Moulin Rouge

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Moulin Rouge

Mensagem por Behati Chamberlain McCain em Qua Maio 24, 2017 8:46 pm

Relembrando a primeira mensagem :


Moulin Rouge


O mais famoso ambiente do Quartier, é o Moulin Rouge, um bar extremamente agradável, bem decorado e com um luxo invejável. Tudo no ambiente é de altíssimo nível e o local sempre está cheio. Porém, alunos menores de 16 anos, não podem entrar, exceto se estiverem acompanhados de algum adulto e nao poderão tomar nada alcoólico, caso tentem pedir algo alcoólico, logo a bebida vira suco ou refrigerante, dependendo de sua sorte.
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Behati Chamberlain McCain
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Re: Moulin Rouge

Mensagem por Cleophas Chamber. McCain em Seg Nov 20, 2017 2:05 am


I kissed a girl
And I liked it.

wearing this; feeling drunk, at Moulin Rouge, with Gwendolyn



Não podia dizer por quanto tempo estávamos dançando, só que uma roda de pessoas se formou em volta de nós enquanto nossos corpos se mexiam, tão em sintonia como uma orquestra sinfônica. E assim como uma orquestra, tínhamos total atenção do público, era um espetáculo. Mal notávamos todos os olhares deslumbrados e comentários, o foco era totalmente uma na outra. Gwendolyn parecia estar se divertindo, mais descontraída do que a vira a noite toda, fiquei feliz por ter tido a iniciativa de chama-la para dançar, ela era uma ótima dançarina. Tinha alguma coisa que ela não sabia fazer, afinal? Após as palavras da moça, eu sabia o que viria em seguida, mas dessa vez estava preparada. Seus lábios eram macios e quentes, ela me beijou sem a urgência de antes, apenas aproveitando o momento e a companhia uma da outra. Ouvi os gritos da plateia em volta, a maioria vozes masculinas, nos encorajando a continuar. Achei doentio e tive vontade de sacar a varinha na mesma hora, mas me contive. Separei-me gentilmente de Gwen, sorrindo abertamente para ela. Aproveitei que tinham trocado de música e a guiei de volta para o bar, longe dos olhares maliciosos. Tive vontade de protege-la e isso me deixou incomodada. Pedi uma água ao barman e bebi avidamente enquanto a ouvia falar novamente, sua voz melodiosa era agradável. Eu sentia meus cabelos grudados na testa e na nuca por causa do suor, resisti ao impulso de ir me refrescar imediatamente.
 
Bom, senhorita Gwendolyn, acho que posso abrir um espaço na minha agenda para aguentá-la por mais algumas vezes, mas não tenho certeza... – Brinquei, colocando a mão no queixo pensativamente, rindo em seguida. Eu não me sentia leve há muito tempo, era estranho rir e poder falar sobre coisas com alguém que não te via como uma coitada. — Obrigada pelas palavras, significa muito para mim. E pode apostar suas lindas curvas que a chamarei mais vezes, através de Thomas ou não, sinto que ainda há muito para saber a seu respeito. É bom ter uma amiga após tanto tempo. — Falei, sorrindo levemente.
 
Estava bebendo a água quando algo que ela falou quase me fez engasgar e cuspir tudo pelo nariz. — Entendo... — Murmurei, fitando a taça de água que eu segurava. Percebi que havia me prendido a alguém muito cedo, não tive tempo de aproveitar a juventude antes de sofrer o pior pesadelo da minha vida. Eu só namorara duas pessoas desde que era adolescente em Hogwarts, apesar de ter tido interesse em várias outras - tanto meninos quanto meninas – quando era mais nova. Subitamente me senti inexperiente. — Quero dizer que você não é uma vadia por fazer o que bem entende com a sua vida, principalmente se está solteira, você é a única pessoa que tem direito a opinar sobre seu corpo, mais ninguém. — Respondi, dessa vez com firmeza.
 
Eu me encantava por ela a cada palavra. Era muito bom descobrir que uma pessoa, além de ser incrivelmente linda por fora, também possuía tamanha inteligência e era capaz de despertar uma curiosidade sem tamanho em mim.
 
Adoro quando fala sobre os mortos! — Soltei um suspiro exagerado, rindo em seguida. — Você me faz ter interesse por coisas muito peculiares, sabia? Eu passei um tempo com os trouxas, mas nunca realmente me senti inteirada em seus assuntos, sua cultura. — Eu fazia uma careta de confusão atrás da outra enquanto era enterrada sob uma avalanche de informações sobre algo chamado Marvel e quadrinhos. — Vai com calma, tigresa! — Exclamei, gargalhando ao ver seu entusiasmo. — Sabe o quanto você é fofa quando fala sobre suas paixões? — Indaguei. — Você vai ter que me guiar passo a passo nesse lance de coisas trouxas, posso levar muito tempo para aprender, espero que tenha uns anos livres e muita paciência. — Dei de ombros, mordendo o lábio inferior de maneira brincalhona.
 
Dois homens aproximaram-se de nós e pararam no bar, há poucos metros de distância. Eles sussurravam entre si e nos lançavam olhares maliciosos, senti meu sangue ferver e meu rosto congelar numa expressão mortal. Meus punhos fecharam-se automaticamente ao lado do corpo.
 
Você deveria saber que, quando eu era pequena, era amiga de um mordomo que tivemos, ele não possuía magia, mas era muito bom em lutas corporais. — Comentei, fitando Gwendolyn. — Ele me treinou por anos, a meu pedido, porque nunca fui excelente em duelos usando a varinha. Apesar de ser uma pessoa muito pacífica, não hesitarei em quebrar os ossos de quem me irritar. — Dessa vez minha voz se elevou um pouco, apenas o suficiente para que os dois homens me ouvissem. Eles me olharam de esguelha, agora parecendo incertos de se aproximar ou não.
 
Provavelmente a moça agora estava me achando uma louca, eu deveria ter tomado uma atitude diferente? Não queria afastá-la, mas sempre fui muito defensiva das pessoas que eu me importava, muitas vezes acabara na sala da diretoria em Hogwarts por estar envolvidas em brigas sempre que alguém ousava mexer comigo por causa do meu tamanho ou com minhas irmãs.
 
Me conte mais sobre a escola de magia americana que frequentou, não conheci muitos alunos de lá. — Pedi carinhosamente, mudando de assunto rapidamente como uma maneira de me distrair


Apesar de ter dançado por um longo tempo, a mulher a minha frente parecia não ter sido muito afetada, ela ainda estava perfeita, nenhum fio de cabelo fora do lugar, aquilo me deixou louca. Como era possível?





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Re: Moulin Rouge

Mensagem por Gwendolyn Kösky Shelaev em Seg Nov 20, 2017 8:09 pm

girls like girls
Por mais que Gwendolyn aproveitasse aquele momento, percebeu que Cleophas já estava se soltando mais, abrindo um amplo sorriso, enquanto ambas dançavam juntas. Claro, alguns comentários eram feitos, mas aquilo não importava. Ela era apenas uma jovem de 22 anos, bissexual, com atração em uma morena com quem dançava naquele momento. E ela daria qualquer coisa, para fazer aquilo mais vezes. Beijar a morena, foi um calmante para ela, e um choque de realidade. Aquilo era mesmo real e nada fictício, da parte mais pervertida de sua mente. Mas ela agora era carinhosa, com medo de fazer algo que a machucasse. Ao ver que ela sorria ao se afastar, não resistiu ao sorrir também. — Essa com certeza é uma das melhores noites da minha vida. — Piscou, com um sorriso agora, mais amplo. Mas percebeu o nervosismo da mesma, ouvindo os comentários por mais do beijo que ela tinha dado. Revirou mentalmente seus olhos, segurando a mão de sua companhia, acariciando e beijou a parte de trás da palma. — Cleo, calma. Seria bem pior, se fossem idiotas preconceituosos nos jogando algo. Eles não vão fazer nada. — Afirmou, seguindo-a para o bar novamente.

Assim que chegaram, pediu um copo de suco natural, e a observou, com os cabelos bagunçados. Gwendolyn no entanto, estava com suas roupas desalinhadas, já que seu cabelo era raríssimo de bagunçar, pelo extremo cuidado que tinha, e apenas arrumou seu vestido. A conversa fluía fácil, e isso a deixava mais calma, mas riu ao ver a acompanhante pensativa. — Por favor, arrume tempo para aguentar a chatice dessa americana que não faz nada além de estudar, e gostaria muito de uma companhia de uma moça bonita. — Pronunciou falsamente dramática, com um pequeno sorriso, ainda ouvindo. — Lindas curvas? Essa é nova. Eu já ouvi aposto um dólar, aposto meu cachorro... Mas minhas lindas curvas? Realmente isso é novo para mim. — Sorriu. — Brincadeiras à parte, eu gosto de sua companhia, e depois de ter te beijado duas vezes, se eu não considerasse você uma amiga, teria sido injusto da minha parte. E você não vai precisar me chamar por Thomas. Acha mesmo que você vai ir embora sem eu ao menos te dar meu telefone, ou meu endereço pra me mandar cartas? — Satisfeita, arqueou a sobrancelha, com um sorriso.

Ao falar de seus relacionamentos, decidiu que não esconderia nada. — Eu quando fiz quinze, faz sete anos, tive um namorado. Ele era incrível, cuidava de mim, me dava carinho e eu o amava muito. Mas quando passou dois meses, eu o vi ficando com a melhor amiga que eu tinha na época. Eu sabia que a irmã dele, era bissexual, mas que não tinha se assumido, por medo da família a rejeitar. Eu contei o que aconteceu pra ela, depois que terminei com o irmão dela. Decidimos na época, fingir que namorávamos, para se vingar. Eu dizia que tinha alguém novo, sempre que Ethan, o ex, então, ele sempre queria saber quem era e nunca contei. A irmã dele, Astrid, tinha já uma queda por mim, e eu por ela então, fomos pra biblioteca de Ilvermorny, onde ficávamos escondidas. Um dia... — Ela fez uma pausa, impedindo-se de chorar.

Eu e Astrid estávamos lá, o irmão dela e um grupo de amigos deles, nos pegaram, quando eu ia tirar a blusa dela, porque ela tinha me pedido para tirar a virgindade dela. Quando eles nos viram, nos bateram, nos espancaram muito, eu quase morri. Astrid... Ela morreu, devido a hemorragia dos ferimentos. Foi a primeira decepção que tive, e a primeira vez que me bateram porque eu gosto de mulheres, eu fui no funeral dela, escondida nas férias de verão. — Nesse momento, ela chorava baixo. — Depois disso, me zoavam por gostar de garotas, então, eu me vinguei do Ethan mais ainda, e foi a primeira vez que eu briguei com alguém. Eu bati tanto em Ethan que ele quase morreu. Até hoje, ele está em estado vegetativo por minha causa. Os pais deles tem esperança que ele acorde. — Sorriu satisfeita. — Com isso, nunca mais mexeram comigo, e eu aprendi que eu posso ser quem eu quiser, amar quem eu quiser. Eu sei que você também teve problemas com um relacionamento, dá pra perceber, por não saber flertar. Eu não te olho como coitada, porque todo mundo tem problemas, uns grandes, e outros ruins. E remoer eles, não te torna mais forte. Te torna mais fraca, por não o superar e aprender a lidar com a dor, porque nossas dores nos tornam fortes, Cleo. — Explicou, com um pequeno sorriso.

Assim, falando sobre seu trabalho, a Marvel, o clima tornou-se mais ameno, o da conversa, e fez com que ela se sentisse mais animada, rindo quando foi pedida para acalmar da conversa sobre suas paixões. Mordeu seu próprio lábio, respirando para se acalmar. — Sobre os mortos... É que eu tenho um fascínio pela fisiologia humana. Agora a Marvel... Eu tenho minha vida toda, para te ensinar. Então, pode deixar. Vou ensinar com calma. — Deu seu melhor sorriso, voltando a lembrar das palavras ditas por ela. — Fofa? Já fui chamada de gostosa, linda, delícia, vadia, vagabunda, piranha... Tem mais na lista, mas fofa? Nunca fui chamada disso, parabéns. Algumas 'primeiras vezes' foram realizadas. — Piscou, com um mínimo sorriso. Ao observar o olhar da McCain, sua espinha gelou.

Será que esses idiotas não têm mais o que fazer? — Revirou seus olhos, voltando a prestar atenção nela, mas com o canto do olho esquerdo, vigiava os homens, ouvindo-a sobre defesa pessoa, abrindo um largo sorriso. — Já disse para você que pessoas que sabem se defender sozinhas, são as mais atraentes pra mim? — Piscou, com um pequeno sorriso. — Se eles forem espertos, e minha carinha lembrar para eles meus pais, não vão fazer nada. — E mordeu o próprio lábio, pensativa. Como explicar Ilvermorny? — Ilvermorny é... Incrivel. O castelo é maravilhoso, o ensino, a história... É uma das melhores escolas, mas os alunos são dos mesmos modelos que de outras escolas. Patricinhas, babacas, idiotas... Se eu tiver um filho, ou adotar um pequeno bruxo, com certeza o mandaria para lá, mas... Eu queria ter estudado em Hogwarts, para ficar mais perto da minha mãe. Mas não pude. E como é lá? — Perguntou com os olhos brilhando em curiosidade.

Gwendolyn encontra-se em um bar, o Moulin Rouge, vestindo o descritivo no post, com uma morena que descobre ser gêmea da namorada do tio. Seus cabelos estão como o do gif.


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Re: Moulin Rouge

Mensagem por Cleophas Chamber. McCain em Qua Nov 22, 2017 3:04 am


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Minha autoestima andava tão baixa ultimamente que não achei possível que uma pessoa tão interessante como ela me dissesse que aquela seria uma das melhores noites da sua vida. Fazia muito tempo que não me achava digna de uma ótima companhia, quem dirá de ser o motivo de alguém ter uma noite inesquecível. Aquelas palavras ficaram na minha cabeça.
 
Ela se movia graciosamente, bebericando um suco natural que havia pedido no bar, era tão encantadora que parecia mover-se em câmera lenta como naqueles filmes trouxas hollywoodianos que eu vira algumas vezes com Callum, nosso antigo mordomo.
 
Sabe, agora que mencionou, eu não entendo o fascínio que os trouxas tem por esses telefones! — Comentei. — Pode me chamar de antiquada, mas fui criada com quase nenhuma influência trouxa, quase tudo do pouco que aprendi foi com o antigo mordomo.... Não que meu pai aprovasse, mas eu sempre tive um certo desprezo por regras e irritá-lo era um bônus. — Completei, rindo com a lembrança do meu pai correndo atrás de mim pela casa, uma veia em sua testa prestes a explodir de raiva. — O tempo que passei com eles não ajudou muito, tive três celulares, quebrei todos na parede por pura frustração, não conseguia mexer naquelas coisas. — Revirei os olhos.
 
Logo o assunto mudou para algo muito mais pesado e sombrio, foi como se um dementador tivesse aparecido no lugar e absorvido todo o calor e felicidade. Gwen era corajosa por compartilhar memórias tão dolorosas e intimas comigo, era por isso que eu a tinha achado tão forte desde o primeiro momento em que a vira. Senti meu coração se apertar no peito quando lágrimas escorreram pelo seu lindo rosto, ela provavelmente nem as notou. Aproximei-me um pouco dela e, gentilmente, levei minhas mãos até suas bochechas, afastando as lágrimas. Abaixei o braço e segurei sua mão, apertando levemente para ela saber que eu estava ali, que sentia muito por tudo o que lhe havia acontecido.
 
Você é a pessoa mais forte que eu já conheci, e nessa vida de jornalista, já conheci muitas pessoas. — Disse, sorrindo de lado. — Admito que nunca vi coisas assim acontecerem em Hogwarts, provavelmente porque estava sempre nas estufas ou algum lugar proibido para alunos, mas vi muito isso na Escócia, nem sempre eram ataques físicos, mas ataques verbais que esmagavam seu espírito de dentro para fora, até não sobrar mais nada. Não consigo imaginar como deve ter se sentido... — Suspirei pesadamente, acariciava o dorso de sua mão carinhosamente. — Fico muito feliz que tenha tido sua vingança contra o pivete, gostaria de ter um vira-tempo só para ver você acabando com ele. — Um sorriso perverso apareceu em meus lábios. — E sim, concordo que nossas dores nos tornam fortes. Pessoas maravilhosas que cruzam nosso caminho também ajudam. — Percebi que ela estava me observando tanto quanto eu a observava, era boa em ler pessoas.
 
Terminei de beber a água e deixei a taça sobre o balcão, estava começando a ficar com fome. Nem me lembrava da última vez que comi. Eu ainda estava um pouco bêbada, mas a dança e a água ajudaram a me recuperar um pouco, ficaria nova em folha após uma refeição quando saísse dali. Aliás, que horas eram? Sentia que estava ali há minutos, mas sabia que faziam várias horas.
 
—  Gosto do jeito que pensa.... Podemos ir ao cinema um dia. Fui algumas vezes e achei fascinante, definitivamente a melhor invenção dos trouxas! — Bati palminhas animadas e ri.
 
Corei quando a mesma disse algo sobre pessoas que sabem se defender sozinhas serem atraentes. Se era atraente eu não sabia, mas que era útil, isso com certeza.
 
Era fascinante ouvi-la falar sobre a escola de magia americana, Ilvermorny. Eu precisava aparecer na escola para um tour, mas continuava adiando a visita por coisas mais importantes aparecem no meu caminho de última hora.
 
Parece ser maravilhosa, mas bem diferente de Hogwarts. — Apontei. — Hogwarts é... Um castelo gigante, dito como o lugar mais seguro do mundo, mesmo com a Floresta Proibida, uma árvore maléfica, passagens secretas, criaturas perigosas e tantas outras coisas. — Parei, gargalhando. — Mas eu não trocaria por nada, seus corredores têm muita história e mesmo nós, que crescemos nesse mundo convivendo com a magia, não há palavra melhor para descrever Hogwarts do que “mágica”. Você deveria ir visitar, posso ir junto, se quiser. — Ofereci, com uma expressão acolhedora. — Por falar nisso, provavelmente minha família fará uma festa em breve, seria maravilhoso se você fosse. Eu voltei para Londres tem pouco tempo, não falei com eles por um ano, então estou pressentindo um clima estranho, seria legal ter alguém para dar apoio moral. — Curvei os lábios num meio sorriso, não sabia se tinha sido uma boa ideia chama-la, e se ela achasse que eu estava forçando a barra? — Se você não tiver nada de importante para fazer, é claro! — Completei.






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Re: Moulin Rouge

Mensagem por Gwendolyn Kösky Shelaev em Qui Nov 23, 2017 6:05 pm

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Os trouxas possuem uma cultura fascinante, sabe? Eles gostam de sempre saber o que é novidade, o que não será. O que será útil, ou prático. E os telefones são ferramentas muito úteis de comunicação, para você não precisar ficar mandando carta, bastando ligar para a pessoa. — Explicou com um sorriso, ouvindo a morena falar sobre os telefones trouxas, arrancando-lhe o mais amplo dos sorrisos, logo a fazendo rir. Era comum bruxos não saberem usar artefatos trouxas. Por mais que achasse que os bruxos eram superiores, os trouxas tinham algumas coisas bem úteis. Sorriu minimamente. — Isso não me espanta. Os trouxas tem umas coisas bem interessantes, que posso te ensinar. Sabia que eles têm uma coisa chamada brinquedos sexuais? Eu ouço muito os trouxas falando nisso mas nunca vi. — Coçou seu queixo pensativa. — Parece que são coisas que se usa no sexo. — Deu um riso baixo, vendo-a nervosa. — Calma. Não assusta. E sobre os telefones fiz isso com meus primeiros 2, depois fica mais fácil. Ensino você. — Afirmou, simpática. 
 
Seu passado e a história de Astrid ainda a abalavam muito e Gwendolyn não gostava muito de falar disso. Sorriu simplesmente, com uma expressão triste assim que acabou de contar, contendo seu choro como conseguiu, acariciando a mão da McCain, com uma expressão mais calma. — A verdade, Cleo, é que hoje em dia, a sociedade é muito preconceituosa, e não aceitam o diferente. Não aceitam um homem que nasceu com um pinto, dizer que se sente uma mulher. Não aceitam uma mulher beijar outra. Se estivéssemos com trouxas no Irã, seríamos mortas. Muitos hoje em dia não conhecem a tolerância, ou o respeito. E é isso que faz o mundo ser horrível como já é normalmente. Alguns são tolerantes, mas muitos ainda são preconceituosos. Agradeça, por nunca experimentar a sensação de apanhar só porque não é como a maioria, que se atrai por algo diferente. Isso te destrói, e te marca. Mas se deixar é sua ruína. — Respirou fundo. — Desculpe se pareci rude. Esse assunto não me é confortável. — Explicou, desculpando-se. 
 
A conversa logo partiu para um rumo mais agradável, fazendo Gwen abrir um sorriso, e sorrir com a animação da outra, observando como era fofo aquilo. — Cinema? Gosto do seu estilo. Mas, eu pensei em algo mais leve para fazer quando te levar para sair. Um parque de diversões trouxas, a Disneyland. Eu fui algumas vezes. É bem legal. E seria agradável para isso. — Piscou com um sorriso simpático, ainda estudando a morena, com uma expressão cautelosa, analisando-a, rindo baixo, vendo que ela ficava nervoso. Era atraente e muito para si. Passou as mãos sobre os fios castanhos, com um sorriso mais amplo, surgindo sobre si, enquanto ela analisava o local.  O olhar de Gwendolyn ao redor, era atento enquanto não pensava demais. Ao menos tentava. Estava ansiosa, por ver a que rumos tudo aquilo seria guiado, e mordendo os lábios contendo a ansiedade, ela não se permitia ficar criando várias esperanças e motivações desnecessárias. Afinal, logo diria quem realmente era ela. 
 
Sua explicação sobre Ilvermorny fez seus olhos brilharem, enquanto relembrava seus tempos de estudante. Afinal, tinham sido os melhores dias de sua vida. Mas estava completamente frustrada, já que além das boas lembranças, algumas ruins voltavam. Principalmente as de Astrid. — Sinceramente, eu espero nunca mais voltar para Ilvermorny. Eu posso ter ótimas memórias lá, mas aquela escola foi responsável por mais de minhas memórias ruins do que eu gostaria. Diferente de você, eu até tenho um apego a minha escola, mas meus sete anos lá, me bastam. Sempre que lembro da escola, lembro de Astrid. — Explicou, deslizando as mãos sobre sua nuca. Gwendolyn nunca iria esquecer aquilo. Mas aquilo para sempre, seria um marco do porquê ela tornara-se uma comensal. Para eliminar, qualquer um que não considerasse digno, ou que ela tivesse a sensação que a destruiria. — Desculpa. É que eu realmente me sinto desconfortável com isso. Droga, estou me sentindo uma idiota. — Respirou, completamente ansiosa, cansada e preocupada com tais lembranças. 
 
Hogwarts parece ser incrível mesmo. — Riu baixo, enquanto a ouvia falando sobre a escola, mordendo o lábio enquanto reprimia um riso, ouvindo a morena falar sobre um encontro familiar. E arqueou a sobrancelha. — Wow, calma aí, gatinha. Mal nos conhecemos e já quer que eu vá conhecer a sua família? — Sorriu em deboche, voltando a ouvir a morena, rindo. — Claro que vou, afinal, eu te ajudaria com qualquer coisa. Mas por favor, se seu pai perguntar não minta que sou sua namorada sem me avisar antes. Porque aí é injusto. — Piscou, com um sorriso mais amplo, estudando a morena, com atenção. — Mas brincadeiras à parte... Eu vou com você, pode ter certeza. Só me avise o dia e o horário, porque vou ter de aparatar de Nova York, para o horário de Londres. — Esclareceu, e pegou um pedaço de papel, onde anotou seu telefone, seu endereço. — Eu não estou de saída, mas eu sou esquecida, então, para eu não esquecer, esse é meu endereço e meu telefone. Pode me ligar, ou aparecer sempre que quiser. — Sorriu, acolhedora. 

Gwendolyn encontra-se em um bar, o Moulin Rouge, vestindo o descritivo no post, com uma morena que descobre ser gêmea da namorada do tio. Seus cabelos estão como o do gif.


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Re: Moulin Rouge

Mensagem por Cleophas Chamber. McCain em Qui Nov 23, 2017 10:31 pm


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De telefones trouxas, o assunto mudou para brinquedos sexuais trouxas. Fiz um som engasgado e tossi, sendo pegada desprevenida no assunto. Eu não queria imaginar, mas foi automático minha mente trabalhando e formando imagens na minha cabeça, imagens que eu não esqueceria tão facilmente. Admito ter ficado interessada, curiosa até para saber o que exatamente eram aqueles “brinquedos”.

Se não tenho familiaridade com celulares, garanto que também não sei o que esses brinquedos sexuais são! — Falei, sem controlar o riso.

Em poucas horas que a conhecia, ela já havia prometido me ensinar várias coisas, agora era o celular, me perguntei o que seria a seguir, minha mente vagando para lugares perigosos. Ri internamente.

Não se preocupe, você tem razão. Tenho sorte por não ter tido esse tipo de experiência, sei disso. — Admiti. — O certo seria evoluirmos junto com o mundo, mas parece que está tudo ao contrário. Nem o mundo bruxo se salva, ultimamente... — Suspirei, me lembrando da situação em que os bruxos se encontravam.

Uma música que eu adorava começou a tocar, eu amava a música dos trouxas, tão melhor que as porcarias que ouvíamos enquanto estávamos crescendo. Tinha ritmo latino, a voz era conhecida, uma das minhas artistas favoritas que tinha saído de um grupo só de garotas recentemente. Dancei levemente enquanto apoiava o cotovelo no balcão, ouvindo Gwen falar sobre onde me levaria quando saíssemos.

Ouvi falar muito desse parque, foi o primeiro lugar que me sugeriram visitar na minha viagem, admito que fiquei curiosa. Seria muito divertido, contanto que meus pés não saiam do chão, eu não me dou muito bem com altura. — Sorri envergonhada. Que tipo de bruxa tinha medo de altura? Me lembrei do quanto sofria nas aulas de voo no primeiro em Hogwarts, eu tremia tanto que mal conseguia segurar a vassoura. Quando pedi para que meu pai resolvesse isso e mandasse uma carta para a professora de voo, ele me mandou um berrador.

Também tive umas memórias ruins em Hogwarts, boa parte no primeiro ano escolar, mas aprendi a me adaptar e as coisas melhoraram. — Comentei. — Sinto muito que as memórias ruins mancharam as boas, eu odeio quando isso acontece. Mas vou te dizer algo que tenho dito muito para mim mesma o tempo todo: Apegue-se as memórias boas. — Ela parecia ansiosa, acho que aquele era um dos assuntos que costumava evitar. Mantive uma expressão acolhedora, gostaria que ela soubesse que poderia falar sobre qualquer coisa comigo.

O que eu mais gostava nela era que ela não construía muros para manter as pessoas afastadas, pelo menos não eu, parecia ser sempre sincera sobre seus sentimentos e falava sobre isso, mesmo que não gostasse muito. Era bom não ter que bancar a adivinha sempre que queria saber algo com ela, como acontecia com ele. Ela era intensa, inteligente e tinha senso de humor. Fiquei feliz quando a mesma aceitou meu convite para a festa em minha casa, mesmo sabendo que ela seria uma presença inesperada. Eu queria deixar todos embasbacados e se perguntando o que ela estava fazendo ali, qual era a relação dela comigo.

Fique tranquila, ele nem sabe que eu sou bissexual! — Dei de ombros. — De qualquer maneira, não importa. Ele não aprova ninguém que eu escolha, deixei de me importar com isso há muito tempo. — Mordi o lábio inferior e lancei lhe um sorrisinho quando ela me passou um pedaço de papel com seu número e endereço. — Avisarei o mais rápido possível, provavelmente mandarei uma coruja. — Coruja ainda era meu meio de comunicação favorito, era difícil mudar antigos hábitos.

Chamei o barman com um sinal e pedi duas tequilas, minha segunda bebida favorita. Estava quase amanhecendo e eu sabia que minha hora de ir embora estava chegando, precisava voltar para Londres antes do meio dia, tinha muitas coisas para fazer e Hanna me mataria se eu não aparecesse para trabalhar.

Peço que beba comigo a última da noite, preciso voltar para o apartamento antes do amanhecer e estar em Londres antes do meio dia. — Minha voz soava decepcionada, mesmo eu tentando me animar. — Meu consolo é que sei que nos veremos logo, bela Gwen! — Sorri, pegando um copo pequeno de shot de cima do balcão. — Um brinde a pessoas maravilhosas que conhecemos por acaso! — Disse, erguendo o copo em frente ao corpo.



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Re: Moulin Rouge

Mensagem por Gwendolyn Kösky Shelaev em Sex Nov 24, 2017 7:33 pm

girls like girls
Tudo bem, eu também não sei bem o que são, mas um dia eu comprarei uns, e verei como funcionam, aí te digo. Mas isso seria constrangedor. — Riu, enquanto tomava um gole de seu suco, com um sorriso simpático em seguida. — Devíamos fazer muitas coisas. Não ter preconceitos, aceitar quem somos, conviver com os trouxas, sem um matar o outro, ou os assustar, mas não é fácil.  Eu penso, que sim, bruxos e trouxas são capazes de coexistir, um sabendo da existência do outro, sem um querendo bancar o superior do outro. E, acho que seria interessante, sabe? — Respirou cansada, com um mínimo sorriso. — A evolução dos bruxos, é uma coisa que poderia ser incrível, mas alguns são retrógrados, e não pensam mais em como deveriam aumentar seu intelecto, e mudar o modo de pensar. Mas alguns são muito preguiçosos para isso. — Sorriu minimamente, antes de a estudar.

Ao ouvir a morena falar sobre a Disney, ela riu, arqueando a sobrancelha com ansiedade. E passou as mãos, sobre os cabelos e abriu um sorriso, mordendo o lábio ansiosa, contendo aquilo. E contou novamente até dez. — A Disney é um dos parques mais famosos dos trouxas. Eu queria ter ido de novo ontem, mas eu tive um trabalho enorme com uma autópsia, e tive que pedir reembolso do ingresso que tinha comprado pra mim e minha irmã, Nienke. — Explicou. — Então, eu tenho 2 ingressos. E para não desperdiçar e pelo o fato dela estar na Suécia, com uma amiga dela de Hogwarts, acho que seria legal levar você. — E ao ouvir sobre os problemas de altura, seu sorriso aumentou, ao ver que ela não era a única. — Relaxa, eu também tenho problemas de altura. Eu cai na minha última aula de voo, de vassoura. E nunca mais usei uma vassoura.  Sou adepta fiel da aparatação ou chaves de portal. — Admitiu, erguendo as mãos em sinal de rendição, depois de deixar o copo sobre o bar.

Querendo ou não, minha vida é feita de memórias ruins. A última vez que eu vi minha mãe, eu tinha 17. E ela disse que ia fazer uma coisa que ela sabia que ia acabar com a vida dela. E eu só recebi dela, a chave da casa que ela tinha com meu pai, uma carta de meu pai, e informações sobre o cofre do dinheiro que herdaria dela e de meu pai. — Sentiu seu coração doer, e novamente o desejo de chorar. Mas ela tentou se acalmar, para não o fazer novamente. — É difícil para mim focar em boas memórias, tendo tão poucas. Eu tento, mas tenho tão pouca, mas tão pouca, que eu cansei de tentar me apegar as memórias boas que tenho. — Deixou sua cabeça ficar baixa, impedindo que suas lágrimas caíssem novamente. Ela já tinha chorado demais naquela noite e tentaria não o fazer de novo. — Eu choro muito. Desculpa, acho que isso não gera uma boa impressão. — Sorriu, constrangida, enquanto a olhava.

A Shelaev analisou tudo o que poderia ao redor, tentando não desistir de focar em outra coisa ao redor, e apenas mordeu seu lábio. Tinha decidido ser sincera sobre suas emoções, já que já tinha mentido algumas coisas, e não queria mais mentiras. Observando que ela sorria, não resistiu ao fazer o mesmo, tomando outro gole do suco, sendo o último, e riu baixo, ao ouvir sobre o pai. — Espera, espera. Seu pai não sabe? Por que não contou para ele? Quando minha mãe soube, ela me disse, que os pais não se importam com a sexualidade do filho. Só tentam não fazer os filhos sofrer tanto, ou se magoarem. Alguns se importam mesmo, mas são os retrógrados. Mas o que o Thomas já me disse do seu pai, e ele é bocudo, já me falou quase, da vida sexual dele com a sua irmã, ele não ligaria. — Explicou. — Mas, conte para ele apenas. Afinal, é melhor. É coisa só sua e dele. — Sorriu minimamente, com uma expressão serena. — Mas faça, quando se sentir pronta. — Acrescentou.

Eu acho, que se seu pai não aprovou, tem um motivo. Afinal, pais veem coisas que não vemos. Nos conhecem melhor que qualquer um. Nunca vou conhecer você tão bem quanto seu pai ou sua família. Isso, mesmo que nós fôssemos viver, por exemplo, casadas. Eu posso até conhecer você, ou saber coisas sobre seu pai. Mas, como diz um filme trouxa, sua mãe sabe mais. No caso, o pai. Valorize-o, ouça. Eu não tive essa chance. — Sorriu triste, mas sua sabedoria por ter crescido sem seus pais biológicos, a afetava. — Vivyan não. Ela não se importava com quem eu saísse, desde que não destruísse a reputação da preciosa família dela. — Revirou seus olhos, entediada. — Mas em compensação, Andrew e Thomas foram incríveis. E avise mesmo. — Riu baixo, ansiosa. Mas, logo começou a respirar novamente, com um sorriso mais sereno.

Uma expressão mais decepcionada, surgiu em Gwendolyn, porém ao lembrar  dos futuros planos, sorriu amplamente e com uma maneira mais confortável. — Eu também tenho que voltar para Londres. Porque vou voltar para os Estados Unidos amanhã, porque tenho uns assuntos para resolver. — E pediu as bebidas, com um sorriso mais animado. — Melhor consolo que esse, é impossível. — Riu, com um sorriso animado. — Um  brinde a encontros inesperados. — Virou sua bebida, com um sorriso. — Acho que é aqui que deixo você, Cleophas. Eu espero que possamos sair novamente, logo. — Beijou o rosto da morena, antes de sair do ambiente, para ir para sua casa.

Gwendolyn encontra-se em um bar, o Moulin Rouge, vestindo o descritivo no post, com uma morena que descobre ser gêmea da namorada do tio. Seus cabelos estão como o do gif.


@INF




OBS.; Gwendolyn já não se encontra mais no local.


✻ the queen of hell ✻
Hey! In her heart there's a hole There's a black mark on her soul In her hands is my heart And she won't let go till it's scarred Tried to plead, but I can't 'Cause the ashes leaves me as damned Got to touch like a thorn 'Cause in the bush she's hiding horns She got blood cold as ice And her heart made of stone But she keeps me alive She's the beast in my bones She gets everything she wants When she gets me alone Like it's nothing She got two little horns And they get me a little bit
Gwendolyn Kösky Shelaev
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Re: Moulin Rouge

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