Escritório do Auror-Chefe

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Escritório do Auror-Chefe

Mensagem por Augustine L. Lamoreaux em Seg Out 21, 2013 4:11 pm


Escritório do Auror-Chefe


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Re: Escritório do Auror-Chefe

Mensagem por Jason V. Markov em Sex Mar 13, 2015 3:29 pm


Era difícil acreditar que no fim, o mal tinha ganho.
Mesmo sabendo que a Ordem estava sendo refeita, e a resistência ainda existiria nas sombras, Zsadist finalmente estava no poder. Ele ainda não estava de todo contente com minha participação em Hogwarts, e a azaração que ele tinha usado contra a minha barriga ainda doía levemente, mesmo depois de alguns dias do ocorrido. Ainda me lembrava claramente da ordem chegando e salvando as herdeiras, e eu me auto-estuporando para manter a identidade secreta. Mesmo naquele momento horrível, eu precisava manter o personagem. Precisava ganhar a confiança dele, só mais um pouco.
Foi então que lembrei do Ministério. Todos aqueles arquivos poderiam ser um problema para mim, especialmente os que estavam na sede dos aurores. E ela com certeza seria invadida, uma das primeiras salas a serem dominadas. Por isso, assim que o Ministério foi dominado, ousei pisar naquele lugar mais uma vez.
A diferença entre a sede dos aurores e a dos comensais era bastante notável. A sede dos comensais geralmente era escura, silenciosa, vez ou outra gritos vinham dos torturados. Já a sede dos aurores era completamente organizada, com pôsteres de comensais pendurados nas paredes, um pôster enorme pendurado no fundo da sala, que mostrava o rosto de Zsadist e escrito com fogo logo abaixo do mesmo as palavras "PRIORIDADE MÁXIMA". Minha atenção estava nas caixas com vários arquivos dentro. Pergaminhos com depoimentos, lista de aurores oficiais, procurados que morreram ou desapareceram em ação, coisas do tipo. Sem conseguir achar nada que tivesse meu nome, optei pelo mais óbvio: Procurar na sala do comandante. 
Fechei a porta da sala do comandante auror atrás de mim e toquei a tranca da mesma com a varinha. Um clique suave indicou que a mesma estava trancada. Me virei e procurei a caixa letrada com um "D" encima, e logo ali, um dos primeiros arquivos, dois rolos de pergaminho tinham meu nome completo escritos com tinta preta.
Peguei eles apressadamente e abri o primeiro. Era minha admissão no esquadrão dos aurores, por indicação de Frank. Só de ver o nome, meu coração apertou ligeiramente. O que ele pensaria caso me visse agora? Bem, provavelmente entenderia minha posição delicada. Abri o segundo pergaminho, e este tinha detalhes sobre minha missão secreta de infiltração nos comensais, com a assinatura do comandante auror da época, minha e da ministra. A ministra. Minha mente voltou até o gramado, quando finalmente acordei e ouvi os comensais murmurando excitados que Zsadist tinha matado a mesma. Era tarde demais pra chorar por ela agora.
Olhei mais um tempo para os pergaminhos abertos encima da mesa. Eu provavelmente precisaria deles para provar minha posição e inocência quando tudo estivesse acabado. Não podia simplesmente dar cabo deles. Mas mesmo assim... Andar com os dois não parecia a ação mais correta. Pensando melhor, o segundo documento já seria o suficiente, já que tinha a assinatura da própria ministra e do comandante. O primeiro era apenas uma formalidade necessária. 
Coloquei a ponta da varinha sobre o primeiro arquivo, respirando fundo ao ver meu nome escrito ali, então sussurrei: - In Albis. - Logo, toda a tinta que tinha sido usada começou a desaparecer, as escritas foram sumindo e o pergaminho voltou a ficar branco, como se nada tivesse sido escrito ali. Eu estava oficialmente apagado dos aurores. Joguei o pergaminho em branco num canto qualquer, ele já não era mais uma ameaça, então voltei meu olhar para o segundo, uma ideia brilhante tomando minha mente.
A tinta usada ali era da cor preta. Sua coloração contrastava contra a cor do pergaminho, deixando a mesma legível. Se eu usasse "Illegibilus", os comensais que achassem o documento saberiam do que se tratava, e um simples "Finite" acabaria me denunciando. No entanto... Se eles achassem que não havia nada escrito, não dariam importância para o pergaminho caso o encontrassem.
Toquei o segundo documento com a ponta da varinha, exatamente encima da tinta preta, confiante do meu plano, e sussurrei o feitiço: - Coloris Morphio. - Imediatamente, mentalizei a cor do pergaminho, um amarelo escurecido pela ação do tempo, e a tinta começou a mudar de cor lentamente para a cor mentalizada, quase que sumindo de vista. Continuei usando o feitiço em todos os locais que tinham palavras e marcas de tinta e, quando terminei, o pergaminho parecia em branco, literalmente falando. Qualquer um que tentasse ler aquilo se convenceria de que estava em branco. Eu só precisava guardá-lo com cuidado comigo e mantê-lo longe de vista. Precaução nunca era demais.
Guardei o pergaminho "em branco" no bolso de dentro do sobretudo preto, tendo certeza que ele não cairia e nem ficaria a vista. Assim que ele estava devidamente seguro, abri a porta novamente usando o feitiço "Alohomora", ao qual a porta foi destrancada e eu saí dali calmamente. Os trabalhadores do departamento me olhavam com certa apreensão, me reconhecendo como um comensal, e não pude conter um sorriso. Ao passar perto de uma das mesas, com uma pilha enorme de pergaminho, notei que o homem que trabalhava ali parecia não ter percebido minha aproximação, seus olhos grudados num pergaminho que ele escrevia rapidamente. Dei um tapa contra a pilha de pergaminhos, jogando os mesmos no chão e atraindo o olhar arregalado do homem.
- Desculpa... - Disse, com um sorriso sarcástico. - Foi "sem querer". Agora arrume isso logo. - Disse, saindo dali na direção do elevador, sem olhar pra trás.

Off: Saí do local.


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Re: Escritório do Auror-Chefe

Mensagem por Dexter Rolstroy Edwayns em Dom Mar 13, 2016 1:23 am



{
when the ideias turn into an action
}

Estava bem disposto naquele dia, tinha finalizado meu relatório e revisão anexada sobre duas penas que haviam sido pedido para que fossem verificadas. Havia algumas dúvidas por parte de familiares sobre o cumprimento da pena de dois prisioneiros de Azkaban. Tratar de burocracia não era empolgante e demandava uma paciência que eu não costumava ter mas eu estava tentando dar o meu melhor e orgulhar Kendra e Pandora com as minhas ações. Precisava agora era que o Auror Chefe confirmasse que meu relatório e o material levantado estavam certos para finalmente me livrar daquilo. – Bom dia, preciso falar com o Auror Chefe, diga a ele que o Auror Edwayns veio para checar os documentos, como marcamos ontem. – eu era bem educado por natureza e isso pareceu deixar a secretária ou algo a mais que não me era importante.

Arrumei a gravata que usava enquanto esperava pelo auror chefe e sorri ao ter minha liberação para a sala dele. Entrei no local e me sentei na cadeira que ele me indicou após me cumprimentar. – Bom dia, vim só finalizar aquele caso das famílias. – eu sorri e entreguei a ele uma pasta com tudo que havia colhido e verificado e deixei que o Auror Chefe lesse tudo e me dar o próprio parecer dele. Ele teceu alguns elogios sobre a organização e a boa escrita e isso me encheu o ego, não vou negar. Sorri satisfeito e assenti quando ele me confirmou que estava tudo certo. Ele demorou alguns segundos protocolando a papelada como era devido e eu me levantei ao final. Cumprimeitei-o com um aperto de mão e me despedi para terminar logo aquela obrigação e partir para algo mais interessante. Vou para a sala do Comandante da Força Tarefa e me retiro do local.



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Re: Escritório do Auror-Chefe

Mensagem por Kkyeo Jin Seung em Qua Ago 31, 2016 7:55 pm

 
Working, I guess...


A coisa que eu mais odiava fazer desde que tinha entrado para aquele emprego era ir para o Ministério.

Tudo naquele lugar me irritava, desde as pessoas sonolentas e mal-humoradas de manhã, até as conversas patéticas que eu era obrigado a ouvir a caminho da minha sala. Eram sempre as mesmas conversas desnecessariamente desinteressantes e completamente aleatórias, desde feitiços que os filhinhos conseguiram fazer na escola, até brigas e discussões com o companheiro ou companheira.

Mas lá estava eu, pegando o elevador. Como de costume, as pessoas que normalmente se espremiam para caber no elevador desconfortável e monótono, criavam um espaço de medo, de forma que nenhuma delas me tocavam. Uma espécie de linha imaginária. Sorri ao pensar dessa forma, enquanto via um de meus aurores entrar por último no aparato.
- Bom dia, chefe. - Ele disse, ao que respondi com um aceno de cabeça.
Elevador subiu, pessoas desceram, e segui andando até a minha sala, abrindo a porta que agora era trancada por meio de magia. Apenas o toque da minha varinha destrancava a mesma, um pequeno truquezinho que tinha aprendido com meu antigo mestre. Como esperado, a mesa já tinha alguns pergaminhos de aparência importante, alguns selados com o Brasão do Ministério.
Larguei o sobretudo no encosto da cadeira e me sentei, deixando os pés encima da mesa com a preguiça, soltando um longo bocejo antes de pegar os pergaminhos.
O primeiro era sobre uma suspeita de esconderijo de comensais, o que me deixou um tanto intrigado já que era anônima. Li a carta de novo por várias vezes, buscando detalhes nela que pudessem me ajudar a montar uma personalidade. O escritor aparentemente era caprichoso, a letra era cuidadosamente puxada, com D's e F's trabalhados e perfeitos. Algo me incomodava naquela carta. Fechei a mesma e puxei um pergaminho em branco, molhando uma pena negra no tinteiro e escrevendo "Cheque o local informado. Mantenha a discrição. Mantenha-me informado.". Colei o pergaminho escrito por mim no outro e, com um toque da varinha, o mesmo sumiu, indo para o quartel-general, onde os aurores seguiriam as ordens.
O segundo se tratava de possíveis localizações do comensal conhecido como Caçador de Crianças (eu o conhecia como Futuro Cadáver), e era um relatório dos meus próprios aurores, inclusive das Von Mühlen. Sorri brevemente ao saber que elas estavam cada vez mais perto do maldito, ao que parecia ele não era exatamente muito cuidadoso, e com certeza isso seria o que o mataria. Outra vez puxei um pergaminho e escrevi: "Bom trabalho. Mantenha a discrição. Matem-no se ele reagir. Queimem este pergaminho após a leitura. Isso é uma ordem.". Tocando com a varinha, da mesma forma de antes, o pergaminho sumiu, e este iria diretamente para a gêmea que trabalhava comigo no Ministério, a que eu com certeza confiava mais.
Se é que era possível eu confiar em alguém.
Respirando fundo, apontei a varinha para a porta, onde uma foto desgastada de um Jason estava. A foto, cheia de queimaduras e cortes, ganhou um novo buraco onde a magia nova acertou. - Eu ainda vou achar você, papai. - Sussurrei, antes de me levantar para fazer a ronda pelo quartel. Eu ainda precisava ver se meus aurores estavam trabalhando ou só brincando de polícia e ladrão.

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Re: Escritório do Auror-Chefe

Mensagem por Evey Abbott Hohenzollern em Seg Mar 27, 2017 12:59 am

Havia sido chamada na sala de Seung com um aviso muito alterado do mesmo, alertando que o assunto não só era sério como deveria ser tratado o mais cedo possível. Alarmada sai do meu turno mais cedo para cuidar do ocorrido, não sabia o que estava acontecendo, mas a julgar pela voz alterada no berrador não era nada muito agradável. Adentrei a sua sala e depois que o mesmo permitiu me sentei aguardando que a reunião privada iniciasse. Ele logo começou a dizer sobre a fuga em Azkaban e que uma prisioneira perigosíssima havia fugido sob vigilância do ministério. Aquilo não era bom, pois a fuga veio com ajuda de dentro e isso poderia trazer má imagem ao ministério se chegasse à mídia. Logo ele me explicou os detalhes que tinha e eu como comandante estava encarregada de investigar o caso imediatamente, a começar ele pediu que eu interrogasse um dos aurores que foi atacado, acreditasse que deram a ele uma polissuco ja que o acharam na forma da prisioneira fugitiva, o que indica que alguém estava bem preparado, mas outro detalhe é que o mesmo foi obliviado e nao se sabe ate onde sua memoria foi prejudicada. So cabia a mim descobrir isso. Saio do recinto alarmada e sigo a meu serviço.



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