Bar dez Winstereaux

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Bar dez Winstereaux

Mensagem por Behati Chamberlain McCain em Ter Maio 30, 2017 3:31 pm

Relembrando a primeira mensagem :


Bar des Winstereaux
Village Alaesmëir
Como tudo na França, o bar é elegante, agradável e simplesmente agradável de decoração acolhedora e o ambiente sempre é cheio de adultos e alunos de maior de 16 anos, já que alunos com menos dessa idade, são barrados e mandados de volta para o vilarejo.
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Re: Bar dez Winstereaux

Mensagem por Nina Howell Sörensen em Qua Nov 29, 2017 12:28 am

Férias. Era a palavra que eu tentava manter em minha mente durante esse período de recesso, eram tantos pensamentos, tantas cobranças e tantas preocupações que se eu não relaxasse por uma semana acredito que eu acabaria entrando em colapso. Os NIEM’s estavam batendo em minha porta e eu mal sabia o que queria fazer da minha vida após terminar Hogwarts.

Decidir viajar para França com Helena foi a opção que encontramos para nos afastar de tudo aquilo, passamos a viagem de trem inteira conversando sobre como estavam sendo aqueles dias de descanso, apesar de ter ouvido mais a voz de minha amiga do que ter realmente compartilhado histórias.  

A viagem até a França foi bem rápida graças ao Eurotúnel, foram poucas as vezes que visitei o país então ainda me impressionava com sua beleza que acabei admirando pouco enquanto andávamos em busca de uma rua onde pudéssemos aparatar, apesar de eu ainda estar meio receosa sobre nossas habilidades nessa técnica.

Sem acidentes, aparatamos com segurança no vilarejo perto da escola de Beauxbatons e eu não pude conter o sorriso com o meu desempenho já que havia acabado de conseguir a licença. Helena estava animada, apesar do vilarejo ser a cópia francesa de Hogsmeade, e queria visitar todas as lojas e eu estava claramente em uma outra vibe, passamos cerca de quinze minutos discutindo sobre isso até que finalmente pedi para que ela me encontrasse no bar dali ao final de suas compras.

O bar era praticamente igual ao Três Vassouras o que fez com que eu me sentisse em casa, sua decoração era parecida, assim como o ar abafado pela quantidade grande de pessoas que estavam presentes, a intenção era conseguir uma mesa, mas por conta do grande movimento o que eu consegui foi um banquinho na frente do bar. — Um uísque de fogo — pedi para o barman que me olhou assim que me sentei.

OFF: Post para a minha trama e do Gabe, ou seja, não se passa no período atual do fórum. <3
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Re: Bar dez Winstereaux

Mensagem por Gabe W. Sörensen em Qua Nov 29, 2017 2:45 am

Andava pelas ruas do vilarejo de Alaesmëir, um dos seus lugares preferidos do mundo bruxo francês. A aparência do lugar, e a forma como modificava a aparência das pessoas era intrigante, e particularmente, encantadora. Não via graça em tantas coisas, mas as que via, sabia reconhecer. Neste caso, não era pra menos. Era encantado pelas belas alunas de Beauxbatons, e que, ficavam muito bem com o traje do século antigo. Fazia um dia de calor, comparado às médias do local, o que o incomodava, particularmente. O período de férias tornava o vilarejo movimentado, e consequentemente, barulhento, o que o fazia procurar desesperadamente para um lugar para se isolar e, quem sabe - sabia que sim - tomar um drink.

Apesar de não ter muitos amigos, sentia, às vezes, a necessidade de estar próximo de pessoas. Talvez pela sensação do calor que tantas vozes e corpos dividindo o mesmo espaço proporcionam, ou pela forma como essas mesmas vozes preenchem os pensamentos e impedem que os nossos próprios nos atormentem. Entrou no Bar dez Winstereaux, que estava cheio como há tempos não via, e, encontrou lugar apenas no balcão, onde não gostava muito de ficar. Estava na espreita de alguma mesa se esvaziar. Fixou a cadeira vazia e direcionou-se à ela, sentando logo em seguida. - Uma dose uísque. -, pedi ao garçom.

Olhou para a jovem que estava ao seu lado, dos cabelos loiros e que parecia até mesmo nova demais. Pegou o copo da mão do garçom e deu um pequeno gole. - Não é nova demais para beber, menina? - indagou, olhando fixamente para o copo que voltava a levar à boca.
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Re: Bar dez Winstereaux

Mensagem por Nina Howell Sörensen em Qua Nov 29, 2017 3:35 am

No exato momento em que minha bebida foi entregue o homem ao meu lado questionou minha qualificação para tal ação, antes de responde-lo dei um grande gole em meu uísque e apesar de me arrepender no momento seguinte, mantive minha pose e me esforcei ao máximo para não expressar a careta que eu gostaria, nunca fui muito de beber, no máximo uma cerveja amanteigada, mas isso é tão comum que mal chega a ser considerado alcoólico. — Eu sou mais velha do que você imagina  — respondi, mas a inexperiência e pouca idade estavam estampadas na minha voz e na minha cara também, por isso tomei outro gole o mais rápido possível, apesar de não saber ao certo o motivo pelo qual queria impressionar o homem ao meu lado, acho que eu sempre preferi os mais velhos. E ele era muito bonito pelo pouco contato visual que tive, Helena acharia a situação interessante.


OFF: Post para a minha trama e do Gabe, ou seja, não se passa no período atual do fórum. <3
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Re: Bar dez Winstereaux

Mensagem por Gabe W. Sörensen em Qua Nov 29, 2017 3:53 am

A menina era carismática, mas já era velho de guerra e, até mesmo talvez por tudo que já passara, tinha grandes habilidades de leitura da linguagem corporal. - Sei. -, disse, dando de ombros. Era fácil reparar que ela, caso não fosse a primeira, seria uma das poucas vezes que havia bebido algo parecido. - Essas coisas dão azia. - Uma de suas teorias era de que destilados davam azia, e que o melhor era beber cerveja - apesar de às vezes achar que valia a pena ir por eles, mesmo com a ressaca infernal.

Balançou o copo, girando o líquido rapidamente dentro do recipiente, e virou. - É assim que se faz. - disse dando um sorriso de canto, tímido e rápido, antes de permanecer em silêncio.
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Re: Bar dez Winstereaux

Mensagem por Nina Howell Sörensen em Qua Nov 29, 2017 4:32 am

O simples “sei” frustrou minhas expectativas de formas inimagináveis e abaixei a cabeça, olhando fixamente para meu copo, um pouco corada pela vergonha que tinha acabado de passar, imaginando que o nosso contato acabaria por ali e sequer tive a oportunidade de falar algo mais inteligente que uma mentira sobre minha idade. Fui surpreendida com um comentário que pela minha falta de experiência com destilados não pude concordar nem discordar e antes mesmo que pudesse pensar em algo, ele virou o restante do líquido em seu copo e eu me senti tentada a fazer igual. E foi o que eu fiz, não restava muito, mas assim que engoli todo o líquido senti o gosto forte na garganta e dessa vez não pude controlar a careta. — Não sou muito boa com essas coisas  — comentei o que já era óbvio e estava estampada na minha cara desde o meu primeiro gole na bebida. — Me traz outro, por favor  — o gosto da bebida não era dos melhores, mas acreditei que agora que tinha começado, deveria me manter. — Espero não ficar com azia  — falei tentando não deixar nossa simples conversa morrer  — Meu nome é Nina e o seu?  — perguntei ao perceber que a minha tentativa não tinha sido bem sucedida, apesar dele parecer ser um cara que não gosta de manter contato com pessoas por muito tempo.
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Re: Bar dez Winstereaux

Mensagem por Gabe W. Sörensen em Qua Nov 29, 2017 6:18 pm

]
A menina dos cabelos cor de ouro falava, mas não prestava tanta atenção quanto talvez ela gostaria. Se permitiu rir quando a menina disse esperar não ficar com a tal azia. "Sabe de nada", pensou sorrindo sozinho, ainda um pouco desconectado. Ela procurava atenção e, no momento, acreditava não ser a melhor pessoa do mundo para oferecer. Tinha receio, além de de tudo, afinal, por mais que ela não soubesse, era um Comensal da Morte, e pesava achar que conversar com ele poderia, da forma mais sutil que fosse, prejudicar a pureza da garota que ainda mal saíra das fraudas.

A menina se apresentava como Nina. Apesar de questionado em relação ao seu nome, preferiu permanecer em silêncio e ainda manter a informação oculta. - Prazer, Nina. - Era melhor não dizer do que correr o risco de que ela já tenha escutado antes. E se tivesse, com certeza não seria boa coisa. - Você sempre fala tanto com estranhos? - questionou, sussurrando próximo à ela.
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Re: Bar dez Winstereaux

Mensagem por Nina Howell Sörensen em Qua Nov 29, 2017 7:31 pm

Curto como foi durante toda a nossa conversa, apesar de ter perguntado seu nome o desconhecido acabou optando por não me dizer, o que me deixou mais curiosa e pensativa sobre o motivo para tantos mistérios. Ele não parecia ser uma pessoa com muitos segredos, apesar de seus trajes escuros, ele não parecia ser um bruxo ruim. — Só quando eu bebo — sussurrei de volta para o homem enquanto balançava o meu novo copo, manter a conversa ativa era agora meu novo objetivo. — Você não vai mesmo me dizer o seu nome?  — tentei mais uma vez, encarando o bruxo ao meu lado na tentativa que dessa forma eu conseguisse arrancar dele alguma informação. — Qual é, o nome é uma informação básica para a comunicação  — insisti e dei outro gole em minha bebida.
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Re: Bar dez Winstereaux

Mensagem por Gabe W. Sörensen em Sab Dez 02, 2017 12:21 am

A insistência pelo nome incomodava um pouco. No fim, talvez pelo momento de relaxamento resultado do consumo de álcool, ou até mesmo por ter simpatizado com a menina, decidiu falar. - Me chamam de Gabe. - Esticou a mão na direção da menina, dando um sorriso forçado, mas sincero.- Prazer, Nina.

Estava há tempo demais no balcão e o excesso de movimento, falas e luz ao redor começava a lhe dar um pouco de dor de cabeça. Foi quando se deu conta de que uma mesa ao fundo do bar havia sido desocupada. - Vou sair do balcão. Não sou de estar nos holofotes. - levantou-se, deu um passo e virou de volta em direção à menina. - Se quiser. - e seguiu em direção à cadeira, sentando-se.

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Re: Bar dez Winstereaux

Mensagem por Nina Howell Sörensen em Dom Dez 03, 2017 4:00 am

Não pude conter o sorriso com sua apresentação, acreditava que ele continuaria escondendo seu nome e sua revelação acabou sendo uma surpresa boa. — Prazer, Gabe — respondi apertando a mão do rapaz que parecia estar procurando alguma coisa por ali. Não demorou muito para que ele se levantasse dizendo não gostar dos holofotes que o balcão lhe trazia, terminei a bebida em meu copo e me levantei seguindo Gabe até a mesa ao fundo do salão. Pude sentir os leves efeitos da bebida em meu corpo, problemas de não estar acostumada com esse tipo de coisa.
Quanto tempo  — brinquei enquanto puxava a cadeira me sentando ao lado dele, estava tentada a pedir mais um uísque, mas achei melhor esperar mais um pouco. — Então Gabe  — disse apoiando minhas mãos na mesa — O que você faz quando não está no bar?  —  talvez eu estivesse perguntando demais, mas não custa tentar.
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Re: Bar dez Winstereaux

Mensagem por Gabe W. Sörensen em Qui Dez 07, 2017 7:23 pm

Pouco depois que sentou na mesa, reparou que havia esquecido seu copo no balcão. A menina, já alegre pelo copo que terminara há pouco, sentou e continuou nas incansáveis investidas para puxar assunto, o último, por sinal, um tanto quanto indelicado. - Ando por aí procurando alunos ricos dando bobeira para sequestrá-los e exigir recompensa dos seus pais. - disse, de forma tão séria que quase chegou a acreditar também que aquilo fosse verdade. - Brincadeira. - admitiu.

"Quem dera fosse fácil assim.", pensou por um instante antes de formular a resposta que a menina queria. Não tinha muitas ideias, afinal, como não conversava com muitas pessoas, mal se recordava da última vez que teve que falar sobre o assunto. - Eu tenho cara de quê? Minha mãe dizia que eu seria garoto propaganda da Firebolt quando fosse mais velho. - sorriu e coçou o queixo. - Até hoje não sei se isso é bom.



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Re: Bar dez Winstereaux

Mensagem por Nina Howell Sörensen em Sex Dez 08, 2017 2:57 am

Acho que meus pais me deixariam com você mesmo — brinquei junto com ele, sua seriedade me fez pensar se aquilo era realmente verdade, se fosse acredito que ele não falaria tão abertamente assim sobre isso. Ele parecia um pouco pensativo antes de falar, e apesar de não responder minha pergunta me rendeu um sorriso. — Acho que você realmente daria um bom garoto propaganda, imagino você segurando uma vassoura e em seguida dando um sorriso bem sensual — falei e em seguida imitei a pose, encerrando a encenação com uma piscadinha e uma grande gargalhada. — Você é um cara misterioso demais para eu conseguir te dar uma profissão pela sua cara — comentei enquanto refletia sobre a profissão que Gabe poderia exercer.
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Re: Bar dez Winstereaux

Mensagem por Jason Lewis Scharatter Ontem à(s) 5:52 pm

Nós dois estávamos em um momento tão comum a nós, era engraçado ver Nathan ultrapassar certas barreiras, ele sempre foi o cara certinho que encanta você em um piscar de olhos, por isso era tão cômico pra mim ver o mesmo se arriscando a perder e correr o risco de perder seu controle. Ele me deu uma respostinha bem afoita e eu ri, enquanto revirava os meus olhos, ele era tão fofo que eu não conseguia achar aquilo arrogância. – Pode até ter estudado, mas estudos nem sempre são convertidos em habilidades... Se bem me lembro, você não era tão bom em feitiços transfiguratórios mesmo com todos os estudos que fazíamos. – Falei brincando, porque raramente conseguíamos concluir as "aulas de Transfiguração", eu não tinha culpa se Nathan era tão tentador que eu não aguentava ficar sem beijar ele durante as tais aulas. Os assuntos sobre a vida adulta ficaram um pouco de lado depois que nós dois começamos a investir um no outro, era claro que o nosso clima não condizia com padrão comum de constrangimento que sempre havia entre ex's. Ele não rejeitou meu convite para a dança e eu logo me dei conta de que não foi uma boa escolha, seu corpo perto do meu parecia me convidar a uma reprise do passado, ele era lindo e eu seria cego se não reparasse direito nisso. Depois que eu acabei tendo que falar próximo ao ouvido dele, nós dois nos entregamos a uma saudade que parecia que nós dois tínhamos dos nossos beijos, eu mesmo retribui o beijo sem nem me questionar se devia fazer isso ou não. Era tão familiar o momento que foi fácil esquecer as pessoas em volta e restar apenas eu e ele ali, como sempre foi quando estávamos juntos.

Eu pausei o beijo em busca de ar, ele não reclamou da mordida que dei e nem por eu ter continuado a beijar ele, estava claro que ainda havia um fogo entre nós, o beijo foi ficando mais intenso e apaixonado, Nathan era meu vício e agora eu tinha plena certeza disso, era tão fácil me entregar a ele que eu não conseguia pensar em mais nada. Ele fazia do meu cabelo o lar das suas mãos, que iam e vinham por ele, e acabei arrepiando quando elas desceram para o meu peito, eu automaticamente o apertei a cintura com um pouco mais de força nesse momento, talvez ele tivesse notado o que causou ao descer as mãos para os meus braços, que trataram de trazer ele mais para mim. O toque suave dele me fazia querer mais e mais dele, Nathan era incrível em todos os sentidos, ouvi a frase dele e senti os fios da minha nuca arrepiarem com aquela declaração e arfei com isso. – E eu nunca fui muito bom em resistir a você. Você é o meu vício. – Murmurei de volta e sorri quando ele encostou as nossas testas e me deixei achar o conforto no abraço que ele me deu e eu retribui, fui seguindo o ritmo dele de movimentação, enquanto tentava recuperar o fôlego.  Abracei ele mais apertado do que já estávamos e respirei fundo, ele estava dificultando a minha vida ao me dar um selinho e depois brincar com os meus lábios, que a essa altura estavam meio avermelhados com tantas mordidas e puxões. Ouvi o convite feito, mas o problema é que ele fez isso e depois foi roçando os lábios até o meu pescoço, onde ele deu um chupão que me fez soltar um gemido baixo, pois aquilo me fez esquecer da linha de raciocínio que tentava seguir para dar uma resposta a ele. – Claro, vamos pra onde você quiser. – Murmurei entorpecido e rocei os lábios pelo pescoço dele, antes de descer um pouco mais e morder o seu ombro, tentando provocar ele um pouquinho.


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