Sala de Defesa Contra as Artes das Trevas

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Sala de Defesa Contra as Artes das Trevas

Mensagem por Josephine Löhn.-Ostëngard em Qui Fev 16, 2017 5:49 pm


Sala de Defesa Contra as Artes das Trevas

A sala de DCAT é uma sala ampla, bem iluminada por conta de suas enormes janelas e totalmente útil, tanto para o professor quanto para os alunos. É umas das salas inteligentes de Beauxbatons, pois as mesas e cadeiras somem quando não são utilizadas, liberando mais espaço para uma aula prática e reaparecem quando o professor solicita para uma aula teórica. 

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Re: Sala de Defesa Contra as Artes das Trevas

Mensagem por Apollo Leslie Grant em Seg Jun 26, 2017 11:58 pm

Apollo estava cansado e nem um pingo de vontade de ir para a aula, porém não tinha muita escolha já que sua namorada estava lhe enchendo o saco para ir. – Espera, calma.. – murmurou ajeitando as coisas dentro de sua mochila e levantou do sofá da comunal. – Espero que essa aula não em dê sono! – falou cansativo e ajeito a alça no seu braço esquerdo. Entrelaçou os dedos nos dedos da namorada e segui em direção à sala de aula.

Apollo encarou o boneco assim que adentrou a sala e foi se senta ao lado da sua namorada, não entendeu do porque daquele boneco ali, mas não perdeu tempo gastando saliva para saber, pois isso aconteceria mais cedo ou mais tarde. – Bom dia. – respondeu o cumprimento  e suspirou ao escutar o tema da aula, seria sobre Maldições, algo que o menino não gostou nenhum pouco de saber. Arqueou a sobrancelha ao escutar o nome do bruxo dito pelo docente e passou a escrever em uma caligrafia preguiçosa o que o homem falava.

- A Maldição de Antônio Dolohov , essa maldição possui um efeito parecido com o do feitiço Sectumsempra, que é causar cortes profundos naquele que é atingido por ela, porém nela estes cortes são internos. - o boneco humano localizado ao lado do quadro começou a se encher de manchas vermelhas, denunciando a presença de sangramentos internos -- Por ser uma variante do Sectumsempra, seus efeitos são anulados do mesmo modo, ou seja, com o feitiço Vulnera Sanentur - as manchas do boneco começaram a sumir e logo mais o homem começou a andar pela sala.

Grant ficou horrorizado ao ver o boneco e engoliu em seco a saliva. Suas mãos começaram a suar e o mesmo desviou o olhar do boneco para o pergaminho, não queria ficar vendo aquilo, não se sentia bem. Uma ânsia e mal estar percorreram o corpo do garoto ao ver aquilo, provavelmente ele tinha estomago fraco para essas coisas e até mesmo seguir o ramo da saúde. Passou as mãos pelo cabelo ao escutar Lilian perguntar se ele estava bem e fez um simples aceno de cabeça em sinal positivo dizendo eu estava, o que não era verdade.

-- Agora entraremos nas três maldições imperdoáveis... Ou seja, se você conjurar alguma delas, você pode acabar indo para em Azkaban - ele sorriu para uma aluna que o fitava e apontou sua varinha para o quadro, fazendo com que o nome de cada uma das três maldições tomasse o lugar da maldição de Dolohov -- A primeira é a maldição Imperius, também chamada de maldição do controle... Ela dá ao bruxo que a conjura total controle sobre seu alvo - o boneco humano começou a andar pela sala, emitindo um estrondoso som que causaria agonia e medo em qualquer ser humano, ele se dirigiu até uma janela. Quando o boneco estava a ponto de pular da janela, ele parou seu show e ficou estático -- A segunda é a maldição Cruciatus, a maldição da tortura... A dor causada por esse feitiço equivale a ter todos os ossos de seu corpo em chamas, se usada em excesso, acaba levado o alvo à loucura - o boneco começou a se contorcer intensamente, sua boca de mentira se abrira e logo mais pode-se ouvir gritos de dor excruciantes vindos dele. Assim que o objeto parou de se contorcer,prosseguiu com a aula -- A ultima maldição, é a maldição da morte... Avada Kedrava - o boneco se desintegrou, virando pó, os alunos deveriam ter entendido o recado. – A aula foi apenas para vocês saberem um pouco mais sobre as maldições, quero um resumo sobre elas, liberados! – a professora liberou a turma.

A aula não estava fazendo bem para o garoto, mas ele tinha que assistir, era importante que ele soubesse sobre as maldições, não para usar, mas talvez para sobreviver a elas. Ele não tinha controle nem sobre as coisas que queria, nem imaginava como seria ter controle sobre a vida de outra pessoa com a maldição Imperius. Um arrepio percorreu pela sua espinha ao escutar sobre a maldição Cruciatus, que os ossos das pessoas pareciam estar tomados por chamas. Ele escutava ruídos de algo se debatendo e tinha certeza que era o tal boneco, mas ele não tinha coragem de ficar olhando aquilo mesmo que não fosse apenas um boneco.  Apollo só levantou o olhar quando sentiu a mão de Lilian tocando a sua e respirou fundo. – Vamos..- respondeu baixo depois de anotar o trabalho que deveria ser entregue na próxima aula e se retirou da sala.

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Re: Sala de Defesa Contra as Artes das Trevas

Mensagem por Lydia Mountbatten em Sab Jul 22, 2017 7:07 pm

Aula de Dcat

Lydia estava cansada naquela manhã, mas não podia se dar o luxo de continuar na cama por causa das aulas. Com muita tristeza ela se levantou e seguiu para o banheiro,onde realizou sua higiene matinal e não demorou em ficar pronta para mais um dia cheio de aulas. Seguiu para o Salão, onde tomou café ao lado de Aurora e depois seguiu junto da garota para a sala de aula, não gostaria de chegar atrasada de forma alguma.  

- Meio ou fundo? - perguntou para a melhor amiga e depois que o lugar foi escolhido, foi se acomodar ao lado da mesma. Enquanto a professora nãos e fazia presente na sala, Lydia passou a organizar seu material de forma calma sobre a carteira e a dialogar com a companheira ao seu lado. - Vai dormir ou vai prestar atenção na aula? -pergunto segurando riso, afinal, a menina era profissional em tirar altos cochilos durante as aulas e a monitora tinha que  emprestar as suas anotações para ela, para que assim conseguisse se atualizar dos assuntos que foram abordado durante a sua soneca. A conversa das garotas parou quando a professora entrou no momento que o sinal tocou e a porta foi fechada, assim como as janelas, o que deixou a sala em um breu por alguns segundos até que  Cassie fez um holograma aparecer e clarear a sala.

- Hoje vamos falar de quatro animais. Começaremos pelos Barretes Vermelhos, depois vamos ver as Kappas, depois Grindylows e por último sobre lobisomens. Espero que estejam prontos para fazerem muitas anotações. - Falou Cassie encarando os alunos com um sorriso nos lábios.Com um balançar de varinha fez a imagem de um Barrete aparecer para que a classe pudesse entender melhor sobre a criatura. - Os Barretes-Vermelhos são seres pequenos, parecidos com elfos ou anões, e podem ser facilmente reconhecidos pelos seus dentes, que são extremamente pontiagudos, assim como por seu capuz vermelho. - deu uma pausa para recuperar o fôlego. - Essas criaturas malignas e horripilantes normalmente habitam crateras e vales de antigos campos e territórios de batalhas, guerras, ou qualquer lugar onde o sangue humano fora derramado. O modo para se defender dele pode ser através do feitiço Flipendo  e o Estupefaça. - deu uma pausa para que os alunos copiassem tudo antes de começar a falar da outra criatura.  

Enquanto Lydia fazia anotações, via Aurora se debruçar cada vez mais pela carteira e isso a fez garota ficar em dúvida se a garota não dormeria antes da terceira criatura ser explicada. Com letra impecável a menina fazia anotações calmas, além de fazer traços nas coisas que achava melhor dar uma pesquisada depois na biblioteca. Cruzou a perna esquerda sobre a direita e voltou a olhar para a professora que começava a falar da segunda criatura.

- O Kappa é um demônio aquático do Japão que habita lagos e rios rasos. Com fama de parecer um macaco com escamas de peixe em lugar de pelos, esse animal tem um oco no cocuruto da cabeça no qual ele carrega água. - Fez o holograma mudar para a criatura que explicava no momento com um aceno de varinha e passou a andar entre as carteira dos terceiranistas. - Kappa se alimenta de sangue humano, mas é possível convencê-lo a não fazer mal a alguém, atirando-lhe um pepino com o nome da pessoa gravado à faca. Para enfrentar esse animal o bruxo tem que fazer a água guardada no oco de sua cabeça escorrer, isso faz ela perder todas as forças. - terminou a explicação enquanto estava no fundo da sala.

A cada animal que a docente explica, mas a mão de Lydia doía, porém ela não iria parar de fazer anotações atrás de anotações, afinal, ela não queria perder nada. As explicações sobre os Grindylows e sobre os lobisomens foram rápidas e a docente no final pediu dois rolos de pergaminho para a próxima aula. Por alguma razão Aurora não adormeceu na aula, o que deixou Lydia feliz. - Vamos comer algo? - perguntou para a menina enquanto as duas se retiravam da sala.

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Re: Sala de Defesa Contra as Artes das Trevas

Mensagem por Aurora Louise Moreau em Dom Jul 23, 2017 7:23 pm

Aurora mexia seu café bem lentamente, a preguiça matinal dominava-a. Não havia conseguido dormir naquela noite, perdeu suas horas preciosas de sono estudando para as provas que viriam. Ela não era a única zumbi a tomar café no Salão, ao seu lado estava Lydia, compartilhando do mesmo cansaço, com quem batia um papo maroto antes de encarar as aulas do dia. Terminado a refeição matinal partiu para o Segundo Andar acompanhada da amiga. 

— Por mais que eu não queira: meio. — arrastando os pés naquele salto que ela odiava, a loira encaminhou-se para uma das carteiras. Sentou-se, jogou a mochila sobre a mesa e descansou a cabeça na bagagem. — Prestarei. — bocejou. Aproveitou alguns minutos antes da docente chegar para tirar uma leve e rápida soneca. Seu sono divino foi interrompido com o fechar estrondoso da porta e a escuridão da sala. — Qu-que tá aconteceno? — ergueu a cabeça ainda com os olhos semifechados. Viu um vulto perambular entre as carteiras, pelo jeito de andar só podia ser a professora. Um holograma foi gerado pela mulher, tal feito chamou atenção da Nobleana, fazendo-a despertar ainda mais. — Hoje vamos falar de quatro criaturas. Começaremos pelos Barretes Vermelhos, depois vamos ver os Kappas, depois Grindylows e por último sobre lobisomens. Espero que estejam prontos para fazerem muitas anotações. — Cassie anunciava. Em seguida balançou a varinha e fez a primeira criatura a ser estudada aparecer. — Os Barretes-Vermelhos são seres pequenos, parecidos com elfos ou anões, e podem ser facilmente reconhecidos pelos seus dentes, que são extremamente pontiagudos, assim como por seu capuz vermelho. Essas criaturas malignas e horripilantes normalmente habitam crateras e vales de antigos campos e territórios de batalhas, guerras, ou qualquer lugar onde o sangue humano fora derramado. — durante sua pausa rápida folheou seu exemplar. — Combater essas criaturinhas não é muito difícil, deve-se fazer um gesto com a varinha na direção do Barrete e utilizar o feitiço Flipendo. Este faz com que o Barrete voe para trás e fique tonto, facilitando assim a sua captura. Também pode ser útil o Estupefaça em outros casos e situações. — finalizava a primeira explicação. Na medida em que ela explicava Aurora fazia suas cópias. Escrevia rápido para que não perdesse nenhum detalhe. Após as aulas daria seu jeito de organizar tudo. 

Seguidamente Cassie retornou sua didática. — Agora lhes apresento o Kappa. — movimentou sua varinha novamente e fez com que a tal criatura aparecesse no holograma. — O Kappa é um demônio aquático do Japão que habita lagos e rios rasos. Com fama de parecer um macaco com escamas de peixe em lugar de pelos, esse animal tem um oco no cocuruto da cabeça no qual ele carrega água. O Kappa se alimenta de sangue humano, mas é possível convencê-lo a não fazer mal a alguém, atirando-lhe um pepino com o nome da pessoa gravado à faca. Ao enfrentar esse animal, o bruxo deve enganá-lo e obrigá-lo a se curvar, porque se ele fizer isso, a água guardada no oco de sua cabeça escorrerá, drenando-o de toda a sua força. — pausou mais uma vez e acrescentou mais detalhes ao holograma. Era raro o comportamento que Aurora estava exercendo no momento; concentrada. Os ruídos externos não a atrapalhavam. O resultado podia se ver nas suas anotações: estavam cada vez mais completas. — Agora vocês irão resumir as criaturas que restaram. Não quero algo grande, apenas informativo e necessário. Até o fim da aula as atividades deverão estar presentes em minha mesa e com identificação. Podem começar! — a mestra pôs no holograma todas as criaturas juntas em interação, tornando a vista mais interessante.

Pergaminho:
Aurora Louise Moreau – 4° ano – Noble

Lobisomem: 
O lobisomem é uma criatura encontrada no mundo inteiro, embora se acredita que a sua origem vem do Norte Europeu. Os humanos somente podem se transformar em lobisomens quando são mordidos e contraem a maldição. Não se conhece até hoje nenhuma cura para esse mal, embora um recente avanço na preparação de poções tenha, em certa medida, aliviado os sintomas mais graves, através da poção Mata-cão que faz com que o detentor da maldição mantenha sua consciência durante a transformação, o que não ocorre normalmente. Uma vez por mês, durante a lua cheia, o bruxo ou trouxa afetado, que em outros períodos é normal, se transforma em uma fera assassina. Uma singularidade entre esta e as demais criaturas fantásticas, é que o lobisomem dá sempre a preferência a presas humanas. Quando não transformado, o bruxo ou trouxas que sofre com a maldição, pode apresentar um comportamento antissocial, agressivo e o corpo cheio de cicatrizes.

Forma de Defesa: Embora não seja uma das criaturas mágicas mais perigosas, o lobisomem é uma criatura forte capaz de aguentar diversos feitiços sem ser prejudicado. Se é recomendado o uso do feitiço: Homorfo, para contê-lo.

Grindylow:
Demônio aquático de chifres e pele verde clara, o grindylow é encontrado em lagos da Grã-Bretanha e Irlanda. Alimenta-se de pequenos peixes e é igualmente agressivo com bruxos e trouxas, embora se saiba que os merpeople (sereianos) são capazes de domesticá-los. O grindylow tem dedos muito longos que embora possuam grande força, são facilmente quebráveis.

Forma de Defesa: Utilize-se de feitiços paralisantes como o feitiço Immobilus contra essas criaturas.

Logo após terminar a atividade Moreau levantou-se e seguiu até a mesa da docente onde depositou o pergaminho sobre a superfície de madeira. Retornando a carteira organizou sua bolsa. — Vamos! Necessito urgentemente de um pedaço de pudim de leite. — o sinal tocou indicando o término da aula. Aurora e Lydia abandonaram a sala.
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