Moulin Rouge

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Moulin Rouge

Mensagem por Behati Chamberlain McCain em Qua Maio 24, 2017 8:46 pm


Moulin Rouge


O mais famoso ambiente do Quartier, é o Moulin Rouge, um bar extremamente agradável, bem decorado e com um luxo invejável. Tudo no ambiente é de altíssimo nível e o local sempre está cheio. Porém, alunos menores de 16 anos, não podem entrar, exceto se estiverem acompanhados de algum adulto e nao poderão tomar nada alcoólico, caso tentem pedir algo alcoólico, logo a bebida vira suco ou refrigerante, dependendo de sua sorte.
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Re: Moulin Rouge

Mensagem por Katherine Czr. Dsövick em Qua Out 18, 2017 9:22 pm

Katherine havia chegado a poucas horas na frança, logo vendo que é um país muito luxuoso e rico a mesma garota decidiu se aventurar pelos seus arredores sem antes pensar duas vezes na questão. Logo, a loira decidiu fitar as maravilhosas ruas do local em que estava em questão, logo adentrou em um local chamado de Moulin Rouge. Viu que o mesmo era muito magnifico e brilhante, modesto em alguns partes porém muito também luxuoso. Com certeza ao se sentar em uma mesa luxuosa Katherine ficou um pouco a se invejar do local rico quanto era o mesmo, já que a mesma nunca pisou em um solo tão agradável e ao mesmo tempo rico dos diversos modos e jeitos. A loira procurou mais admirar o vasto e belo  local. Viu que o local parece agradar a clientela já que a mesma vê que ele está quase que lotado, todavia não se sente muito confortável em meio a tanta gente já que não é muito acostumada. Pois, as únicas pessoas que ela convive é seu time e com sua vassoura durante seus treinos de quadriboll e pelo menos, as pessoas que a observam treinando e em jogos não ficam tão perto e distintas igualadas as no local citado. A loira não sabe muito bem se vai beber algo ou se vai fazer alguma outra coisa, Katherine não se diz ao certo o motivo de ter vindo a visitar a frança já que não é muito de sair do seu conforto. Se mantém um pouco insegura em decidir pedir informações para outras pessoas ou algo do tipo e por isso não é muito afim de convívio. A garota procura ficar sozinha já que não está muito afim de conversar. mesmo amando falar a moça procura ficar um pouco a só pensando, mas quem sabe a garota não arruma qualquer companhia durante sua temporária estadia no bar.   

Sozinha, novamente.  — Aderiu a mesma falando baixo com si mesma logo com um sorriso um pouco sarcástico no rosto claro e belo da mesma. Por mais que a garota insista em dizer que é uma tagarela e patricinha sabe que não é bem assim que funciona. Logo a mesma voltou a muito ver o bar e entediada fitou ir e pedir algo alcoólico para beber. Saborear a bebida que descia gelada como se estivesse rasgando a garganta da mesma foi uma sensação bastante prazerosa para a loira já que estava com muitas saudades de por algo alcoólico na boca a tempos e tempos. A mesma se concentrou no recipiente de vidro dado pela moça que lhe serviu o drink já pago, logo notará o pingo da água que caia gota a gota do vidro frio e ficou pensando com si como seria arrumar alguém como par. A loira anda pensando nisso a tempos, em arrumar alguém com quem dividir sua vida. Porém, apesar de sua alta beleza ela quer algo diferente, algo duradouro. Mas nem sempre a vida é o que queremos, assim pensa a mesma.  Porém apesar de tudo notará que estava com um olhar muito de quem é louco, logo a mesma parou e decidiu ver e puxar alguma conversa. Quem sabe até começar uma conversa com algum rapaz atraente ali. Decidiu começar a notar as pessoas e os traços das mesmas, porém nenhuma suficiente para ela chegar a puxar sequer alguma conversa ou dialogo. Entediada e sem nada para fazer se senta aonde estava e fica "brincando" com seus dedos esperando o tempo passar, já que queria ficar mais um tempinho antes de ir embora.




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Re: Moulin Rouge

Mensagem por Chad Seaworth Ceallach em Qui Out 19, 2017 1:39 am

Aquela missão não era bem o que o comensal esperava receber e ainda ter de ir acompanhado de uma das pessoas que mais odiava para um lugar ao qual era o típico lugar que costumava evitar a todo custo devido a fama da cidade, não que tivesse algum rancor ou magoa guardada dentro de si, mas tratava aquele lugar como impróprio para aparecer e ainda mais na companhia ao qual estava consigo. Está era a típica situação ao qual somente a bebida poderia fazer com que a sua percepção ficasse lenta a ponto de ignorar a presença odiada da companhia que parecia não se incomodar à situação que era submetida. O moreno mordiscou o lábio inferior e revirou os olhos limitando-se a poucas palavras que ousaram em escapar pelos lábios do jovem com certo desprezo no olhar indiferente e frio que aparentava. – Faça algo de útil enquanto eu estiver fora e tente descobrir algo sobre a pessoa que estamos atrás. – ordenou demonstrando certa liderança com a garota que apesar de relutar em seguir a ordem logo aparatou do lugar aonde se encontravam, fazendo com que o moreno balançasse a cabeça de forma negativa. – Ela irá acabar estragando tudo. – indagou o jovem. Os passos do mesmo ecoaram pela madeira do chão e o pequeno barulho da porta se fez presente ao sair de dentro do quarto e em poucos instantes caminhando pelas ruas da França, observando atentamente os mínimos detalhes que a paisagem lhe forneciam, além da ótima iluminação que de certa forma contrastavam com a noite de lua cheia.

Ele não demonstrava-se tão focado na missão quanto em outras ocasiões e sua mente encontrava-se meio área aos acontecimentos que o rodeavam e os ignorando por completo por não envolver o próprio que buscava manter a descrição sem envolver-se em algo que pudesse levar até o mesmo futuramente, pois aquilo poderia prejudicar somente a si mesmo e não aos outros. O barulho vindo de um bar chamou a atenção do comensal que por um instante exitou em pisar no estabelecimento nunca frequentado por ele em qualquer ocasião que se hospedou no país estrangeiro, mas ao observar a variedade de bebidas que o local aparentava além da clientela de uma classe maior e mais rica da vizinhança. – Quero um copo de whisky, por favor. – pediu. O moreno girou os calcanhares olhando a sua volta e observando atentamente todos os presentes, mas sua atenção prendeu-se somente a uma pessoa que encontrava-se ao fundo do local isolada e distraída naquele pequeno jogo ao qual fazia com os dedos entretida com aquilo, ou fingindo aquilo como uma notável atriz.

Tardou para que ele lembra-se do rosto da jovem que encontrava-se um tanto distante de si, mas graças a sua persistência possuía um nome e certa noção do que fazia. Ele acenou para a loira que estava como bartender, sussurrando no ouvido da mesma.  – Quero um drink de morango sem muita bebida álcool   – e observando a mulher rapidamente fazer o que lhe foi pedido com agilidade e maestria, logo levantando-se e caminhando até a loira de olhos verdes.  – Por acaso você não é a apanhadora dos Harpies? – questionou esperando chamar toda a atenção da loira para si antes de estender a mão e deixar a bebida na mesa da jovem.  – Não se preocupe que não tem muito álcool. – comentou de forma séria e buscando transparecer confiança para a jovem.  – Pode me dar um autografo?   – comentou de forma atrevida para a mesma observando os olhos claros da mesma e mordiscando o lábio inferior por dentro apenas querendo-a colocar contra a parede e beija-la, mas sabendo que deveria conquistar a mesma.  – Fui um pouco antiquado, perdão! – indagou suspirando profundamente.  – O que uma bela garota faz sozinha neste lugar? – questionou arqueando a sobrancelha esquerda curioso com a resposta que viria da mesma.

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Re: Moulin Rouge

Mensagem por Katherine Czr. Dsövick em Qui Out 19, 2017 9:13 pm

E o tempo passava, porém cada vez mais lentamente a loira sem antes notando o que havia ao seu redor, continuou a demonstrar alegria em ficar sozinha voltando a brincar espontaneamente com seus dedos. Ficar sozinha não era bem o tipo da personalidade de Katherine, bem de longe. Logo notará que em sua direção vinha um lindo homem de aparência bela e notável e rapidamente  Katherine percebes que ele logo viria em sua direção. Porém tentou manter-se voltada ao que estava fazendo de um modo para tentar ignorar caso ele mudasse de direção ou algo do tipo. Uma fala grossa e madura tomou seus ouvidos voltando-a ficar fissurada no que se era dito. Logo notando que as palavras foram citadas pelo mesmo moreno bonito que vira, a deixou um pouco intrigada e também surpresa ao mesmo tempo tomando-a com um rosto assustado por ter sido interrompida de algo que estava concentrada. Estava concentrada pelo motivo de não pensar que alguém a conheceria no local como membra das Holyhead Harpies, porém todavia, não fora o esperado. — Oh, me desculpe, sou sim. — Citou a loira um pouco descoordenada ao ficar admirada pela beleza do homem. A loira ficou sem palavras ao ver que o homem tinha lindos traços fortes e belos extremamente atraentes. A mesma o olhou vendo-o colocar com suas grossas e belas mãos um recipiente na mesa com um bebida gelada dentro, logo a mesma sorriu mostrando indiretamente um obrigado ao doce e belo homem. A moça ficou o encarando por um bom tempo até perceber que estava sendo grosseira e desagradável. Mas sabe que nem sempre se vê algo tão bonito assim hoje em dia. Logo viu que o lindo e moreno homem lhe pediu um autográfo e rapidamente o responde:

— Bem, desculpe mas não vim aqui para falar sobre minha profissão. — Disse a mulher em um tom calmo, por mais que tenha soado como grosso e frio ao homem. — Perdão, estou um pouco agitada demais.  — Disse a loira em um tom calmo seguido de um suspiro cansativo que a moça situou após o mesmo ter se desculpado por dizer ser um pouco antiquado, realmente estava um pouco cansada de sua rotina e de seu dia a dia e queria dar um tempo naquilo e quem sabe tirar algum descanso. Após ouvir mais uma fala do homem a mesma responda rapidamente sem antes pensar. — Bem, só vim procurar me entreter e quem sabe beber alguma coisa, realmente não esperava companhia ou algo assim. Mas, olha só não é que apareceu. — Sorriu Katherine belamente olhando fixamente para o doce homem em um tom engraçado já que estava ficando feliz com a presença do mesmo já que sempre é mais divertido quando tem alguém para dialogar. A loira decidiu pegar e beber a bebida deixada na mesa oferecida pelo homem e bebeu intensamente colocando a baixo quase que todo o líquido do recipiente. O canto de sua boca ficou aparentemente sujo da bebida e ela sem prestar atenção deixou assim pois não percebeu que estava sujo, e logo revirando seus cabelos loiros a mesma sorriu para o rapaz. — Então... qual seu nome? rapazes bonitos tem nomes bonitos, é o ditado não é?   — indagou a mesma ao rapaz esperando que ele falasse em resposta a sua citação, logo suando em tom de flerte, dependendo de quem ouve ou define.





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Re: Moulin Rouge

Mensagem por Chad Seaworth Ceallach em Sex Out 20, 2017 1:51 am

Não era todos os dias em que o jovem tinha a presença destacada de uma das mulheres mais cobiçadas dentro do mundo bruxo diante seus olhos e por mais que este não tentasse sua mente ainda vagava em não acreditar que aquilo tratava-se de pura realidade e não um sonho comum do comensal que apenas teve certeza de fato sobre quem era ao escutar a voz da mesma confirmando a sua suspeita. Quando tinha tempo entre as missões acompanhava alguns jogos de quadribol e tinha certa cobiça sobre a apanhadora desde sua estreia no time, mas aquilo não era algo ao qual realmente alimentava por simplesmente viver de forma anônima e raras vezes se expondo em excesso. – Não esperava encontrar alguém tão linda neste lugar... – alegou com os olhos fixos sobre o corpo da mulher e observando disfarçadamente tentando não demonstrar oque estava a observar.  Não era todos os dias em que o jovem tinha a presença destacada de uma das mulheres mais cobiçadas dentro do mundo bruxo diante seus olhos e por mais que este não tentasse sua mente ainda vagava em não acreditar que aquilo tratava-se de pura realidade e não um sonho comum do comensal que apenas teve certeza de fato sobre quem era ao escutar a voz da mesma confirmando a sua suspeita. Quando tinha tempo entre as missões acompanhava alguns jogos de quadribol e tinha certa cobiça sobre a apanhadora desde sua estreia no time, mas aquilo não era algo ao qual realmente alimentava por simplesmente viver de forma anônima e raras vezes se expondo em excesso. – Agitada? Posso saber o motivo de encontrar-se assim? – comentou demonstrando interesse nas palavras da loira, além de buscar entreter a jovem com a conversa casual inicialmente e de certa forma um tanto chata, mas que apenas pelo simples fato de a pessoa ser alguém diferente da qual costumava debater tornar aquilo mais interessante na sua visão.

Chad não considerava-se um perito naquela arte ao qual por muitas vezes costumava fazer para esconder a sua real identidade para  a própria segurança de si mesmo e de possíveis familiares ao qual desconhecia devido ao fato de raramente envolver-se com qualquer, e naquele momento passando a quebrar aquela regra devido à estranha a sua frente que conseguia o prender naquele lugar sem qualquer possibilidade de sair. O moreno prendeu o olhar sobre a loira atento as palavras delicadas da mesma que fugiam de seus lábios de forma  sedutora e natural, logo fazendo o mesmo levantar-se e esticar a mão esquerda até o canto de seus lábios e em seguida aproximando o rosto, antes de finalmente em um movimento simples limpar a espuma que havia no lugar e ao escutar a pergunta da loira, sorriu fracamente fechando os olhos e aproximando os lábios do lóbulo da mesma e sussurrando de forma suave. – Chad... – sussurrou percebendo alguns olhares sobre si e a garota, mas mesmo assim não assustando o mesmo ou causando qualquer vergonha para si. – Vamos fazer o seguinte... Eu lhe farei companhia está noite, Katherine.   – afirmou. – Irei querer uma lembrança sua caso ache que eu realmente mereça, e irei aceitar aquele autografo caso ache-me digno disto. – propôs o moreno com um sorriso de confiança sobre a vitória do mesmo sem muito esforço, passando a erguer a mão e indicando para que a mulher novamente trouxe-se dois drinks na mesa.  – Aceita a minha proposta? As vezes é bom arriscar-se sem pensar. Ou tem medo de acabar se apaixonando? – indagou o jovem que não possuía intenção de feri-lá ou simplesmente sequestrar, mas pela primeira vez sentindo o coração acelerar diante a presença inusitada de alguém que havia apenas conhecido de vista. Ele de certa forma buscava provocar a loira para que a mesma aceitasse a proposta e sabia como fazer isto como ninguém, devido ao fato de odiar perder mesmo em um simples jogo de flertes.

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Re: Moulin Rouge

Mensagem por Katherine Czr. Dsövick em Sex Out 20, 2017 8:53 am

Os olhos notáveis da loira se encheram de alegria ao ver o lindo homem a diante de si conversando com sua pessoa. A loira já teve  amigos homens, sendo de se esperar, porém a loira nunca se relacionará com nenhum dos tais.  Quando a loira ouvirá o elogio do homem a si ela logo vira seu rosto para não mostrar que gostou do elogio e ficou envergonhada. Já que a loira não preza de se entregar a pessoas diretamente. Simplesmente, todavia,  paqueras de um bar luxuoso, porém, algo ali a atrai a aquele certo ser e é uma atração inexplicável. O garoto logo responde a sua pergunta breve sobre seu nome e a loira reage automaticamente ao saber a resposta. — Chad?.. é um nome muito lindo. — Disse a loira olhando para o mesmo sorrindo belamente com total sinceridade e apego sorrindo como se conhecesse o homem a tempos e tempos. — Ah, perdoe-me se fui muito íntima ou algo assim, mas realmente é um nome belo, não tive culpa.   — Após as palavras serem ditas um sorriso um pouco pervertido saiu da boca da garota, por mais que muitos não notassem que era um. A garota ficou girando seus dedos na mesa pensando o que poderia fazer como seguinte ato. Por mais que soubesse que o homem notava tudo o que fazia, a mesma não podia deixar passar seu jeito divertido e de personalidade mais alegre. Porém Katherine em certo modo confrontará o moço em dizer que estava totalmente ganha, bem pelo contrário. Katherine procurava certa diversão e sabia que entre aquele enturmo com o homem poderia surgir muita diversão dos dois lados para tornar aquela noite ainda mais interessante para ambos. Logo a loira ouvirá todas as seguintes propostas do homem e ficará um pouco silenciosa quando a primeira de acompanhá-la. 

— Bem, se conseguir aguentar uma loira chata no seu cangote. — brincou a loira com o homem rindo logo em seguida por ter falado algo pelo menos muito engraçado para si. Logo a loira responde a outra fala do homem sem pensar duas vezes. — Uma lembrança, que tipo de lembrança? e o autógrafo, pode deixar comigo. — disse a loira logo assinando bem na roupa de cima do homem bem na parte do peito esquerdo localizado na camiseta usada pelo mesmo. O suficiente para ele ver e os outros não conseguirem notar, não diretamente. — Está ai seu autógrafo. — Disse a loira sorrindo ao homem de uma forma inusitada e convencional. Logo após ouvir as ultimas falas do homem voltadas a si, Katherine cora totalmente e seu rosto fica vermelho logo que imediatamente, não queria mostrar que estava ganha. Mas, parecia que o peixe já estava na rede a muito tempo. Katherine ficou envergonhada por corar, logo a loira diz um pouco ainda descoordenada e envergonhada ao homem: — Eu vou ali e já volto! — Disse a loira rapidamente indo para o outro lado mais quieto do bar para respirar um pouco e aliviar seu nervosismo, poderia ter entregado seus sentimentos. Mas, a loira não sabia o que mais sentia pelo tão misterioso homem de nome chamado Chad. Sua mente o considerava um homem qualquer que conheceu na noite, mas seu coração, um amor ingenuo. Talvez a confusão causada pelo homem a Katherine poderia ter sido planejada por ele desde o inicio. Mas Katherine notou que algo também vinha dele, porém não queria aceitar sobre o que estava sentindo naquele canto um pouco frio do bar luxuoso no qual se encontrava. A mulher volta ao homem já um pouco normal e menos agitada do que logo antes, e diz: — Tudo bem, eu aceito. — Falou a moça em um ar de afirmação e de certeza ao homem.




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Re: Moulin Rouge

Mensagem por Chad Seaworth Ceallach em Sex Out 20, 2017 2:52 pm

O moreno balançou a cabeça suavemente afirmando a pergunta da mesma ao repetir seu nome com o tom de voz um pouco mais alto demonstrando certa surpresa sobre aquilo, logo depois de acompanhado de elogio ao mesmo. Era algo inesperado por parte do jovem que não estava acostumado com este tipo de comportamento e sim aos comportamentos mais explosivos vindos de outras garotas da ordem sombria que possuía sempre pessoas com pavio curto. No momento que ouviu a loira desculpar-se os olhos do jovem fixaram as palavras da garota um tanto surpreso com uma palavra que não costumava ouvir a um bom tempo, na verdade, ele não se lembrava de mentalmente quando fora a ultima vez que havia escutado tal palavra. – Tudo bem, Kath. Posso chama-lá assim? Combina com o seu lindo rostinho esse apelido. – indagou passando a palma da mão ligeiramente pelo canto da bochecha esquerda da loira de forma sútil e sentindo a pele macia da mesma tocar a palma das mãos. As vezes o comensal poderia demonstrar-se mais ousado do que realmente aparentava e buscava a todo momento observando a jovem que encontrava-se inquieta tentando descobrir o motivo de tudo aquilo. Era por sua presença ou algo além deles? Para o moreno a loira a sua frente tratava-se de um quebra cabeças ao qual só seria possível desvendar se aprofundando e conhecendo-a melhor. Uma das garçonetes surgiu diante os olhos do moreno que olhou a mesma deixando os copos e saindo novamente, mas antes demonstrando um sorriso diferente de quando ela o havia atendido na primeira vez, mas logo largando de lado aquilo e voltando à atenção para o seu real interesse naquela noite.

Ás vezes ele podia acabar pensando demais nas coisas e por algum motivo naquela noite a sua mente encontrava-se de certa forma vazia de qualquer pensamento alheio ao assunto ao qual tratava com a loira que fez um pequeno comentário de certa forma engraçado, algo que roubou um sorriso divertido dos lábios do comensal que tomou um pouco da bebida. – Verdade... Acho que não vou querer uma lembrança disto. – brincou deixando transparente na sua voz a real intenção de tratar-se apenas de um comentário sem qualquer valor, além do próprio divertimento de ambos. Levou o copo aos lábios bebendo o liquido presente no copo de forma suave e ao escutar a sua pergunta guiou os olhos até a loira. – Aceito uma camiseta do Harpies ou algo que ache que eu seja digno pela noite que lhe darei.   – concluiu o moreno observando a expressão pensativa tomar a face da desconhecida que logo deu o autógrafo cedendo à pressão do persistente garoto que se demonstrava determinado em conseguir aquilo, de fato, levando-o a conseguir. Quando escutou as palavras da loira seguidas do ato de levantar-se o mesmo já começava a julgar mentalmente se aquela proposta realmente fora uma boa ideia. – "Creio que excedi os limites um pouco demais."   – concluiu para si mesmo coçando a nuca e bebericando mais um pouco da bebida esperando que a mesma retornasse disposto a desculpar-se com a mesma e antes de isto acontecer à voz da jovem segura sobre aquilo se fez presente. – Conheço um lago em um pequeno vilarejo aqui perto que o povo não permite ninguém entrar, que tal desobedecermos algumas regras?   – comentou o jovem tomando o resto da bebida presente no copo e indicando para a garota. – Pode beber... Irá continuar sóbria, está do mesmo jeito que antes.   – afirmou com um sorriso que tentava transparecer que a mesma poderia confiar em si.


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Re: Moulin Rouge

Mensagem por Katherine Czr. Dsövick em Seg Out 23, 2017 8:57 pm

* logo juntos, os dois aparatam fora dali rumo ao Lago das lágrimas. *


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Re: Moulin Rouge

Mensagem por Gwendolyn Kösky Shelaev em Qui Nov 16, 2017 2:24 am

girls like girls
Gwendolyn estava cansada dos ataques comensais que planejava, de seus estudos com Vivyan. Então, arrumou-se em seu apartamento em Manhattan, com uma pequena mala, aparando diretamente na casa de seus pais, ao menos, em frente. Onde abriu a porta, entrando. Seu desejo maior, era ser uma jovem de  22 anos, sem um imenso número de responsabilidades. Por mais que amasse Londres, sabia bem que as noites parisienses eram as melhores, mas ela se recusava a confraternizar com trouxas. Seu orgulho e a devoção da pureza do sangue não a permitia isso. Colocou um vestido que realçava suas curvas, vermelho e de longas mangas e um casaco preto. Seus sapatos eram pretos e logo ela aparatou para Paris em frente a entrada do Quartier de Cristaux no Museu do Louvre, atravessando o espelho.

Logo, a morena caminhou em direção ao Moulin Rouge, onde apresentou uma identidade falsa, que a permitiu entrar e assim que o fez, sentou-se, começando a observar o show. E seus desejos começaram a aflorar. Gwendolyn era bissexual, mas evitava falar nisso. Não por ter vergonha, mas por não ter paciência para lidar com pessoas a julgando se ela beijava mulheres ou homens e claro, aquilo não interessava a ninguém, além de si mesma. Assim que o show acabou, deslocara-se para a pista de dança onde dançava com um ritmo sensual e uma grande dose de whisky de fogo, para lhe abastecer de álcool. Ela finalmente se divertia como alguém da sua idade. Mas logo, a irritaram. E aquilo era extremamente fatal devido ao seu curtíssimo temperamento herdado de Nyx Shelaev.

Ouvindo vários tarados inúteis chamando-a de gostosa, a irritou. Ela tinha um desejo de matar muitos deles porém decidiu ignorar tais feitos, continuando sua noite, observando todos os que vinham, e decidindo quem seria seu alvo para levar para casa e ficar por cima, sentindo um imenso prazer. E sua busca não ia nada bem, com a irritação que tinha. Se conteu para não gritar e seu nervosismo que beirava a raiva, era cegante. E contando ate dez, respirou novamente. Sua tentativa de ignorar os comentários, era louvável, porém o curtíssimo temperamento não a deixaria fazer aquilo para sempre e ela já chegava, a um ponto que qualquer tipo de sua ação, fosse algo necessário e essencial. Buscou ideias. Matar os idiotas? Chamaria atenção demais. Os bater? Uma dama não o faz. Demonstrar interesse em outra pessoa? Isso! Gwen faria aquilo, mas quem seria seu alvo? Observou, todos que beijavam alguém, até ver uma cabeça de curtos cabelos, sozinha. Deu de ombros, indo até a pessoa, e quando o mesmo se virou, vendo que era uma mulher, sorriu minimamente. Analisou-a de cima a baixo. Igualzinha a Hanna, namorada de seu tio adotivo. Não negava que quando ele a apresentou, sentiu um sorriso sair. De inveja e ela não o tinha. Thomas tinha alguém, ela não. Apenas respirou, novamente.

Cutucou a morena e respirou. — Primeiro, perdão pelo que farei, moça. Me mate depois. — Antes que a mulher pudesse a questionar, a beijou. Não de um modo romântico, mas de um modo que poderia até remeter o sexual, que diria o quanto ela era desejada por Gwendolyn. Ela continuou com o beijo, levando as mãos ao quadril magro da mais baixa, para que ela não se soltasse de si, antes de o devido. Cortou o beijo, não sem antes deixar a morena com um selinho vendo que os elogios a si cessassem. — Primeiramente gostaria de pedir perdão sobre o beijo, foi o unico modo que acha para espantar idiotas. — Gwendolyn estava constrangida. — Eu sou Gwendolyn e você deve ser Cleophas, Thomas é o meu tio, ele me contou da Hanna,
e de você. De novo, desculpas pelo o beijo.
— Ela tinha uma expressão simpática e acolhedora, o que era incomum para ela, nesses momentos. — Quer uma bebida? Afinal, a pessoa que teve um dos melhores beijos que experimentei, merece. — Piscou para ela, e sim, estava flertando com a mesma descaradamente, e se ela não gostasse de mulheres, daria-se bem mal, mas valia o risco.

Gwendolyn encontra-se em um bar, o Moulin Rouge, vestindo o descritivo no post, com uma morena que descobre ser gêmea da namorada do tio. Seus cabelos estão como o do gif.


@INF




OFF.: Posts atemporais entre Gwendolyn Kösky Shelaev & Cleophas Chamber. McCain, interferências ou ataques de terceiros serão ignorados. Exceto a administração.


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Re: Moulin Rouge

Mensagem por Cleophas Chamber. McCain em Qui Nov 16, 2017 4:51 am


I kissed a girl
And I liked it.

wearing this; feeling drunk, at Moulin Rouge, with Gwendolyn


Grunhi de frustração, amassando o papel entre os dedos e o jogando na lareira logo a frente, queimando imediatamente. Não sabia como desenvolver o maldito artigo que estava escrevendo, minha mente estava bloqueada pelos acontecimentos recentes. Lancei a caneta com força na parede de pedra e ela se desfez em pedacinhos. Levantei-me da escrivaninha de mogno e fui até um pequeno bar montado no apartamento mal iluminado, só tinha bebidas de qualidade duvidosa, então me servi um copo de whisky com duas pedras de gelo. Tinha adquirido o hábito de tomar bebidas alcoólicas durante o ano que passei na Escócia entre os trouxas, eles bebiam o tempo todo, frequentavam bares e faziam festas cheias de whisky. No começo detestei, mas depois resolvi aceitar e assumir o papel da pessoa que eu estava interpretando, uma jovem adulta despreocupada que gostava de muito de álcool. Noventa por cento daquilo deixei para trás, mas não o maldito gosto por beber, tinha até um bar escondido – não tão escondido, Hanna o encontrou em menos de uma hora - na minha sala no Profeta Diário. Tomei um longo gole e dei boas-vindas a sensação de queimação na garganta. Vim de trem a Paris seguindo uma dica anônima sobre uma reunião suspeita que aconteceria naquela tarde, mas era uma dica falsa e isso me deixou furiosa, apesar de ser algo muito comum a acontecer com jornalistas. Não tinha pressa de voltar para Londres, então resolvi ficar e trabalhar um pouco num apartamento que uma velha alugava para bruxos, ela era um aborto.

 Caminhei preguiçosamente até o quarto, espalhadas pela cama estavam minhas roupas, um vestido preto muito decotado me chamou atenção. Me aproximei, deixando o copo em cima da mesa de cabeceira e o peguei nas mãos para olhar melhor. Tinha sido um presente de uma das minhas irmãs, mas ainda não havia tido oportunidade de usá-lo. Segundos após avaliar minhas opções, decidi que sairia hoje a noite e iria usar aquilo, ficava justo demais no corpo, mas era lindo. Apanhei o copo e bebi seu conteúdo de uma vez antes de entrar no chuveiro.

Duas horas depois caminhava pelo Quartier Latin, meus sapatos de salto fazendo barulho no pavimento. O ar estava gélido, mas os dois copos de whisky que tomei não me deixaram sentir tanto frio. O Moulin Rouge ficava logo a frente, ouvira falar do bar muitas vezes, era bastante frequentado por bruxos. Passei pela entrada sem muitos problemas, ainda possuía minha identidade trouxa comigo. O ambiente era luxuoso e tinha uma vibe muito... sexual. Pensei em ir embora, mas me obriguei a ficar, eu merecia uma noite sem pensar no que houve no cemitério. Caminhei cuidadosamente pela pista de dança, onde corpos colados dançavam ao som da música animada, meu objetivo era o bar. Na metade do caminho fui tomada de surpresa quando uma mulher curvilínea parou na minha frente, ela era estonteante. A música alta não me deixava ouvir direito, arqueei as sobrancelhas quando ela se desculpou por algo que faria e em seguida me beijou. Tive um segundo para pensar em empurrá-la para longe ou retribuir o beijo, mas quem em sã consciência a recusaria? Seu beijo tinha gosto de whisky, que se misturava ao meu, seu aperto na minha cintura era firme, afirmando seu desejo. Senti a cabeça ficar enevoada, não sabia se era efeito da bebida ou do beijo, mas coloquei uma mão na sua nuca, puxando levemente seu cabelo.

Quando a moça se afastou, respirei fundo e senti a face corando. Ela disse que era sobrinha de Thomas, meu cunhado, e me conhecia. Não tive muitas oportunidades para conversar com Thomas, mas gostaria de ter tido, talvez ele a teria mencionado. Aparentemente as investidas dos homens naquele lugar a incomodavam e eu não a culpava, o beijo fora para afastá-los. Ri e concordei com a cabeça.

Não tem problema, eu também odeio o desespero que esses homens têm ao ver uma mulher bonita. — Comentei, corando ainda mais com seu comentário sobre o beijo. — Aceito a bebida, obrigada. Eu estava mesmo a caminho do bar. — Dei uma piscadela e sai na frente, esperando ela me acompanhar. Queria sair do tumulto o mais rápido possível.

Pedi um whisky duplo e dei grandes goles antes de me virar para o lado e encontrar a moça ali parada. — Olha, eu esperava muitas coisas dessa noite, mas essa não era uma delas. — Ri, mexendo nervosamente no copo com as mãos. — Acho que não estou acostumada com surpresas boas. Por onde andou todo esse tempo? — Brinquei, tomando outro gole da bebida.

Eu não sabia mais flertar após tanto tempo, não ficara com mais ninguém depois de Bastille, talvez tivesse sido um erro ficar presa nele por tanto tempo. Entretanto não era tarde demais para recuperar o tempo perdido... E ser bissexual tinha suas vantagens.


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Re: Moulin Rouge

Mensagem por Gwendolyn Kösky Shelaev em Qui Nov 16, 2017 4:07 pm

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A Shelaev analisava a morena com um pequeno sorriso, mordendo o próprio lábio inferior, sentindo seu corpo latejar ao lado do desejo, talvez fosse culpa da bebida, mas ela não se deixaria levar por aquilo, ainda. Vendo-a corar após o beijo, fez com que ela sorrisse orgulhosa, afinal mostrava que ela realmente tinha jeito para a coisa. Seu olhar analítico continuou, e a voz melodiosa de Cleophas fez com que seu foco parasse de ser analítico. — Por um momento, é suportável, sabe? Mas depois começa a ficar ridículo. E eu acho que você deve saber como é muito bem, afinal... — Sorriu divertida, arqueando a sobrancelha satisfeita. Com seu convite aceito e com a mulher tomando a frente, a comensal sorriu amplamente, e a seguiu.

No bar, pediu uma dose de whisky de fogo, mordendo os lábios novamente, rindo baixo ouvindo novamente a morena. — Na verdade, eu não esperava isso, na realidade de beijar uma pessoa qualquer. Eu normalmente não faço isso já que mal tenho tempo. — Explicou. Para então a ouvir novamente, rindo. — Pelo o visto, terei de lhe ensinar a flertar novamente. Farei com o maior prazer. — Piscou seu olho esquerdo, mordendo o lábio inferior com cautela, e o olhar logo percorreu o corpo da morena. E atentou o olhar para o decote do vestido, mas olhou os lábios da mesma. — Estive nos Estados Unidos, Nova York, Manhattan. Se quiser fazer visitas, te passo o meu endereço. — Sorriu divertida. Ela realmente tinha achado aquela a companhia mais adequada da noite. — Eu vim de uma família rica, daqui da Inglaterra, e aqui não era seguro, então me mandaram os Estados Unidos, e a irmã do Thomas, foi discípula da minha mãe, por isso ela me criou como filha dela. Agora, ela está morta, e meu pai não o conheci. — Explicou ainda, com um sorriso agradável. Explicou com naturalidade por ser meia verdade.

Não precisa ficar nervosa, angel. Eu não mordo e não farei nada, se não me disser que quer, ou que não quer. Eu dou minha palavra, de aluno de Ilvermorny. E americana. — Ergueu sua mão direita, em forma de afirmar a promessa. E respirou com um sorriso. — Por que? Por que não está acostumada com no surpresas? — Ergueu a sobrancelha curiosa. Afinal, sendo uma mulher bonita, deveria ter vários homens e mulheres tentando a agradar. Mas não pronunciou aquilo. Gwendolyn não diria algo que poderia gerar dúvidas e interpretação erradas. E talvez, sua pergunta respondesse a sua real, sobre o estado civil, se ela tinha alguém ou não. O interesse dela não era somente pela a família. Aquele era o menor interesse seu. Deixou sua expressão, agora ainda mais acolhedora e convidativa.

Analisando agora o ambiente ao seu redor, a comensal soltou o lábio que mordia, deixando seu copo de whisky de fogo, vazio, sobre a bancada. A sua acompanhante não tinha cara de frequentar aqueles locais, o que a deixou bem mais que curiosa. Duas morenas, de ricas famílias estavam em um lugar incomum a seus status sociais. O que elas faziam ali? Ela ainda não sabia bem, mas saciaria mesmo, sua curiosidade, com tudo. — O que nós duas, moças de ricas famílias, fazemos em um bar como esse? Eu, vim para Londres, porque Vivyan, minha tutora, esta me esgotando com meus estudos e meus trabalhos... Eu estou cansada. Precisava de uma folga. Mas todos sabem que as noites de Paris são as melhores. Por isso, eu vim para cá. — Sua explicação vinha em um tom tranquilo, e sempre curiosa, culpa de sua casa de Ilvermorny, Thunderbird, não cansaria até a saciar. — E você? O que veio fazer aqui? Afogar as mágoas? Esquecer algo, ou alguém? — Virou-se completamente para ela, com um minimo sorriso.

Gwendolyn encontra-se em um bar, o Moulin Rouge, vestindo o descritivo no post, com uma morena que descobre ser gêmea da namorada do tio. Seus cabelos estão como o do gif.


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Re: Moulin Rouge

Mensagem por Cleophas Chamber. McCain em Sex Nov 17, 2017 1:01 am


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Terminei de beber o conteúdo do copo e fiz sinal para que o barman me trouxesse mais um. A moça falava calmamente, explicando que não costumava beijar pessoas aleatórias porque não tinha tempo, aquilo me intrigou e me fez pensar no que tomava seu tempo... Trabalho? Filhos? Independentemente do que fosse, eu sabia que descobriria em breve. Peguei o copo que o homem colocou na minha frente e tomei um gole, rindo porque sabia que estava fazendo um trabalho horrível flertando com ela, como a mesma confirmou. A bebida tinha me relaxado, já não sentia mais a urgência de sair correndo pelas portas e me esconder no velho apartamento. É claro que a inesperada companhia ajudava. Flertar parecia ser algo natural para Gwendolyn, seus gestos, sorriso brincalhão e olhares sugestivos indicavam o desejo por trás de tudo. Estava aparente que ela saíra de sua casa com um objetivo em mente: caçar. Teria o destino me feito sair de casa com o intuito de ser sua presa?

Há! Eu saberia que é americana só de olhá-la de longe, seu sotaque só me confirmou isso, vocês têm maneiras muito diferentes de nós. — Ri, balançando a cabeça. — Passei um mês nos Estados Unidos depois que me formei em Hogwarts, conheci Nova York, é bem... — Respirei fundo sem completar a frase, pois não queria insultá-la dizendo que sua cidade tinha cheiro de lixo apodrecendo no sol. — Eu adoraria conhecer melhor a cidade com uma guia turística como você. — Respondi. Ela realmente havia me convidado para ir a sua casa? Americanos e seu desprezo pela sutileza, eram tão diretos.

Encostei-me no balcão e apoiei o cotovelo ali, dando bicadas no meu whisky enquanto a ouvia falar sobre sua família e suas origens, era divertido vê-la pronunciar o R carregado. Tinha algo de familiar em sua história, mas não conseguia me lembrar o que.

Sinto muito por seus pais. — Sorri tristemente, apertando sua mão levemente. Ela não parecia chateada com as tragédias que lhe atingiram, parecia até um pouco entretida. Desviei o olhar por alguns segundos e dei mais uns goles na bebida que segurava. Tomando meu gesto por nervosismo, ela brincou que não faria nada que eu não quisesse. Não respondi, apenas mordi o lábio inferior e sorri.

Digamos apenas que a vida não tem sido muito gentil comigo. — Entortei a cabeça para o lado, observando seus modos, ela parecia curiosa. Não disse mais nada, apenas finalizei a bebida quando vi seu copo vazio sobre o balcão, colocando o meu ao lado. As luzes pareciam estar mais brilhantes, as pessoas mais borradas enquanto se remexiam na pista de dança, a música mais agradável a cada minuto. Eu estava bêbada? Aquela voz em minha cabeça me disse para parar, que não era uma boa ideia perder meus sentidos estando sozinha em um país estrangeiro com uma mulher sedutora que acabara de conhecer. Duas coisas ditas por ela chamaram minha atenção: “Dar um tempo nos estudos e trabalhos” e “moças de ricas famílias em um lugar como esse”. Minha mente clareou por alguns segundos, notei pelo jeito que falava com superioridade que ela havia sido criada em berço de ouro, ensinada a se sentir melhor que todos, era avarenta. Eu também vinha de uma família rica, mas não éramos do tipo “nariz empinado”, tinha algo de diferente nela.

Então, o que exatamente você estuda e no que trabalha, Gwendolyn? — Perguntei, fitando-a com a curiosidade de uma jornalista. Era um hábito comum avaliar as pessoas, a necessidade de saber mais. — Hm... Estava fugindo do trabalho, um artigo sem muita importância. Também ouvi falar muito das noites parisienses, achei que deveria aproveitar, volto para Londres amanhã. — Respondi casualmente, sem dar muitos detalhes. Não estava com cabeça para falar sobre o que me atormentava e do que eu realmente estava fugindo.

Pedi uma vodka com cereja ao barman, a pergunta de Gwendolyn me fez pensar no que eu estava tentando evitar, parecia que eu precisava de mais uma bebida, afinal.



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Re: Moulin Rouge

Mensagem por Gwendolyn Kösky Shelaev em Sex Nov 17, 2017 4:11 pm

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Gwendolyn riu enquanto mordia o próprio lábio, a analisando, ao mesmo tempo que a ouvia atentamente. A Shelaev passou as mãos sobre seus fios escuros, tentando não pensar demais, no motivo o qual a morena estava ali. Deu seu melhor sorriso, enquanto seu pensamento ia e vinha, sobre os mais variados aspectos do reinado da família, de terror na Grã-Bretanha. Claro, nada era certo para si, ou seu futuro, porém acariciou o próprio braço, e deu um incentivo com a cabeça, para que ela continuasse. Ela poderia estar louca, mas a voz da McCain a sua frente, era agradável de ser ouvida, apesar de ser idêntica à Hanna, a mesma não tinha um charme a mais, que a fazia interessante para si. Mas ainda assim, era uma boa pessoa, que nunca perdoaria, se fizesse Thomas se machucar. Respirou profundamente e acabou com uma expressão serena.

Os seus pensamentos eram dos mais variados, principalmente naquele momento, no próximo ataque que seus comensais fariam. E ela pensava nas estratégias, no que poderia dar errado. Talvez estivesse distraída, e as palavras sobre os Estados Unidos, foram ignoradas por ela, por conta de seus devaneios. — Desculpa. Eu estava... No mundo da lua. O que disse? — Com uma expressão constrangida, sorriu minimamente, mordendo seu lábio ansiosa. — Ah, pode me chamar de Gwen. Na verdade, prefiro. Porque sinto que se chamam-me pelo nome completo, estou levando uma bronca, e isso me remete a minha tutora. — Admitiu, em um micro sorriso. — Seria um privilégio, srta. McCain, te mostrar a cidade de Nova York, do meu ponto de vista. Pois pela sua cara, você não teve uma boa experiência nos Estados Unidos. Eu mudarei isso. — Sorriu satisfeita, e riu com a reação dela sobre o convite a sua casa. — Relaxe, eu nunca durmo com pessoas que... Me despertam reais interesses, antes do segundo encontro. Então, antes de esse ponto, vai ter que aturar esse rostinho mais uma vez. — Sorriu com deboche, para espantar quaisquer dúvidas dela sobre esse aspecto.

Obrigada. — Pronunciou, assim que falou sobre seus pais, e ela lhe deu os pêsames. — Não é que eu não ame meus pais. É que... Eu nunca convivi muito com eles, então eu tento não deixar essas perdas me abalarem. Mas se eu pudesse, meus pais estariam comigo. E também, acho a morte algo fascinante. Porque eu tenho curiosidades nesse aspecto. Onde vamos, depois de mortos, o que nos acontece. — Explicou, o motivo de qual não apresentava o tradicional pesar que exibiam, quando falavam de pais mortos. — Angel, realmente, não fique nervosa. Afinal, você é uma pessoa fascinante, que sinceramente, se tem namorado, ou namorada, deve ter muita sorte. Ao contrário de Thomas, e minha irmã, eu nunca tive a sorte de achar alguém que realmente me amasse, e... Me aceitasse de verdade, mesmo com os pecados da minha família. — Naquele ponto, a tradicional solidão de Gwendolyn bateu, e ela desejou chorar. Mas ela nunca choraria na frente daquela mulher, ou ao menos, tentaria não o fazer.

Se quiser conversar sobre isso, até mesmo de madrugada, tem um lugar aqui em Paris, que eu vou muito.  O Louvre, eu gosto de sentar nas escadas de lá e ficar pensando. Aquele ambiente me relaxa, sabe? E penso que todo mundo no mundo, precisa de um canto especial para pensar. Ou, me sento nas escadas da Royal Opera House, em Londres, porque lá me sinto conectada com meus pais. — Admitiu, com um pequeno sorriso. — Eu trabalho no hospital do St. Claire, como legista. — A facilidade com que aquela mentira saiu, a espantou. Mas não se importou muito. Não queria espantar Cleophas, logo de imediato, contando que era líder dos comensais da morte, nos Estados Unidos. — E eu estudo muito, pois eu assumi também recentemente, os negócios da minha família, relacionados a empresas de tecnologia, principalmente bélica. E Vivyan me ajuda a gerir. É, eu sou tipo um Tony Stark da vida real. — Aquela mentira tinha sido ensaiada tantas vezes por ela, que já saia de modo natural. — E sou solteira, sem filhos, só para constar. Afinal, vai saber se vai me perguntar isso. — Com deboche, sorriu minimamente, segurando a morena por sua mão, e a guiou para a mesa onde estava sentada.

Meus pés estavam doendo de ficar em pé. — Esclareceu, sentando-se, e deixou que ela falasse sobre si. E riu baixo, mordendo ainda o próprio lábio. — Tente não ficar bêbada, ou eu te levarei para o seu apartamento, e não sairei até me certificar de que a senhorita esteja dormindo. — Ditou, com seriedade e preocupação, e isso era novo. A preocupação com suas companhias era a primeira vez.  Mas aquela não era qualquer uma. Era a cunhada de Thomas, e se a acontecesse algo, ele a mataria, por Hanna brigar com ele. E ela já sabia qual era o ciclo. — Além de eu não querer que Thomas me mate se te acontecer algo, eu me importo. E é a primeira vez isso, eu nunca fui de me importar tanto. — Revirou seus olhos, completamente entediada. — Eu sou brega? — Mordeu seu lábio, temendo a resposta que viria daquilo.

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Re: Moulin Rouge

Mensagem por Cleophas Chamber. McCain em Sex Nov 17, 2017 11:47 pm


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Apesar de estar me dando atenção desde o primeiro momento em que me viu, Gwendolyn parecia um pouco aérea de tempos em tempos, observei pelo canto dos olhos seu olhar vagando pelo local, não exatamente fixos em algo em particular enquanto ela assentia para que eu continuasse a falar. Eu daria tudo para poder ler sua mente naquele momento, mas me contentei em esboçar um pequeno sorriso simpático ao vê-la levemente constrangida pela falta de atenção. A moça já menciona sua tutora várias vezes, atiçando ainda mais minha curiosidade em conhece-la, o modo como ela falava sobre a tutora era.... Não estava conseguindo decifrar, mas tinha alguma coisa ali.


Minha experiência não foi ruim, a América é adorável, eu só senti que não explorei o suficiente, acho que faltou algo. Odeio deixar passar algo. — Comentei, sentindo-me repentinamente incomodada. — E eu não quis insinuar nada, me desculpe se foi isso que pareceu. — Completei, com os olhos arregalados. Levei uns segundos para analisar suas palavras, então quer dizer que ela realmente estava interessada em mim? Sorri, correndo os dedos entre meus cabelos curtos e jogando-os para trás. — Um segundo encontro, hein? Isso não é justo, eu não sabia que isso seria um encontro, senão teria me arrumado mais. — Falei, reprimindo os lábios em falsa reprovação.


Sua fascinação pela morte era algo novo para mim, ela parecia ter pensamentos diferentes da maioria das pessoas, o que fazia dela uma pessoa cada vez mais interessante. Era forte também, por não se deixar abalar com tragédias, tão diferente de mim que naquele exato momento estava toda remontada com cola, sem saber quando iria desmontar.

Admiro pessoas fortes como você, Gwen! Eu mesma me considero uma pessoa frágil, passei a vida toda me sentindo como aquela criança que está aprendendo a andar de bicicleta, mas nunca na verdade consegue tirar as rodinhas de apoio. — Dei de ombros tristemente. — Mas saiba que qualquer idiota que não te aceite pelo que é não a merece realmente. — Estiquei uma mão, alcançando gentilmente seus cabelos e depositando uma mecha solta atrás da orelha. — Não se espelhe muito nos relacionamentos alheios, nem tudo é o que parece. — Senti minha expressão mudar de gentil para sombria num piscar de olhos, as memórias das noites intermináveis que passei sozinha voltando, os desentendimentos, egoísmo e falta de comunicação. Mexi no resto do conteúdo do meu copo com o dedo indicador, brincando com a cereja enquanto a ouvia falar de seus lugares favoritos para pensar.

Concordo! Eu não tenho um lugar específico para pensar como você, mas eu sempre amei as árvores, me sinto livre quando estou em uma floresta ou bosque, é pacífico. — Me sentia melhor só de lembrar do cheiro das árvores. — Bom, isso explica porque a morte lhe desperta a curiosidade, agora que mencionou não parece mais tão estranho. — Ri, pensando na coincidência dessa moça trabalhar em um hospital como Bastille, mas ao contrário dele ela não salvava vidas.  — Uau, tecnologia... Não entendo nada sobre isso, nunca me dei bem, mas fico encantada em ver as pessoas que são envolvidas com tecnologia. — Meus olhos brilhavam, estava impressionada com a versatilidade dela. — Mas admito que não sei quem é Tony Stark. — Sussurrei, me sentindo envergonhada e um pouco burra. Tentei me lembrar do nome, não me era estranho, mas não consegui formar uma resposta.

Fui guiada para uma mesa e me sentei na cadeira muito luxuosa ao lado de Gwendolyn, cruzando as pernas. Ainda sentia o efeito do álcool em mim, ela também. Apesar do vestido ser arejado, eu sentia calor. — Não se preocupe comigo, eu nunca passei do meu limite. Sou chata até nisso. Mas agradeço por se importar. — Virei-me de lado na cadeira e apoiei um braço sobre o encosto, ficando de frente para ela. A mulher parecia estar tendo um momento melancólico e ao mesmo tempo detestando aquilo, achei adorável. Inclinei-me para frente, depositando cuidadosamente uma mão em cada lado da sua cadeira, fazendo-a se virar para mim, então aproximei meus lábios dos seus, quase a beijando. — Dança comigo? Pode tirar os sapatos se quiser, todos estão muito presos em seu próprio mundinho para notar, de qualquer forma. — Sussurrei as palavras, num meio sorriso travesso.


Entrelacei meus dedos nos seus e a puxei para a pista de dança lotada, corpos se moviam no ritmo da música, um ritmo dançante, mas com uma pitada de sensualidade, era perfeita. De frente uma para outra, colei meu corpo no seu colocando uma mão em sua cintura e comecei a dançar, mexendo os quadris conforme a música. Mesmo com as luzes coloridas, o local estava escuro e aconchegante, era libertador.


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Re: Moulin Rouge

Mensagem por Gwendolyn Kösky Shelaev em Sab Nov 18, 2017 7:40 pm

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A comensal não se impediu a sorrir, mordendo o próprio lábio enquanto ouvia sobre as tais experiências da McCain sobre a sua casa, e passou as mãos sobre seus cabelos, e assentiu ao perceber que ela não insinuava nada. Claro que Gwendolyn sabia disso, além de claro, como detectar mentiras. Não apenas por conta dos ensinos de Vivyan, mas a experiências dos melhores comensais que sua mãe tinha, que cuidavam de si. Aprendeu os mais diversos tipos de tortura, não apenas físicas, mas também psicológicas, sua favorita, para ser realista, rindo apenas quando a ouviu sobre o segundo encontro. — Brincadeira, antes de eu chegar ao ponto de tentar dormir com você, tem que aguentar minha cara e minha chatice duas vezes a mais, e particularmente, não vejo a hora. Mais dos encontros que dormir com você. Não que eu não goste disso, mas... Eu gosto de conhecer as pessoas que gosto bem melhor. É a pessoa mais fascinante que conheci desde que descobri meu interesse por pessoas, principalmente mulheres. — Deu de ombros, com um sorriso simpático, deixando seu copo sobre a bancada, vazio. 

As conversas sobre a morte de seus pais, era incrivelmente fascinante para ela. Sentiu a sensibilidade da morena mais baixa e sorriu compreensiva. Tanto si mesma, quanto ela, tinham problemas familiares e psicológicos, mas levou as mãos sobre a bochecha da mesma, fazendo um carinho, antes de beijar a bochecha de Cleophas. — Você é forte, tanto quanto eu, Cleophas. E você assim como eu, pode superar tudo isso. Acho que depois de tudo, posso te considerar uma amiga, assim como você pode me considerar uma. Sempre que precisar de mim, pode pedir para Thomas me avisar. Eu virei te ver. Afinal, amigas são para isso, não é? Ok, tirando o fato que eu te beijei de cara, não tira a moral do meu discurso. — Deu de ombros, com talvez uma piada, para que melhorasse o humor, depois daquelas conversas sobre morte. — E acredite, eu não acredito mais em contos de fadas. Busquei o meu várias vezes, e depois de tantas decepções, parei de procurar, e comecei a me tornar literalmente uma vadia. Dormi com muita gente. Não que me arrependa, mas eu preciso zelar por minha reputação agora. — Sua necessidade de se explicar, a assustava. 

Sorriu com as palavras novas. Florestas ela não gostava muito para pensar, mas para suas emboscadas, e trabalhos com os comensais, eram perfeitas. Deixou um suspiro sair, mordendo o lábio, rindo baixo, ao ponto de falar sobre seu trabalho de legista. — Sabe por que eu sou uma legista, não uma médica? Não sou médica, porque os tratam, e logo eles podem falar por si, viver por sua conta. Mas os mortos? Eles já estão mortos, e precisam de alguém para falar por eles, para que suas histórias possam ser contadas. É fácil descobrir o passado dos vivos. Mas dos mortos, é bem mais fascinante. Além do mais, acho os vivos um pé no saco de lidar. "Ah você tem de ter permissão." Autópsias até tem isso, mas você nunca sabe o que para na sua mesa, até você abrir o corpo. — Sorriu com fascínio por seu próprio trabalho. Claro, o emprego, era falso. Mas o motivo era verdadeiro, e se ela não fosse quem era, realmente tornaria-se uma legista. — Eu também gosto de tecnologia, é uma coisa fascinante, que facilita muito a vida de bruxos e trouxas. Armas são perigosas, sim. Mas ao mesmo tempo, são os que mantém seguros, principalmente aos trouxas. — Explicou, para então se dirigir ao seu segundo ponto.  

Oh. Meu. Deus. Como você não sabe quem é Tony Stark? — Gwendolyn fez uma expressão, colocando uma mão sobre seu coração, falsamente ofendida. — Querida, eu vou te explicar. E creia-me, vou te apresentar os filmes trouxas da Marvel, uma editora de quadrinhos trouxas, incríveis. Também tem a DC, mas... Só se você preferir algo mais mórbido. Ok. Vamos lá. Nos quadrinhos, ele é um herói chamado Homem de Ferro. Ele construiu uma armadura muito legal, no meio da Guerra do Vietnã, sequestrado e uma caverna. Teve problema de bebida, muita coisa. Você tem que ler. Mas os filmes são mais legais. — Admitiu, de braços cruzados, rendida. Logo, ela a levou para sua mesa, onde tirou seus sapatos, sentando-se. — Que bom, afinal não gostaria de ter essa noite estragada. — Seu pequeno sorriso cresceu, logo sua cadeira logo foi virada para a jovem, que se aproximou, e ela jurou que seria beijada, mas sorriu com o convite, levantando-se. — Vamos dançar. — Deixando que ela a guiasse, depois de oferecer sua mão, voltaram a pista de dança. 

Sentindo o corpo da jovem o mais perto que foi possível de si, não fez bem para a sanidade de Gwendolyn, mas ela controlou-se, e sorriu, deixou que seus braços cruzassem sobre o pescoço dela, movendo seu corpo em uma réplica exata ao ritmo que a outra dançava.  Aquilo era confortável, agradável, além de divertido. Não que ela pudesse fazer mais do que já fazia, mas sorriu novamente. — Desculpe, mas eu me controlei o suficiente para não fazer de novo, mas você não cooperou agora. — Admitiu, já se desculpando, para logo deixar que seus lábios se unissem com os da McCain, não em um ritmo sexual, como foi o primeiro beijo, mas dessa vez, carinhoso. Levou uma das mãos aos cabelos da mesma, puxando-os levemente, e sem força, aproveitando aquilo. 

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