma 'última' olhada nos olhos, exatos 3 segundos de fixação, tempo ideal para demostrar algo. .— Já vou indo. Segurei a ponta do livro que tinha pegado das minhas mãos e puxei; ao fazer isso um toque de dedo fora dado, minha nuca se arrepiou, nunca senti nada parecido com isso, uma coisa nova, uma sensação boa. — Desculpa. Cruzei os braços e o livro esta entre eles, apoiei meu queixo na parte superior do objeto e comecei a andar, como se estivesse em câmera lenta, rezando para que algo aconteça... Alguma coisa que pudesse me impedir de ir embora.


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Re: Biblioteca

Mensagem por Mats Chamberlain McCain em Ter Mar 21, 2017 10:15 pm


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Ergueu ambas as suas sobrancelhas quando o ouviu dizer que não estava o observando. A quem ele estava tentando enganar afinal? Poderia ser qualquer um, exceto você, Mats. Teve vontade de segurá-lo pelo queixo só para que ele pudesse repetir aquela frase sob o julgamento de seus enormes olhos, mas você julgou a ação desnecessária, até porque ele poderia pensar que você era um completo maluco, não que você fosse são, Matthew, mas ninguém precisava saber. Você se afastou um pouco dele, o nariz coçando o irritava. Praguejou mentalmente o garoto por ter tocado naqueles livros empoeirados e praguejou ainda mais a bibliotecária por não limpá-los. Coçou a ponta do nariz. Olhou atentamente para o garoto quando o mesmo dissera que seu rosto não estava sujo e cometeu o erro de elogiar sua aparência. Seus enormes lábios de lobo desenharam um sorriso que poderia ser capaz de engolir o menino azul (como você mentalmente o chamava agora) com um único abrir de boca. Ele correu os olhos pelo pulso como  se estivesse vendo as horas e você apoiou os ombros na estante o observando. Aquele garoto estava pedindo para ser trollado, ao seu ver, embora sua maneira de ver as coisas eram um pouco nubladas pelo seu gênio impulsivo e 99% babaca. O nervosismo e a embolação dele o estava divertindo, Mats. Você queria muito gargalhar e apertar as bochechas dele, especialmente quando ele abraçou o livro que arrancara de sua mão como uma criança envergonhada, apoiando o queixo sobre o mesmo. Aquele garotinho meigo o estava chamando a atenção e isso era algo raro. Ele começou a caminhar e você virou-se, observando-o passar ao seu lado, afastando-se cada vez mais e mais. Sorriu, balançando a cabeça negativamente e logo depois o puxou pelo ombro, fazendo com que o menino assustado virasse em sua direção só para vê-lo com uma enorme sensação de prazer em perturbá-lo. Seu plano de vingança sequer pairava em sua cabeça agora. Agora você tinha outros planos, planos que envolviam o tímido garoto a sua frente. Soltou o ombro do garoto e sentou-se numa mesa, de frente para ele. — Mas já vai? Nós podemos ficar por aqui mesmo, parece mais divertido. — Sorriu fixando os olhos dele. Ele escapava dos seus olhares, Mats, e com razão, você parecia mergulhar nas pessoas e ver todos os seus pecados com esse seu olhar duro. Sorriu e esticou a mão, seus dedos magros apertaram o queixo do garoto, tirando-o do livro. — Hey, olhe pra mim quando eu estiver falando com você. Que falta de délicatesse. — Piscou para o garoto, pois sabia que isso iria deixá-lo ainda mais rubro. Você amava brincar com os garotos, não Mats? Ainda mais garotos como... como... ótimo, você sequer perguntou o nome dele. — Como se chama? — Finalmente, Matthew, finalmente.

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Re: Biblioteca

Mensagem por Lorenzo M. Fitzgerald em Qua Mar 22, 2017 12:54 am







Simplesmente Ilumine.
Decididamente, os relógios pertencem á lista das CMBVG, Coisas Mais Babacas na Vida da Gente. Minha mente insistia em falar que eu precisava dar passos para trás e ir conversar novamente com o garoto, mas o tempo nao deixava, e nem vou comentar das minhas mãos suadas e que agora, insistia em ficar com uma coloração avermelhada . Eu achava que o meu relógio imaginário fantástico; adoro minutos e vivo fazendo a soma deles para passar o tempo. Antes que eu pudesse reagir de forma grosseira (Pelo fato de ter saído sem ao menos dar tchau), meu ombro foi tocado...Dá pra entender como isso é aborrecido? É mais do que aborrecido, é irritante. Na realidade já eram vinte para as sete, e eu ia ficar de castigo na escola se nao saísse dali logo. Eu respirei, realmente respirei; a expressão em meu rosto dizia [i]Nao encoste em mim de novo[\i]. Continuei com os meus braços cruzados e abaixei o meu olhar, inclusive meu rosto.— - Nao olhe para mim assim.

Por um instante fiquei pensando se a mãe e o pai dela sabiam das atitudes e coisa e tal, porque eu gostei do jeitão do menino quando o vi pela primeira vez. Mas depois percebi que isso era burrice e que ele provavelmente me usaria de uma forma que não aguentaria, não poderia passar por isso novamente.— - Nao gosto de ficar aqui quando escurece. Fiquei olhando para ele, tentando compreende-lo.... Meu coração palpitou, o sorriso dele me fez sentir algo no estomago que eu não sei expressar,como se borboletas estivessem voando dentro de mim. E quando seus dedos tocaram meu queixo, fiquei excitado. E a piscada, aquilo foi jogo sujo, sério, ter quinze anos e ainda um garoto desse tipo na minha frente; serio, se você encontra alguém com esse olhar, no mínimo vai pensar que esta tentando te seduzir ou ate mesmo te assediar.— - Lore... Respirei fundo e demostrei um sorriso tímido.— - Lorenzo. Eu não conseguia pensar direito e alguma coisa estava pressa na linha garganta, quando me dei conta ja estava sentado na cadeira a frente dele, o livro na mesa e meu queixo apoiado no mesmo. Arregalei meu olhos e deixei meus olhos caírem, o suficiente para que eu pudesse falar, sem fita-lo.— - É muito bonito, nao é? Disse a ele. Tinha mais ou menos a minha idade, pelo menos é oque aparentava. — Voce deve gostar de se olhar no espelho... Eu iria gostar se fosse você. (problema de auto estima, tadinho, consola ele) Minha fala nao havia aqueles troços que algumas pessoas sacaneiam nas comedias de tevê, isso é a vida real e eu estava querendo abocanha-lo.— - Voce devia levar o quadro para fora quando ninguém estivesse olhando e arrebentar tudo. Disse, ao fixar meus olhos no quadro ridículo na parede. Deixei meu rosto cair e fechei meus olhos, ficando vulnerável.— - Não tenho tanta energia, ficar tanto tempo assim me deixa com sono. Revelei um pequeno segredo e demostrei um leve sorriso, mas foi um sorriso que se mostrou ser mais verdadeiro que qualquer outro que havia dado.— -Só... um ar de alivio e pousei a minha mão esquerda ao lado do meu rosto.— - Só peço que não se aproxime tanto. fazer força, juro que tentei, mas meu olhar caia e caia cada vez mais. E quando me dei conta, adormeci. .


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Re: Biblioteca

Mensagem por Mats Chamberlain McCain em Qua Mar 22, 2017 5:23 pm


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Logo, logo a biblioteca iria fechar e você, Mats, já tinha um grande histórico de prisões dentro da biblioteca, gostaria de acrescentar mais um? Se bem que talvez você não se importasse de ficar preso ali com aquele garoto, não é mesmo? Desde o primeiro momento eu me pergunto o que você viu nele. Ele parece ser apático, sem graça e você sempre gostou de coisas vivas e interessantes, Mats. Você poderia achá-lo bonitinho, e de fato ele era. Lindo, foi o que pensou ao ouvir a pergunta dele e novamente ele cometeu o erro de elogiá-lo. Seu ego já era inflado demais para esses tipos de elogios, tanto que você nem fica encabulado ao ouvi-los. Encarou o garoto com uma sobrancelha arqueada. Você queria muito falar algo, muito, mas Lorenzo, como ele havia se apresentado, estava divagando demais. "Parece que alguém está chapado". Segurou um riso e continuou fitando o garoto que apoiava a cabeça sobre o livro. Sério, de todas as pessoas que você já tombou pelo castelo, o Lorenzo era a mais esquisita, admita, Mats. Você só sabia encará-lo, nem sabia o que dizer. Nem mesmo suas piadas más fariam algum efeito no garoto diante de ti e você sabe disso. Olhou para trás vendo o quadro que ele citou, sabe-se lá por qual motivo e logo depois voltou a observá-lo tentando adivinhar qual era o tipo de distúrbio psicológico que ele tinha.

Você mal conseguiu acreditar quando ele fechou os olhos e dormiu tranquilamente diante de ti. Essa fora boa, Matthew. Você, que sempre julgou-se tão interessante havia feito o garoto dormir com apenas alguns segundos de conversa. Você estava se corroendo de raiva e poderia ser bastante cruel com ele, contudo optou apenas por chamar a atenção dele de maneira agressiva. — Hey, garoto? — Bateu com sua mão aberta no topo da cabeça de Lorenzo com determinada força, puxando seu cabelo levemente para que ele erguesse a cabeça. Isso fora bastante rude, Mats, no entanto fora a melhor coisa a se fazer dentro do leque de opções que passaram pela sua mente doentia. — Você não pode dormir agora, a biblioteca está quase fechando. — Você cruzou os braços e ignorou o olhar azedo que o outro lançou sobre si, sabia que sua atitude iria irritá-lo e era exatamente isso que você queria, vê-lo tendo algum tipo de ação, pessoas pacíficas te tiravam do sério. — Além disso nós estamos no meio de uma conversa, que tipo de pessoa dorme no meio de uma conversa? Você é muito sem educação. — Suspirou pesadamente e saiu andando para o lado oposto ao qual Lorenzo estava. Queria jogar aquela prateleira de livros em cima do garoto, não queria Matthew? Mas tinha ciência de que ele não valia uma detenção, não mesmo. Talvez você devesse voltar a focar na sua vingança e deixar o garoto azul com seus problemas de sono para lá.

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Re: Biblioteca

Mensagem por Lorenzo M. Fitzgerald em Qui Mar 23, 2017 12:34 pm







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Ai, meu Deus. Eu o provoquei, logo quando estou numa posição deselegante feito um maluco, como se eu já não fosse o bastante. Meus olhos se abriram quando meu cabelo fora puxado, cerrados com uma expressão de rancor. . - Me desculpe, nao era a minha intenção. Um rapaz realmente atraente; me lembra aqueles jovens das revistas trouxas que fazem sucesso cantando . E isso é algo que eu nunca contei a ninguém, com exceção do meu diario. Sim, considero folhas de papel como se fossem pessoas, digo oque penso, meus sentimentos e tudo a mais.

Em alguns segundos acabei ouvindo palavras que me fizeram repensar os meus erros, estava obvio que ter cochilado enquanto a alguém na sua frente tentando conversar, é uma atitude tão ignorante. .  - Eu já pedi desculpas... O que raios vou precisar fazer pra  você me notar? Revirei meus olhos e deixei o livro sobre a mesa. .- Nao seja ridículo. Disse eu, rindo. Não fazia sentido eu falar isso,na verdade meu interior me fazia provocar ele ainda mais. Eu me preocupo muito com Mats, se é que é possível alguém se preocupar verdadeiramente com alguma coisa; muito menos com uma pessoa que so foi saber o nome a poucos minutos.

Ah,eu queria tanto não ter caído de bruços quando me levantei rapidamente da cadeira, rezei no momento para que ele não visse o mico. Que tipo de pessoa se levanta e cai? Poderia ate colocar a culpa na sonolência, mas deixei para ela. Enchi minhas bochechas e pude notar que estava vermelhas. Mats já estava um tanto longe de mim,perto de uma prateleira. Eu senti algo dentro de mim, uma coisa que me fez seguir em frente ao ponto de chegar perto dele. . . - Eu serei sincero com você. Fiz uma expressão que poderia ser descrita como; revigorante.. . - Sim, antes de chegar a biblioteca eu te vi entrando nela. Como se falar isso mudasse em algo na sua vida. Revirei meus olhos.. . - Mas só quero que saiba que eu gostaria de... Mordi meus lábios inferiores e ergui a sobrancelha. . .- Te convidar pra sair, sei la, ir pra outro lugar. Não esperei uma resposta clara, na verdade me senti tão nervoso que acabei mudando o tom de voz e coloquei meus braços para trás.. . - Okay, não vou te incomodar mais. Falei respirando profundamente, dei alguns passos para frente, eu podia sentir a respiração do rapaz e sem pensar duas vezes; toquei os meus lábios no dele, minhas mãos passaram pela nuca dele, ele não era tão mais alto do que eu, já que o mesmo poderia escapar, meio que forcei o beijo, logo depois me senti a pessoa mais arrependida no mundo.  

No momento me mantive com os olhos arregalados por um alguns segundos e Mats poderia ate sentir a minha respiração ofegante, como se eu acabasse de participar de uma maratona. E eu fiquei ali parado, somente esperando um soco no rosto.  
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Re: Biblioteca

Mensagem por Mats Chamberlain McCain em Sex Mar 24, 2017 3:23 pm


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O garoto era insistente não? Mas você não estava dando a mínima a ele, ou a menos fingia não ligar, qual é Mats? Admita, você adora que corram atrás de você, e quando esse menino o fez um sorriso brotou em seus enormes lábios de predador. Você conseguiu esconder o sorriso antes que ele o alcançasse. Tentou até sair da frente dele, mas Lorenzo o bloqueou. Desmanche esse semblante, Mats, pare de fingir que não está gostando da cena, olhe o garoto com um pouco de afeição e não com esse olhar duro como se o estivesse julgando. Cruzou os braços enquanto o garoto falava. Seus olhos analisavam as feições dele enquanto o menino de olhos azuis dizia que queria sua atenção e além disso o stalkeava. Estava segurando-se para não sorrir. Lorenzo com certeza já o conhecia e sabia quem você era, embora você tenha certeza de jamais tê-lo visto em lugar algum do castelo. Se bem que né? Sua memória não era uma das melhores, Mats. O garoto poderia desfilar diante de ti o dia inteiro que você não lembraria de seu rosto no dia seguinte. Mas não, pelo menos com Lorenzo você tinha razão, definitivamente você jamais o viu no castelo. Talvez por causa da timidez dele. Com certeza toda vez que você virava o olhar para ele, Lorenzo devia meter-se em algum canto, escondido longe de seu olhar, que por mais que seja sedutor, e você sabe disso, dava um puto medo em qualquer pessoa sã.

Enquanto Lorenzo falava você apenas cruzou os braços e o encarou. Ele fazia seu tipo, Mats, exceto por ser tímido e parecer certinho demais, mas isso o cativava. Talvez ele fosse o que você precisasse para se acertar. Você abriu a boca para dizer algo, mas parou quando o viu aproximando-se. Você conseguia prever os movimentos dele, com certeza. Contudo não tomou nenhuma atitude para impedi-lo. Quando Lorenzo aproximou-se tocando os lábios dele nos seus, seu coração saltou. Mas Lorenzo não era tímido? Não era? E agora ele simplesmente estava tomando seus lábios sem mais nem menos. Você arregalou os olhos, seus braços ainda estavam cruzados, mas você os descruzou lentamente quando sentiu as mãos dele escorregarem pela sua nuca, intensificando o beijo. Suas mãos pousaram no tórax dele e por alguns minutos você esqueceu-se do que iria fazer com elas. Lembrou-se do que ia fazer quando estava prestes a enfiar sua língua na boca dele. Empurrou-o para longe, encarando-o com a respiração tão ofegante quanto a dele. Abriu a boca para dizer algo, mas não tinha nada para dizer na verdade. Sua cabeça era um turbilhão de coisas e isso era novidade, você sabia exatamente o que fazer e quando o fazer, ficar sem ação não era do seu feitio. Engoliu em seco e encarou Lorenzo para parecia embaraçado e ao mesmo tempo amedrontado, com certeza temendo o que você faria com ele, Mats. Mas nem você mesmo sabia o que fazer diante daquilo. Queria ficar com raiva, mas havia gostado demais para isso. Sem saber qual ação tomar, puxou Lorenzo pelo colarinho e o deixou bem próximo de si. Encarou o garoto como se fosse batê-lo e logo depois reiniciou o beijo de onde haviam parado. A boca dele parecia ter sido feito para a sua, Mats, isso você não podia negar, e por mais louco que Lorenzo parecesse ser uma coisa você deveria admitir, nem que fosse em pensamento. "Como esse maldito beija bem."

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Re: Biblioteca

Mensagem por Lorenzo M. Fitzgerald em Sex Mar 24, 2017 6:31 pm




Anjos existem.
Ele havia me empurrado e eu já esperava isso, mas sinceramente poderia beija-lo meia hora, aquilo foi realmente magico, sentir o seu corpo quente e os seus lábios tão macios quanto algodão doce. Tudo como de costume. Segui a demostrar a expressão de assustado, pois realmente não saberia da sua reação, além do empurrão, obviamente. Mas sabe quando você tem um arrepio no corpo que até seus pelos das partes mais escondidas ficam arrepiados? Pois bem, foi oque eu senti ao lembrar-me do simples beijo; e eu fiquei pensando no momento se seria possível acontecer novamente, só que a expressão de Mats me dizia que ele iria a qualquer momento me dar um soco. 

Na boa, vou logo dizendo: Mats  é um gato. Se um cara que não é gato encara você sem parar, isso é, na melhor das hipóteses, esquisito, e na pior, algum tipo de agressor passivo. Mas se é um cara gato e que tenha as características do Sr. Lábios gostosos. Na boa...  Por fim resolvi que a melhor estratégia seria também olhar fixamente para ele. Afinal de contas, o garoto não detém o monopólio da atividade encantadora. Só que o olhar dele me fazia entrar em um tipo de êxtase. 

Não queria me insinuar nem nada; é que me canso um pouco toda vez que fico muito tempo em pé. Mas todo esse incomodo passou quando o garoto me puxou pelo colarinho e eu já quase fechei os meus olhos esperando algum tipo de agressão. E me mantive assim durante alguns segundos, quando lentamente abri meus olhos, os lábios dele estavam perto demais de mim, ELE VAI ME BEIJAR? Meu coração disparou e fiquei sem reação, eu realmente havia pensado em muitas coisas e quase fiz uma feitiçaria mental  para que essa ação dele ocorresse o mais rápido possível. Estava tremendo, não de medo e muito menos de timidez; eu estava com as mãos dançantes porque Mats me fez sentir uma pulsação nova, algo que me fez entregar totalmente ao beijo. Não sei se foi certo responder as ações, sua pegada já fazia com que me sentisse especial; o meu mundo havia parado naquele momento. A minha língua começou a dançar uma sinfonia dentro da boca do rapaz, minhas mãos deslizavam pelo seu rosto e o agarrava na cintura, a timidez que estava ao meu lado se encontrava nesse momento fora da biblioteca. E quando me dei por satisfeito, encerrei o beijo, dando lhe uma mordida no lábio inferior, algo forte o bastante para fazê-lo dar um gritinho. .  — E anote isso... Vai nascer um grande amor entre nós... Um riso fora dado por mim e eu completei a frase quando encostei a minha mão na dele e fiz um abraço de dedo. . — E você vai saber oque eu já sabia. Seria desnecessário dizer, mas eu continuava a gostar do Sr. Lábios gostosos. Só me faltava ser confiante para lhe contar tudo. E apesar do pouco tempo de convivência o garoto já havia me conquistado. Afastei-me dele e ergui uma sobrancelha, demostrei um sorriso sem mostrar os dentes e olhei para o chão.  Agora, p@#$ que pariu. Estou a ponto de agarrar, guardar e leva-lo para “casa”. Sinceramente no momento só queria dizer.   Preciso me expressar e falar que é você e mais nada... Pode acreditar que sim. Ele se tornaria o tema dos meus sonhos, seria a sorte dos meus sonhos e desejaria que pra sempre fosse assim. E era tão fascinante como tudo no momento se encaixava.  

Em poucos segundos consegui me recompor e quando percebi, me sentei na cadeira.  — Me conte a sua história. Seus interesses, hobby's, paixões, fetiches, etc... Dei uma pequena risada no momento; não sou o tipo de garoto que pergunta isso, porém ele conseguia me deixar interessado nele de tal forma que mudava isso de 'não sou' rapidamente. Apesar de estar em um local totalmente silencioso, meu medo da bibliotecária chegasse naquela parte das estantes e nos visse. 
 
18:00
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Re: Biblioteca

Mensagem por Mats Chamberlain McCain em Sab Mar 25, 2017 2:13 pm


Tired blue boy walks my way


Por um momento pensei que suas bocas não fossem se desgrudar jamais, mas Lorenzo afastou-se, não sem antes mordiscar seu lábio inferior. — Ai! — Você murmurou, passando a mão no lábio mordido. Caramba Mats, parece que você subestimou o garoto. Lorenzo parecia ser mais atrevido do que você imaginava, não? Seus dedos enlaçaram com os deles e você sentiu um friozinho na barriga. Talvez você não estivesse contando que as palavras que saiam da boca que você acabara de beijar fossem verdade, mas sim, você estava apaixonando-se. Incrível não? Nem adianta negar, Mats, dá pra ver pela maneira como olho pra ele. Tudo foi corrido e confuso, mas sim, vocês estavam à fim um do outro, o que é ótimo, pois você não costuma olhar para nada além de si mesmo. Riu tentando achar as palavras dele ridículas, mas talvez fossem reais, talvez um grande amor surgisse dali. Você tinha era medo, Matthew, medo de ter que se importar com alguém além de si, medo de dividir o amor próprio, ter que cedê-lo à alguém que o faz bem, você tinha medo, afinal você nunca amou alguém dessa maneira e não, seus pais e irmãs não contam. Umedeceu os lábios e riu pelo nariz quando Lorenzo sentou-se e começou a bombardeá-lo de perguntas. — Mas você é muito sem educação mesmo, né? — Parou diante dele e segurou o queixo do garoto, balançando o rosto dele de um lado para o outro. — A biblioteca lá é um lugar para um encontro? Nós não podemos nem falar aqui. Se quiser saber sobre mim vai ter que marcar um encontro decente. — Soltou o queixo dele e cruzou os braços, começando a rodear o garoto, assim como os tubarões rodeiam suas presas. Aproximou-se da nuca dele. O perfume de Lorenzo invadia suas narinas. Era algum caro, você esqueceu o nome, mas sabia que era. — Do contrário, nada feito. — Mordiscou a ponta da orelha dele e afastou-se. Olhou para a extremidade aonde a bibliotecária deveria estar e constatou que ela estava aproximando-se com extrema agilidade. Sorriu abaixando os olhos para Lorenzo que parecia ter arrepiado todos os pelos com sua mordida. Caramba Mats, como você é provocativo, por Merlim.

OBS: Post atemporal entre mozão (Lorenzo) e eu. Sem interrupções, por favor <3



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Re: Biblioteca

Mensagem por Lorenzo M. Fitzgerald em Dom Mar 26, 2017 12:06 am




Anjos existem.
.— Desculpe-me, eu não sei como lidar com isso tudo. Quando a bibliotecária apareceu, eu percebi que estava um tanto atrasado. E eu sempre achei que olhos azuis fossem bem mais bonitos, mas sinceramente de agora em diante, certamente verde será a minha cor preferida. Considerando o fato de que não conseguia pensar direito, meu estomago estava roncando de fome. Eu estava querendo algo natural, mas hoje em dia muitas pessoas não querem saber disso. Só querem hambúrgueres e fritas; claro que não as julgo, pois são comidas maravilhosas. Até mesmo milk-shake, para outros e para mim. Bom, isso não é uma refeição de verdade, é? E meus pensamentos voaram em direção a cozinha, carne, legumes e depois uma torta, sem falta. Ou quem sabe um bolo? Um rocambole e pudim, talvez Mats faça algo para mim, só que não intensifiquei esse desejo.


Fiz uma expressão de felicidade quando me tocou no queixo e me balançou .— Já entendi! Você quer ficar a sós comigo. Ri e senti um intenso arrepio quando ele rodopiou ao meu redor.  Estiquei os braços e acabei dando uma relaxada, minha manga da camisa ficou um tanto curtas, demostrando o meui pulso, veias e coisas normais de um garoto “comum”. . — Então, Mats... Eu nem estava conseguindo falar, pois ele acabara de morder a ponta da minha orelha, oque me deixou totalmente esticado, o livro que havia sobre a mesa o coloquei na parte da frente da calça e fingi que estava segurando-o com certa fraqueza, dando a entender que gostava de segurar os objetos assim. .— Espera... Falei sussurrando e chegando perto o suficiente do ouvido do dele. .— Vou te convidar para dar uma volta e fazer uma espécie de piquenique... Escondidos, obviamente. A minha fala saiu rapidamente e com um tom baixo, mas ele conseguiu ouvir perfeitamente, pois o sorriso foi de ponta a ponta.  .— E já estamos indo. Olhei para a bibliotecária que não sorriu, mas também não demostrou uma cara de brava. 
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